quinta-feira, 7 de setembro de 2017

BÍBLIA - O LIVRO DOS LIVROS ( 1ª PARTE)

Por que a Bíblia, como um livro, é tão diferente dos outros?
A Bíblia é diferente de todos os outros livros pelo fato de conter as origens da criação, as alianças de Deus com os homens, a história de Israel e da Igreja Apostólica, as profecias reveladoras do futuro, bem como por revelar o insondável amor de Deus na pessoa de Jesus Cristo como o Salvador do mundo. Portanto, a Bíblia Sagrada poderia ser definida como uma só frase – Ela é a Palavra de Deus.
Como Palavra de Deus, ela não contém erro de qualquer espécie. Um exemplo – Em 1865, críticos da Bíblia relacionaram “50 erros científicos” encontrados nela. Vinte anos mais tarde, nenhum daqueles supostos erros ficou confirmado.
Vale a pena ouvir o que algumas pessoas célebres falaram acerca da Bíblia.
Cardeal Arcoverde disse: “Que regra mais pura e santa, que caminho mais seguro para o homem público, para o político, do que a verdade vinda do céu, pregada e ensinada pela boca de um Deus e registrada no livro do evangelho? Leia-se, pois, medite-se no livro santo do evangelho!”
Ivan Espíndola de Ávila, meu colega da Academia Evangélica de Letras do Brasil, disse: “Impressiona-nos, na contemplação do mundo atual, a exatidão das Sagradas Escrituras. Nestes nossos tempos, com a precisão admirável, cumprem-se previsões do velho e bendito livro. Páginas proféticas assumem o sabor de crônicas contemporâneas, em que fatos e feitos, na história e através dos homens, proclamam a veracidade da eterna palavra, que não falhou e nem falhará. Por isso é tempo de voltar à Palavra de Deus. E é isso que a humanidade está fazendo, depois de tantas fugas. Depois de procurar tantos caminhos, onde a frustração lhes foi fatal, os homens retornam ao caminho, ao único e verdadeiro caminho. E, nesse caminho, em sentido de libertação e esperança, brilha a palavra, que é luz e lâmpada de Deus.”
Charles Spurgeon, famoso pregador inglês, escreveu: “Depois de ter pregado o evangelho por quarenta anos, e de ter impresso os sermões que preguei semanalmente durante trinta e seis anos, tendo estes alcançado o número de 22 mil, creio que devo ter direito a dizer algo sobre a riqueza e plenitude da Bíblia como o livro do pregador. Irmãos, ela é inesgotável. Não haverá perigo de ficarmos secos se nos apegarmos ao texto deste volume sagrado. Não haverá dificuldade em arranjar assuntos totalmente distintos dos já usados; a variedade é tão infinita como a sua plenitude. Uma longa vida mal dá para ladear as margens deste continente de luz. Nos quarenta anos do meu ministério tenho podido apenas tocar a orla das vestes da verdade divina, mas que virtude já fluiu dela! A Palavra é como o seu Autor – infinita, imensurável, eterna. Se fosses ordenado ao ministério por toda a eternidade, terias na mão tema suficiente para as exigências eternas.”
Em que Sentido a Bíblia é a Palavra de Deus?
A Bíblia é a Palavra de Deus por ter sido inspirada por Ele. Ao longo de suas páginas afirma-se duas mil e oito vezes que Deus é seu Autor. No Novo Testamento, essa autoria divina é reclamada 225 vezes, cerca de 50 vezes pelo próprio Senhor Jesus.
Sendo a Palavra viva de Deus, é de se esperar que encontremos nela um vínculo que unifique todos os seus livros, apesar de estes terem sido escritos em épocas diferentes e em lugares distintos. Esse vínculo é a apresentação, direta ou indireta, que cada livro bíblico faz da pessoa de Jesus.
Que Tipo de Influência Exerce a Bíblia em Nossa Sociedade?
Caro leitor, como Palavra de Deus, a Bíblia exerce poderosa e benéfica influência onde quer que é difundida. “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração” (Hb 4.12,13).
Deus mesmo afirma – “Assim será a palavra que sair da minha boca; não voltará para mim vazia” (Is 55.11), e o apóstolo Paulo fala do evangelho como o “poder de Deus” e da transformação gerada por este mesmo evangelho na vida do que o aceita – “É nova criatura: as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Co 5.17).


A Bíblia apresenta a sí mesmo como alimento (Am 8.11), como fogo (Jr 23.29), como luz (Sl 119.105), como leite (1 Pe 2.2), como mel e como ouro (Sl 19.10), como espelho (Tg 1.23-25), como martelo que esmiúça a penha (Jr 23.29), como espada (Ef. 6.17) e como semente (1 Pe 1.23).
A Bíblia é um todo e não pode ser alterada. Acrescentar-lhe ou tirar-lhe algo, seria danificar sua perfeição absoluta (AP 22.18,19). O cânon da Escritura está fechado. Outras obras lançam luz valiosa sobre ela, mas a Bíblia permanece incomparável, única e completa.
Outra razão que torna-a o mais precioso livro do mundo é a sua atualidade. Embora escrita há milênios, sua mensagem é hoje mais atual “do que o jornal que vai circular amanhã”, usando as palavras do evangelista Billy Graham. As outras obras, mesmo as mais famosas, perdem a atualidade porque se prendem unicamente à vida presente. A Bíblia, no entanto, trata tanto desta como da outra vida, abrangendo o presente e o futuro.
Analisando a situação mundial à luz da Bíblia, percebe-se que os ensinos desta, se adotados pelas nações, resolveriam os seus principais problemas. Eis alguns problemas:
Provérbios 22.6 – ordena aos pais que instruam os filhos no caminho reto;
Romanos 13.6,7 – ensina aos industriais e comerciantes a pagarem devidamente as taxas impostas pela lei;
1 Timóteo 6.1 – ordena que os empregados trabalhem honestamente;
Romanos 13.1-5 – ordena ao povo em geral que ore pelos governantes e obedeça às autoridades;
1 Timóteo 2.1-3 – ensina que todos devemos colaborar com o Governo, orando por ele, para que Deus lhe dê uma administração sábia e segura. Tanto este texto como o de Romanos 13.1-5 partem do princípio de que as autoridades, como ministros de Deus, devem ser justas, que castigam os maus e louvam os bons;
Estas passagens da Bíblia, se postas em prática, modificariam completamente a situação do mundo, eliminando a corrupção e as injustiças sociais.
Qual o Significado da Palavra “Bíblia”?
A palavra bíblia, como plural de biblion, que no grego significa “livro”, sugere a idéia de livros ou biblioteca. Jerônimo usou a apropriada expressão “biblioteca divina” para as Escrituras. A Bíblia, na realidade, compõem-se de uma coleção de 66 livros, sendo 39 no Antigo e 27 no Novo Testamento.
Para redigir a sua Palavra, Deus inspirou mais de 40 autores, dentre eles os estadistas Josué e Daniel, o legislador Moisés, o poeta Davi, o sábio Salomão, os profetas Isaías e Jeremias, o médico Lucas, o filósofo Paulo, o coletor de impostos Mateus, e os pescadores Pedro, Tiago e João. Estes e muitos outros gastaram, ao todo, dezesseis séculos na redação da Bíblia, começando por volta de 1500 a .C. e terminando no final do primeiro século da nossa era.
A Bíblia divide-se em duas grandes partes – Antigo e Novo Testamentos. O primeiro foi escrito originalmente na língua hebraica, com algumas passagens em aramaico, e se completou cerca de 434 a .C. O Novo Testamento foi escrito no grego popular, o koinê, contendo também algumas frases em aramaico. Teve o seu surgimento entre os anos 53 e 96 d.C. Portanto, entre o último livro do Antigo Testamento e o primeiro do Novo, há um lastro de quase quinhentos anos, no qual se insere um período de tempo chamado interbíblico, em que surgiram os principais livros apócrifos, ou seja, não inspirados por Deus.
Acredita-se que foram os escribas Esdras e Neemias que, por volta de 480 a.C., na grande reforma religiosa daquela época, agruparam os livros do Antigo Testamento na forma como hoje se encontram na Bíblia. Até aquela data, os livros sagrados dos judeus permaneciam separados uns dos outros.
Esses livros agrupados receberam o nome de Texto Massorético (a Massora, corpo de tradições), o único reconhecido pelos judeus como verdadeiro e digno de toda confiança. Nesse texto, ou nas cópias dele, baseiam-se as Bíblias modernas.
Não havendo imprensa de qualquer espécie no período em que foram escritos, todos os livros bíblicos foram redigidos à mão e divulgados por meio de cópias manuais. Os copiadores, chamados escribas, copistas ou massoretas, tinham tal respeito pelo texto sagrado e tão grande cuidado em não alterá-lo que, antes de iniciarem a cópia de qualquer parte da Bíblia, contavam o número de palavras e letras nelas contidas. Dessa forma, esses homens sabiam o número exato das palavras e letras de cada um dos trinta e nove livros do Antigo Testamento. Sabiam também quantas vezes ocorria cada letra.
Os copistas não admitiam rasuras de espécie alguma. Se, depois de pronta uma cópia, fosse constatada nela algum erro, mesmo o mais simples, tal cópia eram totalmente destruída. 
Apesar das épocas remotas em que foram copiados os livros bíblicos, a arte da escrita já havia alcançado significativo progresso, principalmente quanto à qualidade da tinta – uma mistura de carvão com um líquido desconhecido, capaz de conservar-se maravilhosamente durante muitos séculos.
Quais Foram as Primeiras Traduções da Bíblia?
Como conseqüência dos setenta anos de cativeiro na Babilônia, e em virtude da forte influência do aramaico, a língua hebraica se enfraqueceu. Todavia, os fiéis à tradição de preservar os oráculos em sua própria língua, os judeus não permitiam, ainda, que fossem esses livros sagrados vertidos para outro idioma. Alguns séculos depois mais tarde, porém, essa atitude exclusivista e ortodoxa teria de dar lugar a um senso mais prático e liberal. Com o estabelecimento do império de Alexandre o Grande, a partir de 331 a.C., o grego popularizou-se a ponto de tornar imprescindível uma tradução da Sagrada Escritura para essa língua.
Segundo o escritor Aresteas, a tradução grega foi feita por setenta e dois sábios judeus (daí o seu nome Septuaginta), na cidade de Alexandria, a partir de 285 a.C., a pedido de Demétrio Falário, bibliotecário do rei Ptolomeu Filadelfo. Terminada trinta e nova anos mais tarde, essa versão assinalou o começo de uma grande obra que, além de preparar o mundo para o advento de Cristo, deveria tornar conhecida de todos os povos a Palavra de Deus. Na igreja primitiva, era essa versão conhecida de todos os crentes.
Nem todos os livros do Antigo Testamento, infelizmente, foram bem traduzidos da “Septuagina”, razão pela qual Orígenes, por volta de 228 d.C., compôs a Hexapla, ou versão de seis colunas, contendo a versão grega dos Setenta e as três traduções gregas do Antigo Testamento efetuadas por Áquila do Ponto, Teodoro de Éfeso e Simaco de Samaria. Estas Três últimas foram realizadas, respectivamente, em 130, 160 e 218 d.C. Além destas constavam nas duas últimas colunas o texto hebraico e o mesmo texto em grego. Esta grandiosa obra, constituída de cinqüenta volumes, perdeu-se provavelmente quando os sarracenos saquearam Cesaréia em 653 d.C.
Em 382 d.C., o bispo Dâmasco encarregou Jerônimo de traduzir da Septuaginta para o latim o livro dos Salmos e o Novo Testamento, o que ele fez em três anos e meio. Mais tarde, um novo bispo assumia a direção da Igreja em Roma e percebia, com inveja, a grande cultura e influência de Jerônimo. Este, perseguido e humilhado, se dirige a Belém, na Terra Santa, e ali estuda e trabalha durante trinta e quatro anos na tradução de toda a Bíblia para a língua latina. Jerônimo escreveu ainda vinte e quatro livros de comentários bíblicos, um conjunto de biografias de eremitas, duas histórias da igreja primitiva e diversos tratados.
Mais tarde, a Bíblia de Jerônimo ficou conhecida como Vulgata (vulgar), e foi a base de todas as traduções durante os mil anos seguintes. No Concílio de Trento (1545-1547), a igreja católica proclamou a Vulgata como a autêntica versão das Escrituras em latim, e pronunciou um anátema “sobre qualquer pessoa que afirmasse que qualquer livro que nela se achava não fosse totalmente inspirado em toda a parte”.
Discordando da posição do concílio tridentino, muitos eruditos modernos acham a Vulgata uma tradução pobre, com algumas falhas graves.
O que Vem a Ser os Códices e Manuscritos Bíblicos?
A partir do quarto século depois de Cristo, os livros cristãos passaram a ser escritos em códice, do latim códice, palavra derivada de caudex, que era uma tabuinha coberta de cera, na qual se escrevia com um estilete metálico denominado stylus.
O códice era a “forma característica do manuscrito em pergaminho, e assim denominada por oposição à forma do rolo” (Aurélio). Reunidos por um cordão que passava por orifícios feitos no alto dos exemplares, à esquerda, os códices ficavam em forma de livro, portanto bem mais práticos de serem manuseados que os antigos rolos.
Os mais importantes códices são:
– O Sinaíticus: Produzido cerca de 325 d.C., contém todo o Antigo Testamento grego, além das epístolas de Barnabé e parte do Pastor de Hermas. Foi encontrado pelo sábio alemão Constantino Tischendorf, em 1844, no mosteiro de Santa Catarina, situado na encosta do Sinai. Tischendorf viu 129 páginas do manuscrito numa cesta de papel, para serem lançadas no fogo. Percebendo o seu enorme valor, levou-as para a Europa. Em 1859 voltou ao mosteiro e encontrou as páginas restantes. Doada pelo seu descobridor a Alexandre II, da Rússia, essa preciosidade foi posteriormente comprada pela Inglaterra pela vultosa quantia de cem mil libras esterlinas. Está no Museu Britânico desde 1933.
– O Alexandrino: De meados do quarto século d.C., contém o Antigo Testamento grego e quase todo o Novo, com omissões de 24 capítulos de Mateus, cerca de quatro de João e oito da Segunda Carta aos Coríntios. Contém ainda a Primeira Epístola de Clemente de Roma e parte da Segunda. Está no Museu Britânico.
– O Vaticano: Do quarto século d.C., contém o Antigo e o Novo Testamento com omissões. Está na Biblioteca do Vaticano.
– O Efraemi: Produzido por volta de 450 d.C., acha-se na Biblioteca Nacional de París.
– O Baza: Encontrado por Teodoro Baza no mosteiro de Santo Irineu, na França, em 1581, está vinculado ao quinto século d.C., e encontra-se atualmente na Biblioteca de Cambridge, Inglaterra.
– O Washington: Produzido nos séculos quarto e quinto d.C., acha-se no museu Freer, na capital dos EUA.
Há, ainda, vários outros códices de menor importância, expostos em museus e bibliotecas de várias partes do mundo. Somente de livros do Novo Testamento, completos ou em fragmentos, conhecem-se hoje 156.
Em se tratando de manuscritos em rolos, o mais antigo e o mais importante de todos foi encontrado casualmente em 1947 por um beduíno, numa bem dissimulada gruta, nas proximidades de Jericó, junto ao Mar Morto. Examinado pelo professor Sukenik, da Universidade Hebraica de Jerusalém, revelou-se pertencer ao terceiro século antes de Cristo. Contém o livro completo de Isaías e comentários de Habacuque, além de outras importantes informações sobre a época em que foi escondido. É mais conhecido como – Os Rolos do Mar Morto.
Quais e o Que são os Chamados Livros Históricos da Bíblia?
Os hebreus denominavam de Primeiros Profetas os livros Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis, considerando-os, porém, como quatro. Eles contrastam esses livros com os Últimos Profetas, que eram Isaías, Jeremias, Ezequiel e os Doze Profetas Menores, também considerados como quatro livros.
Os termos primeiros e últimos não se referem necessariamente à sua cronologia histórica, mas ao primeiro e segundo grupo de livros. Os primeiros fornecem o cenário histórico aos últimos.
A designação desses livros históricos como “profetas” enfatiza o fato de que apresentam uma história religiosa ou com um objetivo religioso. Os primeiros profetas são históricos; os últimos, exortativos.
É interessante observar que Jesus, na parábola dos lavradores maus, que vem a ser a história resumida de Israel, menciona que o proprietário da vinha enviou seus servos em dois grupos, os primeiros e os últimos. Afirma a Bíblia que “os principais sacerdotes e os fariseus, ouvindo estas parábolas entenderam que era a respeito deles que Jesus falava” (MT 21.45).
A denominação de históricos classifica em geral os doze livros de Josué a Ester. Diferem dos livros de Moisés, os quais também são históricos quanto à ênfase fundamental.
O Pentateuco traça a história redentora desde a criação até a morte de Moisés, mas dá destaque à aliança e aos alicerces legislativos de Israel. Os livros históricos, por outro lado, dramatizam o movimento histórico da nação durante toda a sua história na Palestina. Embora contenham temas religiosos e interlúdios exortativos (vários ciclos de juízes e profetas), a investida maior é no desenvolvimento histórico de Israel.
Sua autoria – Todos os doze livros históricos são anônimos, em contraste com os últimos profetas, todos identificados. Foram visivelmente escritos ou compilados por vários indivíduos que possuíam o dom profético.
Quatro desses são geralmente considerados como tendo como autores principais – Josué, Samuel, Jeremias e Esdras. Este último com o auxílio editorial do sumo sacerdote Eleazar, além dos profetas Natã e Gade.
É evidente que Jeremias foi auxiliado na compilação de Reis pelo seu secretário, Baruque. Na maioria dos casos, foram aproveitados nesses livros vários documentos e crônicas, usados sob a orientação do Espírito Santo pelos autores ou compiladores.
Movimento Histórico – Estes livros registram a história de Israel desde a ocupação da Palestina sob a liderança de Josué, passando pelas apostasias que levaram o povo a ser expulso pelos assírios e babilônios, até a restauração parcial pelos persas. O período cobre cerca de 1000 anos, de 1405 até 425 a .C.
Estes livros dão a estrutura histórica ao restante do Antigo Testamento até a época de Neemias e Malaquias. Vão de Moisés, o legislador, até Esdras, mestre da lei. As palavras finais de Moisés, em Dt 20-30, constituem uma introdução excelente aos livros históricos. Ou, digamos, os livros demonstram exatamente o que Moisés disse naqueles capítulos sobre o que seria feito pelo Senhor no caso de serem ou não obedientes.
Fonte: Universidade da Bíblia - www.universidadedabiblia.com.br

terça-feira, 15 de agosto de 2017

RESGATADOS POR CRISTO


Em Cristo Jesus somos resgatados, pois Ele deu a sua vida por nós.
Nele somos libertos do pecado, e podemos caminhar sem vacilar, basta apenas que confiemos na sua palavra e o seu retorno aguardar.
Não sabemos o dia da sua vinda, e nem o momento que iremos partir para a etenidade, mas sabemos que em Cristo Jesus estamos guardados, e por Ele estamos livres de toda condenação.
Glorificar ao Deus Pai por sua obra, que através  de seu filho amado Jesus Cristo resgatou das mãos de satanás a humanidade que estava perdida.
Hoje, todo aquele(a) que crê, passa da morte para a vida, da condição de perdido(a) para a condição de salvo(a) em Cristo Jesus.
A humanidade caída ganhou uma nova chance de se por em pé diante do Criador, pois através do sangue derramado por Jesus Cristo na cruz do calvário, o homem e a mulher pode ser restaurado, e ganhou a liberdade de se chegar a Deus, por causa do sangue vertido pelo salvador Jesus.
Em Jesus, o nosso amigo, o nosso guia amado e fiel, podemos depositar toda nossa confiança, pois Ele é fiel e verdadeiro, e morreu pelo mundo inteiro.
Ele voltou para o Pai, e o Pai por intermédio dele enviou o seu Espírito Santo, para estar conosco todos os dias da nossa vida, até a consumação dos séculos.
O Deus Pai, Filho, e Espírito Santo, o Deus triuno bem presente, está a nos chamar para a sua santa presença e nele descansar, pois só Nele encontramos paz, descanso, proteção e a eterna salvação.
Glória ao Pai, ao Filho, e ao Espírito Santo, o Deus tremendo e onipotente, o Deus eterno e onisciente, o Deus santo e onipotente.  Ele é o Deus santo e verdadeiro.
Sejamos gratos a Ele, pois somente Ele teve e tem por nós um amor sem fronteiras.  Agradeçamos a Ele, e o sirvamos de todo nosso coração, pois somente Ele é o autor da nossa salvação.

Fonte:  Texto redigido por Edilberto Pereira - bacharel em Teologia - baseado na Bíblia Sagrada.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

JESUS VOLTARÁ


Muitos estão vivendo atualmente de maneira tal que parece não haver promessa alguma de algum acontecimento já anunciado há séculos.
Casa-se, dá-se em casamento, banquetes, luxo, e o ser humano muita das vezes tem se esquecido de se preparar para a vida pós morte.
Séculos se passaram, mas a promessa que Jesus voltará não perdeu a validade.  Ele voltará, e os sinais que estão ocorrendo no mundo, serve para nos deixar alerta para essa grande realidade.
Deus enviou Jesus Cristo ao mundo para nos salvar.  Através dEle temos a salvação, os nossos pecados perdoados, e nos tornamos um nova criatura.
Assim como Deus havia prometido que enviaria seu filho, e essa promessa foi cumprida, há a promessa que Ele virá novamente para arrebatar o povo que o aceitou como salvador, o povo que crê no sacrifício que Ele fez, e que estão aguardando a sua vinda.
Deus é fiel, e todas as suas promessas, foram cumpridas e as que ainda não se cumpriram hão de acontecer certamente.
Enquanto Ele não vêm, Ele continuará abençoando o seu povo, o povo separado para glorificar e enaltecer o nome santo do todo poderoso.
Deus continua salvando, curando, libertando, perdoando pecados, batizando com o Espírito Santo, continua fazendo maravilhas no meio do seu povo, que é a igreja universal, que são todas as pessoas em todas as partes do mundo, que o recebem como salvador.
Estejamos preparados, pois a promessa da sua vinda para buscar a Igreja se cumprirá, e para que possamos ir para o céu, precisamos ser santos, separados para o serviço de Deus, porque Ele é santo.
O povo de Deus aqui na terra, junto com os que já partiram para a eternidade, breve irão se encontrar nos ares com Jesus, no evento que chamamos de arrebatamento.
Os mortos em Cristo, ressuscitarão primeiro, e os que estiverem vivos, serão transformados.
Façamos parte deste povo, sejamos a Deus, leais, porque breve a trombeta soará, e a promessa da sua vinda se cumprirá.

Fonte:  Texto redigido por Edilberto Pereira - bacharel em Teologia - baseado na Palavra de Deus

domingo, 30 de julho de 2017

APROXIMAR DE DEUS, CONFIAR EM DEUS E ANUNCIAR AS SUAS OBRAS


Mas, para mim, bom é aproximar-me de Deus; pus a minha confiança no Senhor Deus, para anunciar todas as tuas obras.  Salmos 73:28
Aproximar-se de Deus faz com que o homem e a mulher tenham uma vida transformada, pois quanto mais se aproximarem de Deus, mais e mais se aumentará a comunhão com o Pai Eterno.
O próprio Deus convida a todos para o buscarem, pois nele o ser humano encontra paz, segurança, e somente nele há salvação.
Pondo em Deus a nossa confiança, fará com que, o medo, as angústias, as desilusões, sejam cada vez mais afastadas da nossa vida.
Confiar em Deus, é entregar-se compçetamente aos seus cuidados, cientes de que Ele é o provedor de todas as coisas, e que nele encontramos soluções para as causas possíveis e impossíveis, pois Ele pode todas as coisas.
Quanto mais nos aproximamos e confiamos em Deus, adquiriremos experiências que aumentarão a nossa fé e também a fé dos que nos ouvem, pois certamente iremos anunciar com gratidão todas as obras realizadas por Deus em nossa vida.
Deus fará maravilhas na vida de todas as pessoas que por intermédio de seu filho Jesus Cristo, se chegam a Ele, pois somente através de Jesus, o homem e a mulher pode aproximar-se de Deus, por causa do sacrifício realizado por Jesus, derramando seu sangue inocente, sem mácula, por toda a raça humana.
Pessoas no mundo inteiro têm encontrado razão para viver, por intermédio da fé no filho de Deus, que morreu em uma cruz,mas ressuscitou ao terceiro dia e está intercedendo por nós.  Ele voltou para o Pai, mas o Pai por intermédio do Filho, enviou o Espírito Santo para estar conosco todos os dias, e é o Espírito Santo que nos convence do pecado, da justiça e do juízo.  O Espírito Santo habita no coração de cada ser que se arrepende de seus pecados e crê no sacrifício realizado por Jesus.
Aproxime-se de Deus, confie em Deus, e anuncie todas as suas obras, porque Ele é fiel, e grandes coisas realizará na vida de todas as pessoas que nele crê.

Fonte:  Texto redigido por Edilberto Pereira, bacharel em Teologia, baseado na Palavra de Deus.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

PAPIRO

O papiro ou junco egípcio tem hastes suaves de três lados que normalmente atingem uma altura de dois e meio a três metros (às vezes até cinco metros), e uma espessura de cinco a oito centímetros na base, com um grande feixe de ramos na extremidade.  Antigamente, o papiro crescia em grande abundância ao longo das margens do rio Nilo, quase formando uma selva densa.  As inflorescências pálidas e fulvas no topo das hastes eram usadas para adornar os templos egípcios e para coroar as estátuas dos deuses.  O papiro também era utilizado na confecção de pequenos recipientes e na fabricação de papel.
Significativamente, os manuscritos de papiro sobreviveram durante mais de 2.000 anos no Egito.  Várias cópias de livros da Bíblia escritos em papiro foram recuperadas.  Muitos deles datam dos séculos I, II ou III d.C., fornecendo as primeiras cópias do Novo Testamento.  Os estudiosos usam estas cópias para fazer as edições do Novo Testamento em grego, que são então traduzidas.  Da próxima vez que você pegar uma Bíblia em seu idioma moderno, seja grato por todos os manuscritos de papiro que foram descobertos.

Fonte:  Bíblia de estudo cronológica aplicação pessoal

A ORÍGEM DO UNIVERSO

A Bíblia não discute o tema da evolução, mas sua perspectiva pressupõe que Deus criou o mundo.  A visão bíblica da criação não está em conflito com a ciência, mas em conflito com qualquer teoria que comece sem um criador.
Os cristãos comprometidos e sinceros tiveram dificuldades como tema dos começos, e chegaram a diferentes conclusões.  Isto era de se esperar, porque a evidência é muito antiga, e está bastante fragmentada, devido aos estragos promovidos pelos anos.  É preciso evitar polarizações e teorias extremas.  Aqueles que estudam a Bíblia devem tomar cuidado para não entender que a Bíblia diz o que ela não diz, e os que estudam a ciência não devem entender que a ciência diz o que ela não diz.
O aspecto mais importante, na contínua discussão, não é o processo da criação, mas a orígem da criação.  O mundo não é um produto do acaso cego e da probabilidade.  Deus o criou.
A Bíblia não apenas nos diz que o mundo fou criado por Deus, mas, o que é ainda mais importante, nos diz quem é esse Deus.  Ela revela a personalidade de Deus, seu caráter, e seu plano para sua criação.  Ela também revela o desejo mais profundo de Deus - o de se relacionar com as pessoas que criou, e ter comunhão com elas.  Deus deu o passo decisivo em direção à comunhão, na sua histórica visita a este planeta, na pessoa do seu Filho, Jesus Cristo.  Podemos conhecer, de uma maneira muito pessoal, esse Deus que criou o universo.
O livro de Gênesis começa com "criou Deus os céus e a terra".  Os céus e a terra estão aqui.  Nós estamos aqui.  Deus criou tudo o que vemos e vivenciamos.  Aqui, começamos a mais emocionante e satisfatória jornada imaginável.

Fonte:  Bíblia de estudo cronológica aplicação pessoal  -  Almeida Revista e Corrigida

quinta-feira, 15 de junho de 2017

O DEUS DE AMOR


Sabe-se por intermédio da Palavra de Deus, que o Criador criou todas as coisas, tanto no céu como na terra, e que tudo o que Ele fez é bom.
Criou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida, e da costela do varão criou a mulher para ser sua adjuntora (ajudadora).
Tudo o que Deus fez é para glória do seu nome.  Ele é o Todo Poderoso.
Ao ser humano cabe dar ao Eterno honra e glória e procurar agradá-lo em todas as coisas, não por obrigação, mas por agradecimento, pois tudo o que foi feito foi por amor.
Não se tem palavras palavra expressar o amor e o poder de Deus, mas pode-se ser grato por todas as coisas que Ele fez e ainda faz pela humanidade.
Mesmo o ser humano sendo infiel, o Criador mostrou o seu grande amor, enviando o seu Filho para resgatar a humanidade que com a queda do primeiro casal estava distanciado do Eterno.
O Filho de Deus, Jesus Cristo, nasceu semelhante aos homens, cresceu, obedeceu ao Pai, sendo obediente até a morte e morte de cruz.
Após aproximadamente três anos e meio pregando o evangelho, foi crucificado, morreu, mas ressuscitou ao terceiro dia, e está assentado a direita do Pai intercedendo pela humanidade.
O Pai por intermédio do Filho, enviou o Espírito Santo, que está trabalhando no coração dos homens, convencendo-os do pecado, da justiça e do juízo.
O Espírito Santo intercede com gemidos inexpremíveis, Ele testifica no coração do homem e da mulher que crê no sacrifício efetuado pelo Filho, que realmente o que crê é filho de Deus.
O Pai, o Filho e o Espírito Santo é o Eterno Deus, e somente a Ele devemos tributar honra e glória, pois só Deus é fiel, amoroso, misericordioso, perfeito, justo e santo.
O amor de Deus faz com que a humanidade diariamente tenha oportunidade de se reconcilar e voltar-se para o Criador.
As misericórdias de Deus é a causa do homem e da mulher não ser consumido, e a sua misericórdia se renova a cada manhã.
Saibamos aproveitar a oportunidade que nos é dada pelo Criador, e façamos hoje mesmo aliança com Ele, para que possamos desfrutar das suas bençãos e um dia morar eternamente com Ele no céu.

Fonte:   Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia - Baseado na Palavra de Deus

quarta-feira, 14 de junho de 2017

O NOME DE JESUS


Em nome de Jesus, que é o nome sobre todos os nomes que o homem e a mulher, que crê no sacrifício por Ele realizado, tem livre acesso ao Pai tendo suas orações ouvidas e respondidas.
Em nome de Jesus enfermos são curados, demônios são expulsos, problemas são solucionados, pessoas são libertas de todo tipo de mal.
O nome de Jesus tem poder.  Ele venceu o pecado, a morte, ressuscitou e vive eternamente, e está assentado a direita do Pai, intercedendo por todos(as) que Nele crê.
No nome de Jesus, somos agraciados pelo Pai, pois o Filho por amor e obediência resgatou-nos e nos reconciliou com o Pai.
É no nome de Jesus, que podemos alcançar todas as bençãos espirituais.
Foi no nome de Jesus, que os Apóstolos conseguiram vitórias e realizaram milagres e maravilhas.
Foi no nome de Jesus, que Maria sua mãe teve vitória e conseguiu suportar toda dor de ter visto  seu filho ser afrontado e morto, porém teve o privilégio de ver o seu filho ressuscitado e elevado ao céu.
Foi no nome de Jesus, que Maria prosseguiu a sua jornada na presença de Deus.
Foi no nome de Jesus, que Maria, os irmãos de Jesus, os Apóstolos e os demais discípulos foram batizados com o Espírito Santo no cenáculo em Jerusalém.
No passado os cristãos venceram em nome de Jesus, e hoje a nossa vitória só é alcançada em nome de Jesus, que vive e reina eternamente.
O nome de Jesus é poderoso.  Peçamos ao Pai em nome do Filho para que recebamos de Deus todas as promessas a nós concedida.

Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia - Baseado na Palavra de Deus

quarta-feira, 31 de maio de 2017

DEUS É FIEL


Deus é fiel e justo em todos os seus feitos.  Tudo o que Ele faz é perfeito.
Ele criou o homem e a mulher para sua glória, porém o primeiro casal não foram agradecidos ao Criador e desagradaram ao Pai celestial.
Deus pela sua misericórdia e bondade continuou e continua estendendo sua mão forte para o homem pecador, querendo que esse venha a se arrepender e seguí-lo.
A fidelidade de Deus faz com que o homem e a mulher sejam alcançados, pois o prazer do Pai celeste é que todos se salvem e conheçam a verdade.
Ele é fiel e sua misericórdia dura para sempre.  O amor de Deus é desde o princípio e foi manifestado ao homem por meio de Jesus Cristo, o filho amado, a segunda pessoa da trindade, que foi enviado ao mundo para salvar o que se havia perdido.
Em Deus, por meio de Jesus Cristo o homem e a mulher tem a oportrunidade de gozar das bençãos espirituais e da vida eterna.
Deus é fiel, justo, santo, verdadeiro.  Ele é o verdadeiro amor, que faz com que os que nele creem, que têm dentro de si o Espírito Santo que é a terceira pessoa da trindade, tenham certeza da salvação que Jesus ganhou para todos os que nele crê através da sua morte na cruz, por amor ao homem e a mulher que por causa do primeiro casal, estavam distanciados de Deus por causa do pecado.
Deus é fiel, e todas as suas promessas serão cumpridas no tempo determinado.  Deus não falha e nem tarda.
Dos altos céus, Deus olha por todos, e todo aquele que pede algo à Ele em oração por intermédio de Jesus, é ouvido e atendido para glória do seu nome.
Creiamos em Deus Pai todo poderoso, que por amor nos resgatou através do sacrifício de seu filho, que obedeceu e nos reconciliou novamente, e hoje o homem e a mulher pode, se crer no sacrifício de Jesus alcançar a salvação.

Fonte :  Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia - Baseado na Bíblia Sagrada.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

EM DEUS


Em Deus faremos proezas,

Em Deus somos fortes,
Em Deus somos guardados,
Em Deus somos vitoriosos,
Em Deus há galardão,
Em Deus há esperança,
Em Deus temos alegria,
Em Deus somos sustentados,
Em Deus há perdão,
Em Deus há salvação,
Em Deus há reconciliação,
Em Deus há misericórdia,
Em Deus há descanso,
Em Deus há correção,
Em Deus a justiça reina,
Em Deus só há bondade,
Em Deus achamos o caminho,
Em Deus há renovação,
Em Deus há libertação,
Em Deus há transformação,
Em Deus há solução,
Em Deus há exaltação,
E Deus há paz.

Somente em Deus podemos ter firme confiança, pois só Ele nos dá paz, esperança e alegria. 

Fonte:  Edilberto Pereira, Bacharel em Teologia

A BÍBLIA E JESUS

A Bíblia e Jesus !                                      1. Em Gênesis Jesus é: O nosso Criador (Gn 1) e A Semente da mulher. (3:15)...