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segunda-feira, 12 de setembro de 2016
domingo, 11 de setembro de 2016
sábado, 10 de setembro de 2016
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
HUMILHAR-SE PARA CRESCER
O servo de Deus, Neemias, após ter sido informado por seu irmão Hanani, que os restantes que ficaram do cativeiro estavam em grande miséria e desprezo, e o muro de Jerusalém fendido, e as suas portas, queimadas a fogo(Ne 1.3), chorou e lamentou-se por alguns dias por saber da situação de seu povo, orou ao Senhor Deus pedindo perdão pelos pecados do seu povo, o qual ele também se incluíra.
Falando com o rei, pediu permissão para que pudesse ir a Judá, á cidade dos sepulcros de seus pais, para edificar a cidade.
Neemias se mostrou disposto a erguer a cidade, obteve autorização do rei, e mais do que isso, ele declarou que tudo isso se deu porque a boa mão do Senhor lhe fora favorável(Ne 2.18). Mostra-nos a palavra do Senhor o quão importante é um servo ou uma serva de Deus reconhecer que tudo o que ele ou ela faz para o bem, é porque a mão do Senhor está trabalhando em favor deles, e de todos que se dispoem a fazer a obra do Senhor.
Jesus disse que sem Ele nada poderemos fazer (Jo 15.5). Quando o homem e a mulher reconhecem que Deus é quem opera tudo em todos, e que somente Ele é grande, e que dependemos da bondade do Senhor para conosco, sempre iremos declarar que a mão do Senhor nos é favorável, e que nada é porque somos alguma coisa ou fazemos alguma coisa, mas sim porque Ele está conosco, nos dando força e coragem para vencer as barreiras, e assim com Deus a nossa frente a obra de Deus será realizada.
A Palavra de Deus nos diz em 1 Pe 5.6: Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que, a seu tempo, vos exalte.
Neemias humilhou-se perante o seu Deus, e obteve êxito em sua tarefa de edificar à cidade dos sepulcros de seus pais.
Assim, todo cristão quando se humilha debaixo da potente mão de Deus, no tempo de Deus, é exaltado e a obra do Senhor é realizada com excelência, pois a mão do Senhor lhe é favorável.
O homem e a mulher que reconhece que Deus é soberano, e se humilha na sua presença, esperando no tempo certo de Deus, desfrutará das bençãos do Senhor, e serão testemunhas vivas da palavra que nos escreveu o Apóstolo Paulo, que em Cristo somos mais do que vencedores (Rm 8.37), pois nada pode separar de Deus aqueles que nele confiam (Rm 8.35), e assim a obra que Deus tem posto em nossas mãos, será realizada porque Ele é fiel e a sua mão nos é favorável.
Sejamos sábios, tementes à Deus, façamos como nos ensina as escrituras, e certamente seremos bem sucedidos em todas as coisas, pois a mão do Senhor nos será favorável para o nosso bem, porque com humildade entregamos o nosso caminho ao Senhor nosso Deus.
Fonte : Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia - baseado na Palavra de Deus
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
DEZ MANDAMENTOS DO BOM TEÓLOGO
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Todo bom teólogo seguirá e entenderá esses mandamentos à risca.
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1. Não tente explicar o inexplicável (Há questões que são para somente crer, não para explicar.);
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2. Evite concentrar-se em especulações ou discussões em questões secundárias que não levam ninguém ao céu ou impedem de ir ao inferno (Isso é perda de tempo precioso que poderia estar sendo investido em outras questões edificantes para a Igreja, e mais, muitos por causa dessas discussões teológicas infindáveis perderam amigos e fizeram inimigos.);
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3. Aprenda a dizer: “Não Sei”. (Se você não sabe, não enrole.);
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4. Domine o vocabulário teológico, leia muitos livros teológicos, continue fazendo cursos, se aperfeiçoando, estude, estude, estude…;
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5. Não esqueça de seu momento com Deus, ore muito, leia muito a Bíblia;
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6. Duvide de suas dúvidas (seja um pesquisador constante, vá atrás, não se contente com as dúvidas);
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7. Lembre-se que os motivos que unem os crentes são maiores do que os que os afastam (Enfatize as harmonias, as semelhanças e não os conflitos. Com exceção da apologética cristã que é útil e bíblica e milita contra heresias e seitas pseudo cristãs, não fique a criticar essa ou aquela denominação cristã por que seguem uma linha teológica diferente da sua. Seja sábio, teologia não é pra isso.);
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8. Lembre que o teu conhecimento teológico deve servir para levar a salvação aos perdidos e a edificação aos salvos e não para constranger ou humilhar teus irmãos (Você estudou para ser um melhor servo, não para ser senhor da razão. Às vezes, mesmo estando certo, o melhor é ficar calado para em uma oportunidade mais edificante argumentar e até mesmo, abençoar os opositores);
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9. Pregue e ensine com fervor e autoridade suas certezas e convicções e jamais as suas dúvidas (quando prega ou ensina uma questão ou tema que não possui convicção ou opinião formada, apenas causa confusão em quem o ouve);
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10. Não use a teologia como vaidade ou engrandecimento pessoal, use-a para edificação do Corpo de Cristo (lembre-se que deve servir e não ser servido).
Fonte : Universidade da Bíblia
ARREPENDIMENTO GENUÍNO
Oito atitudes que demonstram arrependimento genuíno
Published by Daniel Santos Jr on 29/08/2016
Quem já não teve que ouvir, da boca de alguém que lhe causou algum mal, o famoso pedido: “Você me perdoa?”. Decidir sobre um pedido de perdão como esse sempre desperta em nós a dúvida quanto à sua legitimidade. Não é fácil saber se a pessoa entende o que está pedindo e, mais importante ainda, se entende a gravidade do que fez. A lista abaixo contém o que ouso chamar de 8 atitudes indispensáveis àqueles que se dizem arrependidos e buscam perdão. Elas são encontradas no Salmo 51 e descrevem uma situação genuína de alguém buscando o perdão.
1. Uma pessoa genuinamente arrependida sai em busca de compaixão e não em defesa dos seus direitos.
“Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade” (Sl 51.1). Se você perceber que a pessoa que lhe pede perdão tenta simultaneamente defender seus direitos de ter falado ou feito o que fez, é possível que ele ou ela não tenha entendido o significado de arrependimento. A grande possibilidade é que não tenha havido arrependimento de jeito nenhum. Uma pessoa verdadeiramente arrependida lança sua súplica em busca de compaixão e não de justiça. Se aquilo que alguém pede pode ser adquirido por meio da justiça, essa pessoa não deveria estar pedindo perdão.
2. A maior motivação de uma pessoa genuinamente arrependida é voltar ao estado de pureza diante de Deus.
“… segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões. Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado” (Sl 51.2). A sequência de palavras usadas pelo salmista revela sua motivação: “Apaga” significa retirar um item de uma lista escrita. Moisés pediu a Deus, em uma ocasião, que “riscasse” seu nome do livro. Embora os termos, em português, sejam diferentes, originalmente são idênticos. “Lava” e “purifica” apontam para o ritual de purificação prescrito na lei mosaica. Assim, quando uma pessoa, verdadeiramente arrependida, pede perdão, seu objetivo principal é restaurar sua pureza espiritual para gozar novamente da comunhão com Deus. Sim, é isso mesmo. Se uma pessoa quer o seu perdão apenas para ter paz com você, é possível que não esteja verdadeiramente arrependida. O alvo final de perdoar aos que nos ofenderam é para que tenham paz com Deus.
3. Uma pessoa genuinamente arrependida sabe identificar com clareza contra quem pecou.
“Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mau perante os teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar” (Sl 51.4). Alguns tipos de ofensas têm implicações amplas e, por isso, ofendem diversas pessoas. Mesmo que tais ofensas sejam diferentes em grau, uma pessoa genuinamente arrependida sabe identificar, na ordem correta, aqueles que foram ofendidos. O adultério de Davi foi uma ofensa contra Deus, contra sua esposa, contra Bat-Sheba, contra Urias, contra o povo, etc. Porém, ao dirigir sua súplica a Deus, Davi sabe que o maior ofendido foi Deus. Pessoas que ainda não sabem disso ou se recusam a fazer isso têm uma compreensão errônea do significado de arrependimento, ou não se arrependeram ainda. Não conceda o seu perdão a alguém que ainda não entende o significado daquilo que busca. Ajude-a a entender e, então, conceda o perdão.
4. Uma pessoa genuinamente arrependida reconhece o direito daquele que a julgará.
“… de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar” (Sl 51.4). Nem todos os que buscam o nosso perdão entendem que “perdão” e “julgamento” são duas coisas diferentes. Em alguns casos, estão também sob a responsabilidade de pessoas diferentes. Davi recebeu o perdão de Deus, mas o castigo pelo que fez não foi suspenso. O profeta Natã lhe advertiu que o seu castigo seria ver o seu filho fazer publicamente aquilo que ele fez na surdina. Então, faça o teste. Se alguém pedir o seu perdão, considere com ele ou ela a possibilidade de o perdão não suspender a pena. Pessoas que não estão genuinamente arrependidas terão dificuldade de aceitar um perdão que não traga junto a suspensão da pena.
5. Uma pessoa genuinamente arrependida sabe o que fez de errado e sabe também o modo correto que deveria ter sido feito.
“Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe. Eis que te comprazes na verdade no íntimo e no recôndito me fazes conhecer a sabedoria” (Sl 51.5-6). Quando Davi foi confrontado pelo profeta Natã, ele contou-lhe uma pequena parábola que simulava o mesmo pecado que tinha cometido. Após ouvir a história narrada na parábola, Davi emitiu o seu juízo. Isso demonstra que sabia como deveria ter agido. O que fez não foi por ignorância e nem por ter nascido em iniquidade. Nada disso justifica sua atitude, pois ele demonstrou que sabia distinguir o certo do errado. Se você concede o seu perdão a alguém que ainda não entendeu o modo correto como deveria ter agido, é possível que o perdoado incorra novamente no mesmo erro.
6. Pessoas genuinamente arrependidas temem a santidade de Deus.
“Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades” (Sl 51.9). Dois sentimentos importantes que precisam ser visíveis, na pessoa que busca seu perdão, são o de vergonha do erro cometido e o de receio da presença de Deus. Quando Israel ofendeu a Deus com a adoração do bezerro de ouro, a sua ira se ascendeu e ele decidiu não mais permanecer entre o seu povo. O motivo apresentado foi que isso poderia causar a destruição do povo (Êx 33.1-5). Mesmo diante dessa ameaça, aquela geração não demonstrou sinais de temor da santidade de Deus. Essa atitude acabou confirmando, mais tarde, que o arrependimento deles não era genuíno.
7. Uma pessoa arrependida estabelece planos e metas para resistir o pecado.
“Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável. Não me repulses da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário. Então, ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores se converterão a ti” (Sl 51.10-13).Formular um plano de restauração do pecado pode ser uma tarefa que exija o auxílio de alguém com experiência. Mesmo assim, uma pessoa arrependida deve ter em mente os caminhos que lhe conduzirão, cada dia mais, para perto de Deus e, cada vez mais, para longe do pecado. No caso do salmista, ele pede a Deus três coisas: 1) um espírito inabalável: o resultado de um coração renovado por Deus; 2) o Espírito Santo:aquele que capacitava Davi a ser um rei segundo o coração de Deus. Pedir para que Deus não retirasse o Espírito não significa perder a salvação, mas perder a unção que o capacitava para sua função de rei. 3) Finalmente, Davi pedeum espírito voluntário, que pode ser também traduzido como “espírito inclinado” ou “espírito nobre”. Se Davi tivesse estabelecido e seguido esse plano desde o início, ele não teria se envolvido em adultério com Bat-Sheba.
8. Uma pessoa genuinamente arrependida tem um espirito quebrantado.
“Pois não te comprazes em sacrifícios; do contrário, eu tos daria; e não te agradas de holocaustos. Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus” (Sl 51.16-17). Davi não confessou seu pecado voluntariamente; ele teve que ser confrontado pelo profeta Natã. Todavia, no instante em que foi confrontado ele parou de insistir em seu erro. Na linguagem do salmo, coração quebrantado é o sacrifício que realmente agrada a Deus. Uma pessoa verdadeiramente arrependida precisa demonstrar que parou de lutar para se defender ou justificar o seu erro. Quebrantamento não tem a ver com argumentos. Uma pessoa não se torna quebrantada por não ter mais o que responder, mas sim porque decidiu não mais lutar para esconder ou justificar seu erro.
Como você pode ver, os oito passos acima não se aplicam a situações triviais. Não use esses oitos pontos para perdoar alguém que derrubou um café em sua roupa. O propósito desta lista é guiar pastores e líderes em situações mais graves.
Uma última ressalva: o que deve acontecer primeiro? A pessoa deve receber o nosso perdão e depois demonstrar esses oito aspectos ou o contrário disso? Primeiro a pessoa deve demonstrar essas atitudes. Ouvir da boca de uma pessoa “eu te perdoo” não resolve quase nada se não estivermos cientes dessas atitudes e dispostos a aceitá-las.
Fonte : Palavra Prudente
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