JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS

Em toda nossa caminhada devemos ter sempre Cristo como nosso guia. Ele nos guarda a cada dia. "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois a ele eternamente. Amém." Sejam bem vindos ao nosso blog em o nome do Senhor Jesus !!! Disse Jesus: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Amo ao Senhor Jesus Cristo, porque Ele me amou primeiro e trouxe-me para a sua maravilhosa presença. Deus é tremendo !!!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

CALENDÁRIO HEBRAICO E CÁLCULO DO TEMPO

ANO HEBRAICO - Israel desenvolveu um calendário lunissolar (Sistema baseado no Sol e na Lua), fixando todas as festas anuais pela lua nova.  O ano sagrado começava com a lua nova do equinócio da primavera, que se tornou o dia primeiro de abibe ("nisã, depois de 600 a.C).  Os judeus modernos usam um calendário "civil", que começa com a lua nova do equinócio do outono, dia primeiro de tishri.  O ano judaico tinha 12 meses de 30 ou 29 dias alternadamente, o que perfazia um ano lunar de 354 dias, cerca de 11 dias e seis horas menos que o ano solar (365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos).  Os dias eram compensados com o acréscimo de um mês intercalado trienalmente depois do último mês (ou cada 3, 6, 8, 11, 14, 17 e 19 anos de um ciclo de 19 anos).  O acréscimo desses meses nos "anos bissextos" preservava a regularidade das colheitas e restaurava o ano solar.  O calendário hebraico remonta ao "ano da Criação", 3760 a.c., conforme cálculo do rabino Jose Ben Halafra, cerca de 125 d.C.

MÊS HEBRAICO - Os meses de Israel sempre começavam com a lua nova e eram anunciados pelo som de trombetas.  No Israel antigo, eram chamados pela ordem numérica, e somente quatro tinham nomes:  abibe e zive, os primeiros dois meses da primavera, e etanim e bul, o sétimo e oitavo (os primeiros dois meses do outono).  Na Babilônia, ou no período pós-exílico, abibe passou a ser nisã, e seis outros meses receberam os nomes de sivã (3), elul (6), tishri (7), quisleu (9), sebate (11) e adar (12).  Mais tarde, o Tamulde fez as seguintes mudanças e acréscimos: iyar (2), tamuz (4), abe (5), marheshvã/heshvã (8) e tebete (10).  O mês intercaladofoi chamado de adar II.

CALENDÁRIO HEBRAICO CORRESPONDENTE AO GREGORIANO - Nosso calendário é solar e é chamado "gregoriano" em homenagem ao papa Gegório que, em 1582, alterou o calendário juliano, estabelecido por Júlio césar em 45 a.c.  A regulamentação gregoriana simplesmente cancelou o dia bissexto de cada ano centésimo, exceto para o quadrigentésimo, a fim de deixar o ano juliano doze minutos menor.  Como o ano lunar é onze dias e seis horas mais curto do que o solar, no nosso calendário a lua nova atrasa aquele período de tempo (ou adianta 19 dias) a cada ano, mudando continuamente a relação entre os meses e gregorianos.  Essa contínua mudança pode ser observada na seguinte correlação dos meses para os anos 1983-1987. (American Jewish Year Book).

DIFICULDADE DE TRADUZIR COM EXATIDÃO AS DATAS HEBRAICAS - O quadro a seguir demonstra a impossibilidade de expressar as datas bíblicas no nosso calendário de maneira equivalente.  O método comum é identificar os meses hebraicos entre dois dos nossos meses (por exemplo:  nisã = março/abril; iyar = abril/maio etc.).  Isso orienta a época, mas não tem a exatidão expressa nos textos hebraicos.  Nos quadros e esboços, resolvemos simplesmente pôr as datas hebraicas nos meses do nosso calendário, em sua ordem numérica.  Claro que isso  sacrifica a exatidão astronômica, mas serve ao nosso propósito de tornar as datas bíblicas específicas e facilmente lembradas.