domingo, 29 de junho de 2014

EPÍSTOLA DO APOSTOLO PAULO À TITO


Tito

1.1   Paulo, servo de Deus e apóstolo de Jesus Cristo, para promover a fé que é dos eleitos de Deus e o pleno conhecimento da verdade segundo a piedade,

1.2   na esperança da vida eterna que o Deus que não pode mentir prometeu antes dos tempos eternos

1.3   e, em tempos devidos, manifestou a sua palavra mediante a pregação que me foi confiada por mandato de Deus, nosso Salvador,

1.4   a Tito, verdadeiro filho, segundo a fé comum, graça e paz, da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Salvador.

1.5   Por esta causa, te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi:

1.6   alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados.

1.7   Porque é indispensável que o bispo seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância;

1.8   antes, hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, que tenha domínio de si,

1.9   apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem.

1.10   Porque existem muitos insubordinados, palradores frívolos e enganadores, especialmente os da circuncisão.

1.11   É preciso fazê-los calar, porque andam pervertendo casas inteiras, ensinando o que não devem, por torpe ganância.

1.12   Foi mesmo, dentre eles, um seu profeta, que disse: Cretenses, sempre mentirosos, feras terríveis, ventres preguiçosos.

1.13   Tal testemunho é exato. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sadios na fé

1.14   e não se ocupem com fábulas judaicas, nem com mandamentos de homens desviados da verdade.

1.15   Todas as coisas são puras para os puros; todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro. Porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas.

1.16   No tocante a Deus, professam conhecê-lo; entretanto, o negam por suas obras; é por isso que são abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra.



2.1   Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina.

2.2   Quanto aos homens idosos, que sejam temperantes, respeitáveis, sensatos, sadios na fé, no amor e na constância.

2.3   Quanto às mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias em seu proceder, não caluniadoras, não escravizadas a muito vinho; sejam mestras do bem,

2.4   a fim de instruírem as jovens recém-casadas a amarem ao marido e a seus filhos,

2.5   a serem sensatas, honestas, boas donas de casa, bondosas, sujeitas ao marido, para que a palavra de Deus não seja difamada.

2.6   Quanto aos moços, de igual modo, exorta-os para que, em todas as coisas, sejam criteriosos.

2.7   Torna-te, pessoalmente, padrão de boas obras. No ensino, mostra integridade, reverência,

2.8   linguagem sadia e irrepreensível, para que o adversário seja envergonhado, não tendo indignidade nenhuma que dizer a nosso respeito.

2.9   Quanto aos servos, que sejam, em tudo, obedientes ao seu senhor, dando-lhe motivo de satisfação; não sejam respondões,

2.10   não furtem; pelo contrário, dêem prova de toda a fidelidade, a fim de ornarem, em todas as coisas, a doutrina de Deus, nosso Salvador.

2.11   Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens,

2.12   educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente,

2.13   aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus,

2.14   o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.

2.15   Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda a autoridade. Ninguém te despreze.



3.1   Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra,

3.2   não difamem a ninguém; nem sejam altercadores, mas cordatos, dando provas de toda cortesia, para com todos os homens.

3.3   Pois nós também, outrora, éramos néscios, desobedientes, desgarrados, escravos de toda sorte de paixões e prazeres, vivendo em malícia e inveja, odiosos e odiando-nos uns aos outros.

3.4   Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos,

3.5   não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo,

3.6   que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador,

3.7   a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna.

3.8   Fiel é esta palavra, e quero que, no tocante a estas coisas, faças afirmação, confiadamente, para que os que têm crido em Deus sejam solícitos na prática de boas obras. Estas coisas são excelentes e proveitosas aos homens.

3.9   Evita discussões insensatas, genealogias, contendas e debates sobre a lei; porque não têm utilidade e são fúteis.

3.10   Evita o homem faccioso, depois de admoestá-lo primeira e segunda vez,

3.11   pois sabes que tal pessoa está pervertida, e vive pecando, e por si mesma está condenada.

3.12   Quando te enviar Ártemas ou Tíquico, apressa-te a vir até Nicópolis ao meu encontro. Estou resolvido a passar o inverno ali.

3.13   Encaminha com diligência Zenas, o intérprete da lei, e Apolo, a fim de que não lhes falte coisa alguma.

3.14   Agora, quanto aos nossos, que aprendam também a distinguir-se nas boas obras a favor dos necessitados, para não se tornarem infrutíferos.

3.15   Todos os que se acham comigo te saúdam; saúda quantos nos amam na fé. A graça seja com todos vós.


Fonte : Bíblia - On-line, Sociedade Bíblica do Brasil, Almeida Revista e Atualizada.

domingo, 4 de maio de 2014

EPÍSTOLA DO APÓSTOLO PAULO AOS FILIPENSES


Filipenses

1.1   Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus, inclusive bispos e diáconos que vivem em Filipos,

1.2   graça e paz a vós outros, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.

1.3   Dou graças ao meu Deus por tudo que recordo de vós,

1.4   fazendo sempre, com alegria, súplicas por todos vós, em todas as minhas orações,

1.5   pela vossa cooperação no evangelho, desde o primeiro dia até agora.

1.6   Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.

1.7   Aliás, é justo que eu assim pense de todos vós, porque vos trago no coração, seja nas minhas algemas, seja na defesa e confirmação do evangelho, pois todos sois participantes da graça comigo.

1.8   Pois minha testemunha é Deus, da saudade que tenho de todos vós, na terna misericórdia de Cristo Jesus.

1.9   E também faço esta oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção,

1.10   para aprovardes as coisas excelentes e serdes sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo,

1.11   cheios do fruto de justiça, o qual é mediante Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus.

1.12   Quero ainda, irmãos, cientificar-vos de que as coisas que me aconteceram têm, antes, contribuído para o progresso do evangelho;

1.13   de maneira que as minhas cadeias, em Cristo, se tornaram conhecidas de toda a guarda pretoriana e de todos os demais;

1.14   e a maioria dos irmãos, estimulados no Senhor por minhas algemas, ousam falar com mais desassombro a palavra de Deus.

1.15   Alguns, efetivamente, proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém, o fazem de boa vontade;

1.16   estes, por amor, sabendo que estou incumbido da defesa do evangelho;

1.17   aqueles, contudo, pregam a Cristo, por discórdia, insinceramente, julgando suscitar tribulação às minhas cadeias.

1.18   Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei.

1.19   Porque estou certo de que isto mesmo, pela vossa súplica e pela provisão do Espírito de Jesus Cristo, me redundará em libertação,

1.20   segundo a minha ardente expectativa e esperança de que em nada serei envergonhado; antes, com toda a ousadia, como sempre, também agora, será Cristo engrandecido no meu corpo, quer pela vida, quer pela morte.

1.21   Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.

1.22   Entretanto, se o viver na carne traz fruto para o meu trabalho, já não sei o que hei de escolher.

1.23   Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor.

1.24   Mas, por vossa causa, é mais necessário permanecer na carne.

1.25   E, convencido disto, estou certo de que ficarei e permanecerei com todos vós, para o vosso progresso e gozo da fé,

1.26   a fim de que aumente, quanto a mim, o motivo de vos gloriardes em Cristo Jesus, pela minha presença, de novo, convosco.

1.27   Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica;

1.28   e que em nada estais intimidados pelos adversários. Pois o que é para eles prova evidente de perdição é, para vós outros, de salvação, e isto da parte de Deus.

1.29   Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de crerdes nele,

1.30   pois tendes o mesmo combate que vistes em mim e, ainda agora, ouvis que é o meu.



Filipenses

2.1   Se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se há entranhados afetos e misericórdias,

2.2   completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento.

2.3   Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.

2.4   Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.

2.5   Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,

2.6   pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus;

2.7   antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana,

2.8   a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.

2.9   Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome,

2.10   para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra,

2.11   e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.

2.12   Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor;

2.13   porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.

2.14   Fazei tudo sem murmurações nem contendas,

2.15   para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo,

2.16   preservando a palavra da vida, para que, no Dia de Cristo, eu me glorie de que não corri em vão, nem me esforcei inutilmente.

2.17   Entretanto, mesmo que seja eu oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, alegro-me e, com todos vós, me congratulo.

2.18   Assim, vós também, pela mesma razão, alegrai-vos e congratulai-vos comigo.

2.19   Espero, porém, no Senhor Jesus, mandar-vos Timóteo, o mais breve possível, a fim de que eu me sinta animado também, tendo conhecimento da vossa situação.

2.20   Porque a ninguém tenho de igual sentimento que, sinceramente, cuide dos vossos interesses;

2.21   pois todos eles buscam o que é seu próprio, não o que é de Cristo Jesus.

2.22   E conheceis o seu caráter provado, pois serviu ao evangelho, junto comigo, como filho ao pai.

2.23   Este, com efeito, é quem espero enviar, tão logo tenha eu visto a minha situação.

2.24   E estou persuadido no Senhor de que também eu mesmo, brevemente, irei.

2.25   Julguei, todavia, necessário mandar até vós Epafrodito, por um lado, meu irmão, cooperador e companheiro de lutas; e, por outro, vosso mensageiro e vosso auxiliar nas minhas necessidades;

2.26   visto que ele tinha saudade de todos vós e estava angustiado porque ouvistes que adoeceu.

2.27   Com efeito, adoeceu mortalmente; Deus, porém, se compadeceu dele e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza.

2.28   Por isso, tanto mais me apresso em mandá-lo, para que, vendo-o novamente, vos alegreis, e eu tenha menos tristeza.

2.29   Recebei-o, pois, no Senhor, com toda a alegria, e honrai sempre a homens como esse;

2.30   visto que, por causa da obra de Cristo, chegou ele às portas da morte e se dispôs a dar a própria vida, para suprir a vossa carência de socorro para comigo.



Filipenses

3.1   Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor. A mim, não me desgosta e é segurança para vós outros que eu escreva as mesmas coisas.

3.2   Acautelai-vos dos cães! Acautelai-vos dos maus obreiros! Acautelai-vos da falsa circuncisão!

3.3   Porque nós é que somos a circuncisão, nós que adoramos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne.

3.4   Bem que eu poderia confiar também na carne. Se qualquer outro pensa que pode confiar na carne, eu ainda mais:

3.5   circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu,

3.6   quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível.

3.7   Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo.

3.8   Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo

3.9   e ser achado nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé;

3.10   para o conhecer, e o poder da sua ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos, conformando-me com ele na sua morte;

3.11   para, de algum modo, alcançar a ressurreição dentre os mortos.

3.12   Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus.

3.13   Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas quepara trás ficam e avançando para as que diante de mim estão,

3.14   prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

3.15   Todos, pois, que somos perfeitos, tenhamos este sentimento; e, se, porventura, pensais doutro modo, também isto Deus vos esclarecerá.

3.16   Todavia, andemos de acordo com o que já alcançamos.

3.17   Irmãos, sede imitadores meus e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós.

3.18   Pois muitos andam entre nós, dos quais, repetidas vezes, eu vos dizia e, agora, vos digo, até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo.

3.19   O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas.

3.20   Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,

3.21   o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas.



Filipenses

4.1   Portanto, meus irmãos, amados e mui saudosos, minha alegria e coroa, sim, amados, permanecei, deste modo, firmes no Senhor.

4.2   Rogo a Evódia e rogo a Síntique pensem concordemente, no Senhor.

4.3   A ti, fiel companheiro de jugo, também peço que as auxilies, pois juntas se esforçaram comigo no evangelho, também com Clemente e com os demais cooperadores meus, cujos nomes se encontram no Livro da Vida.

4.4   Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos.

4.5   Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor.

4.6   Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.

4.7   E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.

4.8   Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.

4.9   O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco.

4.10   Alegrei-me, sobremaneira, no Senhor porque, agora, uma vez mais, renovastes a meu favor o vosso cuidado; o qual também já tínheis antes, mas vos faltava oportunidade.

4.11   Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação.

4.12   Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez;

4.13   tudo posso naquele que me fortalece.

4.14   Todavia, fizestes bem, associando-vos na minha tribulação.

4.15   E sabeis também vós, ó filipenses, que, no início do evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja se associou comigo no tocante a dar e receber, senão unicamente vós outros;

4.16   porque até para Tessalônica mandastes não somente uma vez, mas duas, o bastante para as minhas necessidades.

4.17   Não que eu procure o donativo, mas o que realmente me interessa é o fruto que aumente o vosso crédito.

4.18   Recebi tudo e tenho abundância; estou suprido, desde que Epafrodito me passou às mãos o que me veio de vossa parte como aroma suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus.

4.19   E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades.

4.20   Ora, a nosso Deus e Pai seja a glória pelos séculos dos séculos. Amém!

4.21   Saudai cada um dos santos em Cristo Jesus. Os irmãos que se acham comigo vos saúdam.

4.22   Todos os santos vos saúdam, especialmente os da casa de César.

4.23   A graça do Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito.


Fonte :   Sociedade Bíblica do Brasil

terça-feira, 4 de março de 2014

HINOS DE LOUVOR

HINOS DE LOUVOR E ADORAÇÃO A DEUS, NO CONGRESSO DA UMADEL (UNIÃO DA MOCIDADE DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS - MINISTÉRIO BELEM, EM LORENA - SP.
03/03/2014

IRMÃO ALEXANDRE


IRMÃ SABRINA


IRMÃ HELEN SILVA


UMADEL


UMADEL



IRMÃO WESLEY


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

"MINHA FORMATURA DE BACHAREL EM TEOLOGIA"


Salmos

100.1   [Salmo de ações de graças] Celebrai com júbilo ao SENHOR, todas as terras.


100.2   Servi ao SENHOR com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico.

100.3   Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio.

100.4   Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome.

100.5   Porque o SENHOR é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade.


FORMATURA REALIZADA EM 25 DE JANEIRO DE 2014 NA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO BELEM EM LORENA - SP
















domingo, 9 de fevereiro de 2014

1° CULTO DOMINICAL NO ANO DE 2014

PRIMEIRO CULTO DOMINICAL DO ANO DE 2014 NA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO BELEM - CONGREGAÇÃO DA VILA CIDA EM LORENA - SP - 05/01/2014

1ª Parte

Hinos congregacionais, leitura da palavra de Deus, oração e louvores




2ª Parte

Hino com a irmã Eunice



3ª Parte

Irmã Natália



4ª Parte

Circulo de oração, jovens e adolescentes




5ª Parte 

Oração, Louvor e Pregação



6ª Parte
Término do 1º Culto dominical de 2014


Deus abençoe a todos irmãos e irmãs, que adoraram ao Senhor Deus, nessa noite maravilhosa, onde Deus abençoou grandemente o seu povo, que ali estava presente e que essas bençãos sejam estendidas a todos que através dessa página visualizarem esse culto de louvor e adoração ao nosso Deus.

A MORTE DE FARAÓ

Faraó morreu, junto com seu exército, no Mar Vermelho?

Confesso que quando ouvi, na nossa última aula de Êxodo, em sala, sobre este assunto, no meu pensamento estava: "morreu!" mas na hora não me lembrava onde se confirmaria, na Bíblia, sua morte. A aula acabou, mas agora com mais tempo e calma, enviamos aos irmãos argumentos que irá retirar esta dúvida! Mas vamos lá.
1ª EVIDÊNCIA DA MORTE DE FARAÓ
Se lermos o episódio da passagem dos Israelitas pelo Mar Vermelho e o afogamento do exército de Faraó aparentemente o mesmo não morreu naquela ocasião, porém iremos perceber que ele também estava lá:
Êxodo 14:28-30,
28 As águas, tornando, cobriram os carros e os cavaleiros, todo o exército de Faraó, que atrás deles havia entrado no mar; não ficou nem sequer um deles.
29 Mas os filhos de Israel caminharam a pé enxuto pelo meio do mar; as águas foram-lhes qual muro à sua direita e à sua esquerda.
30 Assim o Senhor, naquele dia, salvou Israel da mão dos egípcios; e Israel viu os egípcios mortos na praia do mar.
O texto acima, se refere ao exército de Faraó, e não especificamente ao Faraó, contudo, observe com cuidado o texto abaixo, anterior ao citado acima e que forma o contexto:
Êxodo 14.4: Eu endurecerei o coração de Faraó, e ele os perseguirá; glorificar-me-ei em Faraó, e em todo o seu exército; e saberão os egípcios que eu sou o Senhor. E eles fizeram assim.
"ele os perseguirá", ele ( Faraó ) sai de fato atrás dos Israelitas com seu exército, sendo assim, a primeira evidência vem dos textos acima: Deus endurece o coração de Faraó, ele sai a perseguir Israel. A glorificação de Deus, segunda a leitura natural do texto, consistiu-se na morte deles no mar, Deus fala: "...glorificar-me-ei em Faraó, e em todo o seu exército;...", ou seja, a morte eram para ambos, Faraó e seu exército.
A história também nos ajuda - no passado, era comum os reis, Faraós, comandarem ou irem na linha de frente dos seus exércitos numa batalha.
Faraó tinha ainda, muitos motivos para ir à frente desta "batalha":
Primeiro: Pelo ódio de ter sido humilhado por Moisés, um "desertor" do possível "trono" de Faraó;
Segundo: A humilhação de, tendo nas mãos um cetro, é vencido por um pastor de ovelhas com um "cajado" nas mãos ( Gênesis 46.34 b: "...porque todo pastor de ovelhas é abominação para os egípcios. );
Terceiro: O "derramar" de todas aquelas pragas que os "feriu de morte" em seu orgulho e crença em tantos deuses, representados nos animais e elementos como água, ar, fogo e que era objeto da idolatria egípcia , além da sua desonra como "deus", posto que o Faraó era tido como um deus que nascera homem e que governava acima de tudo de de todos, inclusive das questões da natureza; e
Quarto: A perda de forma repentina e drástica de todos os primogênitos do Egito e de seu primogênito e sucessor ao trono.
Temos assim, razões para afirmar que faraó foi afogado com os seus exércitos, quando Yaveh "fechara" o mar que tinha sido aberto para Israel passar em solo seco, lhe dando grande livramento que ficaria registrado para fortalecimento da fé de toda geração subsequente.
2ª EVIDÊNCIA DA MORTE DE FARAÓ
A hermenêutica ( que fala de interpretação de textos), a hermenêutica bíblica tem uma de suas regras principais: "a Bíblia explica a própria Bíblia", sendo assim o contexto ( que fica antes e depois dos texto que se lê ) pode estar, em outro capítulo, ou até livro que comprove, ajude ou esclareça o entendimento.
Neste caso, a 2ª evidencia deixa claro que Faraó também foi afogado e morreu no mar vermelho.Êxodo 14
24 Na vigília da manhã, o Senhor, na coluna do fogo e da nuvem, olhou para o campo dos egípcios, e alvoroçou o campo dos egípcios;
25 embaraçou-lhes as rodas dos carros, e fê-los andar dificultosamente; de modo que os egípcios disseram: Fujamos de diante de Israel, porque o Senhor peleja por eles contra os egípcios.
26 Nisso o Senhor disse a Moisés: Estende a mão sobre o mar, para que as águas se tornem sobre os egípcios, sobre os seus carros e sobre os seus cavaleiros.
Então vejamos: Faraó saiu com seu exercito, no seu cavalo e com seu carro, de forma que podemos inferir que ele era naquele momento além de um chefe, um cavaleiro, as rodas de seu carro também atolava, para ele era noite enquanto para Israel era dia dado a coluna de fogo que os iluminava e quando, em meio ao mar, o mesmo por ordem divina e através da ação de Moisés, voltou sobre os cavaleiros ninguém escapou, nem mesmo o "cavaleiro-Chefe"! Glória a Deus.

Mas leia ainda o Salmos 136:13-15: " Àquele que dividiu o Mar Vermelho em duas partes, porque a sua benignidade dura para sempre; e fez passar Israel pelo meio dele, porque a sua benignidade dura para sempre; mas DERRUBOU A FARAÓ COM O SEU EXÉRCITO NO MAR VERMELHO, porque a sua benignidade dura para sempre; "Assim, o livro inspirado de Salmos, atesta de vez que Faraó foi afogado com o seu exército no Mar Vermelho.

Pr Rangel Gomes

Pesquisa feita na internet, pela irmã Denise.

A BÍBLIA E JESUS

A Bíblia e Jesus !                                      1. Em Gênesis Jesus é: O nosso Criador (Gn 1) e A Semente da mulher. (3:15)...