JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS

Em toda nossa caminhada devemos ter sempre Cristo como nosso guia. Ele nos guarda a cada dia. "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois a ele eternamente. Amém." Sejam bem vindos ao nosso blog em o nome do Senhor Jesus !!! Disse Jesus: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Amo ao Senhor Jesus Cristo, porque Ele me amou primeiro e trouxe-me para a sua maravilhosa presença. Deus é tremendo !!!

sábado, 31 de janeiro de 2015

DIFERENÇAS ENTRE A IGREJA CATÓLICA ROMANA E A IGREJA CATÓLICA ORTODOXA

Qual é a diferença entre a Igreja Católica e a Ortodoxa?


Para um melhor esclarecimento sobre o cristianismo, estamos abordando aqui, as diferenças entre dois ramos antigos, lembrando que não são os únicos seguidores de Jesus.  Existem atualmente três grandes ramos que são : o CATOLICISMO ROMANO, PROTESTANTISMO E O CATOLICISMO ORTODOXO, sendo os mais antigos os da Igreja Católica Apostólica Romana e a Igreja Católica do Oriente, a qual se separou do romanismo no grande cisma de 1054, chamados de Ortodoxos. Ambas afirmam ser a continuação dos cristãos apostólicos, e por volta de 1517, basicamente pelos mesmos motivos do cisma do Oriente em alguns pontos, e por motivos de abusos existentes na época, surgiu a Igreja Reformada, conhecidos como Protestantes.

Diferenças :

São muitas. Enquanto os católicos seguem fielmente o papa, os ortodoxos possuem maior independência: a única função do patriarca - o cargo mais alto em sua hierarquia - é manter a unidade da Igreja. As cruzes também não são iguais: a dos ortodoxos tem três barras. A de cima foi acrescentada por acreditarem que teria servido para a famosa inscrição INRI (abreviação de Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus).

A de baixo teria recebido os pés de Cristo, pregados em separado e não juntos como crêem os católicos. Existem ainda outras diferenças ritualísticas (veja a tabela abaixo). Até o final do século X, as duas igrejas eram uma só, com os católicos de hoje radicados na Europa Ocidental e os ortodoxos ao leste, na Grécia e na Turquia. "A Igreja Ortodoxa surgiu com o objetivo de espalhar o Cristianismo pelo Oriente", afirma o teólogo Rafael Rodrigues da Silva, da PUC-SP. Com o tempo, as diferenças culturais criaram várias rusgas entre elas, como a que diz respeito à língua oficial dos cultos: os cristãos do Ocidente queriam o latim, enquanto os do Oriente não abriam mão do grego e do hebraico. A separação veio em 1054, no chamado Cisma do Oriente. Os ortodoxos questionavam a autoridade papal e não aceitaram a interferência de um cardeal enviado pelo papa Leão IX a Constantinopla, na Turquia. Resultado: o patriarca Miguel Cerulário foi excomungado pelo Vaticano.

Cerulário deu o troco excomungando os católicos e consolidando o rompimento.

Dissidências de uma mesma crença

Vários pontos separam o Cristianismo do Ocidente e o do Oriente

REGRAS E RITUAIS - Voto de castidade

ORTODOXOS - Opcional para padre, obrigatório para bispo

CATÓLICOS - Obrigatório para todo sacerdote

REGRAS E RITUAIS - Papa

ORTODOXOS - Não reconhecem sua autoridade

CATÓLICOS - É a autoridade máxima

REGRAS E RITUAIS - Quaresma

ORTODOXOS - Dura 47 dias

CATÓLICOS - Dura 40 dias

REGRAS E RITUAIS - Calendário

ORTODOXOS - Usam o Juliano, com 13 dias a mais no ano

CATÓLICOS - Usam o Gregoriano com 365 dias

REGRAS E RITUAIS - Natal

ORTODOXOS - Comemoram em 7 de janeiro

CATÓLICOS - Comemoram em 25 de dezembro

REGRAS E RITUAIS - Imagens dos santos

ORTODOXOS - As igrejas não têm estátuas deles, só pinturas

CATÓLICOS - Não há restrições às estátuas

REGRAS E RITUAIS - Cruz

ORTODOXOS - Tem três barras

CATÓLICOS - Tem apenas uma barra horizontal



Fonte :  Mundo Estranho.  Editora Abril.


Diferenças Gerais:
São dogmáticas, litúrgicas e disciplinares.
    • A Igreja Ortodoxa só admite sete Concílios, enquanto a Romana adopta vinte.

    • A Igreja Ortodoxa discorda da procedência do Espírito Santo do Pai e do Filho; unicamente do Pai é que admite.

    • A Sagrada Escritura e a Santa Tradição representam o mesmo valor como fonte de Revelação, segundo a Igreja Ortodoxa. A Romana, no entanto, considera a Tradição mais importante que a Sagrada Escritura.

    • A consagração do pão e do vinho, durante a missa, no Corpo e no Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, efectua-se pelo Prefácio, Palavra do Senhor e Epíclese, e não pelas expressões proferidas por Cristo na Última Ceia, como ensina a Igreja Romana.

    • Em nenhuma circunstância, a Igreja Ortodoxa admite a infalibilidade do Bispo de Roma. Considera a infalibilidade uma prerrogativa de toda a Igreja e não de uma só pessoa.

    • A Igreja Ortodoxa entende que as decisões de um Concílio Ecuménico são superiores às decisões do Papa de Roma ou de quaisquer hierarcas eclesiásticos.

    • A Igreja Ortodoxa não concorda com a supremacia universal do direito do Bispo de Roma sobre toda a Igreja Cristã, pois considera todos os bispos iguais. Somente reconhece uma primazia de honra ou uma supremacia de facto (primus inter pares).

    • A Virgem Maria, igual às demais criaturas, foi concebida em estado de pecado original. A Igreja Romana, por definição do papa Pio IX, no ano de 1854, proclamou como "dogma" de fé a Imaculada Concepção.

    • A Igreja Ortodoxa rejeita a agregação do "Filioque," aprovado pela Igreja de Roma, no Símbolo Niceno-Constantinopolitano.

    • A Igreja Ortodoxa nega a existência do limbo e do purgatório.

    • A Igreja Ortodoxa não admite a existência de um Juízo Particular para apreciar o destino das almas, logo após a morte, mas um só Juízo Universal.

    • O Sacramento da Santa Unção pode ser ministrado várias vezes aos fiéis em caso de enfermidade corporal ou espiritual, e não somente nos momentos de agonia ou perigo de morte, como é praticado na Igreja Romana.

    • Na Igreja Ortodoxa, o ministro habitual do Sacramento do Crisma é o Padre; na Igreja Romana, o Bispo, e só extraordinariamente, o Padre.

    • A Igreja Ortodoxa não admite a existência de indulgências.

    • No Sacramento do Matrimónio, o Ministro é o Padre e não os contraentes.

    • Em casos excepcionais, ou por graves razões, a Igreja Ortodoxa acolhe a solução do divórcio.

    • São distintas as concepções teológicas sobre religião, Igreja, Encarnação, Graça, imagens, escatologia, Sacramentos, culto dos Santos, infalibilidade, Estado religioso...
Diferenças especiais:
Além disso, subsistem algumas diferenças disciplinares ou litúrgicas que não transferem dogma à doutrina. São, nomeadamente, as seguintes:

    • 1-Nos templos da Igreja Ortodoxa só se permitem ícones.

    • 2-Os sacerdotes ortodoxos podem optar livremente entre o celibato e o casamento.

    • 3-O baptismo é por imersão.

    • 4-No Sacrifício Eucarístico, na Igreja Ortodoxa, usa-se pão com levedura; na Romana, sem levedura.

    • 5-Os calendários ortodoxo e romano são diferentes, especialmente, quanto à Páscoa da Ressurreição.

    • 6-A comunhão dos fiéis é efectuada com pão e vinho; na Romana, somente com pão.

    • 7-Na Igreja Ortodoxa, não existem as devoções ao Sagrado Coração de Jesus, Corpus Christi, Via Crucis, Rosário, Cristo-Rei, Imaculado Coração de Maria e outras comemorações análogas.

    • 8-O processo da canonização de um santo é diferente na Igreja Ortodoxa; nele, a maior parte do povo participa no reconhecimento do seu estado de santidade.

    • 9-Existem, somente, três ordens menores na Igreja Ortodoxa: leitor, acólito e sub-diácono; na Romana, quatro: ostiário, leitor, exorcista e acólito.

    • 10-O Santo Mirão e a Comunhão na Igreja Ortodoxa efectuam-se imediatamente após o Baptismo.

    • 11-Na fórmula da absolvição dos pecados no Sacramento da Confissão, o sacerdote ortodoxo absolve não em seu próprio nome, mas em nome de Deus - "Deus te absolve de teus pecados"; na Romana, o sacerdote absolve em seu próprio nome, como representante de Deus - "Ego absolvo a peccatis tuis...."

    • 12-A Ortodoxia não admite o poder temporal da Igreja; na Romana, é um dogma de fé tal doutrina.

Fonte :   
Missionary Leaflet #

Holy Protection Russian Orthodox Church

2049 Argyle Ave. Los Angeles, California 90068

Editor: Bishop Alexander (Mileant)

DIFERENÇAS ENTRE A IGREJA CATÓLICA ROMANA E A ORTODOXA

Qual é a diferença entre a Igreja Católica e a Ortodoxa ?

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Qual é a diferença entre a Igreja Católica e a Ortodoxa?

São muitas. Enquanto os católicos seguem fielmente o papa, os ortodoxos possuem maior independência: a única função do patriarca - o cargo mais alto em sua hierarquia - é manter a unidade da Igreja. As cruzes também não são iguais: a dos ortodoxos tem três barras. A de cima foi acrescentada por acreditarem que teria servido para a famosa inscrição INRI (abreviação de Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus).

A de baixo teria recebido os pés de Cristo, pregados em separado e não juntos como crêem os católicos. Existem ainda outras diferenças ritualísticas (veja a tabela abaixo). Até o final do século X, as duas igrejas eram uma só, com os católicos de hoje radicados na Europa Ocidental e os ortodoxos ao leste, na Grécia e na Turquia. "A Igreja Ortodoxa surgiu com o objetivo de espalhar o Cristianismo pelo Oriente", afirma o teólogo Rafael Rodrigues da Silva, da PUC-SP. Com o tempo, as diferenças culturais criaram várias rusgas entre elas, como a que diz respeito à língua oficial dos cultos: os cristãos do Ocidente queriam o latim, enquanto os do Oriente não abriam mão do grego e do hebraico. A separação veio em 1054, no chamado Cisma do Oriente. Os ortodoxos questionavam a autoridade papal e não aceitaram a interferência de um cardeal enviado pelo papa Leão IX a Constantinopla, na Turquia. Resultado: o patriarca Miguel Cerulário foi excomungado pelo Vaticano.

Cerulário deu o troco excomungando os católicos e consolidando o rompimento.

Dissidências de uma mesma crença
Vários pontos separam o Cristianismo do Ocidente e o do Oriente
REGRAS E RITUAIS - Voto de castidade

ORTODOXOS - Opcional para padre, obrigatório para bispo

CATÓLICOS - Obrigatório para todo sacerdote

REGRAS E RITUAIS - Papa

ORTODOXOS - Não reconhecem sua autoridade

CATÓLICOS - É a autoridade máxima

REGRAS E RITUAIS - Quaresma

ORTODOXOS - Dura 47 dias

CATÓLICOS - Dura 40 dias

REGRAS E RITUAIS - Calendário

ORTODOXOS - Usam o Juliano, com 13 dias a mais no ano

CATÓLICOS - Usam o Gregoriano com 365 dias

REGRAS E RITUAIS - Natal

ORTODOXOS - Comemoram em 7 de janeiro

CATÓLICOS - Comemoram em 25 de dezembro

REGRAS E RITUAIS - Imagens dos santos

ORTODOXOS - As igrejas não têm estátuas deles, só pinturas

CATÓLICOS - Não há restrições às estátuas

REGRAS E RITUAIS - Cruz

ORTODOXOS - Tem três barras

CATÓLICOS - Tem apenas uma barra horizontal



Fonte :  Mundo Estranho.  Editora Abril.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

BREVE HISTÓRICO DO MOVIMENTO PENTECOSTAL

 Nessa página procuraremos entender como se inciou o movimento Pentecostal pelo mundo, no contexto bíblico e histórico.
            Sabendo-se que em Atos dos Apóstolos, no cap. 2, no cenáculo onde estavam reunidos os Apóstolos, os irmãos de Jesus e a mãe de Jesus e outros crentes em Jesus, foi cumprida a promessa feita por Jesus, que após a sua ressurreiçao, eles seriam batizados com o Espírito Santo, e a promessa se cumpriu e todos começaram a falar em novas línguas e vemos que esse episódio se repetiu na casa de Cornélio, onde ele e as demais pessoas que ali estavam receberam o batismo com o Espírito Santo, confirmando assim, que a promessa não foi apenas para os judeus, mas também para os gentios que cressem em Jesus Cristo.  Passados esses anos, desde a descida do Espírito Santo no cenáculo em Jerusalém, esse mover do Espírito de Deus continua agindo no meio do povo de Deus, embora exista divergências de opiniões a respeito do Movimento Pentecostal, pois alguns cristãos pensam ser um movimento apenas dos tempos apostólicos e que hoje não se repete, esses são os cessacionistas.

2.1-Pentecostes no Novo Testamento
            No Novo Testamento trata-se da descida do Espírito Santo prometido por Cristo sobre a Igreja.  No livro dos Atos dos Apóstolos revela o cumprimento da promessa após cinqüenta dias da ascenção de Cristo.  Os discípulos de Jesus estavam reunidos no cenáculo e estando eles assentados e de repente veio sobre eles, o cumprimento da promessa de Cristo e falaram novas línguas de acordo com o que o Espírito Santo os concedia.  As pessoas que estavam em Jerusalém, oriundas de várias nações, puderam ouvir na sua própria língua o que era falado pelos discípulos.
            O dia de Pentecostes trouxe uma experiência unificadora, unindo judeus e gentios, foi inaugurada ali, a igreja de Cristo, onde não só judeus, mas também pessoas de todas as nações por meio de Cristo tornaram-se membros da igreja, sendo Cristo a cabeça da Igreja.
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            Com a pregação de Pedro logo após ter recebido a promessa de Deus quase três mil pessoas se converteram, a Igreja foi se expandindo e houve um grande crescimento. Os relatos bíblicos comprovam que com o derramamento do Espírito Santo sobre a Igreja, foi concedido aos que serviam a Cristo os dons espirituais, que na igreja primitiva foi manifestado em abundancia no seio das comunidades cristãs, principalmente na Igreja de Corinto.  A promessa feita por Deus no livro de Joel se cumprira e Pedro em sua primeira pregação com ousadia falou em nome de Jesus, e confirmara que essa promessa não era somente para os da época, mas também para todos quantos Deus venha a chamar.  Os discípulos anunciavam a salvação em Cristo Jesus, e Jesus, cooperava com eles realizando por meios dos seus servos, sinais e maravilhas.
            Os cristãos primitivos foram perseguidos, mas não negavam a fé e com a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes receberam poder do alto céu para transmitirem para todos os povos a salvação em Cristo Jesus.
            De pessoas covardes que se trancaram por medo dos judeus após a morte de Jesus, com a descida do Espírito Santo se tornaram destemidos e corajosos e deixaram para as gerações que se seguiram, o exemplo de fé e batalharam até o fim das suas vidas levando a mensagem da salvação.  No dia de Pentecostes foram cheios do Espírito Santo e essa chama não se apagou no coração dos verdadeiros seguidores de Cristo, que batalharam e lutaram em prol do evangelho da paz.
            Com Jesus Cristo cooperando com eles, foram verdadeiras testemunhas do amor e do poder de Deus, que salvou, curou, libertou e deu a cada um a esperança de um dia morar para sempre com Cristo na mansão celestial.
            Cristo os capacitou e os enviou, primeiro soprou sobre eles o seu Espírito e após sua ascenção aos céus derramou sobre cada um deles o seu Espírito, concedendo a eles, homens e mulheres a graça de serem cheios do Espírito Santo de Deus, e eles em obediência a ordem de Cristo de levar o evangelho a toda criatura, deixaram para as gerações futuras o exemplo,  a dedicação e a prova que o evangelho de Jesus Cristo transforma o pecador que se arrepende e que aceita a Cristo como Salvador e Senhor.
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2.2-Manifestações pentecostais pós era bíblica
Embora o apóstolo Pedro tenha avisado em sua pregação, que a promessa é também para todos que viriam a aceitar a Cristo, e essas palavras dá-nos a entender que o derramamento do Espírito Santo é contínuo e atual, e milhões de pessoas tem tido a mesma experiência dos servos do Senhor da igreja primitiva, existem no meio dos cristãos alguns grupos que se mostram contrários a convicção que milhões de seguidores de Cristo têm, de que essa promessa continua válida e estará sempre presente no seio da Igreja, até que o Senhor Jesus venha arrebatar o seu povo.
A promessa feita por Jesus tem se realizado ainda hoje na vida de milhões de pessoas que creem na palavra de Jesus.
Após a morte dos apóstolos a Igreja passou por um período de decadência espiritual .
Por volta do ano 156 d.C. Montano, natural de Arbadau, Frígia, foi um dos homens que sofriam pela decadência da Igreja, ao sentir a falta da manifestação do Espírito Santo, ele protestou contra as tendências seculares que operavam dentro da Igreja que outrora andava na doutrina dos Apóstolos.  A sua atitude resultou em um movimento reformador que deu ênfase à manifestação do Espírito Santo.  Apesar de haver opositores, sobre muitos foi derramado o Espírito Santo, e falavam em línguas, de acordo com o testemunho de Tertuliano que foi um dos apologistas no seu tempo. 
Esse movimento chamado Montanistas espalhou-se por toda a Ásia Menor e Norte da África; ganhando muitos adeptos também em Roma. As doutrinas Montanistas foi largamente divulgada, tanto que houve diversos concílios para suprimí-los, quando por fim foram oficialmente condenadas no Concílio de Constantinopla.. O movimento, porém, continuou por séculos, e oportunamente foi incorporado em outros atos reformadores. (Eusébio, A História da Igreja, p.227, citado por H.H. Muirhead em O Cristianismo através dos Séculos, pp.85-87).  O pentecostalismo atual foi citado como sendo o Novo Montanismo, em um artigo ( A fé explicada, órgão da Igreja Católica no facebook).

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Do século XII ao XV houve avivamentos no sul da Europa, nos quais muitas pessoas falavam outras línguas, sendo o dos valdenses e albigenses, os principais.
Existem também registros históricos de que no decorrer da história da Igreja, a manifestação espiritual ocorrida no dia de Pentecostes teve continuidade, principalmente no meio das igrejas protestantes, que tiveram suas orígens na reforma iniciada no séc XVI, com Martinho Lutero que foi um monge agostiniano.  Aos questionar práticas e dogmas católicos, como a venda de indulgências, ele rompe com a igreja e dá origem ao luteranismo. O movimento difunde-se pela Europa, ramificando-se em várias vertentes.  As igrejas dessa época fazem parte do protestantismo histórico.  As mais importantes são a Luterana, a Presbiteriana, a Batista e a Metodista.  E é no meio dessas Igrejas que existem evidências do derramamento simultâneo do Espírito Santo em vários lugares.
            Os historiadores que estudam a respeito do Avivamento Pentecostal no século XX mencionam a Rua Azuza, em Los Angeles, Califórnia, em 1906, como o centro irradiador  de onde o avivamento se espalhou para outras cidades e nações, e desse movimento nos Estados Unidos nasceu a Missão da Fé Apóstólica, que veio a se chamar Assembleia de Deus, que no Brasil, se tornou o maior grupo protestante do país.
            Porém, quem havia trazido a mensagem pentecostal a Los Angeles fora uma senhora metodista, que, por sua vez, a recebera na cidade de Houston, quando tinha ido visitar seus parentes.  Antes desta data (1906), podemos citar também os avivamentos ocorridos na Suécia em 1858, e na Inglaterra em 1740.
            Na América do Norte em 1854, a chama pentecostal havia crepitado mais forte na Nova Inglaterra (Boston e adjacências); em 1892, na cidade de Moarehead; em 1903, em Galena, Kansas; em Orchard e Houstok, nos anos de 1904 e 1905.

            Esses movimentos deixam claro, que o derramamento do Espírito Santo continou acontecendo no meio da igreja de Cristo.

BREVE HISTÓRIA DA ASSEMBLEIA DE DEUS

Veremos nessa página, como foi o início da Assembleia de Deus no Brasil, e a continuidade da obra, com um breve histórico sobre o início da obra do Espírito Santo, desde o dia de Pentecostes, registrado no livro dos Atos dos Apóstolos, onde vemos que foi o cumprimento da promessa de Jesus, que batizaria seus discípulos com o Espírito Santo e essa promessa se cumpriu cinqüenta dias após a ascenção de Cristo e todos os que estavam reunidos no cenáculo, obedecendo a ordem de Jesus, foram cheios do Espírito e falavam em outras línguas conforme o Espírito Santo os concedia.
Com a morte dos apóstolos houve um esfriamento no meio da igreja, porém, sempre houve grupos que procuraram voltar aos ensinamentos apostólicos e resgatando a crença no batismo com o Espírito Santo e nos Dons Espirituais, embora tenham sido taxados de heréticos pelos grupos existentes, sempre existiram e atravessaram os séculos fazendo a obra de Deus, mesmo esses grupos sendo desconsiderados pelos que eram oficializados.
Com o passar dos anos essa obra continuava sendo realizada através dos tempos, pelo qual podemos afirmar que isso não se deu somente nos tempos apostólicos, mas sim alcançou a todos os que creram na promessa de Jesus e com registros históricos do seu acontecimento no século II, com o Montanismo, que foi condenado como sendo herético pela Igreja da época, mas que cresceu muito naquele tempo e mesmo sendo rejeitado no concílio, continuou a crescer dando origem a outros grupos reformadores, chegando até aos nossos dias. Na Europa e na América do Norte, no meio das igrejas que se originaram do protestantismo, um movimento reformista iniciado por Martinho Lutero, houve um grande mover do Espírito, dando-nos assim, a certeza que a promessa do batismo com o Espírito Santo, não ficou restrita a Igreja Primitiva, embora esse movimento seja tido como herético por alguns grupos religiosos.

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No início do séc. XX, em 1906, um grande movimento se deu em Los Angeles, aonde muitos crentes foram batizados com o Espírito Santo e nesse movimento dois jovens suecos por nome Gunnar Vingren e Daniel Berg também receberam o batismo e por divina revelação foram enviados para pregar o evangelho em Belém do Pará, local que dantes nunca sequer tinham ouvido falar.  Obedecendo a vontade de Deus, chegaram ao Brasil, congregando de início na sua denominação de origem que era a Igreja Batista, onde foram bem aceitos no início, porém, por pregarem a respeito do batismo com o Espírito Santo e ensinarem sobre a atualidade dos dons espirituais, houve uma ruptura no meio da igreja Batista, de onde foram expulsos com mais 13 pessoas e deram início assim a uma nova denominação que inicialmente se chamava Missão da Fé Apostólica e posteriormente puseram o nome da nova igreja de Assembleia de Deus, a qual se estendeu com o passar do tempo para todo o Brasil, tornando-se a maior Igreja Evangélica nesse país, e hoje sendo uma das mais respeitáveis organizações religiosas existentes no Brasil, perdendo apenas em importância para a Igreja Católica Apostólica Romana, que ainda hoje, mesmo com a perda de milhões de fiéis continua sendo a principal organização religiosa do Brasil. Segundo o IBGE de 2010, são mais de 12 milhões de assembleianos espalhados por todo o Brasil, mostrando assim, que essa porta foi Deus quem abriu e que o homem não poderá fechar, pois Cristo é o cabeça da Igreja e a Assembleia de Deus é uma parte do corpo de Cristo aqui na Terra, deixando claro nesse trabalho que a denominação não é única a pregar o evangelho no país e nem a única denominação pentecostal existente, embora haja outras denominações sérias, essa denominação em estudo, é o principal ramo pentecostal em nossa nação.
O avanço da Assembleia de Deus no território nacional e a sua amplitude não tem como não ser notada pela população e nem pelas autoridades nacionais, sendo notadamente vista através do envolvimento da Igreja nos mais diversos setores da sociedade, como na Educação, Política e outros segmentos da sociedade.
Expomos nesse trabalho que através das obras dos pioneiros e dos que vieram no decorrer dos anos, que a mão de Deus está estendida sobre essa denominação, dando esse crescimento,e que não tem como não entender que é o operar de Deus no meio do seu povo.
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Hoje com mais de 100 anos essa obra continua se destacando e com a ajuda do Espírito Santo, os seus líderes e todo o corpo de obreiros e membros, estão dispostos a dar continuidade, mostrando ao povo brasileiro que Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente, e que é Ele que tem ajudado e fortalecido seus líderes e congregados a mostrar a sociedade que há um Deus que quer e pode mudar os rumos da história do nosso povo em todos os setores da nossa sociedade.
Um dos hinos referentes a Assembleia de Deus, o qual diz em sua letra que a Assembleia de Deus no Brasil chegou, foi obra do Espírito e com a ajuda do mesmo, essa obra continuará até a volta do Senhor Jesus Cristo.
A Assembleia de Deus no Brasil, em particular as filiadas a Convenção Geral, tem tido um papel muito importante na nação.  Além de anunciar a palavra de Deus, que é o foco principal da denominação, tem contribuido muito com a nação brasileira e tem exercido uma grande influência nos varios setores da sociedade, principalmente na Assistência Social, Política e na Educação.
Está focado no trabalho a grande influência que a denominação tem exercido na sociedade brasileira, principalmente através da política, onde os parlamentares assembleianos, tem ajudado a evitar que passe no congresso várias leis que são contrárias a palavra de Deus, e também na Educação, pela qual se tem dado muita importância ao ensino religioso e também ao ensino secular e ainda a preocupação com a ajuda na Assistência Social, principalmente aos seus membros.
Gunnar Vingren e Daniel Berg, talvez nem imaginassem as proporções que tomariam a igreja fundada por eles, que hoje, sem dúvida alguma é a maior igreja evangélica do Brasil e juntamente com as demais igrejas, muito estão contribuindo para que milhões recebam a salvação em Cristo Jesus.

Vingren partiu para o Senhor em 1933 e Berg em 1963, mas a semente da obra pentecostal plantada por eles, continua dando fruto na nação brasileira e o Senhor Jesus, continua abençoando o seu povo.

domingo, 25 de janeiro de 2015

IGREJA CATÓLICA ORTODOXA

ENTENDENDO ORTODOXIA

  Chama-se Ortodoxia ao grupo de Igrejas Cristãs orientais que professam a mesma fé e, com algumas variantes culturais, praticam basicamente os mesmos ritos. Sua origem está no próprio berço do Cristianismo, uma vez que a Igreja de Cristo teve início no Oriente e de lá se expandiu para todo o mundo. Essas Igrejas não têm um “fundador” humano, como acontece com vários grupos religiosos, uma vez que elas se organizaram a partir das primeiras comunidades cristãs.
       Tudo começou em Jerusalém, com a pregação e ministério de Jesus, o Cristo de Deus, seu Filho Unigênito e Salvador do mundo. Após a morte, ressurreição e subida aos Céus (Ascensão) do Senhor, foi-se fortalecendo a Igreja de Jerusalém, sob a direção dos próprios Apóstolos de Jesus, continuadores de sua obra.
        Ao iniciar-se, porém, a perseguição judaica contra os cristãos, como lemos no livro dos Atos dos Apóstolos (Atos dos Apóstolos 7, 54-8,4) e o derramamento do sangue do primeiro mártir por Cristo, o diácono Santo Estevão, aproximadamente pelo ano 32 d.C., muitos cristãos deixaram Jerusalém e se dispersaram por toda a Judéia, Samaria, Antioquia e outras regiões, anunciando o Evangelho, e assim foram se formando as primeiras Comunidades, promovidas, posteriormente, a sedes episcopais e, por sua importância, patriarcais.
      Sabe-se que os cristãos foram perseguidos tanto pelas autoridades judaicas, quanto pelo Império Romano que os via como praticantes de uma religião “não-autorizada”, ilegal, razão pela qual os mesmos não tinham liberdade de culto, realizando suas reuniões nas casas e junto aos túmulos dos mártires (catacumbas).
     Entrementes, a fé no Filho de Deus já havia chegado à Acaia, hoje Grécia, e à capital do império, Roma. Tal situação, com maior ou menor rigor, perdurou até o ano 313, quando o Imperador Constantino, o Grande, pelo Edito de Milão, concedeu liberdade religiosa a todos.
       O mesmo imperador Constantino fundou a cidade de Constantinopla (cidade de Constantino), onde antes existia o sítio de Bizâncio, na Ásia, onde hoje está a cidade de Istambul, na Turquia, cidade para a qual transferiu a sede do império, razão pela qual passou-se a falar em Império Bizantino, o Império Romano do Oriente, sob franca influência da cultura helênica. Constantinopla foi chamada “a nova Roma”.
      Já então a administração da Igreja estava estruturada, tendo à frente os Bispos, Presbíteros (Padres) e Diáconos, como atestou Santo Inácio de Antioquia pelo ano 107 d.C. A partir de então, com a liberdade e posterior oficialização concedidas pelo Império, a Igreja passou a se fortalecer e definir liturgicamente, passando, ainda, a enviar missionários aos não-cristãos.
     A Igreja Cristã oriental foi profundamente marcada, de forma geral, pela época em que era a Igreja oficial do império.Em 381 foi conferido ao Arcebispo da sede imperial, Constantinopla, o primado de honra e o título de Patriarca, colocando-o, em honra, logo depois do Bispo de Roma, e em 451 recebeu a igualdade em honra e primazia em relação ao mesmo. Finalmente, em 587 recebeu o título de Patriarca Ecumênico.
     A par a Igreja de Constantinopla, as Comunidades Cristãs mais antigas, ou seja, as Igrejas de Jerusalém, Alexandria e Antioquia estavam igualmente organizadas quanto à hierarquia e corpo doutrinário, em comunhão com as igrejas irmãs.
Os Concílios Ecumênicos
         Desde cedo a autoridade na Igreja foi exercida de forma colegiada, a exemplo do que fizeram os próprios apóstolos que convocaram o primeiro Concílio da história da Igreja (Atos dos Apóstolos 15, 5-21), na cidade de Jerusalém, no ano 49, para resolver a polêmica judaizante, na qual se decidiu desobrigar os cristãos das práticas judaicas. 
      E foi assim que a Igreja passou a dirimir dúvidas doutrinárias suscitadas pelo surgimento de ensinos errôneos, chamados heresias, com a convocação de Concílios Ecumênicos, assim chamados por contarem com a participação de representantes da Igreja em todo o mundo cristão e terem autoridade sobre todos os cristãos.
      Foram em número de sete os Concílios Ecumênicos, pois após o sétimo a Igreja já havia sofrido a triste divisão Oriente-Ocidente e as assembléias eclesiásticas não mais teriam caráter e autoridade universais, pois o termo “ecumêne” se refere a “toda a terra habitada”, aplicando-se o termo, à época, a “todo o território do império”.
       Em 325, na cidade de Nicéia, se reuniu o Primeiro Concílio Ecumênico, para analisar as idéias de Ário (arianismo), sacerdote líbio radicado em Alexandria, que punha em questão a identificação plena de Deus em Cristo, afirmando que Jesus não era Deus “de forma perfeita”. O Concílio proclamou, contra Ário, que Jesus Cristo era “da mesma natureza” que Deus Pai.
       Em 381, na cidade de Constantinopla, realizou-se o Segundo Concílio Ecumênico para esclarecer a fé na Santíssima Trindade, estabelecendo os artigos do Credo (Profissão de Fé) que se havia preparado em Nicéia, dando-lhes formulação mais ampla e definitiva (este é o Credo Niceno-Constantinopolitano, recitado nas liturgias ortodoxas até nossos dias). Pronunciou-se este Concílio contra Macedônio, Arcebispo de Constantinopla, que dizia ser o Espírito Santo uma criatura de Deus, como os anjos. Destacou-se nesse Concílio a participação de três grandes Santos Padres: Basílio Magno, Gregório de Nissa e Gregório Teólogo (Nazianzeno).
        O Terceiro Concílio Ecumênico realizou-se na cidade de Éfeso, no ano 431 e condenou o nestorianismo, doutrina errônea ensinada por Nestório, sacerdote e monge sírio que chegou à sé arquiepiscopal de Constantinopla e que ensinava haver duas pessoas em Jesus, uma humana e outra divina, razão pela qual a Virgem Maria não poderia ser chamada “Mãe de Deus” (Theotokos) e sim “mãe de Cristo” (Christotokos). Os Santos Padres ali reunidos definiram claramente a única pessoa de Jesus, o Cristo, com duas naturezas perfeitamente unidas: a divina e a humana, daí falar-se do Deus-Homem Jesus Cristo, e ser Nossa Senhora a Mãe de Deus.
         Em 451 se realizou o Quarto Concílio Ecumênico em Calcedônia, que se pronunciou contra Êutiques, um monge pouco instruído, porém influente, superior de um mosteiro próximo de Constantinopla, que pregava que em Cristo existia apenas uma natureza, a divina, e que Jesus, portanto, não era uma pessoa humana e não tinha uma alma como os outros. Ele cria que após a Encarnação, a natureza divina tinha absorvido a natureza humana em Jesus. Essa heresia da “natureza única” ficou conhecida como monofisismo. O Concílio afirmou a existência de duas naturezas (divina e humana) na pessoa única de Jesus, unidas sem confusão, mutação, divisão ou separação.
         O Quinto Concílio Ecumênico se reuniu novamente em Constantinopla, no ano 553 e reafirmou a condenação do monofisismo.
       O Sexto Concílio Ecumênico, realizado nos anos 680-681, novamente em Constantinopla, repeliu a heresia monotelita, o “monotelismo” (do grego “monos” = uma, “thelema” = vontade), proposição de que em Jesus havia apenas uma vontade, a divina, segundo o Patriarca Sérgio e o imperador de origem monofisita Heráclio.
        O Sétimo Concílio Ecumênico (último), reunido em Nicéia no ano 787, teve a incumbência de explicar e legitimar o uso e veneração dos santos ícones (imagens) contra os “iconoclastas”(“destruidores de imagens”). Tal vitória é lembrada e comemorada a cada primeiro domingo da Quaresma em todas as Igrejas Ortodoxas, chamado “Dia da Ortodoxia” ou “Dia da Vitória”.
        A forma colegiada de governo permanece nas Igrejas Ortodoxas, tendo cada qual seu Santo Sínodo que se reúne periodicamente sob a presidência do Patriarca ou Arcebispo Primaz, com a participação de todos os Bispos.
O “Cisma” e a Reconciliação
         A triste separação entre os cristãos do Oriente e do Ocidente, que passou à história sob o título de “Grande Cisma” (não “Grande Cisma do Oriente”, pois não se tratou de atitude unilateral) e que se concretizou no ano de 1.054, trouxe a perda de comunhão daquela que, até então, era a Igreja indivisa de Cristo. Os fatores que, num lento processo, levaram à separação do Oriente e Ocidente cristãos são vários: políticos, culturais, eclesiásticos e doutrinários.
         Posteriormente os cristãos do Oriente passaram a ser chamados “ortodoxos”, enquanto os cristãos do Ocidente passaram a ser chamados “católicos romanos” por sua ligação à Sé Apostólica de Roma e pelo primado de honra da mesma.
        O termo “ortodoxia” tem sido entendido, usualmente, como “doutrina reta”, pois este é o sentido que se quis imprimir à postura da Igreja do Oriente; no entanto, trata-se de uma expressão mais profunda, pois vem do grego “orthos”, que significa “reto”, “correto”, e “doxa” , que se traduz, segundo a etimologia, por “louvor”, glorificação de onde nos vem a expressão “doxologia”, palavra que, por isso mesmo se aplica, liturgicamente, aos textos de louvor e glorificação – cantamos, por exemplo a Grande Doxologia,que se inicia, exatamente com o “glória a ti...” Assim, o ortodoxo é aquele que professa a fé correta, e, desta forma, louva a Deus.
A 07 de dezembro de 1.965, o Patriarca Ecumênico Atenágoras I e o Papa Paulo VI, em documento conjunto, sustaram oficialmente as excomunhões mútuas entre as igrejas irmãs, com a criação posterior de uma Comissão de Diálogo Teológico, uma vez que a caminhada fraterna já era realidade.

Fonte :  Igreja Ortodoxa Antioquina
Arquidiocese de São Paulo e todo o Brasil

"Em Antioquia, pela primeira vez, foram os discípulos chamados cristãos..."

                                                       Atos, 11:26


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http://fatheralexander.org/booklets/portuguese/teologia_dogmatica_p.htm