quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

O ÚNICO SENHOR E SALVADOR


Um só Salvador, um só Deus, um só Senhor.  O único que pode todas as coisas, que sabe todas as coisas, que vê todas as coisas.

O único que pode nos salvar.  O único Deus. O único Senhor.
Somente Jesus é o caminho para nossa salvação.
Jesus é o próprio Deus, que se fez homem.
Jesus é o Senhor dos senhores, o Rei do universo.
O único que por amor se deu pela humanidade, morrendo em uma cruz.
O único que é sob todas as coisas.
O único que não foi criado, pois existe de eternidade a eternidade.
O único que ama incondicionalmente, e que pode resolver todos os problemas.
O único que perdoa e lança no mar do esquecimento os nossos pecados.
O único que não olha as aparências e nem faz acepção de pessoas.
O único que não abandona os que nele confia.
O único que ama todos os habitantes da Terra.
O único que nunca falhou, e jamais falhará.
O único que venceu a morte, e ressuscitou.
O único capaz de vencer o pecado, a injustiça e a falta de amor.
O único que está a direita de Deus, intercedendo por nós, pois vivo está.
O único que se inclina para ouvir as orações do seu povo.
O único que ouve e responde as orações dos que por Ele clamam.
O único que quando se fez carne, nunca pecou, e jamais cometeu injustiça.
O único que sustenta e guarda o seu povo.
O único que nos defende diante de Deus.
O único que nasceu de modo sobrenatural.
O único que foi totalmente obediente.
O único digno de ser honrado, pois é Deus.
O único digno de ser adorado, pois é Deus.
O único que cumpriu todas as determinações do Pai, e foi vitorioso.
O único que é o autor da fé, e que por Ele podemos todas as coisas.
Ao Pai, Filho, Espírito Santo, o Deus trino, sejamos gratos, pois o Deus trino é o verdadeiro amor, o verdadeiro Senhor, e o verdadeiro Salvador.

Fonte:  Edilberto Pereira -  Bacharel em Teologia  -  Baseado na Bíblia Sagrada.

SALVAÇÃO - O AMOR E A MISERICÓRDIA DE DEUS

O amor de Deus

"Sem menosprezar a paciência, misericórdia e graça de Deus, a Bíblia associa mais frequentemente o desejo de Deus em nos salvar ao seu amor. No Antigo Testamento, o enfoque primário recai sobre o amor segundo a aliança, como se vê em Deuteronômio 7.
Com respeito à redenção segundo a aliança, diz o Senhor: 'Com amor [heb.'ahavah'] eterno te amei [heb.'ahev']; também com amável benignidade [heb. chesedh] te atrai' (Jr 31.3).  A despeito da apostasia e idolatria de Israel, Deus amava com amor eterno.
O Novo Testamento emprega agapaõ ou agapê para referir-se ao amor salvífico de Deus.  No grego pré-bíblico, essas palavras tinham pouca relevância.  No Novo Testamento, porém, são óbvios o seu poder e valor.  'Deus é agapê' (Jo 3.16).  Por isso, 'ele deu seu Filho unigênito' (Jo 3.16) para salvar a humanidade.  Deus tem demonstrado seu amor imerecido para conosco 'em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores' (Rm 5.8).  O Novo Testamento dá amplo testemunho do fato de que o amor de Deus impeliu-o a salvar a humanidade perdida.  Por isso, estes quatro atributos de Deus  -  a paciência, a misericórdia, a graça e o amor - demostram a sua bondade ao promover a nossa redenção".  (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática:  Uma perspectiva pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, pp. 345,346).

Misericórdia

"No Antigo Testamento, a palavra 'misericórdia', é a tradução da palavra grega eleos, ou 'piedade, compaixão, misericórdia' (veja seu uso em Lucas 10.37; Hebreus 4.16), e oiktirmos, isto é, 'companheirismo em meio ao sofrimento' (veja seu uso em Filipenses 2.1; Colossenses 3.12; Hebreus 10.28).
No Antigo Testamento, este termo representa duas raízes distintas:  rehem, que pode significar maciez), 'o ventre', referindo-se, portanto, à compaixão materna (1 Rs 3.26, 'entranhas'), e hesed, que significa força permanente (Sl 59.16; 62.12; 144.2) ou 'mútua obrigação ou solidariedade das partes relacionadas' - portanto, lealdade.  A primeira forma expressa a bondade de Deus, particularmente em relação àqueles que estão em dificuldades (Gn 43.14; Êx 34.6).  A segunda expressa a fidelidade do Senhor, ou os laços pelos quais 'pertencemos' ou 'fazemos parte' do grupo de seus filhos.  Seu permanente e imutável amor está subentendido, e se expressa através do termo berit, que significa 'aliança' ou 'testamento' (Êx 15.13; Dt 7.9; Sl 136.10-24)" (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 1290).

Aspectos da salvação

"É preciso compreender e comparar dois aspectos da salvação, que são:  o aspecto legal e o aspecto ético e moral.  No aspecto legal está a justificação, que trata da quitação da pena do pecado.  Significa que a exigência da Lei foi cumprida.  Porém, no aspecto moral, está a santificação que trata da vivência cotidiana após a justificação.  Como compreender então a relação entre a justificação e a santificação ?
Em primeiro lugar, a santificação trata do nosso estado, assim como a justificação trata da nossa posição em Cristo.  Observe isto:  Na justificação somos declarados justos.  Na santificação nos tornamos justos.  A justificação é a obra que Deus faz por nós como pecadores.  A santificação diz respeito ao que Deus faz em nós.  Pela justificação somos colocados numa correta e legal relação com Deus.  Na santificação aparecem os frutos dessa relação com Deus.  Pela justificação nos é outorgada a segurança.  Pela santificação nos é outorgada a confiança na segurança.
Em segundo lugar, a santificação envolve, também, o aspecto posicional.  Na justificação o crente é visto em posição legal por causa do cumprimento da Lei, na santificação o crente é visto em posição moral e espiritual.  Posicionalmente o crente é visto nesses dois aspectos abordados que são:  o legal e o moral.  Legalmente, ele se torna justo pela obra justificadora de Jesus Cristo.  Moralmente, ele se torna santo por obra do Espírito Santo" (CABRAL, Elienai.  Romanos:  O Evangelho da Justiça de Deus. 5.ed. Rio de Janeiro;  CPAD, 2005, pp.73,74).

Fonte:  Lições Bíblicas  -  4° Trimestre de 2017  -  Adultos  -  Claiton Ivan Pommerening

domingo, 3 de dezembro de 2017

A CONCEPÇÃO DO SALVADOR

Encarnação

"Quando na plenitude dos tempos (Gl 4.4), o anjo Gabriel comunicou a Maria que ela seria o instrumento da encarnação de Jesus, disse-lhe: 'Em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e por-lhe-ás o nome de Jesus' (Lc 1.31). [...] Jesus, o 'Deus bendito eternamente' (Rm 9.5), fez-se homem.  Esse mistério chama-se encarnação.  A Bíblia diz:  'grande é o mistério da piedade:  aquele que se manifestou em carne' (1Tim 3.16).  A doutrina da encarnação de Jesus excede tudo o que o entendimento humano possa compreender; porém, desse milagre depende a substância do Evangelho da salvação e a doutrina da redenção".

O Nascimento Virginal

Provavelmente, nenhuma doutrina cristã é submetida a tão extenso escrutínio quanto a do nascimento virginal, e isto por duas razões principais.  Primeiro, esta doutrina depende, para a sua própria existência, da realidade do sobrenatural.  Muitos estudiosos, nestes últimos dois séculos, têm desenvolvido um preconceito contra o sobrenatural; e esse preconceito tem influenciado seu modo de analisar o nascimento de Jesus.  A segunda razão para a crítica do nascimento virginal é que a história do desenvolvimento de sua doutrina nos leva para muito além dos simples dados que a Bíblia fornece.  A própria expressão 'nascimento virginal' reflete essa questão.  O nascimento virginal significa que Jesus foi concebido quando Maria era virgem, e que ela ainda era virgem quando Ele nasceu(e não que as partes de Maria tenham sido preservadas, de modo sobrenatural, no decurso de um nascimento humano).
Um dos aspectos mais discutidos do nascimento virginal é a orígem do próprio conceito.  Alguns estudiosos têm procurado explicá-la por meio de paralelos helenísticos.  Os enlaces que os deuses e deusas mantinham com seres humanos, na liturgia grega da antiguidade, são alegadamente os antecedentes da ideia bíblica.  Mas essa teoria certamente desconsidera a aplicação de Isaías 7, em Mateus 1.
Isaías 7, com sua promessa de um filho que nascerá, é o pano de fundo do conceito do nascimento virginal.  Muitas controvérsias têm girado ao redor do termo hebraico 'almah, conforme usado em Isaías 7.14.  A palavra é usualmente traduzida por 'virgem', embora algumas versões traduzam por 'jovem'.  No Antigo Testamento, sempre que o contexto oferece nítida indicação, a palavra  significa uma virgem com idade para casamento" (HORTON, Stanley M. 1.ed. Rio de Janeiro:  CPAD, 1996, p.322)

Fonte:  Lições Bíblicas - 4° Trimestre de 2017  -  Adultos  -  Claiton Ivan Pommerening

sábado, 2 de dezembro de 2017

O CORDEIRO DA PÁSCOA - O SANGUE DO CORDEIRO

"O Cordeiro da Páscoa no Êxodo 12 deveria ser morto e comido na noite da Páscoa, e o seu sangue deveria ser espargido nos umbrais das portas.  O Senhor Jesus Cristo associou a Santa Ceia à festa da Páscoa judaica (Mt 26.17-19).  Dessa forma, a Páscoa está tipificando que Cristo é a nossa Páscoa (1 Co 5.7).
O cordeiro a ser oferecido não deveria ter manchas ou defeitos (Êx 12.5) e nenhum osso deveria estar quebrado (Êx 12.45), o que nos mostra que nenhum osso de Cristo seria quebrado em sua morte da cruz.
O conceito do Cordeiro de Deus foi tão completamente desenvolvido em Isaías 53 que estava claro para os santos do Antigo Testamento que Ele não era outro senão o servo do Senhor.  Parece que Isaías 53 é o capítulo que contém mais referências cruzadas com o Novo Testamento em toda a Bíblia Sagrada.

O Cordeiro de Deus no Novo Testamento

No primeiro capítulo de seu Evangelho, João registra como João Batista aponta para Jesus como o 'Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo' (Jo 1.29,36).  Pedro, em sua primeira epístola, diz que Cristo foi o cordeiro conhecido antes da fundação do mundo (1 Pe 1.19,20).  Portanto, o conceito do Antigo Testamento do cordeiro sacrificial revela tipicamente e profeticamente o plano de Deus para oferecer Cristo como o sacrifício propiciatório pelos pecados do homem" (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p.454).

O Sangue

"O sangue também desempenhou um papel significativo nas práticas religiosas do Antigo Testamento.  Vale a pena observar que o sangue não representava nenhum elemento básico nos sacrifícios, nem tinha alguma função especial ou significado nos rituais de quaisquer outros povos do antigo Oriente Próximo ou do Mediterrâneo.  O sistema de sacrifícios da lei, baseado nos primitivos sacrifícios de animais do período patriarcal, exigia a morte da vítima em nome do pecador e consistia na aspersão do sangue ainda morno pelo sacerdote como prova de sua morte pela expiação dos pecados (Lv 17.11,12).  Nos sacrifícios, era exigida a morte da vítima para que sua vida fosse oferecida a Deus como substituto da vida do pecador arrependido.  Dessa maneira, o pecador era limpo e a culpa era removida (Hb 9.22).
Esse cenário forma a base para a presença do sangue de Cristo no Novo Testamento.  O derramamento do sangue de Jesus, na cruz, encerrou sua vida terrena, pois Ele, voluntariamente, ofereceu-se para morrer em nosso lugar, como o Cordeiro de Deus que foi assassinado para nos redimir (1 Pe 1.18-20); e a aspersão desse sangue trouxe o perdão todos os pecados os homens (Rm 3.25).  Seguindo o padrão do Dia da Expiação dos judeus (Lv 16), Cristo é o nosso sacrifício expiatório (Hb 9.11-14) e também nossa oferta pelo pecado (1 Pe 1.18,19).  Assim como Moisés selou o pacto entre Deus e a antiga nação de Israel, no Sinai, com a aspersão do sangue (Êx 24.8), também o novo pacto de Jeremias (31. 31-34) foi selado pelo sangue de Cristo (Hb 9.14).  Ao instituir a Ceia do Senhor, Jesus falou do cálice como 'o Novo Testamento [ou aliança]" no seu próprio sangue (1Co 11.25)  (Dicionário bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro:  CPAD, p. 1758).

Fonte :  Lições Bíblicas  -  4° Trimestre de 2017  -  Adultos  -  Claiton Ivan Pommerening

SALVAÇÃO

"A salvação é uma milagrosa transformação espiritual, operada na alma e na vida - no caráter - de toda pessoa que, pela fé recebe Jesus Cristo como seu único Salvador.
A salvação abarca todos os atos e processos redentores, bem como transformadores da parte de Deus para com o ser humano e o mundo através de Jesus Cristo nesta vida e na outra."
A salvação baseia-se na morte de Cristo para a remissão dos pecados de acordo com os justos requisitos de um Deus santo e abençoador (Rm. 3.21-26).  As bençãos da salvação incluem, basicamente, a redenção, a reconciliação, e a propiciação. 
 A redenção significa a completa libertação através do pagamento de um resgate (2 Pe 2.1; Gl 3.13).
A reconciliação significa que, por causa da morte de Cristo, o relacionamento humano com Deus foi modificação de um estado de inimizade passando a um estado de comunhão (Rm. 5.10).
A propiciação significa que a ira de Deus foi retirada através da oferta de Cristo (Rm 3.25).
Quando uma pessoa crê no Senhor Jesus Cristo, ela é salva (At. 16.31), e assim já está justificada, redimida, reconciliada e limpa (Jo 3.10; 1 Cor. 6.11).
Além disso, a salvação é também progressiva (1 Cor. 1.18) e o homem precisa da obra santificadora do Espírito Santo no aperfeiçoamento de sua salvação (Rm 8.13).  Além disso, a salvação em sua plenitude, deverá ser realizada no futuro, quando Cristo voltar (Hb 9.28)."

Fonte : Lições bíblicas - 4° Trimestre de 2017  -  Adultos  -  Claiton Ivan Pommerening

domingo, 5 de novembro de 2017

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

BENDITO SEJA DEUS


Bendito seja Deus, que criou todas as coisas.
Bendito seja O Pai das luzes, que enviou seu Filho Jesus Cristo, para salvar toda a humanidade.
Bendito seja o Deus Eterno, que, com a intercessão de seu Filho, enviou o Espírito Santo.
Bendito seja Deus, que através de Jesus Cristo, seu Filho amado, reconciliou todas as coisas, e deu a oportunidade a toda a humanidade para se achegar a Ele.
Bendito seja Deus, que por intermédio de seu Filho, concede perdão a todos(as), que se arrependem de seus pecados.
Bendito seja Deus, que salva aos que creem no sacrifício feio por Jesus.
Bendito seja Deus, que liberta o oprimido, solta o encarcerado, cura os enfermos, e faz o homem e a mulher se tornarem novas criaturas.
Bendito seja Deus, que por amor, nos deu a possibilidade de vencer o pecado , e o mundo, através da fé em Jesus.
Bendito seja Deus, que batiza no Espírito Santo, todos os que creem.
Bendito seja Deus, que abriu-nos o caminho para o céu, por meio do sacrifício que Jesus Cristo fez por toda a humanidade.
Bendito seja Deus, que orienta-nos através da sua Palavra e, do seu Espírito Santo.
Bendito seja Deus, que invade a nossa alma de paz, e alegria.
Bendito seja Deus, que pela obediência de seu Filho, nos deu a certeza de vida eterna.
Bendito seja Deus, porque o sangue de Jesus, derramado na cruz, nos purifica de todo pecado.
Bendito seja Deus, que pela sua longanimidade, perdoa, salva, e nos dá a cada dia a oportunidade de nos levantar na sua presença.
Bendito seja Deus, que continua operando maravilhas.
Bendito seja Deus, que nos fez povo seu, e ovelhas do seu pasto.
Bendto seja Deus, que por bondade e misericórdia nos sustenta e nos guarda a cada dia.
Bendito seja Deus, porque a sua fidelidade dura para sempre.
Bendito seja Deus, que é imutável.
Bendito seja Deus, que amou o mundo de tal maneira enviando o seu Filho único, para trazer toda a humanidade para a sua presença.
Bendito seja Deus, que breve nos chamará para a sua presença, onde iremos desfrutar eternamente da sua glória.

Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia - baseado na Palavra de Deus

LEITURA DA BÍBLIA - ANTIGO TESTAMENTO - ECLESIASTES


CAPÍTULOS  1  -  6


CAPÍTULOS  7  -  12




AS MISERICÓRDIAS DO SENHOR


O homem e a mulher, muitas vezes, por causa das lutas, e dos muitos erros que cometem, se esquecem de que existe solução para todas as coisas, desde que essas coisas sejam entregues nas mãos de quem é especialista em resolver causas impossíveis, ou seja, Deus, que tem todo o poder, e somente Ele soluciona todas as coisas.
Quando meditamos na palavra de Deus, lemos que "as misericórdias do Senhor é a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não tem fim" (Lm.  3:22).
Quando tomamos posse dessa verdade exposta na Bíblia Sagrada, podemos ter nossas esperanças renovadas, pois, seja qual for a nossa dificuldade, ou a causa do nosso tropeço, sabemos que todos os dias temos a oportunidade de nos reconciliar com Deus, e ser renovados por Ele, pois o prazer de Deus é que estejamos em pé na sua presença.
O pecado nos separa de Deus, porém, nunca podemos esquecer, que Jesus Cristo, morreu pelos nossos pecados, e quando achegamos ao Pai, por intemédio de Jesus, arrependidos, e confessando os nossos pecados, Ele certamente nos perdoa.
Toda a humanidade, tem a oportunidade dada por Deus, que nos abriu a porta, para que nos coloquemos na sua presença, porque Jesus, com sua morte na cruz, nos trouxe a oportunidade de sermos reconciliados, e a possibilidade de vivermos uma nova vida na presença de Deus, segundo a vontade dEle.
A solução para a humanidade, está única e exclusivamente na pessoa bendita de Jesus, o filho de Deus, que deu a sua vida por nós.
A humanidade recebeu um presente de Deus, presente esse, que nos dá vida, e vida com abundãncia, e que faz com que, todos os que creem na obra que o Filho de Deus fez, tornem-se uma nova criatura.
O amor, a misericórdia, a benignidade, a longanimidade de Deus, O levou a dar o seu único Filho para nos trazer de volta, o que a humanidade perdeu com a queda do primeiro casal, ou seja, Adão e Eva, que desobedecendo a Deus, comeram do fruto proibido, rompendo assim, a comunhão com o Pai.
Com a comunhão quebrada, Deus já havia preparado o meio para que essa comunhão fosse restabelecida.  O próprio Deus, na pessoa de Jesus, veio ao mundo, se fez homem, habitou entre nós, sofreu, foi rejeitado, morreu crucificado,  mas ao terceiro dia ressuscitou.
A morte e a ressurreição de Jesus, é uma prova concreta que as misericóridas de Deus, não tem fim;  e novas são a cada manhã.
Por esse ato, ou seja, a obediência do Filho ao Pai, todos nós podemos estar na presença de Deus, basta que creiamos no sacrifício de Jesus, no calvário.
O Pai, enviou o Filho, que retornou ao Pai, mas, o Espírito Santo foi enviado para estar conosco todos os dias.  O Espírito Santo é que nos ajuda, nos consola, que geme por nós, e faz com que tenhamos uma íntima comunhão com o Pai.
Tudo isso é prova do amor de Deus por nós, da sua bondade e da sua misericórdia.
Que cada um de nós possamos tomar posse dessa benção, dádiva do Pai Eterno, dádiva essa a disposição de toda a humanidade, mas que só pode ser usufruida por homens e mulheres, que aceitam a Jesus Cristo, como Senhor  e Salvador, e que pela autação do Espírito Santo, andam em novidade de vida.
Por tudo isso devemos render a Deus, toda honra, glória e louvor, pois só Ele é o Senhor.

Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia  - baseado na Bíblia Sagrada

LEITURA DA BÍBLIA - ANTIGO TESTAMENTO - CANTARES DE SALOMÃO


  CAPÍTULOS  1  -  8


A BÍBLIA E JESUS

A Bíblia e Jesus !                                      1. Em Gênesis Jesus é: O nosso Criador (Gn 1) e A Semente da mulher. (3:15)...