sábado, 16 de maio de 2015

LIÇÃO BÍBLICA

Jesus e o Seu Poder Sobre as Doenças e a Morte

Resumo baseado na revista Lições Bíblicas Adultos da CPAD - 2º Trimestre de 2015 
(Jesus, o Homem Perfeito - O Evangelho de Lucas, o médico amado) | Lição 7 |
 AD Belém - Congr. Elias Fausto/SP - Jonas M. Olímpio

A demonstração de poder de
Jesus sobre as doenças e a morte
ocorreu por três razões:
expressão de amor,
demonstração de autoridade e
comprovação da sua divindade.
Lucas 4:38,39; 7:11-17 - Ora, levantando-se Jesus da sinagoga, entrou 
em casa de Simão; 
e a sogra de Simão estava enferma com muita febre, e rogaram-lhe por ela.
 39E, inclinando-se para ela, repreendeu a febre, e esta a deixou. E ela,
 levantando-se logo, servia-os. 7:11-17
E aconteceu que, no dia seguinte, ele foi à cidade chamada Naim[1],
 e com ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão; 
12E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam 
um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma
 grande multidão da cidade. 13E, vendo-a, o Senhor moveu-se de
 íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. 14E, chegando-se, 
tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo:
 Levanta-te. 15E o que fora defunto assentou-se, e começou a falar. E
 entregou-o à sua mãe. 16E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus,
 dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo.
 17E correu dele esta fama por toda a Judéia e por toda a terra circunvizinha.

    De acordo com a Bíblia, como podemos conferir em Romanos 5:12, 
a razão da existência da morte é o pecado; portanto, sendo a morte,
 geralmente, consequência de enfermidades, podemos concluir que
 essas fragilidades humanas são de origem maligna. Porém, é necessário
 entendermos também que nem todos os casos de doença signifiquem que
 a pessoa esteja de fato sendo dominada por algum tipo de demônio ou castigada
 por seus pecados, mas sim que ela esteja sendo vítima da própria condição humana
 a que estamos expostos porque somos descendentes de Adão, o primeiro pecador.
 Como vemos, principalmente no livro de Lucas, Jesus travou uma verdadeira
 batalha contra o adversário das trevas, e o resultado foi a libertação de várias pessoas
 que foram curadas e até ressuscitadas (Lc 4:38,39; 7:11-17).
    Um fator extremamente interessante que podemos observar em muitos desses
 casos é que Ele disse às pessoas curadas que elas estavam sendo perdoadas.
 Isso mostra que embora o pecado não seja o único fator que provoque enfermidades
, ele é sim o responsável por muitos casos. Dessa forma, vemos também sua
 grande misericórdia, pois nunca recusa dar seu perdão e usar seu poder para
 curar aqueles que se arrependem verdadeiramente. Apesar de haver de fato uma 
relativa ligação
 entre o pecado e os males que afligem o ser humano, não nos esqueçamos que
 nem sempre todos os que são fiéis a Deus alcançarão o milagre da cura, e também
 que nem todos os que alcançam algum milagre têm suas atitudes aprovadas pelo 
Senhor; pois existe uma razão particular em cada casos, e Ele só age segundo
 os seus próprios propósitos. A maior prova disso é que Ele nos ensina a não temer 
a morte física, mas sim a espiritual (Lc 12:4,5).
    Apesar de ser importante saber a origem de um mal para poder combate-lo, devemos
 ter em mente que a misericórdia divina está muito acima disso. Sim, Satanás age por
 meio de enfermidades e causa a morte, e sabemos também a permissão de Deus
 para essa ação lhe é concedida geralmente quando o homem abre uma brecha 
em sua vida por meio de práticas pecaminosas; porém, há males que são decorrentes
 das condições em que nascemos ou vivemos e do cuidado que temos com o próprio 
corpo. Por isso, nunca julguemos a origem dos problemas de uma pessoa, pois a
 necessidade ou não de um perdão para que ela alcance a solução é entre ela 
e Deus, enquanto que nós, a Igreja, devemos nos limitar a orar intercedendo
 por misericórdia. O próprio Jesus mostrou que nem tudo é originado pelo
 pecado (Jo 9:1-3).
    O que levava Jesus a querer curar - inclusive os pecadores - era a sua
 compaixão[2] por eles, ou seja: Ele sentia suas dores, praticamente se colocava 
no lugar deles e conseguia entender o que estavam passando. Um perfeito exemplo
 disso foi a grande compaixão que Ele sentiu por um leproso que se ajoelhou e disse
 que, se Ele quisesse, poderia limpá-lo (Mc 1:40,41). 
Apenas quem tem verdadeiramente amor em seu coração consegue compreender
 o quanto é horrível a dor alheia e ter, dentro de si, um verdadeiro desejo de eliminá-la
 ou, pelo menos, aliviá-la. Seu amor pela humanidade foi tão grande que Ele, sendo
 um ser divino, demonstrou a mais sensível e pura das emoções humanas quando 
chorou não só por seu amigo Lázaro ao receber a notícia de sua morte (Jo 11:32-35),
 como também pelo povo de Jerusalém mesmo sabendo dos seus muitos pecados 
(Lc 19:41,42).
    Outro motivo para as curas que realizava era a sua revelação à humanidade de 
que Ele é o Messias. Não que Ele precisasse se promover através disso, mas seu 
poder tinha que ser revelado para que todos, de alguma forma, soubessem
 que as profecias a respeito do Salvador estavam se cumprindo (Is 42:6,7; 61:1). 
Na atualidade, muitos pregadores - independentemente do fato de serem falsos profetas 
ou não - usam o nome de Jesus e o seu poder apenas para divulgarem seu 
“marketing pessoal” e ganharem dinheiro sendo por meio da cura ou de falsas curas
 ou sinais de maravilhas; tais obreiros fraudulentos já eram previstos pelo Senhor Jesus
 (Mt 24:11). No entanto, o importante é sabermos que o Verdadeiro Profeta e aqueles
 a quem Ele verdadeiramente enviou tem seus milagres confirmados não somente 
pela cura, mas também pelo perdão dos pecados e pela paz concedida ao coração
 daqueles que os recebem. Você tem fé para receber o Filho de Davi
[3] (Lc 18:38-42)?
    A palavra virtude empregada nos Evangelhos vem do grego dynamis e expressa
 poder e autoridade; esses termos são usados em referência ao Espírito Santo. De
 acordo com alguns textos, em seu ministério terreno, Jesus estava cheio de virtude,
 ou seja: cheio de autoridade e poder (Lc 5:17; 8:43-46). Essa associação de
 autoridade espiritual ao Espírito Santo nos ensina que nada podemos fazer sem os
 dons por Ele concedidos. O que temos ou fazemos não tem origem em nós
 mesmos; apesar de dependerem de nossa busca e boa vontade em executá-los,
 sua fonte está no Alto e, por isso, não temos nenhum direito de nos autogloriarmos,
pois estamos aqui na terra trabalhando temporariamente e com“ferramentas emprestadas”, pelas quais termos um dia que prestar contas ao seu Dono. Você
 quer reconhecimento? 
O reconhecimento de Jesus acontecia porque Ele se deixava usar pela virtude do 
Espírito Santo; Ele não precisava se apresentar, Ele era apresentado pelo poder 
espiritual que estava nEle (Lc 4:14; 5:17).
    É uma simples questão de lógica: cada um só pode dar aquilo que tem! Assim 
sendo, Jesus tinha o que oferecer, tanto aos necessitados de milagres, quanto
 aos necessitados de poder espiritual para exercerem seu ministério. Dessa maneira,
 Ele dotou de autoridade seus discípulos, os quais passaram a ter condições de fazer 
aquilo que Ele fazia (Lc 9:1,2).
 E, da mesma maneira, essa graça foi estendida a nós, a Igreja, juntamente
 com a promessa de que tal dádiva permanecerá conosco até a consumação dos
 séculos (Jo 14:16-18; Mt 28:18-20).
    Em seus milagres de ressurreição, os quais faziam parte de seu ministério
 (Lc 7:22), Jesus comprovou o seu total poder sobre a morte. Com isso, Ele nos 
ensinou que nada está fora do seu controle, pois nem mesmo a vida física do ser 
humano pode se findar se isso estiver fora dos seus propósitos. Essa é também uma
 forma de Ele provar a Satanás que o poder das trevas é extremamente limitado,
 porque nem matar o inimigo pode se isso não for permitido por Deus.
 Essa demonstração de poder sobre esse mal ficou ainda mais evidente quando Ele 
próprio ressuscitou três dias após ter sido crucificado (Lc 24:1-7).
    Mesmo sendo realidade o fato de Ele ter “tomado sobre si as nossas
 enfermidades e levado as nossas doenças”, é uma realidade também o fato de que
 nós, mesmo vivenciando algumas curas milagrosas, ainda enfrentamos
 muitas enfermidades e até estamos sujeitos a morrer por elas como muitos de 
nossos entes queridos que se foram dessa forma; então será que essa promessa
 era somente para a Igreja Primitiva? É claro que não! Pois mesmo em seu ministério terreno, nem todos foram curados. Uma coisa que precisamos ter consciência é que,
 além do propósito em cada ação divina, também existe a questão da nossa fé e da
 nossa santidade; no demais, precisamos considerar ainda nossa responsabilidade
 pessoal com nosso próprio corpo.
 E, principalmente, enquanto estivermos na terra, estamos sujeitos a todos os males
 existentes no mundo e somente quando estivermos num corpo glorioso alcançaremos a 
perfeição e estaremos livres de todos os tipos de sofrimento (Ap 21:4; Lc 21:33).

    Ao contrário da ideologia ensinada pelos triunfalistas - os que pregam a teoria da 
saúde perfeita -, a conduta de Jesus, conforme vemos no livro de Lucas, revela que 
suas bênçãos, o que inclui cura e ressurreição, não são concedidas obrigatoriamente 
em troca simplesmente da fé ou “sacrifícios” que possamos lhe prestar, mas 
dependem exclusivamente da sua soberana vontade, a qual, geralmente, possui um
 motivo que vai muito além do nosso desejo em recebe-las. Muitos foram os servos do 
Senhor que sofreram e até morreram doentes. Estavam eles em pecado? Obviamente
 não! Mas até esse seu desconforto e aparente derrota estavam sob os propósitos 
divinos e foram, de alguma forma, permitidos e usados para a honra e a glória do 
nome de Deus. Jesus não faz nada para satisfazer nosso ego; suas ações visam
 suprir reais necessidades (Lc 9:11,12).


[1]Naim: Significa "Formosura". Uma vila da Galiléia, localizada na base norte do
 pequeno  Hermom em cujo portão Jesus ressuscitou um jovem (Lc 7:11-17).
[2]Compaixão: Pena, piedade, dó.
[3]Filho de Davi: Título que os israelitas davam ao Messias. Ele é descendente de
 Davi e veio para ser rei como Davi foi (Mt 12:23; 21:15; Lc 18:39).

Resumo baseado na revista Lições Bíblicas Adultos da CPAD - 2º Trimestre de 2015 (Jesus, o Homem Perfeito - O Evangelho de Lucas, o médico amado) | Lição 7 | AD Belém - Congr. Elias Fausto/SP - Jonas M. Olímpio


Fonte :  Escola Bíblica Virtual                                                                                                                                                                       

segunda-feira, 11 de maio de 2015

KARL MARX, FREUD, EVOLUÇÃO X RELIGIÃO (CIÊNCIA DA RELIGIÃO)


INTRODUÇÃO

Segundo grandes cientistas a religião é um invento do ser humano, pois os homens vivem aprisionados e a religião é um meio pelo qual ilusoriamente cada ser consegue se libertar.
Segundo Karl Marx a concepção de céu se deve ao fato do homem ser oprimido pela sociedade, buscando a assim algo que ele se sinta livre.
Para Freud a religião é um mecanismo de defesa, pois o ser humano se sente inseguro e busca proteção em grupos religiosos.  Segundo Freud o homem precisa enfrentar a realidade sem apego a religião.
A Teoria da Evolução busca provas cientificas, a razão do acontecimento, de onde originou-se, vindo na contramão da religião que vê explicação no ato de se crer no acontecido sem que precise uma prova científica.

1  KARL MARX: «A RELIGIÃO É O ÓPIO DO POVO»

"O fundamento da crítica irreligiosa é: o homem cria a religião; não é a religião que cria o homem. E a religião é, bem entendido, a autoconsciência e o autosentimento do homem que ainda não é senhor de si mesmo ou que já voltou a perderse.  A religião é o soluço (o suspiro) da criatura oprimida, o coração de um mundo sem coração, o espírito de um estado de coisas carente de espírito. A religião é o ópio do povo. A abolição da religião enquanto felicidade ilusória do povo é uma exigência que a felicidade real formula. Exigir que renuncie às ilusões acerca da sua situação é exigir que renuncie a uma situação que precisa de ilusões. A crítica da religião é pois, em germe, a crítica deste vale de lágrimas de que a religião é a auréola.»
Marx considera que a religião é uma forma de alienação. Nela verifica-se a fractura entre o mundo concreto e um mundo ideal, entre o mundo em que o homem vive e o mundo em que ele desejaria viver. Por que razão surge esse mundo ideal? Marx diz que o mundo celeste é o resultado de um protesto da criatura oprimida contra o mundo em que vive e sofre. Ou seja, procura-se um refúgio no mundo divino porque o mundo em que o homem vive é desumano. Num mundo em que "o homem é o lobo do homem", não há "família humana", o homem não se sente neste mundo como em sua casa.
A procura de uma família celeste deve-se à perda da família terrestre, à separação do homem do seu semelhante. São essencialmente as degradantes condições materiais de vida, a exploração do homem pelo homem, com o consequente desprezo pela vida humana, que levam o homem a sentir-se órfão na terra e a procurar um pai no céu.
O mundo religioso, o "Reino de Deus", não tem consistência própria, não é verdadeiramente real. É um "reflexo" de degradantes condições materiais de vida, da opressão da grande maioria dos homens por outros. É a "flor imaginária" que decora os grilhões que oprimem os explorados; é o "suspiro" de quem se vê degradado na sua humanidade, transformado em objecto e máquina produtiva que quanto mais enriquece os exploradores mais se empobrece a si mesmo. Segundo Marx, da religião o homem não pode esperar a sua libertação e emancipação. Ela é um "sintoma" da desumanidade do mundo dos homens e não o remédio para esse mal. Mais do que isso, ela é um "ópio", um produto tóxico, que entorpece, aliena e enfraquece  porque a esperança de consolação e de prometida justiça no "outro mundo" transforma o explorado e oprimido num ser resignado, tende a afastá-lo da luta contra as causas reais do seu sofrimento.
Marx sempre considerou a religião como uma super - estrutura, i. e., uma dimensão que reflecte e é condicionada pela infra-estrutura de uma determinada sociedade, ou seja, pelo modo como se verificam as relações entre os homens no processo econômico ou produtivo.
Nesse processo produtivo há uma classe dominante: aquela que detém a propriedade privada dos meios de produção (instrumentos, máquinas, fábricas, etc.) e que por isso submete ao seu poder aqueles que não podendo produzir por si mesmos a sua subsistência têm de vender a sua força de trabalho. A exploração do homem pelo homem tem a sua raiz no facto de a propriedade dos meios que permitem produzir e assegurar a subsistência ser privada e não social, i. e., de alguns e não de todos. Ora, segundo Marx, as ideias dominantes (religiosas, filosóficas, morais, etc.) são o reflexo ou, pelo menos, são condicionadas pelos interesses económicos da classe materialmente dominante. Assim, a religião é um instrumento que, apesar de apelar à benevolência dos poderosos, ao apresentar o Céu como lugar da justiça e da compensação, justifica o estado de coisas existentes, o domínio de uma classe sobre outra. A ilusão de um mundo transcendente e justo serve para que as injustiças se perpetuem na sociedade humana. Por isso, segundo Marx, não basta criticar a religião: é preciso não só criticar a raiz material (a alienação do trabalho, a exploração econômica) da alienação religiosa, como também eliminar revolucionariamente as condições de miséria terrestre das quais deriva a necessidade do "mundo celeste".
Atacar diretamente a miséria terrestre (a alienação económica) é destruir indiretamente a necessidade do mundo celeste.

2         FREUD:  A RELIGIÃO É UMA ILUSÃO DISPENSÁVEL

Para Freud, a religião é uma ilusão que tem as suas raízes profundas no psiquismo humano. Uma das experiências fundamentais do ser humano é a sensação de insegurança e a necessidade de protecção e de amparo. A religião surge como mecanismo de defesa perante as ameaças da natureza e a dureza das relações sociais. Deus será assim concebido como o Protector supremo, o ser todo-poderoso que alivia a angústia e o medo do homem perante a realidade, que consola e ampara. Tal como o pai está para o filho, assim Deus está para o homem.
Para a criança o pai é um ser poderoso (logo, protector) e exigente (que o pode castigar e punir). A sensação de impotência, de fragilidade e debilidade que leva a criança a sentir a necessidade de protecção e amparo (satisfeita pela figura paterna) persiste ao longo da vida e conduz o homem "a forjar" a existência de um pai imortal muito mais poderoso (Deus). A religião corresponde, assim, a um estádio infantil da humanidade, à constante necessidade de ter um Pai na relação com o qual se vive um sentimento ambivalente: amor e medo. Nasce dos desejos mais intensos do ser humano, mas não passa de uma ilusão, de uma projecção ilusória da situação do filho perante o pai. Recorre-se a ela para acalmar a angústia, o medo perante a imensidade desconcertante do universo e a imprevisibilidade da vida. A religião é um remédio ilusório para as dores e a frustração do ser humano.
Qual o futuro desta ilusão? Poderá prescindir-se da ilusão religiosa? Freud afirma que é dever do homem aceitar a sua dura condição e enfrentar a realidade sem recorrer a consolações celestes. Mas como suportar o peso da vida e a crueldade da realidade? Através de uma educação "em vista da realidade", que não fabrique doentes que depois precisem do narcótico religioso para entorpecer e anestesiar a angústia e a ansiedade. Só uma educação fundada na verdade pode encaminhar o homem para a maturidade e superar a necessidade da religião. Esta, enquanto ilusória realização do desejo de ser amado e protegido perante um meio hostil, não nos ensina a enfrentar a realidade, é uma fuga para um além imaginário, uma constante e sempre frustrada necessidade de paz e tranquilidade. Por isso ela é a neurose obsessiva da humanidade.

3  EVOLUÇÃO X RELIGIÃO

O conceito de evolução biológica consiste na derivação das espécies de organismos vivos, de outras já existentes através de um processo de mudança mais ou menos gradual e continua.
Nesta teoria, a vida comporta-se de forma muito semelhante em escala micro e macro, por que é a própria vida que se manifesta. Um elemento chave do que é a evolução biológica é a sua caracterização como dinâmica interna ou como percepção externa, assim, referindo-se à mudança global das coisas e não só a mudança de sua aparência. 
Primeiramente, pura combinação de um conjunto de elementos gera sempre um subconjunto do mesmo, ou seja, nunca aparecerá na combinação nenhum elemento diferente dos iniciais, impossibilitado a evolução.
A genética encontra-se numa escala diferente da nossa e nas teorias sobre a evolução humana necessita-se a análise em longo prazo.
Segundo a teoria Darwinista os indivíduos apresentam variações aleatórias e a evolução está determinada pela seleção natural. Estas variações denominam-se também mutações aleatórias, para sublinhar o seu caráter não dirigido. Esta teoria impôs-se sobre a teoria propostas por Lamarck, segundo a qual, os caracteres adquiridos durante a vida dos indivíduos passavam a descendência, onde a frase “a função cria o órgão” considera-se válida, mas não geral.
Juntamente com as teorias acima, encontram-se as leis de Mendel, sobre a herança genética, cujos elementos fundamentais são a combinação dos genes e o seu caráter dominante ou recessivo.
Já o Neo Darwinismo é a teoria ou corrente cientifica que engloba as teorias da evolução que de alguma maneira mantêm a essência da teoria Darwinista. Baseiase no desenvolvimento da ciência, como as leis de Mendel e a genética, e limita-se a constatar que as variações do seres vivos se produzem no seu estado germinal quando o verdadeiro problema é quando e por que se produzem as variações na informação genética e suas condições associadas para conseguir o desenvolvimento efetivo, incluindo depois de várias gerações.
Como se pode observar, o Neodarwinismo mantém-se porque se adapta a quase tudo seguindo o seu próprio principio de adaptação tautológica. Quando não se pode adaptar recorre aos paradoxos biológicos, ainda que se lhes chame casos isolados para evitar que se pareça com certas teorias físicas modernas.
Por tudo isso, pode-se considerar tanto a Teoria Neodarwinista com a moderna Teoria Sintética da Evolução, como atualizações naturais ou evoluções condicionadas da Teoria de Darwin pelos avanços científicas posteriores á mesma.
Na atualidade, temos uma grande referência no mundo cientifico: o cientista Richard Dawkins nos mostra de forma clara com base nas teorias evolucionistas, a incompatibilidade metódica e conceitual entre Fé e Ciência. Seu estudos geraram o livro “Deus, um delírio” e, uma de suas entrevistas ele comenta: 
"As pessoas gostam de dizer que fé e ciência podem conviver, mas eu não concordo. São coisas totalmente opostas. A Ciência é uma disciplina de investigação e dúvida construtiva, usando lógica, evidência e racionalidade para tirar conclusões. A fé, ao contrário, exige uma suspensão da capacidade de crítica”.
A Ciência trabalha criando hipóteses, idéias e modelos, e então tenta contestá-los. Assim, um cientista está sendo questionando, sendo cético. Já a Religião transforma crenças não testadas em verdades inabaláveis pelo poder das instituições e pela passagem do tempo. Por exemplo: a história da Assunção de Maria. Os católicos acreditam que Maria, mãe de Jesus,foi tão importante que não morreu fisicamente. Em vez disso, seu porpo ascendeu ao céu. Claro, não há nenhuma evidência disso. Nem mesmo a Bíblia conta como Maria morreu. A crença de que seu corpo se elevou ao céu surgiu cerca de cinco séculos depois do tempo de Jesus.Uma história inventada e espalhada boca a boca, mas que estabeleceu-se como tradição.
Essa história foi repassada ao longo dos séculos. E o engraçado das tradições é que quanto mais tempo passa, mais as pessoas as levam a sério, como se a pura passagem do tempo transformasse algo que começou como uma inveção em algo que as pessoas aceitam como fato. Por volta de 1950, a tradição estava tão fortemente estabelecida que se tornou verdade oficial, impositiva. O Vaticano decretou que os católicos romanos agora deveriam acreditar na Doutrina da Assunção da Virgem. Mas se você perguntasse ao papa Pio XII como ele sabia que isso era verdade, ele diria que vocẽ deve aceitar a palavra dele, porque isso foi revelado a ele por Deus. Ele se isolou e ficou pensando sobre isso, pensamentos privados, apenas na cabeça dele, e convenceu a si mesmo, em base teológica, que tinha que ser assim.
Nada disso é muito perigoso se limitado à ida de Maria ao céu. Mas o que dizer da convicção pessoal do papa quando se trata, por exemplo, de desencorajar o uso de camisinha na África afetada pela AIDS? Aí, o poder da igreja pela tradição, autoridade e revelação vem com um alto custo em vidas humanas. Seria injusto falar apenas dos católicos. Todas as religiões usam esses mesmos truques. Poderiam ser imãs muçulmanos decretando fatwas, o princípio é o mesmo. São coisas decretadas por uma autoridade, repassadas ao longo da hierarquia até a base, ao pais, às crianças. Tudo sem um mínimo traço de evidência. 
Ao contrário da Ciência, que os vê como um desafio, a religião se baseia em mistérios não resolvidos. Para os primeiros humanos, o número de coisas misteriosas e sem explicação era tão vasto que apenas um ser superior igualmente vasto, um 'macho alfa' no céu, poderia preencher essa lacuna. 
Como nossos ancestrais teriam reagido ao nascer do sol? Devia ser o condutor de uma carruagem de fogo, um deus-Sol que aceitaria nossos sacrifícios. Um ser supremo, que no primeiro dia da criação anunciou: "Faça-se a luz!" 
Mas a investigação científica desvendou aquele mistério. Hoje sabemos que o Sol é um gigantesco reator nuclear, apenas um entre bilhões de estrelas emitindo radiação eletromagnética; calor e luz. 
Como os cientistas sabem todas essas coisas sobre o mundo e o universo? Como sabemos, por exemplo, que a Terra tem 4,5 bilhões de anos de idade, e que orbita o Sol que a nutre? Como sabemos que os dinossauros têm centenas de milhões de anos de idade? A resposta é: evidência. Muitas toneladas de evidências que apóiam umas às outras. A Ciência trata de testar, comparar e confirmar todas essas evidências, ou usá-las para atualizar teorias sobre o funcionamento das coisas.
Eu me lembro de uma influência que tive na minha época de aluno universitário. Havia um velho professor no meu departamento que era apaixonado por uma determinada teoria havia anos. Certa vez, um pesquisador americano visitou a universidade, e ele derrubou completamente aquela hipótese do professor. Então ele deu um passo à frente, apertou a mão do pesquisador e disse: "Meu caro colega, quero lhe agradecer. Eu estive enganado por quinze anos!". E todos nós aplaudimos. Aquele era o ideal científico de alguém que investiu muito, quase uma vida, em uma teoria. E ele estava contente por mostrarem que ele estava errado, e que a verdade científica havia avançado. "
Em todo o caso, autores como Dom Antonio Affonso de Miranda, membro da
Academia Taubateana de Letras, em seu livro “Gêneses- O Romance das Origens”, afirma, citando o Pontífice Pio XII, em sua encíclica Humani generis: “O Magistério da Igreja não proíbe que a doutrina do evolucionismo seja objeto de pesquisas e debates [...] desde que ela busque em matéria já existente e viva a origem do corpo humano, pois as almas são criadas imediatamente por Deus, conforme a fé católica nos leva a sustentar”.
Em outra ocasião, a revista eclesiástica francesa L’Ami du Clergé, falando sobre o “Gêneses”, esclarece: “Não é necessário, nem rigorosamente imposto pela fé que se recorra à interpretação estritamente literal do texto sagrado para explicar, por exemplo, a maneira como o corpo de Eva de originou do corpo de Adão”. 
Assim, Dom Antonio, em seu livro citado a cima, junto de questões levantadas pela revista francesa, concluiu que se podem manter a teoria criacionista e as restantes posturas religiosas e, ao mesmo tempo, aceitar qualquer outra teoria da evolução, com uma interpretação metafórica de determinadas explicações de caráter religioso para a origem da vida. 
Já Dawkins afirma incompatível o âmbito da ciência com o âmbito da fé, e assim por todo mundo encontram-se pessoas que acreditam numa tese e em outra.
A fé é indiscutível, acredita-se ou não. Já a ciência se alimenta da discussão, onde nenhuma Teoria é indestrutível, pois está passível de mudança com o passar do tempo e novas descobertas, como o próprio Dawkins deixa transparecer ao citar um professor da faculdade que viu anos de estudo serem derrubados em segundos por um jovem cientista. E nessa citação, o autor de “Deus, um delírio” já se adianta, para que, se um dia derrubarem sua teoria ele, como muitos, não seja criticado, nem condenado, mas compreendido em suas limitações e nesse âmbito de que na ciência tudo é mutável.
  

CONCLUSÃO

Segundo a opinião desses grandes pensadores, o ser humano deve se desapegar do mundo ilusório, que no modo de pensar  deles é a religião, na qual o homem vive aprisionado.
O homem se apega a religião pelo fato de se sentir aprisionado, oprimido, buscando assim um meio pelo qual alcance “ilusóriamente” a sua libertação.
A religião é um mecanismo de defesa contra todos os males, sem  precisar algo que comprove a veracidade do que se acredita, enquanto a ciência se preocupa em mostrar a realidade dos fatos e sua orígem.
A ciência é mutável, de tempos em tempos há novas descobertas, confirmando ou não algum fato, enquanto a fé imutável.
Penso eu, que é possível fé e ciência andar juntas, desde que as comprovações científicas não contradiga a Palavra de Deus, pois o seu autor (Deus) criou todas as coisas.

BIBLIOGRAFIA


TIPOS HUMANOS E NÃO HUMANOS DE JESUS (TIPOLOGIA BÍBLICA)

1-INTRODUÇAO                                                                                                                                                                                   
Tipologia é o estudo sistemático de fatos ou pessoas que no Antigo Testamento antecipavam o que ocorreria no Novo Testamento a respeito do Senhor Jesus, da dispensação da graça, da igreja e das coisas celestiais, ou seja, são sombras ou prefiguração de pessoas e eventos do Novo Testamento. A representação inicial chama-se “tipo”, e a realização dela, ”antítipo”.
Tipo é alguma pessoa ou figura que Deus utilizou ao longo da história bíblica para revelar um acontecimento futuro. Antítipo é o tipo ou figura que representa outra, é a parte espiritual de um tipo bíblico. Para ser considerado Tipo ou Antítipo é necessário um ou mais pontos de semelhanças entre eles.
A grande maioria das pessoas vêem apenas o Antigo testamento no ponto de vista histórico, mas nunca atentaram para as magníficas representações de Cristo nele contidas. O AntigoTestamento retrata uma série de figuras que apontam para algum aspecto importante da pessoa ou obra de Cristo, revelando assim Seu caráter e ministério.
Esse trabalho tem como finalidade comentar sobre alguns dos tipos do Antigo Testamento que tipificaram o ministério de Jesus aqui na terra. Como por exemplo:
- Arão e Melquisedeque “tipos”de Jesus no que diz respeito ao seu sacerdócio.
- Moisés “tipo” de Jesus no seu papel de libertador.
- Salomão com sua sabedoria e reinado tipificando o ministério de Jesus.
Não podemos nos esquecer, que no estudo de tipologia, o “antítipo” se manifesta sempre bem superior ao “tipo” que o prefigura, como por exemplo, Jesus em seu legado aqui na terra jamais cometeu as fraquezas humanas evidentes nos indivíduos que lhe serviram de “tipo”.      


   
2- MOISÉS E JESUS: PROFETAS, SACERDOTES, LEGISLADORES,  MESTRES, LÍDERES DE HOMENS
   Moisés ocupa um lugar destacado entre os personagens do Antigo Testamento, não apenas por ter sido o libertador e legislador de Israel, mas, também, pelo relacionamento tipológico com Cristo. São muitas as semelhanças encontradas entre Jesus e Moisés, tanto na vida, quanto na obra de ambos. Além disto, a Bíblia declara haver uma relação profética muito explícita entre eles.                  Moisés declarou que Deus levantaria, no futuro, um profeta também judeu, cuja vida seria semelhante à sua. Para ter a certeza de que este seria o profeta levantado por Deus, os judeus deveriam verificar se a sua vida era semelhante à de Moisés. Ele assim declarou: “O SENHOR, teu Deus, te despertará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis” (Dt 18.15).                  Quando João Batista apareceu, acharam que ele poderia ser este profeta, então lhe perguntaram: “És tu o profeta?” (Jo 1.21).  Quando, porém o povo viu Jesus realizando o milagre da multiplicação dos pães, afirmaram: “Este é, verdadeiramente, o profeta que devia vir ao mundo” (Jo 6.14). Declaração semelhante foi feita por Felipe, ao dirigir-se a Natanael, a respeito de Jesus: “Havemos achado aquele de quem Moisés escreveu na Lei e de quem escreveram os Profetas: Jesus de Nazaré, filho de José” (Jo 1.45), e por Estevão, em seu discurso: “Este é aquele Moisés que disse aos filhos de Israel: O Senhor vosso Deus vos levantará decomo eu; a ele ouvireis” (Jo 7.37).   
                                                                                                                                                   2.1 SEMELHANÇAS ENTRE MOISÉS E JESUS
                                                                                                                                                    “A vida de Jesus foi similar à de Moisés: ambos foram profetas, sacerdotes, legisladores, mestres, líderes de homens. Ambos ensinaram novas verdades de Deus e confirmaram seus ensinos com milagres. Ambos passaram seus primeiros anos de vida no Egito, miraculosamente protegidos daqueles que procuravam tirar suas vidas. A família de Moisés, inicialmente, não aceitava sua função. Entretanto, mais tarde seu irmão Arão e sua irmã Miriã o ajudaram. A mãe de Jesus, seus irmãos e suas irmãs inicialmente erraram em não seguí-lo. No entanto, mais tarde seu irmão Tiago tornou-se um dos líderes da igreja em Jerusalém.
Cada um deles foi considerado o homem mais sábio de seus dias. Ambos confrontaram poderes demoníacos e os subjugaram com sucesso. Assim como Moisés determinou setenta juizes sobre Israel, Jesus ungiu setenta discípulos para ensinar as nações. Moisés enviou doze espias para Canaã; Jesus enviou doze apóstolos para alcançar o mundo. A Bíblia não diz que algum deles tenha experimentado alguma doença. E os corpos de ambos não permaneceram em seus túmulos. Ambos jejuaram quarenta dias e experimentaram crises espirituais no topo de montes. Assim como Moisés estendeu a sua mão sobre o Mar Vermelho para exercer autoridade sobre ele, Jesus repreendeu o Mar da Galiléia e aquietou as suas ondas. As faces de ambos brilharam com a glória dos céus, Moisés no monte Sinai e Jesus no monte da transfiguração.
 Moisés resgatou Israel de sua religiosidade morta no Egito pagão; Jesus resgatou Israel da letra morta e da tradição da Lei. Moisés e Jesus curaram leprosos e provaram sua autoridade através de milagres, os quais fizeram diante de muitos. Assim como Moisés teve vitória sobre o grande inimigo de Israel, os amalequitas, com seus braços levantados, Jesus teve vitória sobre os nossos grandes inimigos, o pecado e a morte, ao levantar seus braços na cruz. Moisés levantou a serpente de bronze no deserto, a fim de curar as pessoas; Jesus foi levantado na cruz para curar dos pecados a todos aqueles que crêem.
O povo foi ingrato e se rebelou contra a liderança de ambos. As gerações que se rebelaram contra eles morreram por falta de fé: uma no deserto, e a outra, no cerco de Jerusalém em 70 d.C. Moisés e Jesus morreram num monte. Moisés prometeu que outro profeta viria; Jesus prometeu à Igreja que seu Pai enviaria outro "consolador", o Espírito Santo.
No Mês de Nisã, no décimo-quarto dia, que era a festa da Páscoa, tanto Moisés quanto Jesus libertaram aqueles que neles creram. No septuagésimo dia, na festa das Primícias, Moisés trouxe a ressurreição para os filhos de Israel quando passaram pelo Mar Vermelho; na mesma data Jesus trouxe as primícias da ressurreição, quando levantou dentre os mortos. Cinqüenta dias mais tarde, na festa de Pentecostes, Deus concedeu um grande presente a Israel e a todas as nações, dando-lhes a Torá, a Lei. Cinqüenta dias após a ressurreição de Jesus, Deus deu à Igreja o grande Dom do batismo do Espírito Santo”.       
                                                                                                                                                                                                                                                                                               2.2       MOISÉS ESCREVE SOBRE JESUS      
                                                                                                                                                  Jesus Cristo tornou claro que Moisés escrevera sobre ele, pois, em certa ocasião, ele disse aos seus oponentes: “Se acreditásseis em Moisés, teríeis acreditado em mim, porque este escreveu a meu respeito.” (Jo 5:46) “Principiando por Moisés e por todos os Profetas”, quando estava em companhia dos seus discípulos, Jesus “interpretou-lhes em todas as Escrituras as coisas referentes a si mesmo”. (Lc 24:27, 44; veja também Jo 1:45).
Entre as coisas que Moisés escreveu a respeito de Cristo Jesus estão as palavras de Yehowah: “Suscitar-lhes-ei do meio dos seus irmãos um profeta semelhante a ti; e deveras porei as minhas palavras na sua boca e ele certamente lhes falará tudo o que eu lhe mandar.” (Dt 18:18-19) O apóstolo Pedro, citando esta profecia, não deixou dúvida de que se referia a Jesus Cristo (At 3:19-23). 

2.3 ISAQUE
1) Abraão oferece Isaque (Gn 22)
• Isaque era o único filho de Abraão (2) – Jesus, o Unigênito de Deus (Jo 3.16)
• Isaque era o filho amado de Abraão (2) – Deus disse a respeito de Jesus: “Este é o meu Filho Amado” (Mt 3.17)
• Isaque seria oferecido na terra de Moriá (2). Moriá significa “ordenado/considerado por Deus” É a mesma região do Calvário onde Jesus, por ordenação divina foi crucificado.
• Em um trecho do caminho estavam apenas Abraão e Isaque (5). Jesus também foi abandonado pelos seus discípulos, só o Pai esteve com ele.
• Isaque foi obediente a Abraão – Jesus foi obediente ao Pai, Obediente até a morte. (Fp 2.8; Mc 14.35,36)
• Isaque elevou sobre si a lenha do holocausto (6) Jesus levou sobre si a cruz (Jo 19.17) Ele levou sobre si muito mais do que a cruz, levou “as nossas enfermidades”, “as nossas dores”, “o castigo que nos traz a paz”, “a iniqüidade de nós todos” (Is 53.4-11)
• Isaque foi colocado em cima do altar (9).Jesus foi crucificado.
• Para Isaque havia um carneiro substituto (13) – Mas para Jesus não havia substituto – Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29)
• Isaque morreu e ressurgiu em figura – Jesus morreu e ressuscitou em realidade. (Hb 11.18,19)                        2) O Casamento de Isaque (Gn 23-24).
• Abraão representa Deus, Sara havia morrido, ela representa Israel afastado de Deus –
• Neste momento Abraão incumbe a Eliézer que vá a sua terra em busca de uma noiva para Isaque – Deus enviou o Espírito Santo para preparar a noiva de Cristo – a Igreja “gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível” (Ef 5.27).
• Ele não foi de mãos vazias trouxe muitos presentes para rebeca – O Espírito Santo trouxe muito presentes espirituais para a igreja.
• Eliézer na viagem tomou dez camelos cheios de presentes, vasos de prata e vasos de ouro. Na Bíblia, o número dez significa perfeita ordem divina, onde nada falta. “De maneira que nenhum dom vos falta, esperando a manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Co 1.7).
• Vasos de prata – simbolizam redenção (Êx 30.12-16; Lv 5.15;Tt 3.5; 1 Jo 1.7)
• Vasos de Ouro – O ouro indica a glória de Deus (2 Co 318)
• Vestidos – A Igreja jamais poderá ser apresentada ao seu Noivo trajada dos trapos imundos da sua própria justiça. Por isso o Espírito santo dá-lhe vestidos apropriados – vestidos de salvação e vestidos de louvor (Is 61.3,10).
• Rebeca deixou tudo para se casar com Isaque, a Igreja deixou tudo para se casar com Cristo.
• O encontro de Isaque e Rebeca se deu ainda no caminho – Jesus se encontrará com a igreja, nos ares, Isaque conduziu Rebeca à sua casa – Jesus conduzirá a Igreja ao Céu.
• Após o casamento de Isaque, Abraão casou-se com Quetura - Depois que Jesus receber a Igreja,Israel será restaurado por Deus (Rm 9-11) 
                                                                                                                                                                                                                                                                                                     2.4 JOSÉ do Egito – o Mais Perfeito Tipo de Jesus.                                                   
• José, O amado do pai : “Israel amava a José mais do que a todos os seus filhos” (Gn 37.3). Deus disse acerca de Jesus: “este é o meu Filho Amado” (Mt 3.17)
• O melhor dos irmãos. Sobre Jesus lemos: “Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade: por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria como a nenhum dos teus companheiros” (Hb 1.9)
• O mais odiado e rejeitado pelos seus “aborreceram-no, e não podiam falar com ele pacificamente” (Gn 37.4,5). Uma profecia sobre Jesus: “odiaram-me sem motivo” (Jo 15.25). Em Isaías lemos: “Era desprezado e o mais rejeitado” (Is 53.3
• Não suportavam as suas palavras (Gn 37.8). Disseram sobre a mensagem de Cristo: “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (Jo 6.60)
• Jacó enviou José para ver como estavam seus irmãos, porém eles não o receberam bem (Gn 39.12-17). Jesus veio para o que era seu, e os seus não o receberam (Jo 1.11)
• Conspiraram para matá-lo “Conspiraram contra ele, para o matarem” (Gn 37.18) – O mesmo aconteceu com Jesus: “e deliberaram prender Jesus, à traição, e matá-lo” (Mt 26.4)
• Arrancaram-lhe a túnica (Gn 39.23). Os soldados também se apoderaram da túnica de Jesus
• Foi vendido por 20 moedas de prata. (Gn 39.28) – Jesus foi traído pelo preço de 30 moedas de prata (Mt 26.15)
• Quem deu a ideia de vender José foi Judá (Gn 39.26), que traiu a Jesus foi Judas (Mt 26.14) – O Nome Judá é a forma hebraica e corresponde ao nome Judas no grego.
• José sofreu grande tentação, sem pecar (Gn 39.7-19) – Jesus em tudo foi tentado mas nunca pecou (Hb 2.18;4.15)
• Foi rebaixado e acusado falsamente. (Gn 39.19,20) – Jesus foi acusado falsamente – mesmo assim foi condenado.
• José foi exaltado no cárcere (Gn 39.21-23) – Jesus triunfou na cruz (Cl 2.14,15)
• José esteve entre dois presos, um foi perdoado pelo Faraó e o outro foi condenado (Gn 40.1-23) – Jesus foi crucificado ao lado de dois malfeitores, um foi perdoado por Deus e o outro morreu sem salvação (Lc 23.39-43)
• José saiu do cárcere para ocupar o trono de governador do Egito – Jesus saiu da cruz e foi exaltado ao lado de Deus, e a partir deste momento Jesus será exaltado cada vez mais! (1 Co 15.24-28)
• José predisse um tempo de grande fome que duraria 7 anos (Gn 41.1-37) – Jesus predisse um tempo de muitas aflições, conhecido como a Grande Tribulação (Ap 3.10)
• Antes do início dos 7anos de fome, José se casou com uma estrangeira (Gn 41.45) Antes da Grande tribulação Jesus arrebatará a sua noiva, composta de judeus e gentios.
• Através dos sofrimentos os irmãos de José se aproximaram dele e foram perdoados (Gn 42-50) – Após a Grande tribulação os judeus receberão a Jesus como o Messias e serão protegidos de uma grande destruição – A batalha do Armagedom. (Ap 19)
• O lugar de destaque que ele ocupava fora determinado pelo rei (41.41) Como o domínio de Cristo foi determinado pelo Pai (At 5.31)
• Fez provisão para o povo para uma necessidade imprevista. Uma provisão suficiente pata “todas as terras” (41.57) – Porém José não sofreu ao fazê-la. Jesus é o Pão da Vida (Jo 6)
• Foi uma bênção para as nações, foi chamado de “O salvador do Mundo” - Tradução do nome Zafnate-Panéa.(Gn41,45). Jesus é o Salvador do Mundo!
• A palavra então era “ide a José! Fazei tudo o que José vos disser!” e Hoje é “Vinde a Jesus! Ele é o único recurso”      
3- TIPOS NÃO HUMANOS DE JESUS
3.1 O CORDEIRO PASCOAL (Êx 12.3-14)          
Após haver castigado o Egito com nove pragas, destruindo o país e castigando Faraó e seu povo, Deus prepara um ato final, para consumar o juízo e libertar o povo de Israel do cativeiro. Esta última praga atingiria todos os primogênitos do Egito, “desde os homens até aos animais” (Ex 12.12), causando a morte em todos os lares.
O povo de Israel, entretanto, deveria ser poupado da morte. Assim sendo, Deus deu ordens a Moisés para que, no décimo dia do mês de Nisã (chamado mês de Abibe, antes do Exílio Babilônico), o qual seria, a partir de então, o primeiro mês do novo calendário, que o Senhor estava determinando para os hebreus, cada família deveria separar para si um cordeiro ou cabrito macho, de um ano, sem máculas ou defeitos, o qual deveria ser sacrificado, em um ritual coletivo, ao cair da tarde do dia quatorze, do mesmo mês.
Uma vez sacrificado o cordeiro, seu sangue deveria ser recolhido e aspergido nos umbrais e na verga da porta de cada hebreu, e a carne deveria ser assada (nenhuma parte poderia ser cozida) e comida, à noite, com pães asmos, isto é, sem fermento, e ervas amargosas. Cada pessoa presente à mesa deveria estar devidamente trajada, como cajado na mão, pronta para partir.
Naquela mesma noite, o Senhor traria a morte sobre os primogênitos do Egito e apenas as casas dos hebreus, nas quais houvesse o sangue aspergido, seriam poupadas. A recomendação divina foi esta: “E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito” (Ex 12.13).
A relação tipológica do cordeiro pascoal com Cristo é uma das mais belas e completas, dentre os tipos coletivos. A relação do Senhor Jesus Cristo com o cordeiro, é apresentada no Novo Testamento, em muitas passagens. João Batista afirma que ele é “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29); o livro do Apocalipse o apresenta como tal, muitas vezes (Ap 5.6,8,12,13; 6.1,16; 7.9,10,14; 12.11; 13.8; 14.1, entre outras); o apóstolo João faz referência ao cordeiro, quando aplica a Cristo a profecia que dizia: “Nenhum dos seus ossos será quebrado” (Jo 19.36); o apóstolo Pedro faz referência ao “o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado” (1Pe 1.19). É o apóstolo Paulo, porém, que apresenta a declaração tipológica mais explícita, quando afiram: “Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós” (1Cor 5.7), numa alusão direta à correspondência entre tipo e antítipo.
Muitas são as semelhanças apresentadas pelo cordeiro da Páscoa, com relação a Cristo:
O cordeiro deveria ser macho, de um ano (Ex 12.5), uma referência à idade adulta de Cristo em seu ministério terreno;
Não poderia possuir defeitos ou manchas(Ex 12.5), indicando a condição de Jesus sem pecados (Hb 4.15);
O cordeiro deveria ser guardado desde o décimo dia (Ex 12.3,6), uma referência ao que Pedro afirmou sobre Cristo: “conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos” (1Pe 1.20);
O cordeiro deveria ser sacrificado ao décimo quarto dia, ao cair da tarde (Ex 12.6), uma referência ao momento da morte de Cristo, no Calvário (Jo 19.14);
O sacrifício deveria ser feito por toda a congregação (Ex 12.6), demonstrando o caráter universal do sacrifício de Cristo;
O sangue do cordeiro deveria ser aspergido, nas portas e isto seria o sinal para a libertação (Ex 12.7), uma referência à redenção através do sangue de Cristo (Ap 5.9,10);
A carne do cordeiro deveria ser assada no fogo (Ex 12.8,9), o que indica o juízo divino executado na pessoa de Cristo (2Cor 5.21);
Nenhum osso do cordeiro deveria ser quebrado (Ex 12.46), o que foi uma profecia concernente a Cristo (Jo 19.36);
O cordeiro deveria ser sacrificado em lugar do primogênito, isto é, um sacrifício substitutivo, uma alusão ao sacrifício vicário de Cristo (Is 53.4-6).     
3.2  A ROCHA DE HOREBE
Quando os filhos de Israel chegam a Horebe, não há água suficiente para dessedentar a grande multidão de gente e gado. Logo, como costumeiramente faziam, os israelitas põem-se a murmurar contra o Senhor. Quando Moisés consulta a Deus e lhe apresenta as queixas do povo, ele lhe responde: “Eis que eu estarei ali diante de ti sobre a rocha, em Horebe, e tu ferirás a rocha, e dela sairão águas e o povo beberá” (Ex 17.5,6).
O apóstolo Paulo apresenta a evidência bíblica da relação tipológica da rocha com Cristo, quando afirma: “E beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo” (1Cor 10.4). Ele mostra que Cristo, ao ser ferido, trouxe o refrigério e vida para todos, assim como ocorreu com a rocha, em Horebe. Joel Leitão apresenta esta relação tipológica nos seguintes termos:
“A rocha é o tipo de Jesus Cristo, que foi ferido pelo juízo de Deus para nos dar a água da vida: “mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede...” (Jo 4.14a). Moisés executou a ordem de Deus e a água saiu da rocha ferida. “E beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo” (1Cor 10.4).
Continuou a viagem pelo deserto. Os israelitas depois de muitas paradas, chegaram a Cades (Nm 20.1-6). Outra vez é a rocha que vai dar de beber aos sedentos, mas a ordem de Deus é diferente: “...e falai à rocha...e dará a sua água...” (Nm 20.8a).
Em Horebe a pedra foi ferida para fazer o povo beber, como Jesus Cristo foi ferido por nós. Merece atenção a vara que Moisés empunhava, por ordem de Deus: “toma a vara, e ajunta a congregação tu e Arão, teu irmão, e falai à rocha...” (Nm 20.8a). A vara era a autoridade. Com ela Moisés feriu o rio no Egito e a água se transformou em sangue. Com ela Moisés feriu a rocha em Horebe e jorrou a água. Mas a vara já tinha feito a sua obra. Agora não devia ser usada. Jesus Cristo só podia ser ferido uma vez. “Porque também Jesus Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus...” (1Pe 3.18a).
Para receber a água da vida, a salvação perfeita, só é preciso falar com a "Rocha Verdadeira Jesus Cristo o Filho de Deus”.
3.3 O CARNEIRO (Gn 22.13)  
Deus resolveu submeter Abraão a uma prova e mandou que ele oferecesse seu filho Isaque em holocausto. A finalidade era ensinar ao seu servo Abraão lições que, de outro modo, ele não poderia receber. Além disso era para nos dar o exemplo de fé e obediência na pessoa do velho patriarca. Abraão não hesitou, obedeceu em tudo a ordem de Deus. Levou o filho ao lugar indicado, amarrou-o, pôs em ordem a lenha e tomou o cutelo para imolá-lo. Mas o anjo bradou desde os céus: “…Não estendas a tua mão sobre o moço…” (Gn 22.12a). Olhando para trás, viu Abraão um carneiro, que foi sacrificado em lugar de Isaque, do mesmo modo como Jesus foi crucificado por nós. Na apresentação de João Batista aos seus ouvintes, Jesus é chamado: “…o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29b).
O ato de Abraão foi aceito por Deus como coisa consumada, porque diz: “Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado… considerou que Deus era poderoso para até dos mortos o ressuscitar. E daí também em figura ele o recobrou” (Hb 11.17-19).
Quando iam caminhando, Isaque perguntou: “…onde está o cordeiro para o holocausto?” (Gn 22.7c). Abraão respondeu:”Deus provera…” (v.8a). Depois quDeus mostrou o carneiro, que foi imolado, Abraão pôde compreender ainda melhor, que Deus provera sempre todas as coisas.
Aquela cena do sacrifício de Isaque foi no monte Moriá (Gn 22.2). Naquele terreno ficava a eira de Orna ou Araúna, comprada por Davi (2 Sm 24.18-25), onde Salomão construiu o Templo, em Jerusalém (2 Cr 3.1). Em Jerusalém, Jesus foi condenado à morte de cruz para que nós pudéssemos ser salvos.
A pergunta de Isaque: “Onde está o cordeiro para o holo­causto?” (Gn 22.7c) foi respondida de um modo completo por João Batista:”Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29b,36c).      
3.4 A LUZ (Gn 1.3-5)
“Aos quais…se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, falando do que respeita ao reino de Deus” (At 1.3).
Quando as trevas cobriam a face do abismo, tudo era caos. Deus disse: “Haja luz. E houve luz”. Foi o começo da obra da criação, no sentido de preparar o ambiente para a criatura.     A vinda de Jesus ao mundo foi de modo idêntico. O profeta Isaías teve uma visão, que expressou em forma de narrativa: “O povo que andava em trevas, viu uma grande luz” (Is 9.2a). Cumpriu-se esta profecia em Capernaum, quando Jesus começou a pregar. O evangelista diz: “Para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías”. E em seguida transcreve as palavras do profeta (Mt 4.12-16).
Estando o mundo em trevas, Deus enviou o seu Filho, que é a luz do mundo (Jo 9.5; 12.35,46).
Luz simboliza prosperidade (Is 58.8; Et 8.16) e alegria (SI 97.11).
A luz é chamada para a conversão. Paulo viu “…uma luz mais forte que o sol” (At 26.13a).
A luz é a comunhão com Deus: “…vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pe 2.9b).
A luz é o conforto e a segurança do crente. “O Senhor é a minha luz e a minha salvação, a quem temerei?…” (SI 27.1a).
Agora somos filhos da luz (Jo 12.36) “…no Senhor” (Ef 5.8a).
                                                                                                  


4-   CONCLUSÃO

Concluindo o estudo da Tipologia Bíblica, podemos verificar a soberania de Deus, escrevendo profecias através de pessoas, objetos e eventos, e as cumprindo na pessoa de Jesus Cristo, e a perfeita relação entre o Antigo e o Novo Testamento, apresentado o tipo e o antítipo, em perfeita harmonia.
Além disto, podemos observar a riqueza de material e significado que o Antigo Testamento nos dá a fim de nos ensinar profundas verdades espirituais.
Não devemos abrir mão desta riqueza de significado que os tipos bíblicos nos mostram, tendo o cuidado de não ferir os princípios de interpretação da Bíblia, evitando a alegorização dos tipos bíblicos e verificando o significado e a relação tipológica que a própria Bíblia nos apresenta, bem como não podemos no esquecer do principal objetivo da Tipologia que é nos fazer reconhecer o imensurável valor que a palavra de Deus tem em nossas vidas.



5- BILIOGRAFIA
- teomania.blogspot.com/2012/04/tipologia-biblica.htmlrocha.rocha de.orebe
- https://magnusnascimento.wordpress.com/.../tipo-nao-humano-de-jesus-3.cordeiro pascal.
- https://magnusnascimento.wordpress.com/.../tipo-nao-humano-de-jesus-2..carneiro.
 -raquelfragoso.blogspot.com/2009/05/jose-tipo-messianico-de-cristo.html
- http://teomania.blogspot.com.br/2012/04/tipologia-biblica.htm
-http://bibliotecabiblica.blogspot.com.br/2009/04/moisespart  -8.html.                                          
-https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=                                                                                                                
https://pt.scribd.com/doc/73665678/Tipos-Humanos-de-Jesus                                                                                                   
slideplayer.com.br/slide/50943/    


Trabalho pesquisado por Maria de Fátima Santos Pereira


A BÍBLIA E JESUS

A Bíblia e Jesus !                                      1. Em Gênesis Jesus é: O nosso Criador (Gn 1) e A Semente da mulher. (3:15)...