JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS

Em toda nossa caminhada devemos ter sempre Cristo como nosso guia. Ele nos guarda a cada dia. "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois a ele eternamente. Amém." Sejam bem vindos ao nosso blog em o nome do Senhor Jesus !!! Disse Jesus: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Amo ao Senhor Jesus Cristo, porque Ele me amou primeiro e trouxe-me para a sua maravilhosa presença. Deus é tremendo !!!

sábado, 30 de julho de 2016

A NOSSA SEGURANÇA

Vivemos em dias conturbados, onde a violência a cada dia vêm aumentando cada vez mais.  Para todos os lados que olhamos, guerras, assasinatos, falsidades, a falta de segurança está visível e muito perto de nós.
Apesar de tantas dificuldades que estamos enfrentando, precisamos ter em mente que nem tudo está perdido, pois a nossa verdadeira segurança está somente em Deus, o Criador dos Céu e da Terra.  Quando depositamos a nossa confiança nele, podemos sentir no nosso interior, a paz e a segurança que somente Deus pode nos oferecer.
Deus por intermédio de Jesus Cristo, abriu-nos a porta para que possamos ter comunhão com Ele, e assim, pela atuação do Espírito Santo em nosso ser, as promessas de Deus são realizadas em nossa vida.
Acertadamente o salmista Davi disse que Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia, e essa declaração é real, e quando tomamos posse das promessas de Deus também podemos desfrutar dessa realidade.
Se confiarmos nas promessas de Deus teremos ousadia para enfrentar as dificuldades porque Ele estará conosco todos os dias, se assim fizermos e não olharmos para os obstáculos, pois Deus é fiel para cumprir o que disse em sua Palavra.
Dificuldades todos enfrentamos, mas Deus promete a todos que nele confiam, vitória, paz, alegria mesmo em meio aos problemas, pois a benção de Deus somente depende que nós creiamos nele e o obedeçamos.
Breve Jesus Cristo virá buscar o povo que Ele salvou, ou seja, todos aqueles que creram e creem no sacrifício que Ele fez por nós, morrendo na cruz pelos nossos pecados.  Ele morreu mas ressuscitou, para que nós tenhamos vida e vida com abundância.
Confiemos em Deus, pois Ele não falha, nunca falhou e jamais falhará.  Todas as suas promessas serão cumpridas na vida de todos que nele creem.  Deus é fiel, e crendo nele todos nós obteremos a paz e a segurança que tanto almejamos, e muito mais que isso, nele temos a nossa salvação.

Texto redigido por Edilberto Pereira, Bacharel em Teologia, baseado na Palavra de Deus.

sábado, 23 de julho de 2016

OLHANDO PARA O NOSSO DEUS

Ás vezes por não dar atenção aos mandamentos do Senhor Deus Todo Poderoso, ficamos sem saber o que fazer em certas situações da vida.
Mas quando voltamos os olhos para o Criador, quando por meio das escrituras ns diz para olharmos para Ele, temos nossa esperança renovada, pois só Ele faz com que nos sintamos renovados.
Deus, por sua infinita misericórdia, (que é a causa de não sermos consumidos), têm estendido suas mãos para nós de maneira tal, que nos sentimos seguros, porque segurança só encontramos nele.
A nossa salvação está somente no Senhor Deus.  Enquanto olhamos para Ele, temos a nossa fé aumentada, e a nossa esperança renovada, pois Ele estende suas mãos para nós todos os dias, basta que o busquemos e confiemos nas suas promessas.
O autor aos hebreus nos diz para que olhemos para Jesus, o autor e consumador da nossa fé, pois somente em Jesus, o Filho Unigênito de Deus temos a nossa redenção, e somente Ele nos reconcilia com o Pai Eterno, pois por Jesus, somos aceitos pelo Pai.
Olhar para Jesus, significa confiar, obedecer, amar somente a Ele, pois Ele é o amor, e assim fazendo, o mandamento de amar ao nosso próximo como a nós mesmos conseguiremos obedecer, pois o amor de Deus por meio de Jesus está derramado em nosso coração.
Deus nos amou de tal maneira que deu o seu Filho amado para morrer por nós, por causa dos nossos pecados.  Por esse motivo devemos olhar somente para Ele, pois somente Ele nos tem o amor incondicional.  Ele olhou para nós com seu olhar de misericórdia e nos estendeu à sua mão.  Hoje podemos ter uma firme confiança, pois Ele é fiel e verdadeiro, e é o único que podemos depositar nossa inteira confiança.
Olhar para Jesus é a única maneira pela qual poderemos caminhar em segurança, e teremos nossa esperança renovada, nossa salvação garantida, nossos pecados perdoados, e a garantia que um dia iremos viver para sempre com Ele no Céu.
Seja qual for a situação presente, confiemos em Deus, olhemos somente para Ele, pois Ele dará a solução para todas as nossas dificuldades.

Fonte :  Texto redigido por Edilberto Pereira, Bacharel em Teologia, baseado na Bíblia Sagrada.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

CRENÇAS PRIMITIVAS

Religiões primitivas

Chamadas assim porque vieram primeiro.  Foram praticadas pelos povos do mundo inteiro e são fundamentais para o desenvolvimento de todas as religiões modernas.  Algumas continuam vivas até hoje.

Nossos primeiros ancestrais caçadores-coletores acreditavam que a natureza tinha um poder sobrenatural.  Para alguns, isso se manifestava na crença de que animais, plantas, objetos e forças naturais possuíam um espírito, da mesma forma que as pessoas.  Nessa visão animista do mundo, os seres humanos são vistos como parte da natureza, e para viver em harmonia com ela precisam demonstrar respeito com os espíritos.
Os indivíduos dessa época tentavam explicar o mundo por meio de associações entre divindades e fenômenos naturais específicos.
O nascer do sol, por exemplo, representava a libertação da escuridão da noite e era controlado pelo deus Sol; de modo similar, os ciclos naturais, como as fases da lua e as estações - vitais para o estilo de vida daqueles povos - eram atribuídos às suas próprias deidades.  Além de  criar uma cosmologia para explicar o funcionamento do Universo, a maioria das culturas incorporou alguma história da criação em seu sistema de crenças. Essa história de modo geral, constituía uma analogia com a reprodução humana:  uma deusa-mãe deu à luz o mundo, em alguns casos com a ajuda de um deus-pai.  Às vezes essas divindades parentais eram personificadas como animais ou elementos da natureza - rios, mar, Mãe Terra, Pai Céu.

Ritos e rituais

Os sistemas de crença da maioria das religiões primitivas incluíam alguma forma de  vida após a morte, geralmente relacionada à existência de um plano da realidade separado do mundo físico, um lugar de deuses e crituras míticas para onde os espíritos dos mortos iriam.  Em algumas religiões, acreditava-se que era possível com esse outro plano e contatar espíritos ancestrais para buscar orientação.  Um tipo específico de pessoa sagrada - o xamã ou curandeiro - era capaz de ir até lá e canalizar poderes místicos de cura, pelo contato com os espíritos e, às vezes, sendo possuído por eles..
Os povos primitivos também contavam com ritos de passagem.  Esses ritos, associados à mudança das estações, transformaram-se em rituais vinculados a espíritos e divindades.  A ideia de agradar os deuses para ter sorte na caça ou na lavoura inspirou rituais de adoração, e, em algumas culturas, vidas eram sacrificadas aos deuses em troca da existência que eles deram aos humanos.
O simbolismo também desempenhou um papel crucial nas práticas religiosas das primeiras culturas.  Máscaras, talismãs, ídolos e amuletos utilizados em cerimônias seriam ocupados por espíritos.  Acreditava-se que algumas áreas tinham importância religiosa, e certas comunidades estabeleceram locais e cemitérios sagrados, enquanto outras construíram edifícios ou povoados à imagem do cosmos.  Poucas religiões primitivas sobrevivem até hoje, sustentadas por um número cada vez menor de comunidades tribais no mundo inteiro alheias à civilização ocidental.  Foram feitas algumas tentativas de restabelecê-las por parte de comunidades que tentavam recuperar culturas perdidas.  Embora seus sistemas de crença possam parecer rudimentaresà primeira vista aos olhos modernos, vestígios daquelas religiões ainda podem ser encontradas nas principais religiões do mundo atual ou na busca por espiritualidade da "Nova Era".

Grupos primitivos

- Construindo versões em miniatura do Universo, os pawnees criaram lugares sagradas.
- Rituais para renovar a vida e sustentar o mundo eram uma parte central da religião dos hupas.
- Os astecas e os maias ofereciam sacrifícios humanos para satisfazer o desejo de sangue de seus deuses.
- Os quichuas e os aimarás acreditavam que o espírito de seus ancestrais continuava a existir para orientá-los.
- Por meio do laço com os deuses, os waraos acreditam que tudo está conectado.
- Para o povo dogon, tudo contém o Universo em microcosmo.
- O mundo natural e o sobrenatural estão interconectados na região dos boxímanes sans.
- O povo sami acreditavam que seus xamãs tinham o poder de visitar outros mundos.
- De acordo com os baígas, os deuses nos criaram para sermos guardiões da Terra.
- Para os ainos, tudo, até uma rocha, tem alma.
- Os chewongs acreditam que nosso propósito é ter uma vida boa e viver em harmonia.
- No Sonho, os aborígenes australianos veem a criação como algo constante.
- Os maíoris e os polinésios explicam a orígem da morte.
- No ritual "Trabalho dos Deuses", os tikopianos cumpriam sua obrigação de servir aos deuses.

Fonte : O livro das religiões - Globo Livros

terça-feira, 19 de julho de 2016

CULTO DE MISSÕES - 17/07/2016 - ASSEMBLEIA DE DEUS MIN. BELÉM - VILA CIDA

CULTO DE LOUVOR E ADORAÇÃO A DEUS 

HINO 100 DA HARPA CRISTÃ



CONJUNTO EBENEZER



CONJUNTO INFANTIL



GRUPO DOS VARÕES



PREGAÇÃO E LOUVOR - 1ª PARTE


2ª PARTE



TÉRMINO DO CULTO



domingo, 10 de julho de 2016

1 TIMÓTEO 5.23 - SIGNIFICADO DO USO DE VINHO ORIENTADO POR PAULO À TIMÓTEO

1 Tm 5.23  "Não beba mais água só, mas usa de um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das suas frequentes enfermidades."

(1) Este texto deixa claro que Timóteo não bebia nenhum dos tipos de vinho usados pelos judeus dos tempos do Novo Testamento.  Se Timóteo tivesse o costume de beber vinho, não teria sido necessário Paulo aconselhá-lo a tomar um pouco de vinho com propósitos medicinais (1Tm 3.3), nessa passagem (3.3) a Bíblia requer que nenhum pastor ou presbítero fique "sentado ao lado do vinho" ou "esteja com vinho".  Noutras palavras, não se deve beber vinho embriagante.
(2)Timóteo começara a ter distúrbios gástricos, provavelmente devido ao teor de álcali na água em Éfeso.  Paulo, portanto, declara que ele devia usar um pouco de vinho com aquela água para neutralizar os efeitos daninhos da alcalinidade.  O vinho usado para o estômago, de conformidade com os antigos escritos gregos sobre medicina, costumava ser do tipo não-embriagante.  O escritor Ateneu declara:  "Que tome vinho doce, ou misturado com água, ou aquecido, especialmente do tipo chamado protropos (O suco de uva antes de espremê-las), por ser bom para o estômago, porque o vinhdo doce (oinos) não deixa a cabeça pesada" (Ateneu, Banquete, 2.24); ver também Plínio, História Natural, 14.18).
(3) Timóteo por respeito ao apóstolo Paulo, tomaria "um pouco de vinho", quando necessário, e exclusivamente com fins medicinais.  Citar o conselho de Paulo a Timóteo para justificar o uso de vinho embriagante, em apoio a bebedores de vinho, é distorcer o significado desse trecho bíblico.

Fonte:  Bíblia de Estudo Pentecostal  - Almeida Revista e Corrigida

O ARREBATAMENTO DA IGREJA

1Ts 4.16,17  "Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficamos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encorajar o Senhor."

O termo "arrebatamento" deriva da palavra raptus em latim, que significa "arrebatado rapidamente e com força".  O termo latino raptus equivale a harpazo em grego, traduzido por "arrebatado" em 4.17.  Esse evento, descrito aqui e em 1Co 15, refere-se a ocasião em que a igreja do Senhor será arrebatada da terra para encontrar-se com Ele nos ares.  O arrebatamento abrange apenas os salvos em Cristo.
(1) Instantes antes do arrebatamento, ao descer Cristo do céu para buscar a sua igreja, ocorrerá a ressurreição dos "que morreram em Cristo" (4.16).  Não se trata da mesma ressurreição referida em Ap 20.4, a qual somente ocorrerá depois de Cristo voltar à terra, julgar os ímpios e prender Satanás (Ap 19.11 - 20.3).  A ressurreição de Ap 20.4 tem a ver com os mártires da tribulação e possivelmente com os santos do AT (ver Ap 20.6).
(2) Ao mesmo tempo que ocorre a ressurreição dos mortos em Cristo, os crentes vivos serão transformados; seus corpos se revestirão de imortalidade (1Co 15.51,53).  Isso acontecerá num instante, "num abrir e fechar de olhos" (1Co 15.22).
(3) Tanto os crentes ressurretos como os que acabaram de ser transformados serão "arrebatados juntamente" (4.17) para encontrar-se com Cristo nos ares, ou seja: na atmosfera entre a terra e o céu.
(4) Estarão literalmente unidos com Cristo (4.16,17), levados à casa do Pai, no céu (Jo 14.2,3), e reunidos aos queridos que tinham morrido (4.13-18).
(5) Estarão livres de todas as aflições (2Co 5.2,4; Fp 3.21), de toda perseguição e opressão (Ap 3.10), de todo domínio do pecado e da morte (1Co 15.51-56); o arrebatamento os livra da "ira futura" (1.10; 5.9), ou seja da grande tribulação.
(6) A esperança de que nosso Salvador logo voltará para nos tirar do mundo, a fim de estarmos "sempre com o Senhor" (4.17), é a bem-aventurada esperança de todos os redimidos (Tt 2.13).  É fonte principal de consolo para os crentes que sofrem (4.17,18; 5.10).
(7) Paulo emprega o pronome "nós" em 4.17 por saber que a volta do Senhor poderia acontecer naquele período, e comunica aos tessalonicenses essa mesma esperança.  A Bíblia insiste que anelemos e esperemos contínua e confiadamente a volta do nosso Senhor (Rm 13.11; 1Co 15.51,52; Ap 22.12,20).
(8) Quem está na igreja mas não abandona o pecado e o mal, sendo assim infiel a Cristo, será deixado aqui, no arrebatamento (Mt 25.1; Lc 12.45).  Os tais ficarão neste mundo e farão parte da igreja apóstata (Ap 17.1), sujeitos à ira de Deus.
(9) Depois do arrebatamento, virá o Dia do Senhor, um tempo de sofrimento e ira sobre os ímpios (5.2-10).  Seguir-se-á a segunda fase da vinda de Cristo, quando, então, Ele virá para julgar os ímpios e reinar sobre a terra (Mt 24. 42,44).

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal - Almeida Revista e Corrigida

sexta-feira, 8 de julho de 2016

VIDA E OBRA DE LUTERO

1- INTRODUÇÃO
Esse trabalho tem como objetivo um breve comentário sobre a  vida e obra de Martinho Lutero, um dos grandes pensadores do século passado, que mudou toda uma história, não só da Igreja, mas também do mundo, a partir de seus estudos. Os resultados dessa pesquisa vieram como meio de melhor esclarecimento e entendimento sobre o assunto da salvação ser apenas pela fé e não por obras como era dito na época pela Igreja.
Uma vida plena e ativa, com batalhas, cheia de conflitos e triunfos, agitada e sem repouso: Lutero era um rebelde e reformador, pensador e realizador, à frente do seu tempo, mas preso à Idade Média.
Lutero nasceu no dia 10 de novembro de 1438 na pequena cidade de Eisleben; a infância e a juventude foram passadas em Mansfeld, situada nas redondezas. Os negócios de seu pai lhe possibilitaram uma boa educação e, em 1501, ele se inscreveu na universidade em Erfurt. Segundo a lenda, um pesado temporal causou uma virada decisiva na sua vida: tomado pelo medo, ele prometeu tornar-se monge se sobrevivesse ao temporal são e salvo. Somente duas semanas depois, no dia 17 de julho de 1505, ele entrou para a ordem dos agostinianos eremitas em Erfurt, estudou teologia e, já em 1507, foi ordenado sacerdote. Era uma época em que a venda de indulgências florescia: dinheiro pela salvação da alma era a prática comum, e logo como jovem doutor e professor, Lutero criticava essa prática profana. No dia 31 de outubro de 1517 ele finalmente publicou suas famosas 95 Teses em Wittenberg que tratavam das indulgências. Para sua própria surpresa, a obra rapidamente se tornou pública – e não tardaram em chegar até Roma. Em 1518, a igreja católica romana iniciou um inquérito contra Martinho Lutero por heresia. O príncipe da Saxônia, Frederico, o Sábio, em vez do interrogatório em Roma, determinou a realização de uma audiência em Augsburg, o que terminou com uma fuga durante a noite – Lutero negou-se a retratar as suas Teses. Isso esgotou a paciência do Papa, que ameaçou Lutero com o banimento, e posteriormente o excomungou. No Reichstag em Worms, onde ele saldou a multidão efusivamente, Lutero recebe novamente uma chance, mas ele permaneceu resoluto e, em seguida, se escondeu no castelo de Wartburg, em Eisenach. No dia 13 de junho de 1525, Martinho Lutero se casou com a ex-freira Catarina von Bora. A grande família vivia no antigo mosteiro agostiniano – o casal teve seis filhos – com crianças adotadas, parentes, empregados e estudantes. em 1546 Lutero foi chamado a Eisleben, sua cidade natal, para terminar uma disputa sobre herança e ali acabou também a sua vida: no dia 18 de fevereiro morria Lutero, que foi sepultado três dias depois em Wittenberg – na igreja em que, quase três décadas antes, ele havia afixado suas famosas Teses.
2 - VIDA E OBRAS  DE LUTERO
Martinho Lutero nasceu em 10 de novembro de 1483, em Eisleben, Alemanha. Foi criado em Mansfeld. Na sua fase estudantil, foi enviado às escolas de latim de Magdeburg(1497) e Eisenach(1498-1501). Ingressou na Universidade de Erfurt, onde obteve o grau de bacharel em artes (1502) e de mestre em artes (1505).
Seu pai, um aldeão bem sucedido pertencente a classe média, queria que fosse advogado. Tendo iniciado seus estudos, abruptamente, os interrompeu entrando no claustro dos eremitas agostinianos em Erfurt. É um fato estranho na sua vida, segundo seus biógrafos. Alguns historiadores dizem que este fato aconteceu devido a um susto que teve quando caminhava de Mansfeld para Erfurt. Em meio a uma tempestade, quase foi atingido por um raio. Foi derrubado por terra e em seu pavor, gritava "Ajuda-me Santa Ana! Eu serei um monge!". Foi consagrado padre em 1507.
Entre 1508 e 1512, fez preleções de filosofia na Universidade de Wurtenberg, onde também ensinou as Escrituras, especializando-se nas Sentenças de Pedro Lombardo. Em 1512 formou-se Doutor em Teologia.
Fazia conferências sobre Bíblia, especializando-se em Romanos, Gálatas e Hebreus. Foi durante este período que a teologia paulina o influenciou, percebendo os erros que a Igreja Romana ensinava, à luz dos documentos fundamentais do cristianismo primitivo.
Lutero era homem de envergadura intelectual e habilidades pessoais. Em 1515, foi nomeado vigário, responsável por onze mosteiros. Viu-se envolvido em controvérsias com respeito a venda de indulgências.
3 - SUAS LUTAS PESSOAIS.
Lutero estava galgando os escalões da Igreja Romana e estava muito envolvido em seus aspectos intelectuais e funcionais. Por outro lado, também estava envolvido em questões pessoais quanto à salvação pessoal. Sua vida monástica e intelectual não forneciam resposta aos seus anseios interiores, às suas aflitivas indagações.
Seus estudos paulinos deixaram-no mais agitado e inseguro, particularmente diante da afirmação "o justo viverá pela fé", Romanos 1:17. Percebia ele que a Lei e o cumprimento das normas monásticas, serviam tão-somente para condenar e humilhar o homem, e que nesta direção não se pode esperar qualquer ajuda no tocante à salvação da alma.
Martinho Lutero, estava trabalhando em "repensar o evangelho". Sendo monge agostiniano, fortemente influenciado pela teologia desta ordem monástica, paulina quanto aos seus pontos de vista, Lutero estava chegando a uma nova fé, que enfatizava a graça de Deus e a justificação pela fé.
Esta nova fé tornou-se o ponto fundamental de sua preleções. No seu desenvolvimento começou a criticar o domínio da filosofia tomista sobre a teologia romana. Ele estudava os escritos de Agostinho, Anselmo e Bernardo de Claraval, descobrindo nestes, a fé que começava a proclamar. Staupitz, orientou-o para que estudasse os místicos, em cujos escritos se consolou.
Em 1516, publicou o devocionário de um místico desconhecido, "Theologia Deutsch". Tornou-se pároco da igreja de Wittenberg, e tornou-se um pregador popular, proclamando a sua nova fé. Opunha-se a venda de indulgências comandada por João Tetzel.
4 - .AS NOVENTA E CINCO TESES.
Inspirado por vários motivos, particularmente a venda de indulgências, na noite antes do Dia de Todos os Santos, a 31 de outubro de 1517, Lutero afixou na porta da Igreja de Wittenberg, sua teses acadêmicas, intituladas "Sobre o Poder das Indulgências". Seu argumento era de que as indulgências só faziam sentido como livramento das penas temporais impostas pelos padres aos fiéis. Mas Lutero opunha-se à idéia de que a compra das indulgências ou a obtenção das mesmas, de qualquer outra maneira, fosse capaz de impedir Deus de aplicar as punições temporais. Também dizia que elas nada têm a ver como os castigos do purgatório. Lutero afirmava que as penitências devem ser praticadas diariamente pelos cristãos, durante toda a vida, e não algo a ser posto em prática apenas ocasionalmente, por determinação sacerdotal.
 João Eck, denunciou Lutero em Roma, e muito contribuiu para que o mesmo fosse condenado e excluído da Igreja Romana. Silvester Mazzolini, padre confessor do papa, concordou com o parecer condenatório de Eck, dando apoio a este contra o monge agostiniano.
Em 1518. Lutero escreveu "Resolutiones", defendendo seus pontos de vista contra as indulgências, dirigindo a obra diretamente ao papa. Entretanto, o livro não alterou o ponto de vista papal a respeito de Lutero. Muitas pessoas influentes se declararam favoráveis a Martinho Lutero, tornando-se este então polemista popular e bem sucedido. Num debate teológico em Heidelberg, em 26 de abril de 1518, foi bem sucedido ao defender suas idéias.
5 - REAÇÃO PAPAL.
A 7 de agosto de 1518, Lutero foi convocado a Roma, onde seria julgado como herege. Mas apelou para o príncipe Frederico, o Sábio, e seu julgamento foi realizado em território alemão em 12/14 de outubro de 1518, perante o Cardeal Cajetano, em Augsburg. Recusou-se a retratar-se de suas idéias, tendo rejeitado a autoridade papal, abandonando a Igreja Romana, o que ficou confirmado num debate em Leipzig com João Eck, entre 4 e 8 de julho de 1519.
A partir de então Lutero declara que a Igreja Romana necessita de Reforma, publica vários escritos, dentre os quais se destaca "Carta Aberta à Nobreza Cristã da Nação Alemã Sobre a Reforma do Estado Cristão". Procurou o apoio de autoridades civis e começou a ensinar o sacerdócio universal dos crentes, Cristo como único Mediador entre Deus e os homens, e a autoridade exclusiva das Escrituras, em oposição à autoridade de papas e concílios. Em sua obra "Sobre o Cativeiro Babilônico da Igreja", ele atacou o sacramentalismo da Igreja. Dizia que pelas Escrituras só podem ser distinguidos dois sacramentos o batismo e a Ceia do Senhor. Opunha-se à alegada repetida morte sacrificial de Cristo, por ocasião da missa. Em outro livro, "Sobre a Liberdade Cristã", ele apresentou um estudo sobre a ética cristã baseada no amor.
Lutero obteve grande popularidade entre o povo, e também considerável influência no clero.
Em 15 de julho de 1520, a Igreja Romana expediu a bula Exsurge Domine, que ameaçava Lutero de ser excomungado, a menos que se retratasse publicamente. Lutero queimou a bula em praça pública. Carlos V, Imperador do Santo Império Romano, mandou queimar os livros de Lutero em praça pública.
Lutero compareceu a Dieta de Worms, de 17 a 19 de abril de 1521. Recusou-se a retratação, dizendo que a sua consciência estava presa à Palavra de Deus, pelo que a retratação não seria seguro nem correto. Dizem os historiadores que concluiu a sua defesa com estas palavras : "Aqui estou; não posso fazer outra coisa. Que Deus me ajude. Amém". Respondendo a Dieta em 25 de maio de 1521, formalizou a excomunhão de Martinho Lutero, e a Reforma nascente também foi condenada.
6 - INFLUÊNCIA POLÍTICA E SOCIAL.
Por medidas de precaução, Lutero esteve recluso no castelo de Frederico, o Sábio, cerca de 10 meses. Teve tempo de trabalhar na tradução do Novo Testamento para a língua alemã. Esta tradução foi publicada em 1532. Com a ajuda de Melancton e outros, a Bíblia inteira foi traduzida, e, então, foi publicada em 1532. Finalmente, essa tradução unificou os vários dialetos alemães, do que resultou  o moderno alemão.
Tem-se dito que Lutero foi o verdadeiro líder da Alemanha, de 1521 até 1525. Houve a Guerra dos Aldeões em 1525, das classes pobres contra os seus líderes. Lutero tentou estancar o derramamento de sangue, mas, quando os aldeões se recusaram a ouvi-lo, ele apelou para os príncipes a fim de restabelecerem a paz e a ordem.
Fato notável foi o casamento de Lutero, com Catarina Von Bora, filha de família nobre, ex-freira cisterciana. Tiveram seis filhos, dos quais alguns faleceram na infância. Adotou outros filhos. Este fato serviu para incentivar o casamento de padres e freiras que tinham preferido adotar a Reforma. Foi um rompimento definitivo com a Igreja Romana.
Houve controvérsia entre Lutero e Erasmo de Roterdã, que nunca deixou a Igreja Romana, por causa do livre-arbítrio defendido por este. Apesar de admitir que o livre-arbítrio é uma realidade quanto a coisas triviais, Lutero negava que fosse eficaz no tocante à salvação da alma.
7 - OBRAS IMPORTANTES
Foi o autor de uma das primeiras traduções da  Bíblia para alemão, algo que não era permitido até então sem especial autorização eclesiástica. Lutero, contudo, não foi o primeiro tradutor da Bíblia para alemão. Já havia várias traduções mais antigas. A tradução de Lutero, no entanto, suplantou as anteriores porque foi uma forma unificada do Hochdeutsch (dialetos alemães da região central e sul) e foi amplamente divulgada em decorrência da sua difusão por meio da imprensa desenvolvida por Gutenberg, em 1453.
Lutero introduziu a palavra alley que não aparece no texto grego original no capítulo 3:28 da Epístola aos Romanos. O que gerou controvérsia. Lutero justificou a manutenção do advérbio como sendo uma necessidade idiomática do alemão como por ser a intenção de Paulo.
O latim, língua do extinto Império Romano, permanecia a língua franca européia, imediatamente conotada com o passado romano unificado, sendo também a língua da Vulgata traduzida por São Jerônimo no século V, tal como tinham sido transmitidos às províncias do Império. Por mais longínquas que fossem, nos menos de cem anos que separam a oficialização da religião cristã pelo Imperador Romano Teodósio I em 380 d.C. e a deposição do último imperador de Roma pelo Germânico Odoacro, em 476 d.C. (data avançada por Edward Gibbon e convencionalmente aceita como ano da queda do Império Romano do Ocidente), toda a região do antigo Império, ao longo dos seguintes 500 anos, e de forma mais ou menos homogênea, se cristianizou. O fim da perseguição à religião cristã pelo império romano se deu em 313 d.C. com o [Édito de Milão]].
No entanto, o domínio do latim era, no século XVl, século no fim da Idade Média    (terminada oficialmente em 1453, com a tomada de Constantinopla pelos Otomanos) e princípio da chamada Idade Moderna, apenas o privilégio de uma percentagem ínfima de população instruída, entre os quais os elementos da própria Igreja. A tradução de Lutero para o alemão foi simultaneamente um ato de desobediência e um pilar da sistematização do que viria a ser a língua alemã, até aí vista como uma língua inferior, dos servos e ignorantes. É preciso adicionar que Lutero não se opunha ao latim, e chegou mesmo a publicar uma edição revisada da tradução latina da Bíblia (Vulgata). Lutero escrevia tanto em latim como em alemão. A tradução da Bíblia para o alemão não significou, portanto, rejeição do latim como língua acadêmica.
Foi também autor da polêmica obra “Sobre os judeus e suas mentiras” (Von den Juden und ihren Lügen). Pouco conhecida, mas muito apreciada pelo próprio Lutero, foi sua resposta a “Diatribe” de Erasmo de Roterdã intitulada De servo arbítrio  (Título da publicação em português: Da vontade cativa).
Martinho Lutero defendia o princípio da mortalidade da  alma  contrastando  com a crença de João Calvino, que chamou à crença de Lutero “sono da alma”
8 - OUTRAS OBRAS.
Em 1528 e 1529, Lutero publicou o pequeno e o grande catecismos, que se tornaram manuais doutrinários dos protestantes, nome dado aqueles que decidiram abandonar a Igreja Romana, na Dieta de Speyer, em 1529.
Juntamente com  Melancton e outros, produziu a confissão de Augsburg, que sumaria a fé luterana em vinte e oito artigos. Em 1537, a pedido de João Frederico, da Saxônia, compôs os Artigos de Schmalkald, que resumem seus ensinamentos.
Lutero publicou cerca de 400 obras durante a sua vida, incluindo comentários bíblicos, catecismos, sermões e tratados. Também escreveu hinos para a Igreja. Parte de suas obras estão publicadas em diversas línguas modernas.
9 - ENFERMIDADE E MORTE.
Os últimos dias de Lutero tornaram-se difíceis devido a problemas de saúde. Com freqüência tinha acesso de melancolia profunda. Apesar disso era capaz de trabalhar tenazmente. Em 18 de fevereiro de 1546, aos 63 anos de idade, em sua cidade Natal Eisleben, teve um ataque do coração, vindo a falecer. Seu corpo foi sepultado na Igreja do Castelo de Wittenberg, onde cerca de trinta anos, havia afixado suas 95 Teses.
10 -  A TEOLOGIA DE LUTERO.
Como monge agostiniano, Lutero dava preferência a certos estudos, dentre os quais se destacam a soberania de Deus, dando uma abordagem mais bíblica às questões religiosas e às doutrinas cristãs.
Alguns pontos defendidos por Lutero são:
Nem o papa nem o padre, tem o poder de remover os castigos temporais de um pecador.
A culpa pelo pecado não pode ser anulada por meio de indulgências.
Somente um autêntico arrependimento pode resolver a questão da culpa e do castigo, o que depende única e exclusivamente de Cristo.
Só há um Mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo.
Não há autoridade especial no papa.
As decisões dos concílios não são infalíveis.
A Bíblia é a única autoridade de fé e prática para o cristão.
A justificação é somente pela fé.
A soberania de Deus é superior ao livre-arbítrio humano.
Defendia a doutrina da consubstanciação em detrimento da transubstanciação                       Há apenas dois sacramentos: o batismo e a ceia do Senhor.
Opunha-se a veneração dos santos, ao uso de imagens nas Igrejas, às doutrinas da missa e das penitências e ao uso de relíquias.
Contrário ao celibato clerical.
Defendia a separação entre igreja e estado.
Ensinava a total depravação da natureza humana.
Defendia o batismo infantil e a comunhão fechada.
Defendia a educação dos fiéis em escolas paroquianas.
Repudiava a hierarquia eclesiástica.
11- CONCLUSÃO
Este trabalho demonstrou que Martinho Lutero foi um homem simples e corajoso que ousou enfrentar a igreja católica, apresentando a falsidade de  seus dogmas, as injustiças cometidas no Tribunal da Inquisição e a venda de indulgências e graças à sua atitude e ao fato de nunca desistir,  conseguiu alterar a história da Igreja até aos nossos dias.
Hoje os princípios de Lutero estão espalhados por quase todo o mundo. Existem várias ramificações dentro dos Evangélicos mas os princípios ensinados por Lutero continuam na sua maior parte intactos.

12 - BIBLIOGRAFIA
1 - Biblia de Estudo Pentecostal Almeida Revista e Corrigida2 - "Enciclopédia de Bíblia
Teologia e Filosofia"; R. N. Champlin; J. M. Bentes; Candeia; 1994.3 - "Enciclopédia
Histórico-Teológica"; W. A. Elwell, ed.; Edições Vida Nova;1990.4 - "Teologia dos
Reformadores"; T. George; Edições Vida Nova; 1994.
5 - "História da Igreja Cristã"; R. H. Nichols; CEP;1992.
Fonte:http://pregaioevangelho.vilabol.uol.com.br/hist_lutero.htm.


Pesquisa feita por Maria de Fátima Santos Pereira

sábado, 2 de julho de 2016

A SEGURANÇA DA SALVAÇÃO

1Jo 5.13 "Estas coisas vos escrevi, para que saibais que tendes a vda eterna e para que creais no nome do Filho de Deus."

Todo cristão deseja ter a certeza da salvação, ou seja: a certeza de que, quando Cristo voltar ou a morte chegar, esse cristão irá estar com o Senhor, no céu (Fp 1.23; 2 Co 5.8). O propósito de João ao escrever esta primeira epístola é que o povo de Deus tenha esta certeza (5.13).  Note que João não declara em parte alguma da carta que uma experiência de conversão vivida apenas no passado proporciona certeza ou garantia da salvação hoje. Supor que possuímos a vida eterna, tendo por base única uma experiência passada, ou uma fé morta, é um erro grave.  Esta epístola expõe nove maneiras de sabermos que estamos salvos como crentes em Jesus Cristo.
1- Temos a certeza da vida eterna quando cremos "no nome do Filho de Deus" (5.13; cf. 4.15; 5.1,5).  Não há vida eterna, nem certeza de salvação, sem uma fé inabalável em Jesus Cristo; fé esta que o confessa como o Filho de Deus, enviado como Senhor e Salvador nosso.
2- Temos  a certeza da vida eterna quando temos Cristo como Senhor da nossa vida e procuramos sinceramente guardar os seus mandamentos.  "E nisto sabenos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos.  Aquele que diz:  Eu conheço-o e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.  Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele" (2.3-5; ver também 3.24; 5.2; Jo 8. 31,51; 14.23; Hb 5.9).
3- Temos a certeza da vida eterna quando amamos o Pai e o Filho, e não o mundo (2.15; cf 5.4).
4- Temos a certeza da vida eterna quando habitual e continuamente praticamos a justiça, e não o pecado (2.29).  Por outro lado, quem vive na prática do pecado é do diabo (3.7-10).
5- Temos a certeza da vida eterna quando amamos os irmãos (3.14; ver também 2.9-11; 4.7, 12,20; 5.1; Jo 13.34,35).
6- Temos a certeza da vida eterna quando temos consciência da habitação do Espírito Santo em nós, "E nisto conhecemos que ele está em nós; pelo Espírito que nos tem dado" (3.24),.  Ver também 4.13:  "Nisto conhecemos que estamos nele, e ele em nós, pois que nos deu do seu Espírito".
7- Temos a certeza da vida eterna quando nos esforçamos para seguir o exemplo de Jesus e viver como ele viveu (2.6; cf. Jo 13.15).
8- Temos a vida eterna quando cremos, aceitamos e permanecemos na "Palavra da vida", i.e., o Cristo vive (1.1), e de igual modo procedemos com a mensagem de Cristo e dos apóstolos, conforme o NT (2.4; cf. 1.1-5; 4.6).
9- Temos a certeza da vida eterna quando temos um intenso anelo e uma inabalável esperança pela volta de Jesus Cristo, para nos levar para sí mesmo.  "Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser.  Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos.  E qualquer que nele tem esta espernça purifica-se a si mesmo, como também ele é puro" (3.2,3; cf. Jo 14.1-3).

Fonte :  Bíblia de Estudo Pentecostal - Almeida Revista e Corrigida.