terça-feira, 14 de junho de 2016

ATRIBUTOS DE DEUS - ELE É IMUTÁVEL

Os cristãos não precisam ter nenhuma insegurança em relação a Deus.  Seu caráter e verdade, seus caminhos e propósitos, seu amor e suas promessas não sofrem variação (Is 46.9-11).  Ele nunca será mais nem menos do que é (Ml 3.6).
As pessoas mudam devido à inadequação de sua capacidade, `à sua falta de conhecimento, às variações das circunstâncias ou ´à perda de interesse.  Deus não é desprovido de nenhuma capacidade (Gn 18.14), ele conhece e controla tudo, e está envolvido em todas as coisas (Is 50.11-14).
Deus não deixa nada inacabado (Is 41.4), nunca muda de humor (Hb 13.8) e não perde suas afeições (Jr 31.3) ou seu entusiasmo (Fp 1.6).  Sua atitude para com o pecado não mudou desde o jardim do Éden, e seu amor é o mesmo que ele demonstrou na cruz (Rm 5.17).
Deus nunca altera seus planos pois ele os faz com absoluto conhecimento e controle (Sl 33.11).  Aquilo que ele realiza no tempo foi planejado na eternidade (Is 46.9-11).  Deus é maior do que todas as causas e, portanto, não muda.

Fonte:  A Bíblia da Mulher: leitura, devocional, estudo. 2ª ed.  Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.

ATRIBUTOS DE DEUS - ELE É MISERICORDIOSO

A misericórdia é diferente da graça, uma vez que a graça concede aquilo que não é merecido, enquanto a misericórdia deixa de dar aquilo que é merecido.  A misericórdia é a compaixão prática para os pecadores que não têm direito nenhum de ser tratados desse modo.  "Merecer misericórdia" é uma contradição (Ef 2.4-9).
A misericórdia é apenas para os pecadores.  Os anjos não a recebem nem precisam dela.  É um conceito divino (2Co1.3) e está à disposição de todos, mas somente por meio do sacrifício de Cristo na cruz.
A misericórdia de Deus é grande (1Rs 3.6), terna ("entranhável", Lc 1.78), abundante (1Pe 1.3), eterna (Sl 103.17) e se encontra entretecida em todos os outros atributos de Deus.  Seu grande amor dá origem à misericórdia (Ef 2.4-7); sua santidade garante a integridade desse atributo (Êx 34.6-7); sua verdade garante a confiabiliddade (Is 16.5); seu poder garante a duração (Sl 89.2);  e sua fidelidade exige que sua misericórdia seja constante (Sl 36.5).
Os resultados da misericórdia são perdão (Is 55.7), restauração (Sl 51.2,10-11) e louvor da parte daqueles que o recebem (Sl 89.1).

Fonte:  A Bíblia da Mulher: leitura, devocional, estudo. 2ª ed.  Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.

sábado, 11 de junho de 2016

TENTAÇÃO - SEDUÇÃO PARA PECAR

Toda pessoa é tentada por alguém ou por alguma coisa em algum momento da sua vida !  Até mesmo Jesus foi tentado (Hb 2.18).  Seu exemplo, entretanto, oferece a nós a segurança de que somos capazes de resistir à tentação; e, superando a tentação, saimos fortalecidos no espírito.  Mesmo quando somos atraídos pelo que é errado, podemos optar por fazer o que é certo.
A tentação é a "sedução para pecar" que advém dos desejos e paixões humanas (Tg 1.14; 1Jo 2.16).  Esse incentivo pode vir do diabo, que é chamado de "o tentador" (Mt 4.3).
A Bíblia declara explicitamente que Deus não nos tenta (Tg 1.13-15), mas permite que sejamos testados pelas circunstâncias e pelo inimigo de nossa alma.  Isso pode acontecer para que nossa obediência ao Senhor cresça (veja exemplo de Jesus, Hb 5.7-10), nossa confiança aumente quando precisamos de força e o nosso compromisso de seguir seus mandamentos seja fortalecido (Gn 22.1-18).  Além do mais, o Senhor promete prover um "livramento" para que não sejamos tentados além daquilo que podemos suportar (1Co 10.13; 2Pe 2.9).  Quando resistimos à influência do tentador, ele fugirá de nós (Tg 4.7).
A estratégia de Satanás para a tentação fica bem evidente na forma como abordou Eva:
1) Ele questiona a Palavra de Deus (Gn 3.1).
2) Ele contradiz Deus ao contar uma meia-verdade (Gn 3.4).
3) Ele tenta substituir um objetivo "bom" ou "digno" pela desobediência, distorcendo e citando de forma incorreta a Palavra de Deus (Gn 3.5).
Essas mesmas estratégias foram utilizadas quando Satanás tentou Jesus no deserto (Mt 4.1-11).
A Bíblia promete aqueles que suportarem as tentações da vida receberão "a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam" (Tg 1.12).  Podemos ser guiados diariamente pelo Espírito Santo nos caminhos de Deus (Mt 6.13), a ponto de resistirmos à voz do tentador nos  chamando para a perdição.


Fonte:  A Bíblia da Mulher: leitura, devocional, estudo. 2ª ed.  Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.

ADVERTÊNCIA AOS FIÉIS

ADVERTÊNCIA                                                     REFERÊNCIAS

Não rejeite a superioridade de Cristo !              Hb 1.1-4
Não negligencie a sua salvação !                       Hb 2.1-4
Não rejeite a Cristo !                                            Hb 3.7-15
Não deixe de entrar no descanso de Cristo !    Hb 4.11-13
Não peque deliberadamente !                             Hb 10.26-31
Não rejeite a graça de Deus !                              Hb 12.14-17
Não rejeite a voz dos céus !                                Hb 12.25-29


Fonte:  A Bíblia da Mulher: leitura, devocional, estudo. 2ª ed.  Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.

RIQUEZA - BENÇÃO OU MALDIÇÃO

A Bíblia ensia que a riqueza vem de Deus e retornará a ele.  A riqueza deve trazer louvor a Deus.  Às vezes, Deus escolhe abençoar seus filhos com a riqueza.  Abraão, Isaque, Salomão e até mesmo Jó receberam riquezas como benção de Deus (Gn 13.2; 26.12-14; 1Rs 3.13; Jó 42.12).
A riqueza material é dada à humanidade para o exercício da mordomia.  Deus o dono de todas as coisas, espera que seus filhos cuidem de seus bens e devolva-os a ele (Lc 12.42).  A riqueza também é dada para atrair louvor a Deus.  Os crentes que dão dinheiro para ajudar a outros glorificam ao Senhor (2Co 8.1-5).
Das 39 parábolas de Jesus, 16 tratam da riqueza.  Nas Escrituras, são feitas mais referências ao dinheiro do que à salvação.  Jesus tratou do dinheiro porque o dinheiro interessa às pessoas.  A riqueza material pode ser uma benção ou uma maldição.  O poder que ela tem é sutil (2Tm 6.10).  Sua fonte é segura (Mt 6.25-26).  A tentação da riqueza é esbanjá-la (Tg 4.3).  A estratégia da riqueza é poupar (Mt 25.27). Seu propósito é dividir (At 20.35).
Deus espera que seus filhos usem a riqueza que recebem dele para abençoar as pessoas e para glorificá-lo.  Na parábola dos talentos, Jesus prometeu abundância aos que tomam posse do seu reino e a vida eterna a todos aqueles que confiam nele (Mt 25.14-30).


Fonte:  A Bíblia da Mulher: leitura, devocional, estudo. 2ª ed.  Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.

SALVAÇÃO - O LIVRAMENTO DE DEUS

A salvação pode ser descrita como "arrancar" alguém de um sério perigo.  Assim como nós "arrancaríamos" um filho da frente de uma automóvel que se aproximasse dele, para salvar-lhe a vida, o Senhor Jesus salva ou "arranca" cada indivíduo que confia nele do caminho que conduz à morte eterna no inferno (Rm 6.23).  Assim, salvação pode ser compreendida como uma libertação operada por Deus.  No Antigo Testamento, Deus muitas vezes libertou Israel de seus inimigos (Jz 3.9,15,28). No Novo Testamento, Deus libertou pecadores da eternidade no inferno (At 16.31).
A salvação requer não apenas um ato inicial de Deus, mas também nossa resposta. Há basicamente três aspectos do livramento ou da salvação divina:  justificação, santificação e glorificação.  Justificação é a libertação divina da penalidade do pecado.  Qando uma pessoa aceita a Cristo em sua vida, ela se torna livre totalmente da penalidade do pecado e da morte espiritual (Rm 3.23-25).  A penalidade por pecados que foram cometidos no passado ou por pecados que serão cometidos no futuro foi paga pela morte de Jesus Cristo na cruz.
Santificação é a libertação progressiva de um crente do poder do pecado (Ef 5.26; 1Ts 5.23).  O desejo de Deus é que o cristão amadureça e se torne mais semelhante a Cristo, que se torne livre do pecado em sua vida.  Mas se o cristão pecar por causa de sua natureza decaída, Deus providenciou a provisão (1Jo 1.9).  Ele deu o Espírito Santo para auxiliar os crentes em seu processo de santificação.
Glorificação é a libertação final que Deus opera contra a presença do pecado na vida do crente.  A glorificação não será efetivada até que o Senhor volte para seus filhos (1Co 15.51-57).  Enquanto estivermos vivendo na terra, sempre estaremos na presença do pecado.  Entretanto, as pessoas que confiaram em Cristo um dia serão completamente livres do pecado.
Nossa resposta pessoal à ação de  Deus também é de suma importância:
1) Devemos saber quem é Cristo, o que ele fez e o que é capaz de fazer.
2) Devemos ter covicção de que esse conhecimento sobre Cristo é verdadeiro.
3) Devemos agir de acordo com esse cohecimento e com essa convicção, confiando diriamente em Cristo.
Todas as pessoas precisam ter um encontro pessoal com Cristo, submetendo sua vida ao Senhor.  Nesse momento a salvação ou libertação ocorre.  Desse ponto e ao longo da eternidade, o poder de Cristo na vida do crente é maior que o poder do pecado (2Tm 1.12), e Cristo, por sua vez, cobre nossos pecados, tendo pago a penalidade por eles com sua morte na cruz.  somos, portanto, desafiados a viver por ele e a crescer em sua graça.


Fonte:  A Bíblia da Mulher: leitura, devocional, estudo. 2ª ed.  Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.

AUTORIDADE - QUEM É O RESPONSÁVEL ?

O próprio Deus é a autoridade máxima e a fonte de toda autoridade humana.  Os cristãos são comandados a reconhecer a autoridade de Deus por trás das instituições governantes humanas sendo cidadãos submissos e respeitosos.
Mesmo quando a autoridade humana, corrompida pelo pecado, é distorcida para propósitos malignos, Deus está trabalhando em conjunto por meio daquele poder para atingir seus propósitos perfeitos.  Esse paradoxo nunca foi mais intensamente revelado do que quando Jesus, de pé diante de Pilatos disse:  "Nenhuma autoridade terias sobre mim, se de cima não te fosse dada" (Jo 19.11).  Os propósitos das autoridades humanas que levaram à crucificação de Jesus foram maculadas pelo mal.  Ao mesmo tempo, o bem de Deus, seu propósito gracioso e amoroso de redenção, estava sendo alcançado por meio daqueles poderes humanos, mesmo que eles não tivessem reconhecido Deus como a origem de sua autoridade.
Todo poder e toda autoridade são tão somente de Deus e apenas ele pode usá-los para o bem maior de seus filhos.  Mesmo quando não podemos enxergar o começo ou o fim do plano de Deus, temos que confiar nele como o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim de todas as coisas, iclusive dos acontecimentos de nossas próprias vidas (Ap 22.13).

Fonte:  A Bíblia da Mulher: leitura, devocional, estudo. 2ª ed.  Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

INFERTILIDADE - SEM FILHOS, MAS NÃO SEM VALOR

A maioria dos casais espera ter filhos.  Desde que Deus disse a Adão e Eva, "Sede fecundos, multiplicai-vos", os filhos fazem parte do plano divino para o homem e a mulher que se unem em casamento.  As Escrituras ensinam que os filhos são herança do Senhor e recompensa de Deus (sl 127. 3-5).  Por isso um casal pode se sentir confuso e desnorteado quando não consegue conceber filhos conforme o planejado ou desejado.  A falta de filhos era problemática nos tempos bíblicos.
Na Bíblia, a esterilidade não causava apenas sofrimento pessoal.  Os filhos eram um sinal da benção material de Deus (Sl 127. 3-5), pois cuidavam dos membros mais velhos da família.  Também eram sinal da benção espiritual de Deus, pois a linhagem continuava devido à presença de representantes da família na terra dos viventes.  a memória de uma pessoa era preservada por intermédio de seus descendentes.  Assim, a esterilidade representava um término.
A infertilidade é definida em termos médicos como a incapacidade de engravidar depois de um ano ou mais de relações sexuais frequentes sem o uso de contraceptivos ou a incapacidade de levar a termo várias gestações.  Cerca de 15% de todos os casais de hoje são inférteis.  Apesar de a infertilidade masculina e a feminina terem várias causas, graças aos avanços da medicina, muitas delas podem ser diagnosticadas e tratadas.  Mas, apesar dos tratamentos, alguns casais continuam impossibilitados de terem filhos.  A decisão de um casal de escolher o momento da concepção, de buscar medidas que estimulem a fertilidade ou de adotar uma criança é uma responsabilidade que os dois compartilham diante de Deus, o Autor da vida.  A ausência de filhos não diminui o valor de um casal aos olhos de Deus se esta é a vontade perfeita dele para essas duas pessoas.  Os casais estéreis não foram abandonados por Deus.
A infertilidade leva o casal a experimentar uma ampla gama de emoções.  Como Sara (Gn 11.30), Raquel (gn 30.1), Ana (1Sm 1.2) e Isabel (Lc 1.36), uma mulher sem filhos muitas vezes sente decepçao, desamparo, ira, autopiedade, tristeza, baixa autoestima ou culpa.  Não obstante o impacto que a infertilidade exerce sobre o casal, a dor pessoal normalmente é profunda.  Irmãos e irmãs em Cristo podem ajudar a curar essa dor oferecendo encorajamento e compreensão, respeitando o desejo do casal de explorar suas opções e falando abertamente sobre o assunto quando este vem à baila.  Acima de tudo, a igreja precisa aceitar os casais sem filhos e incentivá-los a exercer os ministérios que Deus preparou para eles.
Deus não dá filhos a todos os casais.  Ele pode ter outras bençãos reservadas para os quenão têm filhos.  Apesar de não termos informações concretas sobre a vida familiar de algumas das mulheres notáveis da Bíblia, varias delas como Miriã, Ester, Priscila, Maria e Marta e Maria Madalena não são associadas a filhos.  Ao perceber que a criação de filhos não é a única responsabilidade dada por Deus aos casais cristãos, uma mulher e um homem podem encontrar verdadeira alegria em aceitar as incumbências pessoais que Deus reservou para eles.

Fonte: A Bíblia da Mulher: leitura, devocional, estudo. 2ª ed.  Barueri, SP:  Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.

TERMOS RELACIONADOS AO POVO DE DEUS

HEBREUS
O termo "hebreus" é outra forma de se referir aos israelitas, usada com frequência por estrangeiros (Gn 39.14; Êx 1.16), mas, ocasionalmente, pelos próprios israelitas (Êx 1. 15-19; Jn 1.9).  Nesses casos, as denominações "hebreus" e "israelitas" são intercambiáveis.  O antepassado dos hebreus é identificado como Héber, filho de Sem (Gn 10.21-32).  Abraão, Naor e Ló são alguns dos seus descendentes (Dn 11. 10-32).  Abraão é o antepassado dos hebreus; Naor, dos arameus; Ló dos moabitas e amonitas.  Abraão é chamado de "o hebreu" (Gn 14.13).  Em geral, o termo "hebreu" é de caráter étnico.

JUDEUS
No período após o exílio, a designação "judeu" era usada para um membro da província babilônica ou persa de Judá (Ne 4.1; Et 9.15-19; Zc 8.23).  Em Et 8.17, o termo se refere a um prosélito da fé judaica.  A denominação "judeu" também é empregada em Jeremias, o profeta que ministrou no final do século VII e início do século VI a.C. (Jr 32.12; 40.11).  Assim, o uso do termo "judeu" era relativamente flexível nos tempos bíblicos.  Um indivíduo podia ser chamado de judeu em função de sua religião e/ou orígem étnica.

ISRAEL
O nome "Israel" é usado  pela primeira vez para o patriarca Jacó depois de seu encontro com Deus em Peniel (Gn 32.28).  Israel também é uma designação do Antigo Testamento para o povo de Deus como um todo.  Israel, os filhos de Israel, e as doze tribos de Israel são  denominações usadas para o povo de Deus quando no Egito, no Êxodo, na jornada pelo deserto, na entrada em Canaã sob a liderança de Josué e no tempo dos juízes e de Samuel (Gn 49.28; Dt 33.5,10,28).

SIÃO
Este termo é usado no antigo Testamento como designação para o povo de Jerusalém como uma comunidade (jl 2.23; Is 3.16; Jr 4.31).

Fonte:  A Bíblia da Mulher: leitura, devocional, estudo 2ª ed. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.

FRUTO DO ESPÍRITO - FIDELIDADE

Fidelidade é a qualidade que descreve a relação contínua de Deus com o mundo e o relacionamento que o cristão deve ter com Deus e com outras pessoas.  O Antigo e o Novo Testamento louvam a Deus por sua fidelidade e desafiam o povo de Deus a desenvolver essa característica em sua vida.  A lealdade constante e a confiança inabalável são consideradas virtudes para o crescimento pessoal e espiritual.
A "fidelidade" (gr. pistis) é uma das manifestações do fruto do Espírito que diz respeito ao caráter leal e confiável.  As Escrituras ensinam que Deus é fiel (Lm 3.22-23).  Jesus foi louvado pelo Pai por sua obediência fiel "até a morte e morte de cruz" (Fp 2.7-10).  Muitos dos servos do Senhor são lembrados por sua fidelidade.  Moisés foi fiel mesmo diante da opressão (Hb 11.23-25), e Rute continuou fiel mesmo quando sofreu uma perda terrível (Rt 1.16).  A Igreja Primitiva se manteve fiel ao enfrentar perseguição (At 8.4), e Paulo sempre foi fiel em seu ministério (2Tm 4.6-8).
Os cristãos de hoje são chamados a ser fiéis a Deus, a sí mesmos e aos outros.  São desafiados a manter uma confiança inabalável em Deus, mesmo em meio a provações e sofrimento.  A fidelidade a sí mesmo é resultante da fé em Deus e necessário para ser fiel a outros.  A confiabilidade e o compromisso com outros são expressões essenciais de fidelidade em amor e serviço.
O Senhor diz:  "Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida" (Ap 2.10).  A fé inabalável do seguidor de Cristo será recompensada por toda a eternidade.

Fonte:  A Bíblia da Mulher:  leitura, devocional, estudo. 2ª ed.  Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.


A BÍBLIA E JESUS

A Bíblia e Jesus !                                      1. Em Gênesis Jesus é: O nosso Criador (Gn 1) e A Semente da mulher. (3:15)...