JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS

Em toda nossa caminhada devemos ter sempre Cristo como nosso guia. Ele nos guarda a cada dia. "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois a ele eternamente. Amém." Sejam bem vindos ao nosso blog em o nome do Senhor Jesus !!! Disse Jesus: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Amo ao Senhor Jesus Cristo, porque Ele me amou primeiro e trouxe-me para a sua maravilhosa presença. Deus é tremendo !!!

domingo, 29 de maio de 2016

PROSPERIDADE (MAIS DO QUE RIQUEZAS MATERIAIS)

Deus deseja que seus filhos prosperem em todas as coisas (Gn 39.3) e promete prosperidade aos justos (Jó 22.23-27).  No entanto, a prosperidade bíblica vai muito além da riqueza financeira e dos bens materiais.  A verdadeira prosperidade consiste num bem-estar total e depende de um estilo de vida de retidão.
Os justos que meditam fielmente na Palavra de Deus prosperam abundantemente (Sl 1.1-3).  A prosperidade que vem de Deus é reservada para aqueles que fazem a vontade dele (Js 1.8) - aqueles que guardam os seus estatutos, os seus mandamentos, os seus juízos e os seus testemunhos (1Rs 2.3).  Aqueles que cumprem os estatutos e juízos que o Senhor ordenou recebem força, coragem e prosperidade (1Cr 22.13).  Aqueles que vivem de modo agradável a Deus podem receber a ajuda e a benção de Deus.
O Senhor se alegra com a prosperidade de seus filhos (Sl 35.27; Ec 7.14), mas também adverte os cristãos sobre os perigos dela.  Os filhos de Deus que desfrutam as bençãos de uma vida próspera tem a tendência natural de se esquecer da fonte de suas bençãos (Dt 8.10-18) e confiar que seus bens (incluindo bens incalculáveis, como família, inteligência ou talentos inatos) lhes garantirão identidade, habilidades e segurança.  As Escrituras lembram os cristãos de reconhecerem sempre que é Deus quem dá o poder de adquirir prosperidade material (Tg 1.17).
Jesus ensinou que os bens materiais não são medida de dignidade pessoal ou valor espiritual (Lc 12.15).  Paulo advertiu os cristãos para não fazerem  da prosperidade o seu maior objetivo ou "amor" (1Tm 6.9-10).  Os cristãos devem depender inteiramente da provisão do Senhor para todas as suas necessidades (Mt 6.25-26) e ser gratos por ela.

Fonte :  A Bíblia da Mulher : leitura, devocional, estudo.  2ª ed.  2009.

CONFIANÇA (CERTEZA INTERIOR)

No Antigo Testamento, as palavras "confiança" e "certeza" são formas diferentes do mesmo termo hebraico.  Isaias acrescenta o conceito de tranquilidade:  "na tranquilidade e na confiança" encontramos a nossa força (Is 30.15).  De acordo com o profeta, a tranquilidade e a confiança são efeitos da justiça (Is 32.17).
No Novo Testamento os termos gregos traduzidos como "convicção" (Cl 2.2), "certo" (Rm 8.38) e "opinião bem definida" (Rm 14.5) transmitem a mesma ideia que termos semelhantes no Antigo Testamento.
A certeza não tem como base o otimismo em relação às nossas próprias aptidões.  Antes, é uma paz interior baseada na operação da justiça de Deus em nós.  Não se trata, porém, de uma confiança em nós mesmos, pois tal segurança seria falsa e infundada (Pv 14.16; Jr 9.23-24).  De acordo com as Escrituras, aqueles que confiam em suas próprias forças (Is 30.12), beleza (Ez 16.15) ou justiça (Ez 33.12) devem ser considerados insensatos (Pv 28.26).
A verdadeira confiança tem como alicerce aquilo que o Senhor pode fazer e o seu relacionamento com seus filhos - é uma força tranquila que "tem grande galardão" (Hb 10.35-36), uma segurança duradoura que nos satisfaz plenamente.

Fonte :  A Bíblia da Mulher:  leitura, devocional, estudo.  2ª ed. Barueri, SP, 2009.

JESUS, DEUS E SENHOR

Ensina-nos a santa palavra de Deus, que Jesus Cristo, o Filho de Deus, se fez carne, tomou a forma humana, habitou entre os homens.
Ele é o Messias prometido, dito pelos profetas da antiga aliança, é o salvador do mundo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
"Ele veio para os que era seu(os judeus), mas os seus não o receberam, mas todos quantos o receberam(gentios e judeus), deu-lhes o poder de serem chamados filhos de Deus".
Jesus viveu entre os homens, pregou as boas novas de salvação, curou os enfermos, expulsou demônios, ressuscitou mortos e fez muitas outras obras que a palavra de Deus não menciona.
Ele é o Deus Todo Poderoso, que era e que é, e será  para sempre, o Deus Eterno, que nos ama e por nós derramou seu sangue inocente, sangue que nos purifica de todo o pecado e que nos dá ousadia para entrar no santuário do Altíssimo.
Jesus Cristo o nosso salvador, o que vive e reina eternamente, e está intercendo em nosso favor à direita de Deus Pai.
Cumpriu a sua missão aqui na Terra, missão essa que restaurou todas as coisas para Deus, e deu a todos os homens(humanidade), a oportunidade de serem reconciliados com o Pai, pois por causa do pecado do primeiro homem, tinha-se perdido com Deus a comunhão, mas Jesus Cristo, pela sua obediência ao Pai, tornou a trazer o homem para junto do Pai.
Ele nasceu de uma virgem, cresceu, morreu crucificado, mas ressuscitou ao terceiro dia, e Nele temos a garantia da salvação, basta somente que reconheçamos o seu sacrifício por nós, eo aceitemos como nosso Senhor e Salvador.
Após a sua morte e ressurreição quando ascendeu ao céu, o Pai, pela intercessão de Jesus enviou o Espirito Santo(a terceira pessoa da trindade) para estar conosco até a consumação dos séculos.  Jesus na pessoa do Espírito Santo está conosco todos os dias, nos abençoando, nos orientando, nos guardando, nos ajudando a viver diante de Deus Pai.
O Filho e o Pai são um só.  Pai, Filho e Espírito Santo, o Único e Poderoso Deus, que está presente e faz com que nós seres humanos, sejamos abençoados e por Ele resgatados, e somente  Ele devemos tributar honra, glória e louvor, porque somente Ele é Deus.

Fonte : Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

AGRADECIMENTO AO ETERNO DEUS

Ao Pai, Filho e Espírito Santo, O Deus Eterno, O Deus Vivo, O Deus que nos amou e nos ama, O Deus que enviou seu Filho Amado para morrer pelos nossos pecados,e agora pelo Seu Filho temos livre acesso à Ele, e por Ele temos paz com Deus.
Deus está conosco em todos os momentos da nossa vida, e somente Ele é a nossa verdadeira segurança.
Quando entregamos nossas vidas nas mãos do Todo Poderoso, Ele se incumbe de trabalhar por nós, pois a nossa vitória está em crermos Nele, na pessoa do Seu Filho amado Jesus Cristo que vive e reina etenamente.
Ele não nos abandona e sempre nos ampara.  Se confiarmos plenamente no Senhor, nossas vidas estarão repletas de vitórias, e ainda que venham as lutas, Ele é o nosso porto seguro, Nele podemos descansar, pois Ele está no controle de tudo.
Glória ao Pai, Filho e Espírito Santo, Deus Poderoso que tudo sabe e tudo vê, e nada escapa de suas mãos.
Só Ele  é Senhor e somente Nele devemos depositar a nossa confiança, pois Ele é fiel nas suas promessas.
Ainda que andemos no vale da sombra da morte como disse o salmista Davi, Ele está conosco e nos estende as suas mãos e nos sustenta com a destra da sua justiça.
Mesmo que um exército nos cercasse, Ele é maior, pois é o General dos Exércitos, o único que nunca perdeu e jamais perderá alguma batalha.
A Ele tributo honra e glória, pois é o meu Senhor e o meu Deus.
Agradeçamos ao Senhor por todos os seus feitos e andemos na sua presença, e creiamos no sacrifício que seu Filho realizou por nós, pois através desse sacrifício, somos aceitos pelo Pai, o Grande Eu Sou, O Deus que criou todas as coisas e que está conosco para nos guiar, nos restaurar, nos ajudar, e que um dia irá nos levar para viver eternamente com Ele, ou seja, todos os homens e mulheres que aceitarem o sacrifício do Filho de Deus terão o direito ortorgado pelo Pai de sermos participantes eternamente da sua glória.
Pai, Filho e Espírito Santo, a tí glória e honra eternamente.  Amém.  

Texto redigido por  Edilberto Pereira  -  Bacharel em Teologia.

sábado, 14 de maio de 2016

REFLEXÃO SOBRE A HISTÓRIA DO CRISTIANISMO

Será abordado nesse espaço, uma síntese da história do cristianismo, cujo texto é sujeito a modificações, devido a profundidade do assunto,  pois se trata de uma religião com mais de 2.000 anos de história, e o intuito aqui não é dizer qual o grupo verdadeiro, pois cada qual se auto denominam como tal, considerando as divergentes como erradas.
Certo é que o fundador é crido como o Filho de Deus, o Messias prometido ao povo de Israel, o Salvador da humanidade, crenças tais  que eu também creio.
O cristianismo fundado por Jesus Cristo, teve seu início em Jerusalém.  Segundo relato no livro dos Atos dos Apóstolos quando cerca de 120 pessoas estavam no cenáculo esperando pelo cumprimento da promessa de serem revestido de poder.  Após ter se cumprido a promessa, o Apóstolo Pedro começou a dizer ao povo o que estava acontecendo, pois todos que estavam na festa de Pentecostes ouviam as pessoas falarem em línguas, e todos entendiam em sua própria língua o que era falado. Nesse mesmo dia milhares de pessoas de converteram,  Após a era apostólica, pouco a pouco estavam entrando na igreja desvios doutrinários, e vários grupos foram se levantando contra os desvios, e tentavam voltar aos princípios bíblicos, porém eram perseguidos e tratados como hereges.
Segundo os anabatistas, a primeira divisão se deu no ano de 225d.C., quando as igrejas maiores como Roma, Antioquia, foram excluidas por estarem ensinando que a salvação vem através do batismo, e também ensinando a monarquia dos bispos.
Os membros das igrejas excluídas quando iam para as igrejas que se consideravam fieís precisavam ser rebatizadas, pois as igrejas "fiéis" tinham como necessário o rebatismo, pois essas pessoas eram oriundas de igrejas que não estavam vivendo segundo os ensinamentos apostólicos.
Antes de 313, quando o Imperador Constantino promoveu a liberdade para os cristãos, tanto os que não andavam conforme os ensinamentos dos apóstolos como os que eram obedientes, sofriam perseguições pelo fato de que todos eram vistos de igual forma como cristãos pelo Império.
Com o Edito de Milão, a Igreja de Roma e as demais que não andavam corretamente, aderiram a unirem-se com o Estado, enquanto as igrejas fiéis não concordaram, e assim passaram a ser perseguidas como hereges.  A Igreja de Roma se fortaleceu e passou a ter uma grande influência no mundo cristão.
Vários foram os conflitos enfrentados pelas igrejas, principalmente com o surgimento de heresias, vários concílios foram estabelecidos, formando assim a base da fé cristã, mas isso fora feito pelas igrejas que aderiram a união com o Estado, pois as que não concordavam eram perseguidas e muitas não sobreviviam, tamanha era a crueldade que tinham que enfrentar.
Mesmo entre as igrejas que eram reconhecidas havia problemas como no caso da igreja romana com a Igreja do Oriente, o que veio a desencadear em 1054 o chamado cisma, quando houve a separação da igreja do Ocidente e do Oriente, por motivos culturais e teológicos, esse era o quadro das igrejas consideradas oficiais.  Enquanto que as igrejas vistas como heréticas sofreram anos e anos de perseguições e milhões desses cristãos eram mortos por serem considerados hereges.
Segundo anabatistas, cujo primeiro grupo de anabatistas foram os montanistas, a batalha foi ferrenha, porém eles e o grupo fundado por Pedro Valdo, conhecidos como Valdenses sobreviveram aos muitos massacres a eles impostos, 
O grupo chamado anabatista, hoje tem por nome igreja Batista, porém isso não é concordado por todos dessa denominação, mas há os que acreditam piamente serem os Batistas, continuação dos antigos anabatistas.  Não concordam serem chamados de Protestantes, que é o grupo que saiu da igreja Católica, com a reforma de Martinho Lutero e outros reformadores, pois esse grupo nunca pertenceu a igreja de Roma como pertenciam luteranos e outros reformadores.

Fonte :  Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia.

OS PRINCÍPIOS DO ISLAMISMO

Os ensinamentos de Maomé, obtidos por meio de sinaise testemunhos, foram transmitidos aos fiéis compondo a sua doutrina.
Entre os princípios e deveres básicos da nova religião se destacam:
professar a fé nos ensinamentos do profeta de que só existe um Deus:  "Só um Deus, que é Alá, e Maomé é o seu Profeta";
- todo convertido deve fazer orações cotidianas em honra de Alá e voltado para Meca, onde está a Pedra Negra, símbolo do compromisso e da amizade entre Deus e os homens;
- todo mulçumano deve peregrinar até Meca pelo menos uma vez na vida;
- a esmola é obrigatória para quem pode dá-la;
- o fiel deve jejuar no mês sagrado de Ramadã, que é o período em que aconteceu a "iluminação", ou seja, quando o anjo Gabriel falou a Maomé.
O Corão é um livro para ser recitado em orações litúrgicas e possuí uma estrutura repetitiva que facilita a memorização e a incorporação de regras morais e civis.
Essas regras foram compiladas após a morte de Maomé.  Dentre elas destacamos a proibição de bebidas alcoólicas, a necessidade de proteger órfãos e viúvas, o dever de ser hospitaleiro, a possibilidade de praticar a poligamia, a condenação do roubo e sua punição severa.
A partir do Corão há uma atualização de regras que são divididas em diferentes categorias:
- Fard - os princípios básicos que devem ser cumpridos;
- Mandub - ações especiais que são recompensadas por Deus;
- Mubah - ações sem referência no Corão e que, portanto, não são punidas nem recompensadas;
- Makrub - ações desencorajadas, mas não punidas;
- Haram - ações puníveis por lei.

Veja o significado de alguns termos associados ao mundo muçulmano:
- árabe - corresponde a uma denominação geográfica, mas com frequência é utilizada como se fosse sinônimo de uma religião.  O fato de Maomé ter unificado diversas tribos e as convertido ao islamismo não significa que todos os árabes tenham a mesma crença;
- muçulmano - corresponde ao seguidor de Maomé, portanto, é uma designação religiosa;
- islamismo - designação da religião do Islã que significa "aquele que se submete à vontade de Deus"; é o nome da própria religião pregada por Maomé;

- mouro - forma pela qual os habitantes da península ibérica chamaram aos muçulmanos do Norte da África que invadiram a península no século VIII.

Fonte :  História Geral e do Brasil - 2ª edição

sábado, 7 de maio de 2016

A CONSTELAÇÃO DA FAMÍLIA (ACONSELHAMENTO PASTORAL)

A CONSTELAÇÃO DA FAMÍLIA
Temos outro guia valioso para compreendermos a estrutura da personalidade de um indivíduo, isto é, a posição dentro da família na qual ele cresceu.  As linhas principais da estrutura de sua personalidade são traçadas muito cedo em sua vida.  Certos psicólogos dizem que isso ocorre até o terceiro ano da infância, e o caráter posterior depende da maneira como ela usa essa estrutura original.  É essencial que observemos a posição do indivíduo dentro da constelação familiar para compreender qualquer pessoa.
Somos capazes de descobrir algumas tendências gerais relacionadas com certas posições na constelação familiar.  O filho mais velho tende a possuir um senso de responsabilidade mais acentuado.  Gozou de todo amor e solicitude dos pais durante os primeiros anos e isso outorgou a ele uma certa estabilidade.  Desde muito cedo, provavelmente foi requisitado para ajudar a mãe em pequenas tarefas e possivelmente ajudou na educação das outras crianças.  É bem provável que tenha sido depositário de confidências dos pais e tenha partilhado muito mais de suas decisões do que os outros filhos.  O filho mais velho tende, assim, a defender a lei e a ordem, a ser conservador e amante da estabilidade.
Encontramos tendências bem diversas no segundo filho.  Este, quando vem ao mundo, confronta-se com um rival que já tem um ou dois anos de idade.  Nos anos de infância e meninice sempre teve que seguir os passos de alguém capaz de andar, falar e fazer muitas coisas antes dele.  Por isso sente a presença constante e viva de sua inferioridade, e se desdobra como um atleta, tentando ultrapassar quem corre a sua frente, e é provável que mais que se empenhe não consiga alcança-lo.  Ele pode dominar uma atividade especial na qual supere o mais velho.  A situação se complica também pelo fato que o mais velho pode sentir ciúmes do segundo, encarando-o como um presunçoso que veio para desalojá-lo da posição que desfrutava nos afetos dos pais.
O segundo filho, por conseguinte, tende a desenvolver uma ambição exagerada e o hábito de esforçar-se sob tensão maior.  Também tende a ser revolucionário.  Frequentemente o aconselhador depara com exemplos vivos desse modo de ser do segundo filho, caracterizado pela inferioridade e ambição.
Aqueles que nascem entre o segundo e o caçula ocupam posições menos significativas e pouco se pode prever acerca deles.  Mas o filho mais novo foi reconhecido através de toda História como aquele que ocupa uma posição especial.
Esse caçula, normalmente, é o depositário de uma afeição extraordinária durante a infância e a juventude, não só por parte de seus pais, como também de seus irmãos e irmãs mais velhos, que certamente ajudaram na sua instrução e educação.  O perigo reside em tornar-se ele mimado demais, e consequentemente, esperar que o mundo sempre o conforte e o afague, e caso isso não aconteça, pode assumir uma atitude desleixada e azeda.
Por outro lado, a criança caçula pode interpretar sua situação como de inferioridade, já que seu mundo é constituído de adultos poderosos e, consequentemente, pode desenvolver uma forte ambição, a ponto de jurar que ao crescer superará todos os demais.

Vamos agora ao filho único.  Há muito se reconhece a dificuldade de sua posição.  Todo o amor e a atenção dos pais foram acumulados nessa criança.  Seus pais prestaram-lhe uma atenção toda especial, por medo de que algo pudesse acontecer a ele, seu único filho.  Esse filho único tampouco tem a experiência dos contatos sociais e não aprende a viver com outros indivíduos, o que não acontece com crianças de famílias mais numerosas.  Tudo isso quer dizer que essa criança tem mais probabilidade de ser mimada, desenvolvendo assim uma atitude de carência e de dependência face à vida.  Ela pode esperar que o mundo lhe venha ao encontro, como realmente acontecia na sua infância. E quando isso não se dá, ela sente em seu íntimo que foi traída e toma uma atitude ressentida e acovardada diante da vida.

Fonte : Apostila Psicologia do Aconselhamento

quinta-feira, 5 de maio de 2016

O HOMEM CRIADO POR DEUS


O HOMEM FOI CRIADO PERFEITO OU PURO?

O homem foi criado puro, mas com possibilidade de pecar, por causa da liberdade que Deus deu a Ele. Quando Deus criou o homem, Deus o criou um ser livre. A capacidade de escolha foi concedida à humanidade a fim de que o homem pudesse desenvolver o seu caráter.
Foi criado perfeito, pois Deus nunca faz algo que não seja perfeito. Mas não entenda perfeição como impecabilidade. Ser perfeito não significa ser impossível pecar, mas ter a capacidade para não fazê-lo. Isso ele poderia ter feito “não pecar”.
Como o homem pode ser perfeito?
Deus criou um mundo perfeito, um homem perfeito e o colocou num jardim perfeito que se chamava jardim do Éden. Nesse lugar o homem desfrutava de plena comunhão com Deus. O homem não adoecia nem morria. Sem sombra de dúvidas, o homem estava no melhor lugar do mundo. Entretanto a Escritura nos afirma que a desobediência trouxe desdobramentos terríveis para a humanidade. Como consequência da queda, o pecado entrou na raça humana e causou estragos desastrosos. Sendo assim, com a entrada do pecado na criação de Deus, o homem que havia sido criado perfeito e santo, tornou-se um pecador injusto.
Quando Deus fez o homem, lemos na Escritura Gn. 1.26-27, que Ele o fez a Sua Imagem e Semelhança. Nesse momento, neste exato momento em que o homem foi criado, ele era PERFEITO. Provavelmente exalasse dele um brilho forte, que demonstrava sua perfeição e sua santidade. O homem foi criado para ser perfeito, puro e maravilhoso. "Vede, isto tão somente achei: que Deus fez ao homem reto, mas ele buscou muitas invenções" (Eclesiastes 7. 29).
Deus deu ao homem todo poder sobre as coisas criadas (céu, terra e mar). Através da ciência, a tecnología, podemos ver o poder dominante do homem. O homem com esse poder e sabedoria, deu nome a todos os seres viventes da terra. Era um conhecimento intuitivo. O homem era perfeito em todos os aspectos: físico, moral e espiritual.

Fonte :   TrabalhosFeitos.com


segunda-feira, 2 de maio de 2016

COMEMORAÇÃO ANTIBÍBLICA

Sabe-se que Deus enviou ao mundo seu Filho primogênito para buscar e salvar o que se havia perdido, ou seja, a humanidade que se afastou de Deus,  e que somente por intermédio do Filho Unigênito de Deus pode haver uma reaproximação do homem para com o Deus Pai Todo Poseroso.
A Palavra de Deus de Gênesis ao Apocalipse ensina a respeito do Cordeiro de Deus, que foi morto, mas reviveu, e pouco se fala da mãe do Salvador, e em nenhum relato feito por Jesus ou pelos apóstolos aponta Maria como nossa advogada, auxiliadora, intercessora, diante do Pai, mas sim, Jesus Cristo é apontado como o Senhor, o Salvador, o Advogado, o Intercessor, e somente é indicado nas sagradas escrituras à assunção de Jesus, após sua morte e ressurreição, porém existe ideias à respeito da mãe do Senhor, que não se pode comprovar pelos textos bíblicos, o que existe, são somente suposições.  
Uma das suposições existentes relataremos a seguir.
Comemora-se na igreja Católica a assunção corpórea de Maria ao céu, porém não temos nenhum respaldo bíblico para tal acontecimento.
Não se discute o importante papel da mãe de Jesus no cristianismo, o que se discute é a falta de argumentação bíblica para essas afirmações. Em Gn 3 lemos que a semente da mulher pisaria na cabeça da serpente, e não à mulher, sabemos que o texto refere-se ao Senhor Jesus, que por meio do sacrifício efetuado no calvário, venceu a morte, o pecado e o inferno, e que a mulher do apocalise 12 há várias interpretações à respeito.  
O Apóstolo João que foi incubido pelo Senhor e Salvador Jesus para cuidar de Maria, nada relata à respeito da suposta assunção de Maria. Ele, em uma das suas cartas nos relata, Jesus como nosso advogado, e nem mencionara a mãe de Jesus, e muito menos ensina a suposta assunção.  Provavelmente João e os demais apóstolos estavam habilitados para ensinar à respeito desse episódio, porém nada à respeito nos foi ensinado pelos apóstolos do Senhor.
Ou esse fato não é verídico, ou se é verídico, nada tem a ver com a nossa salvação que está somente em crer no Senhor Jesus.  Os apóstolos do Senhor, não omitiriam um assunto tão importante como esse.
Esses fatos por não serem mencionados pelos enviados do Senhor, ou seja, os apóstolos de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, faz com que tenhamos um cuidado com ensinamentos de homens que acrescentam episódios que não são ensinamentos mencionados na palavra de Deus.

Fonte :  Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia