JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS

Em toda nossa caminhada devemos ter sempre Cristo como nosso guia. Ele nos guarda a cada dia. "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois a ele eternamente. Amém." Sejam bem vindos ao nosso blog em o nome do Senhor Jesus !!! Disse Jesus: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Amo ao Senhor Jesus Cristo, porque Ele me amou primeiro e trouxe-me para a sua maravilhosa presença. Deus é tremendo !!!

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

QUAL O SIGNIFICADO DE PECADO ?

A RAIZ HEBRAICA DA PALAVRA PECADO.
No contexto geral o pecado é único...é a transgressão da lei;Yachonam=joão 3,4.
No Yvrit=hebraico a palavra pecado é hatah=errar o alvo, ou mudar de direção!
No grego é hamartia=sair da rota;
No latim é pecare=cair fora do caminho!
I Em hebraico há algumas palavras que estão relacionadas ao conceito de pecado. Entretanto, a principal palavra (existem outras, é claro) utilizada para descrever o pecado é a palavra hebraica hata', cujo sentido básico é o de "errar um alvo ou um caminho", ou ainda "ficar aquém do padrão".[1] Essa palavra pode ser encontrada em uma de suas várias formas verbais, por exemplo, em Jz 20.16, onde lemos sobre a existência de "setecentos homens escolhidos, canhotos, os quais todos atiravam uma pedra com a funda a um cabelo, e não erravam (yahati')". A partir desse conceito básico, podemos dizer que "pecar é errar a mosca". Calma, não estou me referindo ao "inseto" chamado mosca. Antes, estou me referindo à mosca em seu sentido técnico-militar, fazendo alusão ao "ponto central do alvo nos exercícios de tiro". Acredito que este fato deveria servir para despertar em cada um de nós o seguinte questionamento: "Que nota eu tenho recebido do Mestre em meu tiro ao alvo espiritual?". Ou melhor dizendo: "a vida na emunah-fé que tenho vivido ultimamente tem sido aprovada ou rejeitada por Yahweh?". Ou ainda, para usar uma linguagem mais militarizada: "que 'nota' yahweh daria para a minha 'pontaria' de hoje"? Pense nisso.
II - O Pecado e a Sua Raiz Grega
Já na língua grega, a palavra que melhor caracteriza a idéia de pecado é a palavra hamartia, cujos significados básicos são: "falha, culpa, pecado".Isso nos faz compreender as palavras do Apostolo Shaul=Paulo "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Yahweh",...Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis...Ro,3,12,23
"O termo grego aqui traduzido como 'pecado' é uma palavra que, entre os gregos pagãos, significava 'errar o alvo' ou 'falhar no desempenho'. Os atletas gregos, mirando um alvo, algumas vezes erravam na pontaria. Assim também a raça humana inteira errou o alvo, a saber, uma vida conduzida para a glória de Yahweh".[3]
Ao lermos esse texto, percebemos que o conceito de "pecado" por trás da palavra hamartia é muito parecido com o conceito encontrado no hebraico hata', principalmente quanto à idéia de "errar o alvo".

III - O Pecado e a Sua Raiz Latina
Por fim, nos deparamos com o conceito de "pecado" em latim. Sabe-se que o verbo português "pecar" é derivado do latim peccare que, em seu uso primitivo, significava: "fazer passo em falso, perder o pé, e, portanto, cair, falando-se dos cavalos e outras montarias; depois, figuradamente, fazer mau passo moral, errar, cometer falhas".[4] Tal palavra tem ligação com a palavra latina pecus, que significa: "pé defeituoso, pé incapaz de percorrer o caminho".[5] Em outras palavras, "pecar" é "coxear, manquejar, capengar". Aliás, a partir desses dados, poderíamos muito bem concluir que "pecar" é "dar mancadas com Yahweh". Dito de outra maneira, quando pecamos estamos dando um "passo em falso" em nossa relação com Yahweh.
Conclusão

De forma bem geral, podemos resumir esse breve texto dizendo que a "raiz" do pecado encontra-se basicamente em dois fatores: "errar o alvo" e "pisar em falso no caminho do Eterno Criador Yahweh". Quando não atingimos o "alvo" proposto por Yahweh para a nossa vida (que é glorificá-lo por meio de todo o nosso viver) e também quando não andamos "corretamente" nos seus caminhos, tais atitudes se traduzem em pecado diante dele.
Àquele que é poderoso para ajudar-nos em nossa "pontaria" e em nosso "caminhar" seja a glória e o louvor para todo o sempre! hallelu yah!!!!!


Fonte :  Ivonil ferreira de carvalho-jatai-go...literaturas vitoria de um princepe - Facebook, 04 de julho de 2013.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

GÊNESIS




1º -LIVRO DE GÊNESIS

"Ora disse O SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela..." - Gênesis 12:1

Sua Importância

Tudo provém de uma causa, e a causa explica o efeito. Revelando-nos a origem de todas as coisas, o Gênesis desvenda-nos as causas profundas dos grandes fatos da história. Contem o cerme de todas as verdades bíblicas. Ele é o fundamento do Templo da Revelação. Se o suprimíssemos da Bíblia, todo o edifício desmoronaria.

O título do original hebraico é sugestivo: "No princípio" (1:1). Efetivamente o Gênesis é a introdução inspirada da Palavra divina.

O livro dos começos

Sendo assim, ele revela o tempo, saindo da eternidade; o universo, emergindo do caos; o homem, surgindo da mão do Criador. Descreve o aparecimento do pecado no jardim do Éden, a origem do sofrimento e da morte, o começo da civilização, da indústria, das artes (Gênesis 4), dos povos (Gênesis 10), das línguas (Gênesis 11). Finalmente, apresenta-nos as primícias da raça eleita: Abraão, Isaque, Jacó, José.

O Gênesis é também o preâmbulo inspirado das grandes intervenções de Deus, a respeito de Suas criaturas.

Suas primeiras promessas (Gênesis 3:15; 8:21-22; 12:3).
Suas primeiras testemunhas (4:4; 5:24; 6:8-9
Seus primeiros julgamentos (3:14-19; 7:21-23; 11:6-9; 19:24-25
Suas primeiras alianças (9:8-17; 17:3-14
Seus primeiros compromissos com Israel (12:2-3; 15:18-21; 48:21; 50:24, etc).
Suas primeiras afirmações quanto à vinda de um Salvador para o mundo (3:15; 12:2; 22:15-18 ;49:10, etc

O conteúdo do livro

Os acontecimentos históricos narrados pelo primeiro livro de Moisés desenrolam-se durante um período de mais ou menos 24 séculos. Suas seções literárias originais são marcadas por onze menções sucessivas de uma nova criação, geração ou posteridade.

1:1 – a terra
24 – o homem
5:1 – a raça
– Noé
1 – os filhos de Noé
11:10 – Sem
11:27 – Abrão
25:12 – Ismael
25:19 – Isaque
36:1 – Esaú37:2 – Jacó

Todavia a importância dessas divisões se atenua diante da grandeza progressiva da mensagem espiritual de Gênesis, que se projeta em três grandes perspectivas:

1. Geração (Cap. 1-2)

a) natureza (1:1-25) - Apesar de ser de uma simplicidade extraordinária, o relato da criação permanece em perfeito acordo com os dados científicos mais recentes; a aparição da luz precede à do disco solar; os vegetais são anteriores aos animais; os grandes peixes antecedem aos mamíferos e ao homem.

b) o homem (1:26 a 2:25) - Na origem, Adão é uma criatura maravilhosa, capaz de dominar todos os animais. Vive em pleno acordo com Deus, no mais belo dos jardins, não conhecendo nenhuma das limitações naturais ou das moléstias físicas causadas pelo pecado.

2. Degeneração (Cap. 3-11)

O pecado que mancha tudo em nossas vidas, encontra-se igualmente na origem de todos os males da humanidade.

Pela desobediência, Adão perde o contato com Deus e herda o jugo do sofrimento (Gênesis 3), a primeira família fica marcada pelo homicídio (Gênesis 4) e os primeiros indivíduos da raça sucumbem à morte (Gênesis 5); a sociedade se corrompe a tal ponto (Gênesis 6) que Deus precisa julgá-la e exterminá-la (Gênesis 7); Noé e os seus, apenas saem da arca (Gênesis 8), e já reaparecem os sintomas do vício, inato no coração do homem (Gênesis 9); as nações em estado embrionário não escapam à infecção do mal (Gênesis 10) e, diante da primeira manifestação de seu orgulho coletivo, o Todo-Poderoso lhes confunde a linguagem e os dispersa por toda aterra (Gênesis 11).

3. Regeneração (Cap. 12-50)

Contudo, se por um lado a degeneração feriu sucessivamente o homem, a família, a sociedade e as nações, Deus, por outro lado, vai construir Sua obra, retomando o edifício pela base.

Escolhe um homem, Abrão; afasta-o de seu país, para revelar-lhe Seus planos de graça em favor do mundo (Gênesis 12-24); estabelece uma família, os patriarcas, separando-a dos povos vizinhos, para manifestar-lhe Seus atributos divinos (Gênesis 25-36); preserva a sociedade da fome, servindo-se de José (Gênesis 37-41), o escravo vendido por seus irmãos, mas que Deus suscitou para salvar a nação eleita (Gênesis 42-50).

Conclusão

O Gênesis começou introduzindo-nos na presença do Deus eterno, fonte de todo o poder criador (1:1), mas terminou na atmosfera sepulcral de um ataúde no Egito (50:26). Entretanto, o cerme da vida foi depositado neste túmulo! Is¬rael ressuscitará dele; sairá vitorioso do país dos Faraós. O primeiro livro de Moisés constitui, pois, o prólogo indispensável do segundo: o Êxodo.

Fonte :  Universidade da Bíblia .

ÊXODO




“O SENHOR com mão forte nos tirou da casa da servidão” – Êxodo 13.14.



A palavra Êxodo

No texto original hebraico, os cinco livros de Moisés não têm denominação; servem de título as suas primeiras palavras. Assim o segundo livro da Bíblia é designado sob a epígrafe: "São estes os nomes" (1:1).


A palavra êxodo vem do grego "êxodos", que significa "saída" ou "partida". Tirada de Êxodo 19:1, ela aparece pela primeira vez como título do livro na versão grega dos Setenta (3º século A.C.). Encontramos esse termo em Lucas 9:31, quando, no monte da transfiguração, o Senhor Jesus conversava com Moisés e Elias sobre a Sua "partida", que ia realizar-se em Jerusalém, seja Sua ressurreição e ascensão.


A expressão "êxodo" resume, pois, admirávelmente a mensagem desse livro, descrevendo a partida vitoriosa do povo de Israel, libertado do Egito pelo poder do Seu Redentor.


O autor de Êxodo

É no Êxodo que aparece a primeira menção de livro do Senhor (Êxodo 17:14), isto é, a Revelação divina em estado embrionário, redigida em rolos de papiro. Moisés é encarregado de registrar nele a narração dos principais acontecimentos, continuando assim uma tarefa anteriormente começada.


Instruído em toda a sabedoria dos egípcios (Atos 7:22), depois genro do sacerdote de Midiã, Moisés era particularmente credenciado para ser o primeiro escritor sagrado, ainda mais por ter vivido quarenta anos na península do Sinai, berço do alfabeto. Depois de ter sido impulsionado pelo Espírito a escrever o Gênesis (confira 2 Pedro 1:21), ele continuou a assumir essa função sob a inspiração de Deus, através de sua carreira de legislador (confira Êxodo 24:4), e até o fim de sua peregrinação terrestre (confira Deuteronômio 31:24).


Mensagem do Êxodo

Deus intervém em favor de Israel, Seu povo oprimido, para livrá-lo miraculosamente da mão de Faraó. Por causa da oposição persistente de seu rei, o Egito foi assolado por dez pragas sucessivas, marcando a última o ponto culminante do castigo divino: a morte do primogênito de todas as famílias.


Mas ao mesmo tempo que o braço do Senhor se estende contra o Egito, Sua mão de graça segura Israel para livrá-lo desse castigo, resgatando-o com o sangue do cordeiro. E a seguir o conduz através do Mar Vermelho e pelo deserto do Sinai. Foi, pois, no mais glorioso dos livramentos, que a vida nacional do povo eleito teve início e se desenvolveu.

O tema do Êxodo

Uma palavra resume o ensinamento desse livro, tão rico em instruções para nós: Redenção. Deus agiu efetivamente para com Israel como Redentor; libertou o povo de um poder inimigo, colocou-o sob a proteção do sangue expiatório do cordeiro pascal, dirigiu-o passo a passo, de etapa em etapa, proveu miraculosamente a todas as suas necessidades, comunicou-lhe as instruções apropriadas para a sua marcha pelo deserto.


Que maravilhosa imagem da experiência do redimido! Jesus Cristo é o nosso Redentor: livra-nos do poder de Satanás; salva-nos por Seu sangue expiatório, e conduz-nos por um cami­nho seguro, provendo-nos sempre do alimento espiritual necessário.


O Êxodo, ilustração da vida cristã

Vamos descobrir como, neste livro, tudo nos fala da obra de Jesus Cristo em favor do crente. A oposição de Faraó, entravando a partida de Israel, ilustra a oposição do diabo, que sempre entrava a conversão e a marcha cristã. A imagem do sangue do cordeiro, colocado nas ombreiras das portas de cada uma das moradas israelitas, descreve claramente a eficácia da proteção do sangue de Cristo, o Cordeiro de Deus, ante o julgamento.

A passagem do Mar Vermelho mostra claramente que a conversão é o ponto de partida em que Deus acaba com os hábitos do passado. A água viva, jorrando no deserto, prefigura a fonte refrigerante da comunhão com Cristo.

O maná, caindo cada manhã, lembra muito sugestivamente o alimento espiritual diário, recolhido na leitura da Bíblia. No combate de Israel contra Amaleque, podemos reconhecer a luta contra o diabo, nosso adversário, que nos espreita desde nossos primeiros passos na vida cristã.

Quanto à lei, dada por Deus no Sinai, ela pode prefigurar as sãs e equilibradas ordenanças que o Senhor comunica a Seus filhos no Novo Testamento, para regular sua vida e seu serviço para Ele.


O fim do livro, ou “a doutrina cristã edificada”

Observação semelhante pode ser feita sobre o assunto dos capítulos 25 a 40, principalmente consagrados ao tabernáculo, o templo portátil dos israelitas no deserto. Por que tanta precisão e tantas minúcias? Elas fazem sobressair a importância do assunto, mas será preciso o Novo Testamento para interpretar essa magnífica mensagem.


O tabernáculo é, com efeito, a imagem, a sombra das coisas celestes (Hebreus 8:5; 9:1-14). Todos os seus objetos materiais, fazendas coloridas, utensílios, ou o sacerdócio que devia aí se realizar, representam de maneira precisa os diversos aspectos da obra de Cristo, nosso Redentor e Sacerdote.


A mensagem das epístolas do Novo Testamento, expondo a doutrina cristã e a vida de santificação do crente, é como que pintada de antemão pelos elementos que constituem o tabernáculo. Ele é, pois, uma magnífica ilustração para expor a salvação e a marcha cristã.

Fonte : Universidade da Bíblia .

AS MULHERES DA BÍBLIA


Mulheres da Bíblia
Um Exército Feminino na Terra
                                    


Elas fizeram a diferença em seu tempo. Mesmo com todas as limitações que possuíam, conseguiram deixar seu registro no livro mais importante do mundo: a Bíblia.

Abigail – Uma das esposas de Davi, foi mulher de Nabal. Esse era duro e maligno em todo o seu trato. Precisando Davi e seus homens de alimento em uma certa ocasião, Nabal negou-se a ajudá-los mesmo tendo anteriormente usufruído de favores dos homens de Davi. Diante do desprezo de Nabal, Davi deu ordem a seus homens para que destruíssem tudo que pertencesse a Nabal até o amanhecer. 
Abigail soube da atitude insensata e egoísta do marido, se antecipou apressadamente e separou duzentos pães, dois odres de vinho, cinco ovelhas preparadas, cinco medidas de trigo tostado, cem cachos de passas e duzentas pastas de figos, e os pôs sobre jumentos.

Quando Abigail se encontrou com Davi e intercedeu pela paz, este disse: “Bendito o Senhor, Deus de Israel, que, hoje, te enviou ao meu encontro. Bendita seja a tua prudência, e bendita sejas tu mesma, que hoje me tolheste de derramar sangue e de que por minha própria mão me vingasse.”

Bate-Seba – Era esposa de Urias, um guerreiro heteu a serviço do rei Davi. Passeando uma tarde pelo terraço do palácio, Davi ficou impressionado com a beleza de Bate-Seba, que estava se banhando em sua casa. Davi a seduziu e chegou ao cúmulo de expor seu marido Urias à morte em uma batalha, colocando-o a combater sozinho, mesmo sem chance de sobreviver (2 Sam.11). Bate-Seba engravidou de Davi, mas a criança morreu por juízo de Deus ( 2 Sam 12:15-18).

Bate-Seba tornou-se uma das esposas de Davi e teve mais quatro filhos, incluindo Salomão, que sucedeu a Davi no trono.(I Crô.3:5). Bate-Seba e o profeta Natã convenceram Davi a instalar Salomão como rei (I Reis 1:5-40). Ela é mencionada na genealogia de Jesus Cristo, em Mateus 1:6.

Jeoseba – Era filha do rei Jorão, tia de Joás, esposa do sacerdote Joiada, uma mulher que amava a Deus juntamente com seu esposo. 
Ao saber que a rainha Atalia iria exterminar os possíveis herdeiros que ameaçassem o seu governo no trono, mostrou-se corajosa, escondendo o menino Joás da linhagem real. Jeoseba escondeu o pequeno Joás e a sua ama em um dos aposentos do templo para salvá-lo. Jeoseba manteve o menino em segurança por seis anos, até que fosse feito rei para reinar em Judá (2 Reis 11:1–3).

Rute – Rompeu com as tradições e costumes de seu povo, deixou para trás laços que havia aprendido desde a mais tenra infância e abandonou seus deuses para servir ao Deus Altíssimo, que sua sogra havia lhe apresentado. Rompeu completamente com o paganismo politeísta para ser monoteísta. Sua lealdade com a sogra Noemi foi extraordinária: “Porque aonde quer que tu fores, eu irei.”

Miriã – Foi quem pôs o bebé Moisés numa cesta revestida de betume e a colocou no Rio Nilo, ficando de perto vigiando o destino do seu irmão. Foi também adoradora com cantos e tamborins.

Débora – Era juíza e também profetisa do Senhor, mulher a quem Deus usara poderosamente. Louvada por sua coragem e sagacidade militar (Juízes 4). 

Hulda – Mulher de Salum, o guarda-roupa, filho de Ticva, filho de Harás. Ela habitava a cidade baixa de Jerusalém e foi usada por Deus para falar ao povo de Israel (2 Reis 22).

A rainha Ester – Livrou Israel da extinção tramada pelo perverso Hamã (Ester 4-8). Ela foi capaz de arriscar sua própria vida em prol de todo um povo. Enfrentou os inimigos de sua gente com bravura, sabedoria e inteligência.

Uma mulher cujo nome é desconhecido salvou as vidas dos espias que Davi mandou a Jerusalém (2 Samuel 17:17–21).

Outra mulher sábia, cujo nome não é mencionado, impediu que Joabe destruísse uma cidade, ao persuadir seus habitantes a cortar a cabeça de Seba, atirando-a para Joabe, do lado de fora dos muros
da cidade (2 Samuel 20:16–22). Assim, ela ajudou a pôr fim a uma rebelião contra Davi.

Outra mulher alimentou o profeta Elias (1 Reis 17:9–15).

Um mulher eminente providenciou comida e um quarto para o profeta Eliseu (2 Reis 4:8–10).

Maria, mãe de Jesus, é exemplo de uma grande mulher. Ela se dispôs a dar de si mesma para servir humildemente a Deus. Quando o anjo anunciou que o corpo dela seria o instrumento pelo qual Cristo viria ao mundo, ela respondeu modestamente: “Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra.” (Lucas 1:38)

Várias mulheres, utilizando recursos próprios, supriram as necessidades de Jesus e dos apóstolos (Lucas 8:1–3; Mateus 27:55; Marcos 15:41). Entre elas estavam Marta, irmã de Lázaro, e Maria (Lucas 10:38–42; João 12:2).

Uma samaritana, cujo nome não é mencionado, recebeu a grande lição sobre a verdadeira adoração no poço de Jacó, e levou uma cidade inteira a ouvir Jesus (João 4:21–42).

Maria, irmã de Lázaro, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos. E encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo. Foi o maior feito de adoração a Jesus. 

Uma mulher, em Betânia, ungiu Jesus na casa de Simão. Ela aproximou-se do mestre trazendo um vaso de alabastro cheio de precioso bálsamo que derramou sobre a cabeça dele, estando ele à mesa. Jesus explicou que aquele gesto da mulher, de derramar o perfume sobre Seu corpo, ela havia feito já O preparando para o sepultamento (Mateus 26:7–13).

Após a morte de Jesus, muitas mulheres continuaram a pregar o seu Evangelho, direta ou indiretamente. Nos dias de hoje, um verdadeiro exército feminino trabalha para Deus. Seja dentro das igrejas, em missões, ou em centenas de outros ministérios espalhados por todo o mundo. 

Fonte :  Universidade da Bíblia .

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

QUATRO ANIMAIS; OS ATRIBUTOS DE CRISTO

Os Quatro Acampamentos:
Quando os judeus se acampavam no deserto após deixar o Egito, eles foram instruídos a montar quatro acampamentos, um para cada ponto cardeal, com o Tabernáculo no centro.
1) Acampamento de Judá e incluía Issacar e Zebulom (Bandeira vermelha com símbolo de um Leão);
2) Acampamento de Efraim e incluía Manassés e Benjamim (Bandeira Púrpura com símbolo de Boi);
3) Acampamento de Rubem e incluía Simeão e Gade (Bandeira Branca mostrava a face de homem);
4) Acampamento de Dã com Aser e Naftali, (Bandeira Azul símbolo de Águia).
Os quatro Evangelhos:  Alguns também veem os quatro Evangelhos simbolizados nos quatro animais. O Leão de Mateus; o Touro sendo um animal serviçal, para Marcos; o Homem para Lucas;e a Águia, um símbolo de realeza, para João.
1) Mateus foi escrito para os judeus.  Seu propósito era demonstrar quem Jesus era; apresentando impressionante evidência de que Jesus era o tão esperado Messias de Israel:  o Leão de Judá.
2) O Evangelho de Marcos é na verdade o relato de Pedro (Papias de Herápolis, que foi discípulo de João), e foi escrito para os Romanos.  Seu propósito era retratar Jesus como o obediente servo de Deus.
3) O Evangelho de Lucas mostra Jesus como o Filho do Homem, um título que Jesus frequentemente utilizou para Sí mesmo, e foi escrito para os gregos.  Ele apresenta o lado humano de Jesus e enfatiza Seus ensinos.
4) O Evangelho de João representa águia, a tradição diz que André foi convocado pelos anciãos para descrever o lado interior de Jesus, mas, ele teve uma revelação que, quem deveria escrever, era João.  João escreveu para a Igreja descrevendo como Jesus se sentia a respeito da reação das pessoas ao Seu ministério.  Seu evangelho é o mais ímpar de todos, baseado em 7 milagres, 7 declarações "Eu Sou" e 7 discursos.  João dá pequena atenção à cronologia, às vezes colocando os eventos fora de ordem (como a Purificação do Templo no capítulo 2) por seu efeito em apresentar a Jesus como o Filho de Deus.  O Evangelho de João cobre somente cerca de 21 dias dos três anos e meio do ministério do Senhor;  Dez capítulos são devotados a uma semana, e um terço de todos os versos em João descrevem um único dia.

Fonte :  Revista Obreiro Aprovado - ano 36 - nº 66

TIAGO, O IRMÃO DO SENHOR

No Novo Testamento há três indivíduos com o nome de Tiago.  São eles: Tiago, irmão de João (Mt 10.2); Tiago, filho de Alfeu (Mt 10.3); e Tiago, irmão de Jesus (Mc 6.3a; Gl 1.19).  A tradição atribui o livro de Tiago ao irmão do Senhor Jesus e não há motivos para questionmentos.  Tiago era um homem íntegro, de vida santa, arraigado à moralidade e prática da lei.  Não obstante ter sido um homem de caráter rígido era estimado pelos seus compatriotas, tendo sido chamado de Tiago, "o Justo".  Foi um dos líderes da igreja primitiva em Jerusalém, tendo presidido o primeiro concílio, conforme Atos 15.13-29.  Paulo considera-o "coluna da igreja" juntmente com Pedro e João (Gl 2.9). Fica notória a importância ministerial deste homem para a Igreja de seu tempo.  Sua morte ocorre por volta de 62d.C., segundo o historiador Flávio Josefo, corroborado por Hegesipo, judeu cristão, por ordem do sumo sacerdote Anano.  Este, reunindo o Sinédrio, colocou este servo de Deus diante do templo e ordenou que ele negasse que Jesus era o Messias, ante enorme multidão.  Tiago, em lugar disso, bradou que Jesus era "o filho de Deus e juíz do mundo" (Halley).  Foi jogado ao chão, apedrejado e espancado.

Fonte :  Revista Obreiro Aprovado - ano 36 - nº 66

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

A IGREJA NA SOCIEDADE


Qual o papel da Igreja na sociedade? O que ela é e deve fazer?
Se acaso perguntássemos a vários crentes: “qual o papel da igreja?” talvez teríamos uma grande variedade de respostas, como por exemplo:

A Igreja existe para louvar a Deus;
A Igreja existe para consolar as pessoas e dar esperança;
A Igreja existe para trazer a justiça social;
A Igreja existe para levar o evangelho aos perdidos;
A Igreja existe para ser um farol na comunidade;
A Igreja existe para apoiar causas nobres;
Existe muita confusão a respeito do papel da igreja neste mundo, o que e como ela deve se comportar.

O que a Bíblia tem a dizer? O Senhor Jesus, seu fundador e fundamento apresenta na grande comissão o que ele esperava da Igreja. Vejamos:

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado; e eis que estou convosco todos os dias, até a consumação do século.” – Mateus 28.19-20

Este é um dos últimos encontros do Senhor Jesus com os seus discipulos, antes da Sua ascenção na Galiléia. Encontramos aqui de forma simples o plano de Deus para a sua Igreja.

Encontramos neste texto tanto a razão fundamental pela qual a igreja deveria trabalhar. Existem aqui quatro verbos importantes: ide, fazei discipulos, batizando, ensinando.

Quando estudamos a língua grega, descobrimos que este texto possui na verdade um imperativo e três partícipios. O verbo é “fazer discipulos” Ele se encontra no imperativo; os outros verbos (particípios) são consequências do primeiro.

Muitas igrejas tem caído no erro de imaginar que o seu papel se resume a evangelizar, entendendo que a grande comissão se resume a isso. Evangelizar é fundamental e importante, mas dentro da grande comissão, ele é parte de um todo. Ir e compartilhar as boas novas fazem parte do propósito da igreja, mas não cumprem totalmente o seu papel. Quantas igrejas estão domingo após domingo “evangelizando” os seus membros e se esquecendo de alimentá-los com a verdade.

O Senhor Jesus neste texto apresenta o seu projeto e plano para sua Igreja. Este projeto tem um alvo que são realizados por três digamos subalvos. Fazer discipulos é o grande projeto de Cristo, evangelizar, batizar e ensinar completam o conceito de fazer discípulos.

Fazer discipulos que sejam seguidores dEle, que procurem em sua vida assemelharem-se a Ele (Rm 8.29-30).


Foi isso que Jesus fez em seu ministério aqui na terra. Ele veio ao mundo, se envolveu com pessoas, levou-as a um compromisso com Deus e as ensinou. Este processo que Ele fez com os seus a partir daquele momento deveria ser reproduzido na vida de outras pessoas por meio dos discipulos de Cristo.

Portanto, nossa vida aqui na terra deveria refletir este propósito divino. Nossas igrejas deveriam avaliar suas práticas e perguntar como cumprimos esta comissão.

Creio que Jesus deixou em seu ministério registrado nas páginas dos Evangelhos diversas orientações e exemplos práticos de como podemos e devemos cumprir esta missão ordenada por Ele a sua Igreja.



A Importância da Igreja

John MacArthur em seu livro: Ministério Pastoral mostra a importância da igreja:
1. A Igreja é a única instituição que nosso Senhor prometeu edificar e abençoar (Mt. 16.18).
2. A Igreja é o lugar de reunião dos verdadeiros adoradores (Fp 3.3).
3. A Igreja é a assembleia mais preciosa sobre a terra, uma vez que Cristo a adquiriu com seu próprio sangue (At 20.28; l Co 6.19; Ef 5.25; Cl 1.20; l Pe 1.18; Ap 1.5).
4. A Igreja é a expressão terrena da realidade celestial (Mt 6.10; 18.18).
5. A Igreja por fim triunfará, tanto no âmbito universal como no local (Mt 16.18; Fp 1.6).
6. A Igreja é a esfera de comunhão espiritual (Hb 10.22-25; IJo 1.3; 6,7).
7. A Igreja é quem proclama e protege a verdade divina (l Tm 3.15; Tt 2.1,15).
8. A Igreja é o lugar principal de edificação e crescimento espiritual (At 20.32; Ef 4.11-16; 2 Tm 3.16,17; l Pé 2.1,2; 2 Pe 3.18).
9. A Igreja é a plataforma de lançamento para a evangelização do mundo (Mc16.15; Tt 2.11).
10. A Igreja é o ambiente em que se desenvolve e amadurece uma liderança espiritual forte (2 Tm 2.2).

Fonte :

No Amor de Cristo, Jesus

Equipe | Universidade da Bíblia ®