JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS

Em toda nossa caminhada devemos ter sempre Cristo como nosso guia. Ele nos guarda a cada dia. "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois a ele eternamente. Amém." Sejam bem vindos ao nosso blog em o nome do Senhor Jesus !!! Disse Jesus: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Amo ao Senhor Jesus Cristo, porque Ele me amou primeiro e trouxe-me para a sua maravilhosa presença. Deus é tremendo !!!

sábado, 7 de maio de 2016

A CONSTELAÇÃO DA FAMÍLIA (ACONSELHAMENTO PASTORAL)

A CONSTELAÇÃO DA FAMÍLIA
Temos outro guia valioso para compreendermos a estrutura da personalidade de um indivíduo, isto é, a posição dentro da família na qual ele cresceu.  As linhas principais da estrutura de sua personalidade são traçadas muito cedo em sua vida.  Certos psicólogos dizem que isso ocorre até o terceiro ano da infância, e o caráter posterior depende da maneira como ela usa essa estrutura original.  É essencial que observemos a posição do indivíduo dentro da constelação familiar para compreender qualquer pessoa.
Somos capazes de descobrir algumas tendências gerais relacionadas com certas posições na constelação familiar.  O filho mais velho tende a possuir um senso de responsabilidade mais acentuado.  Gozou de todo amor e solicitude dos pais durante os primeiros anos e isso outorgou a ele uma certa estabilidade.  Desde muito cedo, provavelmente foi requisitado para ajudar a mãe em pequenas tarefas e possivelmente ajudou na educação das outras crianças.  É bem provável que tenha sido depositário de confidências dos pais e tenha partilhado muito mais de suas decisões do que os outros filhos.  O filho mais velho tende, assim, a defender a lei e a ordem, a ser conservador e amante da estabilidade.
Encontramos tendências bem diversas no segundo filho.  Este, quando vem ao mundo, confronta-se com um rival que já tem um ou dois anos de idade.  Nos anos de infância e meninice sempre teve que seguir os passos de alguém capaz de andar, falar e fazer muitas coisas antes dele.  Por isso sente a presença constante e viva de sua inferioridade, e se desdobra como um atleta, tentando ultrapassar quem corre a sua frente, e é provável que mais que se empenhe não consiga alcança-lo.  Ele pode dominar uma atividade especial na qual supere o mais velho.  A situação se complica também pelo fato que o mais velho pode sentir ciúmes do segundo, encarando-o como um presunçoso que veio para desalojá-lo da posição que desfrutava nos afetos dos pais.
O segundo filho, por conseguinte, tende a desenvolver uma ambição exagerada e o hábito de esforçar-se sob tensão maior.  Também tende a ser revolucionário.  Frequentemente o aconselhador depara com exemplos vivos desse modo de ser do segundo filho, caracterizado pela inferioridade e ambição.
Aqueles que nascem entre o segundo e o caçula ocupam posições menos significativas e pouco se pode prever acerca deles.  Mas o filho mais novo foi reconhecido através de toda História como aquele que ocupa uma posição especial.
Esse caçula, normalmente, é o depositário de uma afeição extraordinária durante a infância e a juventude, não só por parte de seus pais, como também de seus irmãos e irmãs mais velhos, que certamente ajudaram na sua instrução e educação.  O perigo reside em tornar-se ele mimado demais, e consequentemente, esperar que o mundo sempre o conforte e o afague, e caso isso não aconteça, pode assumir uma atitude desleixada e azeda.
Por outro lado, a criança caçula pode interpretar sua situação como de inferioridade, já que seu mundo é constituído de adultos poderosos e, consequentemente, pode desenvolver uma forte ambição, a ponto de jurar que ao crescer superará todos os demais.

Vamos agora ao filho único.  Há muito se reconhece a dificuldade de sua posição.  Todo o amor e a atenção dos pais foram acumulados nessa criança.  Seus pais prestaram-lhe uma atenção toda especial, por medo de que algo pudesse acontecer a ele, seu único filho.  Esse filho único tampouco tem a experiência dos contatos sociais e não aprende a viver com outros indivíduos, o que não acontece com crianças de famílias mais numerosas.  Tudo isso quer dizer que essa criança tem mais probabilidade de ser mimada, desenvolvendo assim uma atitude de carência e de dependência face à vida.  Ela pode esperar que o mundo lhe venha ao encontro, como realmente acontecia na sua infância. E quando isso não se dá, ela sente em seu íntimo que foi traída e toma uma atitude ressentida e acovardada diante da vida.

Fonte : Apostila Psicologia do Aconselhamento

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