JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS

Em toda nossa caminhada devemos ter sempre Cristo como nosso guia. Ele nos guarda a cada dia. "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois a ele eternamente. Amém." Sejam bem vindos ao nosso blog em o nome do Senhor Jesus !!! Disse Jesus: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Amo ao Senhor Jesus Cristo, porque Ele me amou primeiro e trouxe-me para a sua maravilhosa presença. Deus é tremendo !!!

sexta-feira, 12 de junho de 2015

RELAÇÃO DO FILME DEUS NÃO ESTÁ MORTO COM A CRISE DE LEONARDO BOFF, TEORIA HUMANISTA, FREUD E ACONSELHAMENTO BÍBLICO


INTRODUÇÃO
Nesse trabalho percebe-se bem o relacionamento concreto das cenas vivenciadas pelos integrantes do filme com as ideias de Leonardo Boff, falando sobre a crise, que ela pode ser vista por um lado positivo, não somente pelo lado negativo, e isso é exposto pelo que foi vivenciado pelos atores, e também pelas ideias de Freud, que segundo ele a existência de Deus é uma ilusão criada pelas pessoas por se apegarem com um ser protetor e superior.
Pessoas que enfrentaram problemas com família devido a sua fé em Jesus, pessoas com enfermidades, e pessoa desafiada a provar o motivo de acreditar em Deus e ainda ter que enfrentar o abandono da pessoa que provavelmente gostava.
Percebe-se também nesse trabalho a ligação da atitude de um professor ateu, e também de um homem aparentemente próspero, com as ideias de Freud, da não existência de Deus.



COMPARAÇÃO DO FILME DEUS ESTÁ MORTO COM A CRISE DE LEONARDO BOFF E FREUD

Analisando o filme Deus não está morto segundo o que Leonardo Boff expoe sobre crise, percebe-se vários personagens do filme passando por difíceis situações, porém souberam enfrentar, pela fé a situação que estavam envolvidos e superaram a crise que viveram.
Um dos momentos mostrados no filme, um aluno do curso de Filosofia em seu primeiro dia de aula por nome Josh, precisou enfrentar uma difícil situação diante dos demais alunos presentes, pelo fato de não aceitar a afirmação de seu professor ateu cujo era Jeffery, que Deus está morto.  Tendo ele que provar diante de todos o porque não aceitava tal afirmação.  Em meio a situação, Josh procurou o Rev. David, pelo qual foi advertido que não se deve negar Jesus diante dos homens, assim,  o aluno mostrou coragem e convicção do seu ponto de vista a respeito da sua fé em Deus, conseguindo mostrar aos alunos e ao professor através de argumentos científicios e até mesmo pelas palavras do próprio professor dizendo que odeia Deus, lhe perguntando como poderia odiar algo que não existe.  Assim os alunos presentes que haviam obedecido o professor no primeiro dia de aula, escrevendo em uma folha que Deus está morto, um a um se levantando proclamaram diante do aluno e do professor que Deus não está morto.  Esse foi um dos momentos de superação de um momento difícil vivido por uma pessoa, que não se deixou abalar diante a ataques a sua fé, além de que foi rejeitado por sua namorada também.
Outros fatos do filme, como a expulsão de uma jovem muçulmana chamada Ayisha, de sua casa pelo seu próprio pai, devido a ela ter crido no evangelho, e ter permanecido na fé, mostra-nos também que essa jovem soube superar o momento de crise que passou diante dessa difícil situação.  Mina, a namorada do professor ateu, o qual  desafiou o jovem Josh em sala de aula, também se viu em situação que poderia abalar sua fé e seus sentimentos como mulher e pessoa, quando diante de vários outros professores, seu companheiro ridicularizou a sua fé,e também zombou da mesma por causa da não aceitação da qualidade do vinho que essa serviu para os presentes, e também a jovem Amy que depois de descobrir que estava com câncer, foi abandonada por seu companheiro por nome Mark, encontrando ela na fé em Jesus Cristo, sendo apoiada por músicos cristãos, encontrou forças para enfrentar o problema.  Esses são alguns fatos vivenciados no filme onde os que estavam envolvidos tiveram forças diante da crise para vencer esses obstáculos.
Segundo Leonardo Boff, crise não é algo a ser deplorado, mas a ser explorado.  Tudo depende de como enfrentamos a crise.  As atitudes em face da crise produzem bons ou maus frutos. Nesses casos descritos acima percebe-se que os envolvidos souberam explorar o que vivenciaram, produzindo assim, bons frutos tanto na vida de quem vivenciou os fatos, como dos que estavam ao redor deles. Um desses frutos podemos citar a conversão do professor ateu nos seus últimos momentos de vida, após um grave acidente, quando foi atropelado.
Relacionando o filme com o pensamento de Freud a respeito da não existência de Deus, que segundo ele, Deus é uma ilusão, algo que as pessoas desde crianças, buscam proteção em alguém poderoso ou superior, inventando assim a figura paterna de um ser superior, ou seja, Deus.
Vemos pelo menos dois fatos no filme, que nos mostram que pessoas deixaram de acreditar em Deus, porque nos momentos difíceis não viram solução para as situações que vivenciaram, como no caso do professor ateu que passou a odiar a Deus, pelo fato de que quando criança não obteve resposta para a cura de sua mãe, que veio a falecer.  Percebe-se nesse fato que o professor quando menino, se sentiu abandonado e essa figura de um ser protetor e poderoso, segundo ele não existia, tornando-se ele devido a essa situação um ateu.
Outro caso de descrença em Deus percebemos no fato da mãe do personagem Mark que estava com sério problema, e o seu filho mostrou-se arrogante diante da sua mãe, dizendo que enquanto ela acreditava em Deus era uma demente, enquanto ele uma pessoa saudável. O mesmo teve uma atitude diante de sua companheira, a abandonando diante da grave enfermidade que ela teria que superar.  Ele demonstrou claramente ser uma pessoa fria e e egoista, deixou claro a sua falta de fé em Deus, e provavelmente se encaixa no que disse  Freud  a respeito de ser uma ilusão o apego a religião.

ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Em meio as dificuldades enfrentadas pelas pessoas nesse filme, poderiamos aconselhar o jovem aluno a perseverar na fé em Cristo Jesus, pois certamente o Senhor Jesus fecharia a boca do leão, como fez com Daniel e Paulo (Dn 6:22, 2 Tm 4:17).  E aos que estavam enfrentando problemas com saúde, lembrá-los que Jesus levou sobre sí todas as nossas enfermidades (Is 53:4), e que Ele é poderoso para curar seja qual for a enfermidade, e concedeu o dom de curar aos que nEle crêem (Mc 16:18;Tg 5:14-15).
As mulheres que foram rejeitadas como a jovem mulçumana e a companheira do professor Jeffery Radisson, o ateu, lembrá-las que Jesus foi rejeitado pela sua nação (Is 53:3; Jo 1:10-11), mas venceu todas as coisas por amor da humanidade, e que através da fé em Jesus, com o Espírito Santo atuando na vida delas, provavelmente elas seriam sempre vitoriosas.



CONCLUSÃO

O filme Deus não está morto, mostrou-nos que diante das crises, da descrença de alguns em Deus, das enfermidades, da rejeição sempre haverá uma saída, quando se volta para Deus. 
O fruto da escolha de um jovem em defender a sua fé em um Deus vivo, que levou universitários a proclamar que Deus está vivo e ainda levou uma pessoa a ter um encontro pessoal com Jesus, mostrou-nos o quanto Deus honra aquele que nEle confia, pois provavelmente o jovem universitário confiava no seu Deus.
Foi mostrado nesse filme a misericórdia e o amor de Deus para com todos.  Um fato marcante foi a conversão de um ateu que estava revoltado com o que aconteceu na sua infância, fato pelo qual que deixou de crer em Deus, por não ter obtido a resposta que queria na situação de sua mãe, o homem ateu teve a chance de ter um encontro pessoal com Jesus antes da sua morte, nos mostrando assim, como Deus é misericordioso, que preparou o Rev.  Dave e o missionário para estarem no lugar certo e na hora certa para aconselhar o professor Jeffery a aceitar a Jesus.
Esse filme mostrou bem que a crise não serve somente para nos deixar de cabeça baixa, mas também como uma forte experiência para se sair mais forte dos problemas e tentar solucioná-los, e não somente isso, percebe-se pelo ocorrido no filme que a ideia de Freud a respeito de Deus, não é uma realidade, e sim, fruto de rebelião contra o Altíssimo e Soberano Deus.




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