JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS

Em toda nossa caminhada devemos ter sempre Cristo como nosso guia. Ele nos guarda a cada dia. "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois a ele eternamente. Amém." Sejam bem vindos ao nosso blog em o nome do Senhor Jesus !!! Disse Jesus: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Amo ao Senhor Jesus Cristo, porque Ele me amou primeiro e trouxe-me para a sua maravilhosa presença. Deus é tremendo !!!

quarta-feira, 1 de julho de 2015

TRABALHO DE DIDÁTICA (CONCEITOS)



DIDÁTICA:
o    É a ciência, a arte, e a técnica de ensinar.  Ensinar é comunicar conhecimento, desenvolver e formar inteligência.
·         MOMENTOS HISTÓRICOS:
o    Há pelo menos dois marcos fundamentais nos últimos 35 anos:  o I Encontro Nacional de professores de Didática, realizado em 1972 na Universidade de Brasília e o I Seminário A Didática em questão, realizado na Pontíficia Universidade Católica do Rio de Janeiro, dez anos depois(1982).
·         Abordagens do Processo Didático:
o    Há quatro formas de abordagens.

·         TRANSMISSÃO-ASSIMILAÇÃO:
o    Remonta à proposta de Comênio no séc. XVII, um único professor para turmas de vários alunos.  Comênio propoe um método de um único professor ensinar tudo a todos.
·         MÉTODO:
o    Método é elemento unificador e sistematizador do processo de ensino, que determina o tipo de interação a ser estabelecida entre professor, alunos e conteúdos, conforme a orientação que o fundamenta.
·         TÉCNICAS: 
o    São as instâncias intermediárias, os componentes operacionais de cada proposta metodológica que viabilizarão a impementação do método em situações práticas.
·         MÉTODO DA TRANSMISSÃO-ASSIMILAÇÃO:
o    Preparação do aluno, que pode se dar pela recordação da lição anterior; apresentação, pelo professor do conteúdo; assimilação, pelo aluno, do novo conteúdo, comparando com o assunto já conhecido; generalização por parte do aluno, que deve identificar todo seu aprendizado recém-adquiridos, e a aplicação, por meio de exercícios de aplicaçãoem diferentes situações novas, do conhecimento recém-adquirido.
·         TÉCNICAS:
o    Aula expositiva, exercícios, demonstração didática, etc.
·         Relação professor-aluno no Método Transmissão-Assimilação:
o    O professor detém o conhecimento e o transmite, e o alunos somente é um receptor desses conhecimentos.
·         APRENDER A APRENDER: 
o    Fundamenta-se numa visão existêncialista, centrada na vida e na atividade.
·         MÉTODO DE APRENDER A APRENDER:
o    Dewey (1959), é um bom exemplo de interação entre professor e aluno.  Usa-se o método de solução de problemas, que pecorre o seguinte caminho: Atividade, que esteja sendo exercida pelo aluno, e que corresponde ao interesse do aluno; problema, tentativa de solucionar e superar uma situação problemática; coleta de dados, professores e alunos coletam todos os tipos de dados para superar a situação problemática; hipótese, depois de coletados os dados permite-se formular uma ou mais hipóteses explicativas do problema; experimentação, essas hipóteses devem ser testadas, para se verificar a sua validade.
·         TÉCNICAS:
o    Dinâmicas de grupo, pesquisas bibliográficas, e de campo, entrevistas, observações, etc.
·         RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NO MÉTODO APRENDER A APRENDER:
o    O professor é um orientador, cria desafios para estimular a investigação dos alunos, e o aluno é ativo e participativo.  É o centro do processo.
·         APRENDER A FAZER:
o    Nesse contexto, delineia-se uma abordagem do processo didático que entende o homem como consequências das influências e das forças existentes no meio, como produto de um processo evolutivo, ser produtivo e eficiente.
·         MÉTODO DE APRENDER A FAZER:
o    Esta proposta é apresentada por Bloom (1968) e é bastante representativa: caracterização da população e do contexto, pré-teste para se saber o nível de conhecimento do aluno a respeito da matéria estudada;  especificação dos objetivos e das atividades de aprendizagem e de avaliação realizada individualmente pelo aluno; ensino socioindividualizado, atividades complementares e de enriquecimento, orientadas pelo professor; pós-teste, avalia se o desempenho do aluno é satisfatório para avançar a próxima etapa; validação do programa, verifica se o material instrucional existem questões que precisam ser corrigidas para garantir a eficácia entre novos grupos de estudantes.


·         TÉCNICAS:
o    Testes objetivos de avaliação, instrução programada, módulos de aprendizagem, etc.
·         RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NO APRENDER A FAZER:
o    Planejamento elaborado por especialistas.  É o centro do processo; Professor, intemediário entre o planejamento e os alunos, executor de tarefas; Aluno, receptor, executor de tarefas prescritas no planejamento.

·         SISTEMATIZAÇAO COLETIVA DO CONHECIMENTO:
o    Esta abordagem pauta-se na concepção de homem concreto, sínteses de múltiplas determinações, sujeito histórico, situado num contexto sociocultural e afirma-se na ação-reflexão-ação.
·         MÉTODO:
o    Esse método encontra-se em Martins (2006), na sistematização coletiva do conhecimento e percorre o seguinte caminho: caracterzação problematização da prática social, comum a professores e alunos; explicação da prática mediatizada por um referencial teórico; compreensão da prática no nível da totalidade; elaboração de propostas de intervenção na prática, tendo em vista a sua transformação.
·         TÉCNICAS:
o    Atividades coletivas de sistematização de conhecimentos, grupos diversos, exposições, plenárias, projetos, etc.
·         RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA SISTEMATIZAÇÃO COLETIVA DO CONHECIMENTO:              
o    Professor, é o mediador entre o saber sistematizado e a prática social de ambos, e o aluno, é um ser histórico, sujeito do processo portador de uma prática social a ser problematizada coletivamente.  A prática social é o centro do processo.
·         ELEMENTOS DIDÁTICOS:
o    A organização das formas e práticas de interação entre professores e alunos inclui o planejamento cuidadoso da ação docente, ato que envolve os seguintes elementos didáticos:  a definição dos objetivos, a seleção e a organização dos conteúdos, a definição do método e as escolhas das técnicas, bem como a escolha dos instrumentos e dos critérios de avaliação.
·         OBJETIVOS DE ENSINO:
o    É considerada elemento fundamental no processo de planejamento da prática pedagógica, e assumem diferentes formas de elaboração de acordo com a abordagem de ensino.

·         CONTEÚDOS ESCOLARES:
o    De acordo com os autores que tratam da seleção e da organização de conteúdos, esta é uma tarefa importante que o professor deve realizar ao organizar o seu plano de ensino, e assumem diferentes formas e significados de acordo com a abordagem do ensino que fundamenta a prática do professor e da escola onde ele atua.
·         MÉTODO DE ENSINO:
o    A questão do método de ensino e suas implicações na aprendizagem escolar é tema central na formação do professor.  A discussão de que o método assume diferentes orientações de acordo com a abordagem de ensino que está na sua base é de fundamental importância.
·         AVALIAÇÃO:
o    É por meio da avaliação que se pode verificar até que ponto o ensino tem alcançado os resultados pretendidos.  Ao mesmo tempo, ela oferece subsídios para a alteração do processo, quando os objetivos (competências e habilidades) não são alcançadas.
·         PRINCÍPIOS ORIENTADORES DA DIDÁTICA NA PERSPECTIVA DA SISTEMATIZAÇÃO COLETIVA DO CONHECIMENTO:
o    Essa perspectiva de interação entre professores e alunos pauta-se em princípios didáticos que foram se delineando ao longo dos últimos 25 anos pela prática dos professores num contexto marcado pelos movimentos sociais das décadas de 1980 e 1990. São cinco princípios.

Princípio 1. DA VOCAÇÃO PRESCRITA DA DIDÁTICA A UM MODELO ABERTO DE CONSTRUÇÃO DE NOVAS PRÁTICAS.
Princípio 2. DA TRANSMISSÃO À PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO: PESQUISA-ENSINO, UMA UNIDADE.
Princípio 3. DAS RELAÇÕES HIERÁRQUICO-INDIVIDUALISTAS PARA RELAÇÕES SOCIAIS COLETIVAS E SOLIDÁRIAS.
Princípio 4. DA RELAÇÃO CONTEÚDO-FORMA NUMA PERSPECTIVA LINEAR DE CAUSA-EFEITO PARA UMA PERSPECTIVA DE CAUSALIDADE COMPLEXA.
Princípio 5. DO ALUNO SUJEITO INDIVIDUAL PARA O CAMPO IDEOLÓGICO INDIVIDUAL DO ALUNO.


Fonte :  Didática - Editora intersaberes

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