domingo, 6 de dezembro de 2015

OS PERGAMINHOS DO MAR MORTO E O NOVO TESTAMENTO

Entre os milhares de fragmentos de pergaminhos antigos encontrados nas cavernas próximas do Mar Morto, havia documentos que foram escritos por judeus de Qumram antes da vinda de Jesus. Eles eram contra a instituição sacerdotal de Jerusalém e acreditavam que Deus fez uma nova aliança com eles. 

PROFECIA DE ISAÍAS

Em Isaías 40:3 lemos: “ק֣וֹל קוֹרֵ֔א בַּמִּדְבָּ֕ר פַּנּ֖וּ דֶּ֣רֶךְ יְהוָ֑ה יַשְּׁרוּ֙ בָּעֲרָבָ֔ה מְסִלָּ֖ה לֵאלֹהֵֽינוּ׃” 
A primeira parte da frase pode ser traduzida como "uma voz clamando no deserto" ou "a voz daquele que clama no deserto". A tradução Septuaginta Greco-Judaica toma a segunda opção, imaginando uma pessoa em particular (Φωνὴ βοῶντος). Traduz o original em Hebraico como "voz do que clama no deserto", "prepare o caminho do Senhor, endireitai os caminhos do nosso Deus." Esta decisão de tradução pelos sábios judeus de Alexandria foi aceita pelos Evangelhos (Marcos 1:3).


INTERPRETAÇÃO DO QUMRAN

A comunidade de Qumran (ou dos Pergaminhos do Mar Morto) tinha certeza de que não era João Batista, mas sim a sua comunidade isolada, a realização desta profecia de Isaías (1Q 8.12b-16b). Toda a sua vida religiosa foi uma resposta de protesto ao que eles viram como a corrupção do Templo de Jerusalém (nisso eles concordavam com os primeiros seguidores de Jesus). A ênfase de João na cerimônia de purificação da água, sua origem sacerdotal, seu estilo de vida isolado, sua missão quase idêntica, sua dieta, sua mensagem apocalíptica e localização podem ser sinal de que o seu ministério começou a desenvolver-se em associação com a comunidade de Qumran e depois em oposição direta.

Fonte : eTeacherbiblical

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

BÍBLIA NO OCIDENTE

Bíblia - Conjunto de Livros, escritos no hebraico, grego e aramaico, que contam como foi criação do mundo, a história dos primeiros povos, a formação do povo de Deus, a Lei, os Juízes, os Profetas, e a vinda de Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, a sua obra aqui na Terra e a História dos cristãos primitivos, e a doutrina dos Apóstolos, e livro das revelações do Apóstolo João.
A Bíblia é dividida em: Velho Testamento, escrito em hebraico e alguns trechos em aramaico e o Novo Testamento escrito em grego.

Livros que compoem a Bíblia da Igreja Católica Romana

Velho Testamento

Pentateuco - os 5 primeiros livros : Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.

Históricos - Josué, Juízes, Rute, 1° e 2° Samuel, 1° e 2° Reis, 1° e 2° Crônicas, Esdras, Neemias, Tobias, Judite, Ester, e 1° e 2° Macabeus.

Sapienciais ou Poéticos - Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria, Eclesiástico.

Proféticos - Isaias, Jeremias, Lamentações, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Abdias (Obadias), Jonas, Miqueias, Naum, Sofonias, Habacuc, Ageu, Zacarias, Malaquias.

Total de 46 livros no Velho Testamento.

Novo Testamento 

Evangelhos - Mateus, Marcos, Lucas e João.

História da Igreja - Atos dos Apóstolos.

Epístolas de São Paulo - Romanos, 1ª e 2ª Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1ª e 2ª Tessalonicenses. 

Epístolas Pastorais -  1ª e 2ª Timóteo, Tito.

 Filêmom.

Autor desconhecido - Hebreus

Epístolas Católicas - Tiago, 1ª e 2ª Pedro, 1ª, 2ª e 3ª João, Judas.

Revelação - Apocalípse

Total de 27 livros no Novo Testamento, totalizando assim, 73 livros, enquanto a Bíblia Protestante contém 66 livros, 39 no Velho Testamento e 27 no Novo Testamento.

Livros que não estão incluídos na Bíblia Protestante - Tobias, Judite, 1º e 2º Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, totalizando 7 livros, que são chamados deuterocanônicos.


Fonte :  Bíblia Sagrada Ave-Maria, Bíblia Sagrada , Tradução da CNBB, Bíblia de Estudo Dake.

Pesquisado por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia


OURO E LUZES NO TEMPLO




Uma das construções mais famosas da antiguidade era o Templo de Jerusalém. Muitos autores exaltaram a beleza desta edificação e do"candelabro de ouro puro" (Êxodo 25:31) que iluminava o local.
Contendo copos de azeite em forma de "flores de amêndoas, cada uma com cálice e pétalas", era um objeto verdadeiramente incrível esculpido de uma única peça de ouro.

O Templo de Jerusalém era famoso mundialmente por sua maravilhosa arquitetura e a beleza dos utensílios utilizados pelos sacerdotes. Um dos utensílios mais conhecidos era o candelabro de sete braços. A palavra original usada em hebraico para descrever este candelabro em Êxodo 25 é menorá (מנורה). Apesar de o Templo não existir mais, a mesma palavra – menorá – é usada para chamar o candelabro de nove braços que ainda é aceso na festa de Chanuká. 
Você sabia que a palavra menorá vem da palavra nur que significa "chama" ou "tocha"?

Fonte : eTeacherBiblical

domingo, 22 de novembro de 2015

DÉBORA, UMA MÃE EM ISRAEL



Quase todos os principais heróis da Bíblia são homens: Abraão, Moisés, Isaías e Jesus. E as heroínas? Vamos aprender um pouco mais sobre uma das mulheres mais poderosas na Bíblia, uma das poucas mulheres que é conhecida como profetiza. Você sabe quem foi ela?


UMA JUÍZA COM FERRÃO DE ABELHA

Antes do estabelecimento da monarquia sob o reinado de Saul, líderes locais chamados shoftim (juízes) serviram como líderes dos israelitas. Essa época ficou conhecida como o período dos Juízes, e a maioria dos juízes era homem, com apenas uma exceção: Débora. Ela é famosa por liderar os israelitas na batalha contra os cananeus no vale de Jezreel, como está escrito no capítulo 4 do livro de Juízes. O nome Débora significa "abelha" em hebraico, uma alusão à ferroada que ela infligiu aos cananeus.

UMA MULHER BÍBLICA EXCEPCIONAL
O mais incrível de Débora são os títulos que ela recebe na Bíblia: "E Débora, mulher profetisa, mulher de Lapidote, julgava a Israel naquele tempo" (Juízes 4:4).
Se o fato de Débora - uma mulher - ter servido como juíza já não era suficientemente surpreendente, a Bíblia ainda se refere a ela como profetiza. A palavra hebraica neviah (נביאה), que é o feminino da palavra profeta (navi), é muito rara e aparece apenas cinco vezes em toda a Bíblia. Mas o capítulo seguinte da Bíblia exalta Débora ainda mais: "como mãe em Israel você se levantou" (em b’Yisrael) (Juízes 5:7). É a única vez que esse título aparece na Bíblia, fazendo de Débora uma matriarca verdadeiramente excepcional.

Fonte :  eTeacherBiblical

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

RELAÇÃO DO SENTIDO DA VIDA NA VISÃO DE RUBEM ALVES, COM O FILME ANTES DE PARTIR

O filme nos traz a história de dois homens que tinham estilo diferente de vida, um era abastado, e empresário bem sucedido, e o outro um mecânico que tinha menos recursos, e ambos foram diagnosticados com câncer e tinham pouco tempo de vida.
Dois homens que não se conheciam, vieram a se tornar amigos dentro de um quarto de hospital.
Edward o empresário, o próprio dono do hospital, pôde em seus últimos meses de vida proporcionar ao mecânico Carter, alguns momentos alegres que possivelmente ele não tinha condições financeiras para vivenciar, como por exemplo, conhecer lugares que possivelmente uma pessoa limitada financeiramente como era o caso do mecânico não poderia conhecer,
Enquanto Carter, o mecânico pôde mostrar a Edward, o valor de se ter uma família, e que a família foi seu sustento nas horas da sua dificuldade e provavelmente a sua fé em Deus permitiu que Carter lutasse contra a doença.
Após a morte de Carter, Edward testemunhou diante de muitos que durante os meses de convivência com ele, pôde aprender muita coisa, e que tinha conhecido um amigo, e que esse amigo o ensinara a dar um maior valor no sentido da vida, principalmente em que se refere a família.
Dois homens que não se conheciam, tiveram a oportunidade de proporcionar um ao outro em seus últimos meses de vida a oportunidade de por pouco tempo, serem felizes, embora Carter parecia que tinha sido mais feliz nos seus dias de vida.
Mas o vínculo entre os dois propicia o nascimento de algo mais, que nenhum dos dois estavam contando.  A partir do interesse recíproco, da troca do sofrimento compartilhado com intimidade, ressurge a vida.
O que era para ser simplesmente divertido, é transformador.  Conquistam a chance de se conhecer, de se auto conhecer.  Revisam o passado, transformam o presente.  Deixam de temer o futuro.

Fonte :  Trabalho realizado por Maria de Fátima Santos Pereira, do filme ANTES DE PARTIR.

domingo, 8 de novembro de 2015

O AMOR DE DEUS

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16
Quando analisamos a palavra amou nesse versículo bíblico podemos perceber a profundidade do amor de Deus pela humanidade.
Não estamos diante de um sentimento humano, mas sim o que o Pai Celestial sentiu pela humanidade quando a seu Filho enviou para salvar o homem que dEle se distanciara.
Segundo joseph H. Mayfield em Comentário Bíblico Beacon, a palavra amou em grego é  egapesen, que é o amor que se move pelos interesses dos outros, sem pensar nos próprios interesses.
É um amor que deseja arriscar tudo por alguma vantagem para outra pessoa, que não considera nenhum preço muito alto se outra pessoa puder receber algum benefício.
Que prova de amor Deus deu para a humanidade, para nosso próprio benefício e para que pudessemos ter alguma vantagem, deu o seu Filho unigênito para morrer por todos, e o preço não foi ouro e nem prata que são de alto valor, mas o sangue de Jesus que foi derramado para a remissão dos pecados de nós todos.
Deus pensou na nossa salvação, na nossa reconciliação e deu-nos a maior prova de amor, prova essa que custou um alto preço. 
Podemos perceber também que o Filho amado de Deus Pai, por amor se deu por nós, obedecendo ao Pai e cumprindo assim tudo o que era necessário ser feito para que a humanidade seja reconcilada com o Pai das luzes.
Glória ao Pai, ao Filho, e ao Espírito Santo, ao Deus triuno que é grande e poderoso e o seu amor por nós não tem fim.

Fonte :  Bíblia Sagrada
Comentário Bíblico Beacon
Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia

sábado, 7 de novembro de 2015

NOTÍCIAS DO MUNDO CRISTÃO


A luta dos 90.000 padres casados da Igreja católica
Dos sacerdotes casados no último meio século (desde o Concílio Vaticano II, em 1965), se disse que eram desertores. De uma década para cá aparecem como profetas. Em todo o mundo existem cerca de 90.000, dos quais pouco mais de 6.500 são espanhóis. São muitíssimos, se considerarmos que a Igreja romana tinha 413.418 sacerdotes (19.058 na Espanha) no ano passado, além de um grave problema de vocações.
Com o número de católicos que conta o Vaticano (1,214 bilhão), a relação entre pastores e ovelhas (segundo a terminologia usual) é preocupante, de acordo com estimativas do próprio papa Francisco: 2.939 paroquianos por sacerdote e 236.555 por bispo. Essa é a primeira análise do Congresso Internacional da Federação Europeia de Padres Católicos Casados, que acontece neste fim de semana no centro de congressos Fray Luis de León, Guadarrama (Madri).
A Europa é o continente em que mais se vê a crise do catolicismo. “Uma vinha devastada pelos javalis do relativismo”, disse em 2010 o papa emérito Bento XVI. À diminuição das vocações sacerdotais, se junta um decréscimo de 9% dos padres ativos e o envelhecimento dos clérigos restantes (66 anos de média de idade). Os padres casados são a solução, ou melhor, a solução seria decretar o celibato opcional, não obrigatório, como fizeram outras religiões cristãs, e até mesmo abrir o sacerdócio para a mulher, como as igrejas protestantes? Francisco tem essas opções sobre a mesa. Ele mesmo reconheceu que a flexibilização das leis do celibato é uma porta aberta, descartando radicalmente, por outro lado, a ordenação de mulheres. Ele disse isso em abril de 2014, forçado por declarações prévias de seu secretário de Estado, o arcebispo Pietro Parolin, que haviam causado um curioso sobressalto midiático. “O celibato obrigatório não é um dogma da Igreja e pode ser discutido porque é uma tradição eclesiástica”, disse o primeiro-ministro do Papa.
A lei do celibato obrigatório (de forma que a ordenação sacerdotal se torna um impedimento ao casamento) foi promulgada no Segundo Concílio de Latrão, em 1139. Até então, os padres se casavam, e também alguns papas. Embora o Vaticano tenha parecido prestes a abrir uma porta para o celibato opcional, as regras não mudaram. Mas o fizeram dezenas de milhares de sacerdotes, em uma crise que dizimou, ou mais, os efetivos clericais. O debate agora parece inexorável. Os padres casados, no entanto, sofreram um calvário. O sacramento do sacerdócio, como o do matrimônio, é para sempre, de modo que só pode ser anulado caso se demonstre que tramitou com graves defeitos de forma e de fundo. Roma raramente aceita saídas desse tipo, de forma que muitos sacerdotes casados abandonaram o exercício de sua função sem qualquer formalidade e apenas uma minoria decidiu pedir a redução ao laicato.
Em casos raros, o padre casado continuou exercendo como tal, com o consentimento tácito de seu bispo

Pelo celibato opcional

É um processo que leva anos e que nem sempre termina bem. É o que dizem as normas do Vaticano, aprovadas no pontificado de Paulo VI, início da crise, sob o título de ‘Sacerdotalis coelibatus’: “Antes que proponham à Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé a causa da redução ao estado laical com a dispensa das obrigações relacionadas com a ordenação sagrada, os bispos (para os padres) e os superiores maiores (para os religiosos) devem fazer todo o possível durante um tempo adequado para ajudar o solicitante (orator) a superar as dificuldades que tem, tais como, por exemplo, mediante a transferência para outro lugar onde esteja livre de perigos, com o apoio, conforme o caso, de colegas e amigos do solicitante, familiares, médicos e psicólogos. Se tudo isso não der resultado e o solicitante insistir em pedir a licença, devem ser fornecidas as informações necessárias para a questão”.
Em casos raros, o padre casado continuou exercendo como tal, com o consentimento tácito de seu bispo, sempre que houvesse uma comunidade de fiéis que o aceitasse. Há centenas de casos na Espanha. Também há cerca de quinhentos sacerdotes casados responsáveis por paróquias por encargo episcopal. Trata-se de sacerdotes vindos dos países da Europa de Leste, que em suas igrejas — ortodoxas, mas católicas — podem se casar.
O celibato obrigatório não afeta o núcleo da fé e, portanto, pode ser revogado a qualquer momento
Julio Pinillos
O congresso de padres casados, vindos de praticamente todos os países europeus, lida com esses números, mas serve principalmente aos princípios. “O celibato obrigatório é uma norma disciplinar imposta em um momento determinado. Ela não afeta o núcleo da fé e, portanto, pode ser revogada a qualquer momento pelo Papa. De fato, em todas as outras Igrejas cristãs, o celibato, quando existe, é opcional. Ou seja, os sacerdotes ortodoxos, anglicanos e protestantes podem se casar ou permanecer celibatários. Mas na Igreja católica o celibato é obrigatório, ou seja, é uma conditio sine qua non para poder ser sacerdote”, diz Julio Pinillos, casado e, no entanto, aceito como padre em uma comunidade de paroquianos em um bairro de Madri. Pinillo foi presidente da federação internacional de padres casados entre 1993 e 2003.
Na hierarquia eclesiástica manifestaram-se posições diferentes sobre esse triplo objetivo, como constatou o comitê executivo da Federação Internacional de Padres Católicos Casados, (FICCC, da sigla em espanhol) entre 1993 e 1996, quando conseguiu se reunir com bispos e cardeais de diferentes países. Muitos foram os que lhes fecharam a porta, mas foram muitos e importantes os que os “alentaram com palavras de esperança”, dizem em um documento interno. O cardeal Aloísio Lorscheider disse: “Vocês não são desertores, mas pioneiros”; outro cardeal brasileiro, Dom Luciano Mendes de Almeida, afirmou: “Por que esse desperdício de sacerdotes?”; o cardeal Hume (Inglaterra): “Falarei com Roma”; o bispo Pere Casaldáliga, em uma eucaristia em sua casa em São Félix do Araguaia: “Corresponde a vocês defender o celibato opcional, como corresponde a mim defender os pobres do Brasil. Façam isso com dignidade, perseverança e diálogo”, e o bispo Alberto Iniesta (emérito de Madri): “O Evangelho não me autoriza a dizer-lhes que o que estão tentando não seja evangélico. Será um longo caminho. Façam-no a partir e com a comunidade”.
A taxa de aceitação do padre casado, de acordo com as últimas estatísticas publicadas, atinge 80% nos Estados Unidos, 75% na Europa e 73% na Espanha. Além disso, a FICCC, que reúne 34 países de quatro continentes, debate outros princípios, que são objetivos “de importância crescente” nas palavras de Pinillos. “São a defesa do celibato opcional, além da renovação dos ministérios e a procura de uma Igreja servidora do homem de hoje”.
Além do manifesto final aprovado na tarde de domingo, o congresso termina com o lançamento do livro ‘Curas en unas comunidades adultas’, no qual o Moceop (Movimento pelo Celibato Opcional), presidido por Ramón Alario, apresenta alguns marcos de uma história de quase 40 anos. Alario diz: “Com o livro nós fechamos, por enquanto, uma etapa e mostramos o ponto a que chegamos, que não é outro senão aquele do qual, a nosso ver, a evolução dos serviços comunitários nunca deveria ter se afastado: o primado e o papel fundamental da comunidade de fieis acima e além de todas as tarefas que originalmente e teoricamente estão a seu serviço. Não se trata de que com isso renunciamos à reivindicação inicial — o caráter opcional do celibato — que está em nossas origens, mas que a colocamos na perspectiva em que adquire todo o seu sentido de serviço: a comunidade adulta. Aí reside o desafio de uma verdadeira reforma e atualização das nossas igrejas: que haja e existam autênticas comunidades adultas e maduras”.

Fonte :  El País

RECONCILIADOS EM JESUS

Em Jesus somos salvos, perdoados, libertos, restaurados, pois Ele foi enviado pelo Pai, para a salvação da humanidade.
O homem, que por causa dos nossos primeiros pais, ou seja Adão e Eva, por terem entrado pelo caminho da desobediência, perdeu a comunhão com Deus, e essa comunhão só pôde ser restaurada mediante o sacrifício que Jesus fez por nós, morrendo em uma cruz, foi sepultado, mas ao terceiro dia ressurgiu dentre os mortos, andou por 40 dias no meio dos discípulos e ascendeu ao céu, e está assentado à direita de Deus Pai Todo Poderoso.
O Filho Amado de Deus, nasceu à semelhança de Adão, sem pecado, e ao contrário do primeiro homem, trilhou o caminho da obediência, e isso nos trouxe a reconciliação.
Por causa do pecado de um só, todos se tornaram pecadores, mas por causa da obediência de um só, ou seja, de JESUS CRISTO, todos podem ser reconciliados na presença de Deus Pai.
O Pai prometeu que enviaria o seu Santo Espírito por intermédio de seu Filho, e cumpriu a sua promessa no dia de Pentecostes, e ainda hoje, continua derramando sobre à vida de todos os que crêem no sacirifício de Jesus, o Seu Santo Espírito.
A obra realizada por Jesus foi completa, e na cruz, o Filho disse: ESTÁ CONSUMADO.
Jesus consumou a obra que Deus designou à Ele, e hoje podemos desfrutar da sua paz, da sua presença em nosso meio, na pessoa do Espírito Santo, o Consolador que Deus prometeu.
Jesus não nos deixou órfão, o Espírito Santo, que veio  enviado pelo Pai pela intercessão do Filho, está conosco todos os dias até a consumação dos séculos, nos trazendo paz, alegria, nos dando força, nos orientando, nos fortalecendo, e nos dando a certeza que somos filhos de Deus, pois cremos no sacrifício realizado por Jesus na cruz, e que esse sacrifício nos trouxe à reconciliação com o Pai Todo Poderoso, que criou os céus e a terra.
Jesus, o Filho Amado, o salvador da humanidade, o Deus forte e poderoso, o Deus que nos consola e que nos orienta, à Ele toda honra, glória e louvor.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

POR QUE PROTESTANTES ?

O termo protestante, não tem sua orígem no ato da Reforma realizada por Martinho Lutero.
A palavra "protestantismo" tem sua orígem no fato que  se deu em 1529, durante a campanha da Reforma Luterana, a Dieta de Espira (Alemanha) resolveu que não se fariam mudanças religiosas na Alemanha até a reunião de um concílio geral; por conseguinte, católicos e luteranos ficariam nas posições até então assumidas.  Esse decreto provocou o protesto de seis príncipes e catorze cidades imperiais em 19 de abril de 1527.  Daí o nome de "protestantes" que lhes foi dado.
O substantivo "protestante" só entrou em uso no século XVIII, passando a designar todos os cristãos reformados que se opõem a Roma.  Atualmente preferem serem chamados de "evangélicos", como se autodenominavam os reformados do século XVI; tal título, porém, não é exclusivo do protestantismo, pois os católicos também se podem chamar evangélicos, como também, evangélicos podem ser chamados católicos.(1)

Fonte :  Estevão Tavares Bittencourt, OSB, Crenças, Religiões, Igrejas, Seitas, Quem são ?, 8ª edição ampliada e atualizada.
(1) frase acrescentada por Edilberto Pereira

OS PILARES DO PROTESTANTISMO

Somente a Fé. Ao contrário do pensamento moderno, as Escrituras ensinam que o homem é essencialmente mal, e isso qualquer um ancorado na própria realidade pode perceber. Então, como alguém nessa situação de miséria moral e espiritual é declarado inocente diante do Justo Juiz? O protestantismo diz: somente pela fé, ou seja, a justificação vem pela confiança no Cristo Crucificado, naquele que assume toda a nossa culpa e responsabilidade. “O justo viverá pela fé”, disse o profeta hebreu Habacuque ressoado pelo apóstolo Paulo.
Somente a Escritura. A autoridade em matéria de fé do protestante não é a palavra do clérigo, a tradição dos seus avós, a visão do profeta, as resoluções de um concílio, os delírios do vidente, a revelação do carismático, as utopias do revolucionário ou as teorias do cientista social. É tão somente as Sagradas Escrituras, a Palavra do Santo Deus. A Palavra é a autoridade, e não determinada escola de interpretação. O livre exame das Escrituras não significa a livre interpretação ou uma criatividade exegética. Como texto, a Escritura possui uma só mensagem que nos desafia a cada dia.
Somente Cristo. Não há nenhum outro mediador entre Deus e o homem, senão Cristo.  O que liga o homem a Deus não é o sacerdócio do líder religioso, nem a confissão auricular, nem a magia do animista... Todos os homens podem ter o livre acesso a Deus por meio de Jesus Cristo. Todo homem nascido de novo é um sacerdote. O véu do templo já está rasgado!
Somente a Graça. A salvação, entendida como a comunhão eterna com Deus, não é fruto do mérito, do esforço ou das obras humanas. É mérito, esforço e obra apenas e tão somente de Cristo Jesus. A graça é a palavra certa para definir esse novo relacionamento com Deus. É o favor imerecido vindo do Todo Poderoso, o Senhor Soberano que se derrama em misericórdia.
Somente a Deus a Glória. A glória pertence apenas a Ele. Não há líder religioso, político ou militar que mereça as honras que a Deus é devida. Nem os homens virtuosos do passado, nem os virtuosos do presente merecem a exaltação que é dada ao Nome que está acima de todos os nomes.

Fonte :  Teologia Pentecostal - Gutierres Fernandes Siqueira

A BÍBLIA E JESUS

A Bíblia e Jesus !                                      1. Em Gênesis Jesus é: O nosso Criador (Gn 1) e A Semente da mulher. (3:15)...