terça-feira, 8 de maio de 2018

ANTIGO TESTAMENTO II (LIVROS POÉTICOS)


2 – LIVROS POÉTICOS

- LIVRO DE JÓ
Autor: O Livro de Jó não revela especificamente o nome do seu autor. Os candidatos    mas prováveis são Jó, Eliu, Moisés e Salomão.
Quando foi escrito: A data da autoria do Livro de Jó seria determinado por quem foi o seu autor. Se Moisés foi o autor, a data seria por volta de 1440 AC. Se Salomão foi o autor, a data seria em torno de 950 AC. Já que não sabemos de certeza quem foi o
autor não podemos saber exatamente quando foi escrito.
Propósito: O Livro de Jó nos ajuda a entender o seguinte: Satanás não pode nos afligir com destruição física e financeira sem a permissão de Deus. Deus tem poder sobre o que Satanás pode e não pode fazer. Isso vai além de nossa capacidade humana de entender o “porquê” por trás de todo o sofrimento no mundo. Os ímpios vão receber o pagamento por suas ações. Nem sempre podemos culpar o nosso sofrimento e pecado em nossos estilos de vida. Sofrimento às vezes pode ser permitido em nossas vidas para purificar, testar, ensinar ou fortalecer a alma. Deus continua a ser suficiente e a merecer e desejar o nosso amor e louvor em todas as       circunstâncias da vida.
Versículos-chave: Jó 1:1: “Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal.”
Jó 1:21: “e disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o SENHOR o deu e o
SENHOR o tomou; bendito seja o nome do SENHOR”.
Jó 38:1-2: “Depois disto, o SENHOR, do meio de um redemoinho, respondeu a Jó: Quem é este que escurece os meus desígnios com palavras sem conhecimento?”
Jó 42:5-6: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza.
Resumo: O livro inicia com uma cena no céu onde Satanás aparece diante de Deus para acusar Jó. Ele insiste que Jó apenas serve a Deus porque o Senhor o protege. Satanás pede então pela permissão de Deus para testar a fé e lealdade de Jó. Deus concede a Sua permissão, mas apenas dentro de certos limites. Por que os justos sofrem? Esta é a pergunta feita depois que Jó perde sua família, sua riqueza e sua saúde. Os três amigos de Jó (Elifaz, Bildade e Zofar) aparecem para “confortá-lo” e discutir a sua enorme série de tragédias. Eles insistem que seu sofrimento é em castigo pelo pecado em sua vida. Jó, no entanto, continua a ser dedicado a Deus por tudo isso e afirma que sua vida não tem sido uma de pecado. Um quarto homem, Eliú, diz a Jó que ele precisa se humilhar e submeter ao uso de dificuldades por parte de Deus para purificar a sua vida. Finalmente, Jó questiona o próprio Deus e aprende lições valiosas sobre a Sua soberania e a sua necessidade de confiar totalmente no Senhor. Deus então restabelece a saúde, felicidade e prosperidade para muito além do seu estado interior.
Prenúncios: À medida que Jó pondera a causa de sua miséria, três perguntas vieram à sua mente, todas as quais são respondidas apenas em nosso Senhor Jesus Cristo. Essas questões ocorrem no capítulo 14. Primeiro, no versículo 4, Jó pergunta: “Quem da imundícia poderá tirar coisa pura? Ninguém!?” A pergunta de Jó vem de um coração que reconhece que não pode agradar a Deus ou se justificar diante dEle. Deus é santo, nós não. Portanto, existe um grande abismo entre Deus e o homem que foi causado pelo pecado. Mas a resposta à pergunta angustiada de Jó é encontrada em Jesus Cristo. Ele pagou pela penalidade dos nossos pecados e trocou-a por Sua justiça, tornando-nos assim aceitáveis aos olhos de Deus (Hebreus 10:14, Colossenses 1:21-23,  2 Coríntios 5:17).
A segunda pergunta de Jó: “O homem, porém, morre e fica prostrado; expira o homem e onde está?" (Versículo 10) é uma outra pergunta sobre a eternidade, vida e morte que é respondida apenas em Cristo. Com Cristo, a resposta a “expira o homem e onde está?” é vida eterna no céu. Sem Cristo, a resposta é uma eternidade nas “trevas onde  há choro e ranger de dentes” (Mateus 25:30).
A terceira pergunta de Jó, encontrada no versículo 14, é: “Se um homem morre, viverá outra vez?” Mais uma vez, a resposta é encontrada em Cristo. Nós realmente viveremos de novo se estamos nEle. “E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (1 Coríntios 15:54-55).
Aplicação Prática: O Livro de Jó nos lembra que existe um “conflito cósmico” acontecendo por trás das cenas sobre o qual normalmente não sabemos nada. Muitas vezes nos perguntamos por que Deus permite algo, e acabamos questionando duvidando da bondade de Deus sem ver a imagem completa. O Livro de Jó nos ensina a confiar em Deus em todas as circunstâncias. Devemos confiar no Senhor não apenas QUANDO não entendemos, mas PORQUE não entendemos. O salmista nos diz: “O caminho de Deus é perfeito” (Salmo 18:30). Se os caminhos de Deus são “perfeitos”, então podemos confiar que tudo o que Ele faz e tudo o que Ele permite também é perfeito. Isso pode não nos parecer possível, mas nossas mentes não são a mente de Deus. É verdade que não devemos antecipar que entenderemos a sua mente perfeitamente, pois Ele nos lembra “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR, porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos” (Isaías 55:8-9). No entanto, a nossa responsabilidade para com Deus é obedecer e confiar nEle, submetendo-nos à sua vontade, quer entendamos ou não.

- LIVRO DE SALMOS
Autor: As breves descrições que introduzem os salmos listam Davi como autor em 73 casos. A personalidade e identidade de Davi estão claramente estampadas em muitos desses salmos. Embora seja claro que Davi escreveu muitos dos salmos individuais, ele definitivamente não é o autor de toda a coleção. Dois dos Salmos (72 e 127) são atribuídos a Salomão, o filho e sucessor de Davi. Salmos 90 é uma oração atribuída a Moisés. Outro grupo de 12 Salmos (50 e 73-83) é atribuído à família de Asafe. Os filhos de Coré escreveram 11 Salmos (42, 44-49, 84-85,87-88). Salmo 88 é atribuído a Hemã, enquanto que Salmo 89 é atribuído a Etã, o ezraíta. Com a exceção de Salomão e Moisés, todos esses autores adicionais foram sacerdotes ou levitas responsáveis pelo fornecimento de música para a adoração no santuário durante o reinado de Davi. Cinquenta dos salmos não mencionam qualquer pessoa específica como seu autor      
Quando foi escrito: Um exame cuidadoso da questão da autoria, bem como dos assuntos abrangidos pelos salmos em si, revela que cobrem um período de muitos séculos. O salmo mais antigo da coleção é provavelmente a oração de Moisés (90), uma reflexão sobre a fragilidade do homem em comparação com a eternidade de Deus. O mais recente é provavelmente o salmo 137, uma canção de lamento claramente escrita durante os dias em que os hebreus estavam sendo mantidos  em  cativeiro  pelos babilônios cerca de 586-538 AC.   
É claro que os 150 salmos individuais foram escritos por diferentes pessoas durante um período de mil anos na história de Israel. Eles provavelmente foram compilados e agrupados em sua forma atual por algum editor desconhecido logo após o término do
cativeiro em cerca de 537 AC.
Propósito: O Livro dos Salmos é o mais longo livro da Bíblia, com 150 salmos individuais. É também um dos mais diversos, já que os salmos lidam com temas como Deus e Sua criação, guerra, adoração, sabedoria, o pecado e o mal, julgamento, justiça e a vinda do Messias.
Versículos-chave: Salmo 19:1: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos”.
Salmo 22:16-19: “Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim. Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes. Tu, porém, SENHOR, não te afastes de mim; força minha,
Apressa-te em socorrer-me”.
Salmo 23:1 “O Senhor é o meu pastor, nada me faltará”.
Salmo 29:1-2: “Tributai ao SENHOR, filhos de Deus, tributai ao SENHOR glória e força. Tributai ao SENHOR a glória devida ao seu nome, adorai o SENHOR na beleza da santidade”.
Salmo 51:10: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável.
”Salmos 119:1-2: “Bem-aventurados os irrepreensíveis no seu caminho, que andam na lei do SENHOR. Bem-aventurados os que guardam as suas prescrições e o buscam de todo o coração”.
Resumo: O Livro dos Salmos é uma coleção de orações, poemas e hinos que transformam os pensamentos sobre Deus, por parte do adorador, em louvor e adoração. Partes deste livro foram usadas como um hinário nos cultos de adoração do antigo Israel. A herança musical dos salmos é demonstrada pelo seu título. Ele vem de uma palavra grega  que significa “uma música cantada com acompanhamento  de um instrumento musical”.
Prenúncios: A provisão de Deus de um Salvador para o Seu povo é um tema recorrente nos Salmos. Fotos proféticas do Messias são vistas em numerosos salmos. Salmo 2:1-12 retrata o triunfo do Messias e do reino. Salmo 16:8-11 prenuncia Sua morte e ressurreição. Salmo 22 nos mostra o sofrimento do Salvador na cruz e apresenta profecias detalhadas da crucificação, todas as quais foram cumpridas com perfeição. As glórias do Messias e Sua noiva estão em exposição no Salmo 45:6-7, enquanto que Salmos 72:6-17, 89:3-37, 110:1-7 e 132:12-18 apresentam a glória e a universalidade do seu reinado
Aplicação Prática: Cantar é um dos resultados de ser cheio do Espírito Santo ou da palavra de Cristo. Os salmos são o “livro de música” da igreja primitiva que refletia a nova verdade em Cristo.
Deus é o mesmo Senhor em todos os salmos. No entanto, respondemos a Ele de formas diferentes, de acordo com as circunstâncias específicas de nossas vidas. Que Deus maravilhoso nós adoramos, o salmista declara, um Deus que vai muito além das nossas experiências humanas, mas também Alguém quem está perto o suficiente para ser tocado e que caminha ao nosso lado ao longo do caminho da vida.
Nós podemos trazer todos os nossos sentimentos a Deus - não importa se é uma queixa ou apenas pensamentos negativos. Podemos ter certeza de que Ele vai ouvir e entender. O salmista nos ensina que a oração mais profunda de todas é um clamor de socorro quando nos encontramos oprimidos pelos problemas da vida.

 - LIVRO DE PROVÉRBIOS
Autor: O Rei Salomão é o principal escritor de Provérbios. Seu nome aparece em 1:1, 10:1 e 25:1. Podemos também presumir que Salomão coletou e editou provérbios de outros escritores, pois Eclesiastes 12:9 diz: “O Pregador, além de sábio, ainda ensinou ao povo o conhecimento; e, atentando e esquadrinhando, compôs muitos provérbios.” Na verdade, o título hebraico Mishle Shelomoh é traduzido como “Provérbios de Salomão”.
Quando foi escrito: Os provérbios de Salomão foram escritos em cerca de 900 AC. Durante o seu reinado como rei, a nação de Israel atingiu o seu auge espiritualmente, politicamente, culturalmente e economicamente. À medida que a reputação de Israel aumentou, a do rei Salomão também. Dignitários estrangeiros dos confins do mundo viajaram grandes distâncias para ouvir o sábio monarca falar (1Reis 4:34).
Propósito: O conhecimento é nada mais do que uma acumulação de fatos brutos, mas a sabedoria é a capacidade de ver as pessoas, eventos e situações como Deus os vê. No Livro de Provérbios, Salomão revela a mente de Deus em assuntos superiores e nobres, assim como em assuntos ordinários e situações cotidianas. Parece que nenhum assunto escapou à atenção do rei Salomão. Questões relativas à conduta pessoal, relações sexuais, negócios, prosperidade, amor, ambição, disciplina, dívidas, educação infantil, caráter, álcool, política, vingança e piedade estão entre os vários temas abordados nesta rica coleção de provérbios.
                                      
Versículos-chave: Provérbios 1:5: “Ouça o sábio e cresça em prudência; e o instruído
adquire a liberdade.
Provérbios 1:7: “O temor do SENHOR é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino”.
Provérbios 4:5: “adquire a sabedoria, adquire o entendimento e não te esqueças das  
palavras da minha boca, nem delas te apartes.
Provérbios 8:13-14: “O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço. Meu é o conselho e a verdadeira sabedoria, eu sou o Entendimento, minha é a fortaleza’.
Resumo: Resumir o livro de Provérbios é um pouco difícil, pois ao contrário de muitos outros livros da Bíblia, não há nenhuma conspiração ou enredo encontrado em suas páginas; da mesma forma, não existem personagens principais do livro. A sabedoria é o seu foco - uma sabedoria grande e divina que transcende toda a história, povos e culturas. Mesmo uma leitura superficial deste tesouro magnífico revela que os provérbios do sábio rei Salomão são tão relevantes hoje como eram há cerca de três   mil anos atrás.
Prenúncios: O tema da sabedoria e da sua necessidade em nossa vida encontra o seu cumprimento em Cristo. Somos continuamente exortados em Provérbios a buscar, adquirir e compreender sabedoria. Provérbios também nos diz - e repete - que o temor do Senhor é o princípio do saber (1:7, 9:10). Nosso temor da ira e justiça do Senhor é o que nos leva a Cristo, nEle encontramos a personificação da sabedoria de Deus expressa no Seu glorioso plano de resgate para a humanidade. Em Cristo “todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos” (Colossenses 2:03). NEle encontramos a resposta à nossa busca por sabedoria, o remédio para o temor da justiça de Deus e a “justiça, e santificação e redenção” de que tanto precisamos (1 Coríntios 1:30). A sabedoria encontrada somente em Cristo está em contraste com a loucura do mundo que nos incentiva a sermos sábios aos nossos próprios olhos. Sendo assim, Provérbios também nos diz que o caminho do mundo não é o caminho           
de Deus (Provérbios 3:7) e só leva à morte (Provérbios 14:12  e 16:25).
Aplicação Prática: Há uma inegável praticidade encontrada neste livro, pois em seus trinta e um capítulos encontramos respostas sensatas a todos os tipos de dificuldades complexas. Provérbios certamente é o melhor “manual” já escrito e aqueles que têm o bom senso de seguir de coração as lições de Salomão vão descobrir rapidamente que piedade, prosperidade e contentamento estão disponíveis aos que pedem.

A promessa recorrente do Livro dos Provérbios é que aqueles que escolhem obter sabedoria e seguir a Deus serão abençoados de várias maneiras: com longa vida (9:11), prosperidade (2:20-22), alegria (3:13-18) e bondade de Deus (12:21). Aqueles que O rejeitam, por outro lado, sofrem vergonha e morte (3:35, 10:21). Rejeitar a Deus é escolher loucura à sabedoria e é separar-nos de Deus, Sua Palavra, Sua sabedoria e bênçãos.

- LIVRO DE ECLESIASTES

Autor: O Livro de Eclesiastes não identifica diretamente o seu autor. Há alguns versículos que dão a entender que Salomão escreveu este livro. Existem alguns indícios no contexto que podem sugerir que uma outra pessoa escreveu o livro após a morte de Salomão, possivelmente centenas de anos mais tarde. Ainda assim, a crença convencional é que o autor era na verdade Salomão.
Quando foi escrito: O reinado de Salomão como rei de Israel durou de cerca de 970 AC até cerca de 930 AC. O livro de Eclesiastes foi provavelmente escrito no final do seu reinado, em aproximadamente 935 AC.
Propósito: Eclesiastes é um livro de perspectiva. A narrativa do “Pregador”, ou “Sábio”, revela a depressão que inevitavelmente resulta da procura da felicidade em coisas mundanas. Este livro dá aos Cristãos a oportunidade de ver o mundo através dos olhos de uma pessoa que, apesar de muito sábio, está tentando encontrar sentido em coisas humanas e temporárias. Quase todas as formas de prazer mundano são exploradas pelo Pregador, e nenhuma delas lhe dá sentido algum.
No final, o pregador chega a aceitar que a fé em Deus é a única maneira de encontrar um significado pessoal. Ele decide aceitar o fato de que a vida é breve e, no fim das contas, inútil sem Deus. O pregador aconselha o leitor a concentrar-se em um Deus  eterno, em vez de prazer temporário.
Versículos-chave: Eclesiastes 1:2: “Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade  
de vaidades, tudo é vaidade”.
Eclesiastes 1:18: “Porque na muita sabedoria há muito enfado; e quem aumenta ciência aumenta tristeza”.
Eclesiastes 2:11: “Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol”.
Eclesiastes 12:1: “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais dirás: Não tenho neles prazer.”
Eclesiastes 12:13: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem.”
Resumo: Duas frases são repetidas muitas vezes em Eclesiastes. A palavra traduzida como “vaidade” aparece muitas vezes e é usada para enfatizar a natureza temporária das coisas mundanas. No fim das contas, mesmo as conquistas humanas mais impressionantes serão deixada para trás. A expressão “debaixo do sol” ocorre 28 vezes e refere-se ao mundo mortal. Quando o pregador se refere a “todas as coisas debaixo do sol”, ele está falando de coisas terrenas, temporárias e humanas.
Os sete primeiros capítulos do livro de Eclesiastes descrevem todas as coisas mundanas “debaixo do sol” nas quais o Pregador tenta encontrar satisfação. Ele tenta descobrimentos científicos (1:10-11), sabedoria e filosofia (1:13-18), alegria (2:1), álcool (2:3), arquitetura (2:4), bens (2:7-8) e luxúria (2:8). O Pregador concentrou-se em filosofias diferentes para encontrar um significado, tal como o materialismo (2:19-20) e até mesmo os códigos morais (incluindo os capítulos 8-9). Ele descobriu que tudo era vaidade, uma distração temporária que, sem Deus, não tinha nenhum propósito ou longevidade.
Os capítulos 8-12 de Eclesiastes descrevem as sugestões e comentários do Pregador sobre como a vida deve ser vivida. Ele chega à conclusão de que, sem Deus, não há nenhuma verdade ou sentido à vida. Ele já tinha visto muitos males e percebido que mesmo as melhores realizações do homem não valem nada a longo prazo. Assim, ele aconselha o leitor a conhecer a Deus desde a juventude (12:01) e seguir a Sua vontade (12:13-14).
Prenúncios: Para todas as vaidades descritas no livro de Eclesiastes, a resposta é Cristo. De acordo com Eclesiastes 3:17, Deus julga os justos e os ímpios, e os justos são apenas aqueles que estão em Cristo (2 Coríntios 5:21). Deus colocou o desejo pela eternidade em nossos corações (Eclesiastes 3:11) e tem providenciado o Caminho da vida eterna através de Cristo (João 3:16). Somos lembrados de que ir atrás da riqueza do mundo não só é vaidade, porque não satisfaz (Eclesiastes 5:10), mas mesmo se pudéssemos alcançá-la, sem Cristo perderíamos nossas almas e que proveito há nisso? (Marcos 8:36). No fim das contas, cada decepção e vaidade descrita em Eclesiastes encontra a sua solução em Cristo, na sabedoria de Deus no
único verdadeiro significado a ser encontrado na vida.
Aplicação Prática: Eclesiastes oferece ao Cristão a oportunidade de compreender o vazio e o desespero com os quais aqueles que não conhecem a Deus têm que lidar. Aqueles que não têm uma fé salvadora em Cristo se deparam com uma vida que no fim das contas vai acabar e tornar-se irrelevante. Se não há salvação, e não há Deus, nientão não existe nenhum sentido, propósito ou direção para a vida. O “mundo debaixo do sol”, longe de Deus, é frustrante, cruel, injusto, breve e total “vaidade”. No entanto, com Cristo a vida é apenas uma sombra das glórias por vir em um paraíso que só é acessível por meio dEle.
- LIVRO DE CANTARES DE SALOMÃO
Autor: De acordo com o primeiro versículo, Salomão escreveu o Livro de Cantares de Salomão. Este cântico é um dos 1.005 que Salomão escreveu (1 Reis 4:32). Um dos títulos deste livro, "Cântico dos Cânticos", é um superlativo, ou seja, serve para indicar que este é o melhor.
Quando foi escrito: Salomão provavelmente escreveu esse cântico durante a primeira parte de seu reinado. Isso colocaria a data de composição por volta de 965 AC.
Propósito: O Livro de Cantares de Salomão é um poema lírico escrito para exaltar as virtudes do amor entre um marido e sua esposa. O poema claramente apresenta o casamento como um plano de Deus. Um homem e uma mulher devem viver juntos   dentro do contexto do casamento, amando um ao outro espiritualmente, fisicamente.
e emocionalmente.
Este livro combate dois extremos: o ascetismo (a negação de todo o prazer) e hedonismo (busca do prazer somente). O casamento exemplificado em Cantares de Salomão é um modelo de atenção, empenho e prazer.
Versículos-chave: Cânticos de Salomão 2:7; 3:5; 8:4 - “...nem desperteis o amor, até que este o queira”.
Cânticos de Salomão 5:1 - “Comei e bebei, amigos; bebei fartamente, ó amados.”
Cânticos de Salomão 8:6-7 - “Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura, o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, são veementes labaredas. As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios, afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens da sua casa pelo amor, seria de todo desprezado”.
Resumo: A poesia toma a forma de um diálogo entre um marido (o rei) e sua esposa (a  sulamita). Podemos dividir o livro em três seções: o namoro (1:1-3:5),  o casamento 
(3:6, 5:1) e a maturação do casamento (5:2, 8:14).
A canção começa antes do casamento, mostrando como a noiva anseia para estar com seu noivo e receber suas carícias íntimas. No entanto, ela aconselha a deixar que o amor se desenvolva naturalmente, em seu próprio tempo. O rei elogia a beleza da sulamita, superando os seus sentimentos de insegurança sobre sua aparência. A sulamita tem um sonho no qual ela perde Salomão e busca por ele em toda a cidade. Com a ajuda dos guardas da cidade, ela encontra o seu amado e fica com ele até levá-lo a um local seguro. Ao acordar, ela repete seu conselho para não forçar o amor.
Na noite de núpcias, o marido novamente elogia a beleza de sua esposa, e em linguagem altamente simbólica, a mulher convida o seu cônjuge para participar de tudo o que ela tem para oferecer. Eles fazem amor e Deus abençoa sua união.
Com a maturação do casamento, o marido e sua mulher passam por um momento difícil, simbolizado em um outro sonho. Neste segundo sonho, a sulamita repulsa seu marido e ele sai. Sentindo-se culpada, ela procura por ele por toda a cidade; desta vez, no entretanto, ao invés de ajudá-la, os guardas a espancaram -- simbólico de sua consciência pesarosa. As coisas têm um final feliz, com os amantes se encontrando  
e se reconciliando.
Quando o cântico termina, o marido e a esposa estão confiantes e seguros em seu amor, eles cantam sobre a natureza permanente do amor verdadeiro, e deixam claro
que muito querem estar na presença um do outro.
Prenúncios: Alguns intérpretes da Bíblia vêem em Cantares de Salomão uma exata representação simbólica de Cristo e Sua igreja. Cristo é visto como o rei, enquanto que a igreja é representada pela sulamita. Apesar de acreditarmos que o livro deve ser entendido literalmente como uma representação do casamento, existem alguns elementos que prenunciam a Igreja e seu relacionamento com o rei, o Senhor Jesus. Cantares 2:4 descreve a experiência de cada crente que é procurado e comprado pelo Senhor Jesus. Estamos em um local de grande riqueza espiritual e somos cobertos por Seu amor. O versículo 16 do capítulo 2 diz: "O meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios." Aqui está uma imagem não só da segurança do crente em Cristo (João 10:28-29), mas do Bom Pastor que conhece as Suas ovelhas – Seus seguidores – e dá a Sua vida por nós (João 10:11). Graças a Ele, não somos mais manchados pelo pecado, tivemos nossas "manchas" removidas pelo Seu sangue (Cantares 4:7, Efésios 5:27).
Aplicação Prática: Nosso mundo está confuso sobre o casamento. A prevalência do divórcio e de tentativas modernas de redefinir o casamento estão em notório contraste com o Livro de Cantares de Salomão. Casamento, diz o poeta bíblico, deve ser comemorado, desfrutado e reverenciado. Este livro fornece algumas orientações práticas para fortalecer nosso casamento
1) Dê ao seu cônjuge a atenção de que ele ou ela necessita. Tire o tempo necessário para realmente conhecer seu cônjugue.
2) Encorajamentos e elogios, não críticas, são uma parte vital de um relacionamento bem sucedido
3) Desfrute um ao outro. Planeje viagens especiais. Seja criativo, até mesmo brincalhão, um com o outro. Deleite-se com o dom de Deus do amor conjugal.
4) Faça o que for necessário para reafirmar o seu compromisso com o seu cônjuge. Renove seus votos; resolva problemas e não considere o divórcio como uma solução. Deus quer que vocês dois vivam em um amor profundamente tranquilo e seguro.

Fontre:   



Pesquisa bibliográfica feita por Maria de Fátima - Bacharel em Teologia

NOVO TESTAMENTO I (BIOGRAFIA DE MATEUS - MARCOS - LUCAS - JOÃO)


- BIOGRAFIA DE MATEUS

Mateus foi um dos doze apóstolos de Jesus e também autor do Evangelho de Mateus. O apóstolo Mateus aparece em todas as listas que relacionam os discípulos de Jesus, sendo elas: Mateus 10:3, Marcos 5:18, Lucas 6:15 e Atos 1:13. Neste texto estudaremos sobre quem foi Mateus na Bíblia.

A história do apóstolo Mateus na Bíblia
Apesar de Mateus ter sido um dos doze apóstolos de Jesus e também ter escrito um dos Quatro Evangelhos, não se pode encontrar tantas informações biográficas sobre ele. Na verdade além das listas com o nome dos discípulos, o apóstolo Mateus aparece apenas em outros dois episódios em todo o Novo Testamento.

A escolha do apóstolo Mateus
Um dos dois relatos em que o apóstolo Mateus aparece na narrativa bíblica além das listas de apóstolos descreve justamente sua chamada para ser discípulo de Cristo. Uma curiosidade sobre isto é que a escolha do apóstolo Mateus é a única chamada individual de um discípulo registrada nos Evangelhos Sinóticos.

O texto nos informa que o apóstolo Mateus era um publicano. Os publicanos eram os cobradores de taxas e impostos a serviço do Império Romano. Essa classe de trabalhadores era desprezada pelos demais judeus que os reputavam praticamente como traidores de seu próprio povo. Saiba mais sobre os grupos profissionais no Novo Testamento.

De acordo com o contexto histórico da passagem, é possível que Mateus estivesse sob as ordens de Herodes Antipas, o tetrarca  da Galiléia. Considerando o ofício que desempenhava, o apóstolo Mateus provavelmente era uma das pessoas mais cultas entre o grupo dos discípulos de Jesus.

Jesus encontrou Mateus “sentado na coletoria”, ou seja, na alfândega, nas proximidades de Cafarnaum, e lhe ordenou que O seguisse (Mt 9:9). Esse local em que o apóstolo Mateus estava eram postos fiscais geralmente estabelecidos em estradas, pontes, canais ou nas margens dos lagos para coletar taxas e impostos.

O apóstolo Mateus também é chamado de Levi.
Como o nome “Levi” não é mencionado em nenhuma das listas de discípulos de Jesus é amplamente aceito que Mateus e Levi tenham sido a mesma pessoa. Nos Evangelhos de Marcos (cap. 2:14) e Lucas (cap. 5:27), lemos que Jesus ordenou que Levi o seguisse, numa descrição muito semelhante ao registro do Evangelho de Mateus 9:9 onde o apóstolo foi convocado.

Entendendo então que Levi e Mateus são as mesmas pessoas, logo somos informados de que ele era filho de Alfeu (Mc 2:14). Sabemos também que Tiago, outro apóstolo de Jesus, também era filho de Alfeu. No entanto, não há informações necessárias para que possamos afirmar que se tratava do mesmo Alfeu e, consequentemente, que Tiago e Mateus foram irmãos.

Ainda sobre sua dupla designação (como Levi e Mateus), existe a chance de que seu nome principal era Levi, mas que depois de se tornar apóstolo de Jesus, ele preferiu ser chamado por outro nome, no caso Mateus, tal como Simão Pedro também o fez.

O ministério do apóstolo Mateus
O outro relato em que o apóstolo Mateus é mencionado, além das listas com o nome dos discípulos e a narrativa de sua chamada, está justamente registrado na sequência do texto em que ele começa a seguir Jesus.
Na ocasião, o apóstolo Mateus aparece dando uma festa, ou oferecendo “um grande banquete em sua casa” (Lc 5:29; cf. Mc 2:15; Mt 9:10). Essa festa contou com a presença de muitos publicanos e pecadores, e o fato de Jesus ter sentado à mesa com eles foi censurado pelos escribas e fariseus.

Após o Pentecostes descrito em Atos dos Apóstolos capítulo 2, a Bíblia não nos fornece mais nenhuma informação sobre o apóstolo Mateus. Algumas tradições, sem qualquer comprovação histórica, sugerem que em algum momento após o Pentecostes Mateus partiu para Etiópia, Macedônia, Síria e outras localidades. Uma dessas tradições defende que o apóstolo Mateus morreu de causas naturais estando ou na Macedônia ou na Etiópia. Por outro lado, tradições gregas e romanas afirmam que o apóstolo sofreu martírio.
A autoria do Evangelho Segundo Mateus
Apesar de alguns críticos defenderem que o apóstolo não pode ter sido o autor do Evangelho que leva seu nome, a tradição cristã, desde a Igreja Primitiva, atribui ao apóstolo Mateus a autoria do primeiro Evangelho. Na verdade, o que pode ser dito é que nenhum argumento contrário à autoria do apóstolo pode ser sustentado à luz de uma análise profunda da questão.


- BIOGRAFIA DE MARCOS

Marcos foi um cristão do primeiro século, primo de Barnabé, cooperador dos apóstolos e autor do segundo Evangelho do Novo Testamento que leva seu nome. Apesar de não ser citado nominalmente no Evangelho que escreveu, Marcos é mencionado no livro de Atos dos Apóstolos e nas cartas apostólicas.

Seu nome hebraico era João, Yohanan, que significa “Javé mostrou graça”, mas, assim como muitos judeus de sua época, ele assumiu o sobrenome latino Marcus, “um grande martelo”, que em sua forma grega é Markos. Por isso, ele frequentemente é designado como João Marcos (Atos 12:12,25; 15:37).

Embora fosse comum que judeus adotassem nomes romanos ou gregos no primeiro século, especialmente em situações em que foram libertados de uma condição de escravidão, o que não era o seu caso, é difícil saber por que ele adotou esse nome, visto que Marcos não é exatamente um sobrenome, mas um prenome.
A história de Marcos
João Marcos era um judeu provavelmente nativo de Jerusalém (Colossenses 4:10,11). Sua mãe se chamava Maria, e era parente de Barnabé, companheiro de viagem do apóstolo Paulo. Pelo fato de seu pai não ser citado nenhuma vez, é possível que Maria, sua mãe, já fosse viúva na época em que ocorrem os relatos narrados no livro de Atos dos Apóstolos.

Aparentemente João Marcos pertencia a uma família abastada, visto que a casa de sua mãe parecia ser grande o suficiente a ponto de servir de local de reunião da Igreja Primitiva, e possuía pelo menos uma criada por nome de Rode (Atos 12:12).

A imaturidade de Marcos
Marcos foi levado por Barnabé e Paulo a Antioquia (Atos 12:25), e logo depois os acompanhou na primeira viagem missionária, servindo como auxiliar deles (Atos 13:5,13). Todavia, quando eles chegaram em Perge, na Ásia Menor, João Marcos revolveu abandoná-los e retornar a Jerusalém.
Paulo e Barnabé continuaram a viagem sozinhos, porém o apóstolo Paulo nitidamente reprovou a atitude de Marcos, e mais tarde, considerando-o um desertor, Paulo se recusou a levá-lo em sua segunda viagem missionária (Atos 15:38).
Por outro lado, Barnabé não estava disposto a abrir mão de sua companhia, e diante desse impasse, Paulo e Barnabé resolveram seguir rumos diferentes. Barnabé continuou com Marcos e partiu para Chipre, enquanto Paulo levou consigo Silas e deu procedimento a sua segunda viagem missionária.

O valor de Marcos

Apesar de não termos nenhuma informação sobre o período em que Marcos acompanhou Barnabé, certamente podemos afirmar que ele foi muito bem discipulado por ele, a ponto de mais tarde o próprio Paulo reconhecer o seu valor.
Cerca de dez ou doze anos depois do incidente com Marcos, quando o apóstolo escreveu a Epístola aos Colossenses enquanto estava preso em Roma, Marcos é citado por ele, inclusive sendo recomendado por à comunidade cristã de Colossos. Se Marcos não estava com o apóstolo em Roma nessa ocasião, pelo menos estava muito próximo a ele (Colossenes 4:10).
Na mesma ocasião, ao escrever a Filemom, o apóstolo também o menciona ao lado Lucas, Aristarco e Demas, os quais ele designa como sendo seus cooperadores (Filemom 24). Por fim, na ocasião da segunda prisão de Paulo em Roma em aproximadamente 66 e 67 d.C., o apóstolo pediu que Marcos fosse a Roma, pois lhe era “muito útil no ministério” (1 Timóteo 4:11), provando que a essa altura Marcos já havia demonstrado grande utilidade, em contraste com seu comportamento inconsequente enquanto mais novo.

O evangelista Marcos
Marcos aparece novamente sendo citado pelo apóstolo Pedro em sua primeira epístola, onde o apóstolo o chamou de “filho”, indicando que com o tempo Marcos exerceu um papel muito significativo ao lado dos apóstolos (1 Pedro 5:13).
Nessa epístola, o apóstolo Pedro diz estar em “Babilônia”, o que provavelmente seria uma referência à cidade de Roma de sua época. Isso significa que Marcos estava nessa cidade com ele, uma informação que contribui para confirmar a tradição de que Marcos escreveu o segundo Evangelho ali, tendo como sua principal fonte histórica o próprio apóstolo Pedro.
Todavia, há uma grande dificuldade em se determinar uma data exata para a composição do segundo Evangelho, o que pode indicar que Marcos talvez o tenha escrito num período mais próximo do ano 40 d.C., antes mesmo de sua deserção na viagem missionária.
De qualquer forma, diante do modo com que Pedro o designa, “meu filho”, independentemente da data, parece claro que sua ligação com o apóstolo era muito grande e duradoura, o que faz com que mesmo numa data bastante recuada, é bem possível que Pedro teve uma contribuição fundamental na composição dos registros de Marcos.

Especulações sobre quem foi Marcos

Existem muitas especulações sobre quem foi Marcos nas antigas tradições cristãs. Algumas delas o colocam como tendo sido o fundador da igreja de Alexandria, mas não há qualquer evidencia nesse sentido.
Muitos estudiosos também identificam Marcos como sendo o jovem que aparece coberto apenas por um lençol na noite em que Jesus foi preso, e que ao fugir da polícia do Templo, acabou deixando o lençol para trás (Marcos 14:51,52). Essa sugestão tem sido reconhecida como bem provável, visto que esse episódio é narrado especialmente no Evangelho que leva seu nome.
Aproveitando-se dessa interpretação apontada acima, alguns também sugerem que Marcos era o homem que carregava um cântaro de água na ocasião dos preparativos para a celebração da Páscoa. Outros propõem que talvez não tenha sido ele, mas seu pai, que na ocasião ainda estava vivo. Se essa hipótese estiver correta, então a casa em que Jesus celebrou a Ceia foi a mesma casa de Maria mencionada no livro de Atos dos Apóstolos que mais tarde acolhia os crentes de Jerusalém.
Há também quem defenda que Marcos teria sido um dos setenta missionários enviados pelo Senhor Jesus (Lucas 10:1), porém essa hipótese não possui muito apoio. Também é verdade que algumas tradições apontam para um possível martírio de Marcos, mas não há nada que comprove essa suposição.
Deixando as especulações de lado, William Hendriksen, em seu comentário do Novo Testamento, nos fornece uma excelente resposta sobre quem foi Marcos, ao dizer que ele não foi um grande líder ou um notável construtor, mas sim um seguidor e um ajudador. Ele não era alguém sem defeitos, ao contrário, era uma pessoa que lutou contra suas fraquezas e as venceu.
 - BIOGRAFIA DE LUCAS

Lucas foi o evangelista que escreveu o terceiro Evangelho e o livro de Atos dos Apóstolos. Apesar de a Bíblia não dizer muito sobre quem foi Lucas, sabe-se que ele era um médico de profissão e colaborador do apóstolo Paulo. Inclusive ele acompanhou o apóstolo em muitas ocasiões.
A história de Lucas, o médico amado
Muito provavelmente Lucas foi um gentio de fala grega de Antioquia da Síria, que talvez estabeleceu residência por um tempo em Filipos (cf. Atos 16:12). Na Epístola aos Colossenses, o apóstolo Paulo se refere a ele como o “médico amado”. Além disso, o apóstolo o distingue dos homens da circuncisão, isto é, os judeus.

Isso parece reforçar a sugestão de que ele tenha sido gentio, possivelmente grego. Apesar disso, alguns estudiosos se esforçam em supor que ele tenha sido um judeu da dispersão convertido ao cristianismo.
Alguns intérpretes sugerem que Lucas possa ter sido irmão de Tito. Eles fazem essa sugestão com base em algumas passagens da Epístola aos Coríntios (2 Coríntios 8:18; 12:18). No entanto, não é possível provar essa posição de forma realmente convincente.

Existem muitas teorias em torno de quem foi Lucas, inclusive algumas que parecem ser um tanto quanto fantasiosas. A mais conhecida delas conta que Lucas foi um escravo de Teófilo, a quem ele citou em suas obras, e que esse homem reconheceu a grande capacidade intelectual de Lucas e patrocinou seus estudos.

Assim, Teófilo teria o matriculado na faculdade de medicina da universidade de Tarso. Supostamente lá ele teria conhecido Paulo de Tarso. Segundo essa teoria, a amizade dos dois iniciou-se ali, e a conversão posterior de Paulo também conduziu Lucas à conversão.

Lucas foi muito útil na obra do Senhor
Apesar de tudo isso, as informações realmente confiáveis sobre ele são aquelas encontradas na Bíblia. É através de suas obras, que se torna possível entender um pouco sobre sua biografia. Lucas era uma pessoa culta e educada, um pesquisador e historiador extremamente disciplinado e detalhista como escritor.
Em várias ocasiões no livro de Atos, Lucas se coloca como uma testemunha ocular dos acontecimentos ali narrados. Ele destaca sua participação especialmente como um companheiro muito próximo do apóstolo Paulo (Atos 16:10-17; 20:5; 21; 27; 28).
Além da passagem em Colossenses, Paulo também faz menção a Lucas quando ao escrever a Filemom. Mais uma vez o apóstolo ressalta que o médico era um de seus grandes cooperadores (Filemom 24).

Quando Paulo escreveu essas duas cartas ele estava preso. Considerando esse fato, e combinando com os relatos dos dois últimos capítulos do livro de Atos, é possível concluir que Lucas era um de seus companheiros, tanto na difícil viagem em que enfrentou um naufrágio quanto em sua prisão em Roma.
Não é exagero imaginar que Lucas, como médico e fiel companheiro missionário de Paulo, também tenha o amparado não apenas como amigo e irmão em Cristo, mas também como médico em suas aflições físicas. Lucas também estava acompanhando o apóstolo na ocasião de sua segunda prisão em Roma. Já próximo ao seu martírio, quando Paulo escreveu a Timóteo, o apóstolo destacou que somente Lucas estava com ele.

Portanto, como não se sabe se Timóteo conseguiu chegar a tempo antes de Paulo ser martirizado, Lucas talvez tenha sido o único a acompanha-lo em seus últimos dias de vida.
Após esse período nada se sabe sobre o que aconteceu com Lucas. Tradições cristãs muito antigas afirmam que ele continuou dedicando completamente sua vida na obra do Senhor. Ele permaneceu empenhado na proclamação do Evangelho, até que faleceu com idade avançada na Grécia.

Alguns apontam a região da Beócia, na Grécia Central, como sendo o local onde ele passou seus últimos dias. Também existe uma especulação que diz que ele teria vivido até os 84 anos de idade, sem ter esposa ou filhos.
O escritor Lucas
Desde muito cedo, ainda na Igreja Primitiva, a tradição cristã atribuiu a ele a autoria de dois dos livros do Novo Testamento. Se realmente Lucas foi um gentio, então ele pode ter sido o único não judeu a escrever um livro no Novo Testamento, apesar de também não se saber quem escreveu a carta aos Hebreus.       

Em seus escritos, é possível perceber traços de sua formação e profissão. Ele aplica um grego culto como linguagem e se mostra bastante específico ao descrever casos de enfermidades. Pela qualidade e organização de seu trabalho, Lucas é considerado um historiador primordial do primeiro século, cuja obra é impecável e digna de confiança.
Além de Paulo, Lucas teve contato muito próximo com os mais notáveis líderes cristãos da Igreja Primitiva. Provavelmente ele conheceu Filipe, Silas, Barnabé, Timóteo, Tito, Marcos, Tiago e Judas, irmãos de Jesus, além de apóstolos como Pedro e João.

Além disso, por ter estado em lugares intimamente associados ao próprio ministério de Jesus e de seus apóstolos, Lucas conseguiu ter acesso a conhecimentos valiosíssimos e seguros acerca o próprio Senhor Jesus, conforme fica claro no terceiro Evangelho (Lucas 1:1-4). Ele também teve o privilégio de presenciar de perto a história dos primeiros anos da Igreja Cristã.
Os dois livros escritos por Lucas tinham não apenas o objetivo de servir a Teófilo, seu destinatário imediato, mas alcançar todas as nações com a pregação do Evangelho. Suas obras procuram instruir e fortalecer a fé de todos aqueles que foram conduzidos a Cristo.
Apesar das muitas teorias que se propagaram nas antigas tradições cristãs acerca de quem era Lucas, não é necessário muito para se entender sua grande importância. Lucas foi uma pessoa sábia, capacitada e muito habilidosa. Ele tinha seu coração fervorosamente devotado a Cristo e a causa do Evangelho.
 - BIOGRAFIA DE JOÃO
O apóstolo João foi um dos discípulos mais próximos de Jesus e escritor de alguns dos livros do Novo Testamento. João é geralmente conhecido dentro da tradição cristã como “o discípulo amado”. A seguir conheceremos a história e biografia do apóstolo João.
A biografia do apóstolo João
João era filho de Zebedeu e provavelmente de Salomé (Marcos 1:19; 16:1,2; Mateus 27:56). Seu irmão, Tiago, também pertenceu ao grupo dos doze discípulos de Jesus. Possivelmente Tiago era mais velho do que João, visto que ele sempre é citado primeiro (Mateus 10:2-4). O apóstolo João era pescador de profissão. Seu pai foi um homem próspero no ramo da pesca, pois tinha alguns empregados (Marcos 1:20).

A tradição cristã associa Salomé como sendo irmã de Maria, mãe de Jesus (cf. Mateus 27:56; João 19:25). Se essa afirmação estiver correta, então o apóstolo João era primo do Senhor Jesus.

Antes de se tornar um dos discípulos de Jesus, o apóstolo João era um seguidor de João Batista (João 1:35-37). João teve um primeiro encontro com Jesus, e depois de um pequeno intervalo de tempo, se tornou um de seus discípulos regular (Marcos 1:16ss; Lucas 5:10).

A personalidade e caráter do apóstolo João
Alguns acontecimentos registrados nos Evangelhos nos ajudam a entender um pouco sobre como era a personalidade e caráter do apóstolo João. Em certa ocasião Jesus chamou João e Tiago de “filhos do trovão” (Marcos 3:17).
Muito provavelmente essa designação apontava para a natureza explosiva dos dois irmãos. Isso indica que normalmente eles eram homens de emoções controladas, mas em determinadas situações a ira logo os ascendia.
Um exemplo disto pode ser visto quando os habitantes de uma vila samaritana se recusaram a hospedar Jesus. Naquela ocasião os dois irmãos logo disseram: “Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para os consumir?”  (Lucas 9:54).
Ao mesmo tempo em que tal declaração aponta para um temperamento forte, ela também indica o profundo amor e a grande fidelidade que o apóstolo João e seu irmão nutriam pelo Senhor Jesus. Em dada ocasião, talvez devido à influência de sua mãe, João e Tiago deixaram transparecer certo egoísmo ao pedirem que Jesus lhes concedessem lugares privilegiados em seu reino (Marcos 10:37; cf. Mateus 20:20).
João, o discípulo a quem Jesus amava
No Evangelho de João existem referências acerca de um discípulo a quem Jesus amava (João 13:23; 19:26; 20:2; 21:7,20). É amplamente aceito que tais referências designam o próprio apóstolo João.
Isso significa que ninguém conhecia Jesus mais do que João. Ele caminhou com Jesus diariamente, e na grande noite da instituição Ceia do Senhor, na celebração da última Páscoa, foi ele quem se reclinou sobre o peito de Jesus e lhe perguntou pessoalmente sobre a identidade do traidor (João 13:23).

O apóstolo João também esteve presente em três importantes ocasiões do ministério de Jesus. Nessas ocasiões ele estava acompanhado de Simão Pedro e Tiago:
·         Quando Jesus ressuscitou a filha de Jairo (Marcos 5:37).
·         Na ocasião da transfiguração (Marcos 9:2).
·         Durante o período em que Jesus esteve no Getsêmani (Marcos 14:33).

Além disso, o evangelista Lucas também nos informa que João e Pedro foram as duas pessoas encarregadas por Jesus de cuidar dos preparativos para a refeição da Páscoa (Lucas 22:8).
No momento da crucificação, o apóstolo João é o discípulo que aparece mais próximo de Jesus no Calvário. Ele também recebeu de Jesus a incumbência de cuidar de Maria (João 19:26,27). Depois, foi ele quem correu juntamente com Pedro ao túmulo de Jesus na manhã da ressurreição (João 20:8).
O ministério apostólico de João
Depois da ascensão de Jesus ao céu, o apóstolo João é mencionado com destaque na Igreja Primitiva. No livro de Atos, ele frequentemente é citado na companhia de Pedro (Atos 3:1; 4:19; 8:14). Conheça a história do apóstolo Pedro.

O apóstolo João foi um dos principais líderes da igreja em Jerusalém (Atos 15:6; Gálatas 2:9). A tradição cristã atribui ao apóstolo João a autoria de cinco livros do Novo Testamento. São eles: o Quarto Evangelho (Evangelho de João), três Epístolas (1,2 e 3 João) e o livro do Apocalipse.
É verdade que existem algumas criticas que tentam contestar a autoria por parte de João de algumas destas obras. O quarto Evangelho e o livro do Apocalipse são os principais alvos dessas críticas. Todavia, as evidências apontam de forma muito mais contundente para a verdade de que realmente foi o apóstolo João quem escreveu todos os cinco livros.
A morte do apóstolo João
Não é possível afirmar com certeza por quanto tempo o apóstolo João permaneceu em Jerusalém. Mas provavelmente o apóstolo deixou a Palestina no início da Guerra Judaica, antes de 69 d.C.. Nesse tempo ele se mudou para a Ásia Menor.
A tradição cristã desde muito cedo afirma que João viveu por muitos anos na cidade de Éfeso. Foi em Éfeso que ele teria escrito suas obras literárias, com exceção do livro do Apocalipse.
Em algum momento durante o reinado do imperador romano Domiciano (81-96 d.C.), o apóstolo João foi banido para a Ilha de Patmos. Foi em Patmos que ele recebeu as divinas revelações registradas no livro do Apocalipse. Saiba mais sobre quem escreveu o Apocalipse.
Com a ascensão do imperador Marco Nerva em Roma (96-98 d.C.), o apóstolo João foi liberado para retornar a Éfeso. Nessa época provavelmente ela já tinha cerca de 90 anos de idade. A tradição afirma que o apóstolo João morreu durante o começo do governo de Trajano, isto é, depois de 98 d.C., com idade bastante avançada.

Algumas antigas críticas também já tentaram afirmar que o apóstolo João não é o mesmo João influente em Éfeso. Isso indicaria que então ele não foi o autor dos livros do Novo Testamento. Tais críticas alegam que o apóstolo João morreu à espada juntamente com seu irmão Tiago por ordem de Herodes Agripa I, ainda nos primeiros anos da Igreja Primitiva, em aproximadamente 44 d.C.
No entanto, tais críticas não se sustentam quando contrapostas às abundantes evidências apresentadas pelas antigas tradições cristãs registradas nos escritos patrísticos. Na verdade a maioria dos estudiosos aceita que a residência e influência do apóstolo João em Éfeso é uma das histórias mais claras e sólidas documentadas nos primeiros anos da Igreja.
Portanto, existem provas suficientes para se acreditar que o apóstolo João realmente morreu em Éfeso. Antes disso, mesmo com a idade avançada, ele continuou exercendo ativamente seu ministério. Ele foi o bispo-chefe das igrejas localizadas na região de Éfeso, e combateu as perigosas heresias (especialmente o gnosticismo) que ameaçavam a pregação do Evangelho.
Alguns escritos afirmam que o apóstolo João morreu com idade tão avançada, que em seus últimos dias ele tinha de ser carregado para as reuniões cristãs. Curiosamente seu irmão Tiago foi o primeiro apóstolo a sofrer martírio (Atos 12:2), enquanto que João foi o último dos apóstolos a deixar a terra e chegar ao céu.

Fonte:  BIBLIOGRAFIA

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https://estiloadoracao.com › Personagens Bíblicos › Quem Foi Marcos na Bíblia?

https://estiloadoracao.com › Personagens Bíblicos › Quem Foi Lucas na Bíblia?

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Pesquisa bibliográfica feita por Maria de Fátima  -  Bacharel em Teologia

domingo, 6 de maio de 2018

CONSELHO DO APÓSTOLO PEDRO, DA PARTE DO SENHOR


A vida muitas das vezes torna-se difícil de ser vivida devido as muitas dificuldades que o ser humano enfrenta.  As vezes o orgulho e a revolta faz com que o homem e a mulher não consiga olhar para Deus que pode solucionar todas as coisas.
O Apóstolo Pedro orienta através do seu escrito inspirado pelo Espírito Santo para humilharmos diante de Deus, para lançarmos sobre Ele todas as nossas ansiedades para que a seu tempo nos exalte (1Pe 5:6,7).
Esse é o conselho do homem de Deus para a humanidade, principalmente para aqueles(as) que entregam a sua vida aos cuidados do Senhor.
As humilhações, as dificuldades, os problemas que muitas das vezes não temos saída, nunca devem ser impecilhos para quem quer servir a Deus, ao contrário, nesses momentos que se deve confiar em Deus, reconhecer que só Ele tem poder para fazer todas as coisas, principalmente as impossíveis para a humanidade.
Lançando sobre Deus todas as nossas ansiedades, confiando que Ele solucionará os nossos problemas, que para as dificuldades que enfrentamos Ele tem uma saída, certamente Ele fará que milagres aconteçam, e aqueles(as) que nEle confiam, regozijarão no Senhor, o Eterno, o autor da nossa salvação.
Deixando de lado o orgulho e se entregando ao Senhor, o Deus que tudo pode, a vitória é garantida na vida de todos(as) que se refugiam em Deus e perseveram em buscar a Deus, e deixam que Ele dirija todo nosso caminhar.
O orgulho faz com que não consigamos enxergar a porta de escape, mas, deixando a capa do orgulho e nos humilhar diante do Criador só fará que sejamos vitoriosos e que nosso viver certamente será de vitória em vitória.
Pedro inspirado pelo Espírito Santo nos deixou esse conselho, e conselho da parte do Senhor Deus dos Exércitos.
Sejamos humildes e reconheçamos que Deus, somente "Deus é o nosso refúgio e fortaleza, o socorro bem presente na angústia".

Fonte:  Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia - baseado na Palavra de Deus

O QUERER DE DEUS


A Palavra de Deus nos mostra que o Criador dos céus e da terra é soberano e faz tudo o que lhe apraz.
Ele sabe todas as coisas e opera conforme o seu querer.  Porém há momentos que Deus opera conforme a obediência daqueles(as) que o servem.
O povo de Israel por não permanecerem  obedecendo o que Deus ordenou por meio de Moisés foram dominados por outros povos, tudo por não darem ouvidos à voz do Criador.
Saul foi chamado para ser rei e não obedecendo foi rejeitado, dando assim lugar a Davi, que segundo as escrituras foi homem segundo o coração de Deus.
Davi veio a pecar, mas arrependido voltou-se para Deus e cumpriu o seu chamado até o fim da sua vida e assim viu as promessas de Deus cumprir-se em sua vida.
Salomão, o filho de Davi com Betseba reinou em seu lugar e recebeu de Deus sabedoria para reinar o povo eleito de Deus, porém Salomão não perseverou em buscar ao Senhor, se contaminando com deuses pagãos, e por esse ato de desobediência Deus disse que ia lhe tirar o reino, mas que não o faria no seu reinado e sim no reinado de seu filho, porém cremos que no fim de sua vida reconciliou-se com o seu Deus.
Vários outros personagens bíblicos perseveraram em servir a Deus e outros fizeram o contrário, se rebelaram contra o seu Criador.
Deus quer obediência e não sacrifício.  Desobedecer a Deus acarreta a ínumeros problemas para a nossa vida.
Na nova aliança está claro que Deus por meio de Jesus Cristo quer salvar a todos, mas nem todos serão salvos por não atenderem ao chamado de Deus e muitas das vezes até atendem mas não perseveram em buscar a presença do Criador e ficam pelo caminho.
Deus ama toda a humanidade sem distinção, porém Ele quer da humanidade uma decisão pessoal e verdadeira.
A condição para a nossa salvação é crer no sacrifício que Jesus fez na cruz pela humanidade, perseverar até o fim na obediência ao Salvador.
A vontade de Deus é que "todos se salvem e venham ao conhecimento da verdade", mas Ele nos deixa claro na sua palavra que somente os que seguem a paz e a santificação terão o privilégio de um dia morar eternamente com o Eterno, o Criador do Universo.
Crer em Jesus, arrepender-se, confessar e deixar os pecados, viver em santificação são condições impostas para aqueles(as) que querem gozar da salvação eterna.
Jesus se deu a sí mesmo por amor para nos resgatar da perdição, e Ele nos deu o exemplo de obediência, e através do Espírito Santo que o Pai enviou pela intercessão do Filho todos(as) que aceitam o presente que o Pai deu a humanidade que é a salvação eterna por meio de Jesus, sendo obedientes, desfrutarao das promessas de Deus, pois o Espirito Santo nos ajuda a obedecer, Ele intercede por nós com gemidos inexprimíveis e está sempre nos orientando.  Todas as pessoas que obedecem ao chamado de Deus por meio de Jesus,terão o privilégio de usufruir da salvação eterna.

Fonte:  Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel rm Teologia - baseado na Palavra de Deus

A BÍBLIA E JESUS

A Bíblia e Jesus !                                      1. Em Gênesis Jesus é: O nosso Criador (Gn 1) e A Semente da mulher. (3:15)...