JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS

Em toda nossa caminhada devemos ter sempre Cristo como nosso guia. Ele nos guarda a cada dia. "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois a ele eternamente. Amém." Sejam bem vindos ao nosso blog em o nome do Senhor Jesus !!! Disse Jesus: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Amo ao Senhor Jesus Cristo, porque Ele me amou primeiro e trouxe-me para a sua maravilhosa presença. Deus é tremendo !!!

terça-feira, 30 de outubro de 2018

O DEUS DE DAVI, É O NOSSO DEUS

Diz nos o salmista Davi:  Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na hora da angústia.
Ele é o nosso refúgio, nEle podemos nos abrigar na hora da tempestade, em meio as tormentas, quando somos afligidos, humilhados e pessoas se distanciarem de nós, em Deus encontramos refúgio, somos amparados e nos sentimos seguros por estar diante do Deus Todo Poderoso.
Quando nos sentimos fracos, desanimados e não vemos saída alguma, Ele é a nossa fortaleza.  Diz a Palavra de Deus:  diga o fraco, eu sou forte.  Ficamos fortes porque Ele é a nossa fortaleza e nos sustenta mesmo quando estamos a beira do abismo não nos deixa cair, e quando tropeçamos nos ajuda a ficar em pé.
Na hora de grande dificuldade, quando as portas estão todas fechadas e não vemos solução alguma, Ele é o nosso socorro bem presente na angústia, pois está conosco todos os dias até a consumação dos séculos.
Seja qual for o problema, o momento em que vivemos, Ele está sempre com as mãos estendidas para nos abençoar.
O Deus de Davi é Deus em cima no céu e em baixo na terra, é o Deus criador, libertador, ajudador e é o Deus que enviou seu Filho Jesus para nos resgatar.
Ele é Deus antes da fundação do mundo, seu nome é EU SOU, antes que houvesse dia Ele já existia, antes que tudo existisse Ele já sabia que estaríamos buscando a sua proteção e nos aproximaríamos dEle com ações de graça.
O mesmo Deus que nos chamou é o que nos ajuda a vencer, põe-nos de pé e faz com que ergamos a cabeça e seguir em frente.
O Deus que protegeu Davi e deu a ele vitória diante dos seus inimigos, é quem nos abre as portas e faz que sejamos vitoriosos diante dos nossos inimigos.
Ele nos protege, nos guia, nos sustenta, nos ajuda e somente por Ele temos segurança e estamos bem guardados debaixo das suas mãos protetetoras.
Que cada dia busquemos abrigo na presença do Eterno, o Deus que nos criou e nos ama e através de Jesus nos adotou por filhos e filhas.
Ao nosso protetor, o nosso abrigo seguro, ao Eterno Pai, em o nome de Jesus, seja honra, glória e louvor.

Fonte:  Texto redigido por Edilberto Pereira  -  Bacharel em Teologia  -  Baseado na Palavra de Deus


SEJAMOS GRATOS EM TODO TEMPO

A vida nos proporciona surpresas agradáveis e desagradáveis, e muitas das vezes só agradecemos a Deus pelas boas surpresas e não paramos para pensar que as más notícias que recebemos as coisas que nos interessam também podem nos beneficiar, pois pode ser a mão de Deus nos livrando do perigo e do mal.
Que em todos os momentos sejamos gratos ao Pai Celeste, porque Ele tem prazer em nos ajudar, e quando permite que algo ruim nos suceda, certamente Ele dará o escape e fará que entendamos que o caminho que estávamos trilhando não é a vontade dEle.  Então que sejamos gratos a Ele por tão grande livramento.
As vezes nos apegamos com coisas que sabemos que podem nos prejudicar, e assim ficamos presos e não sabemos como nos livrar, então o Deus de amor, de misericórdia, de justiça e verdade, estende as suas mãos, desata as amarras que muitas vezes somos nós mesmos que procuramos e solta-nos, nos deixando livres para caminhar.
Em meio a paz e a bonança, louvemos a Deus, em meio a tempestades, dificuldades, incertezas, louvemos a Deus, pois Ele certamente tem o escape para nós.
Saibamos entrar pela porta estreita, a porta da obediência ao Deus Onipotente, para que sejamos abençoados e nossos pés firmados na rocha eterna que é Cristo.
Deus nos adotou por filhos por meio de Jesus, e quer fazer de nós verdadeiros servos e servas, porém, precisamos aceitar a vontade do Eterno para nossa vida.
Estejamos sempre alertas para que não caiamos nas ciladas que o adversário de Deus arma para nós, mas se vacilarmos, nunca esqueçamos que o Pai de amor, por meio de seu Filho que deu a sua vida por nós, através do sangue que Ele derramou por nós, nos perdoa e purifica todos os nossos pecados.
Aceitemos a correção do Pai que quer nos proteger e nos guiar por caminhos planos, voltemo-nos para Ele, que possamos buscar a Ele de todo nosso coração, para que Ele complete a sua obra em nossa vida.
Digamos ao Pai em o nome de Jesus que aceitamos a sua correção e que queremos serví-lo melhor e andar na presença dEle com sinceridade.  Invoquemos a Ele na certeza que nos socorrerá em tempo oportuno.
Ao Eterno Pai, ao Filho e ao Espírito Santo louvemos, pois somos escolhidos e chamados para a salvação eterna.

Fonte:  Texto redigido por Edilberto Pereira  -  Bacharel em Teologia - Baseado na Palavra de Deus

terça-feira, 23 de outubro de 2018

SEGUINDO A JESUS

Estamos vivendo em dias de avanços tecnológicos, avanços científicos, novas descobertas arqueológicas, avanços em muitas áreas, porém a humanidade continua carente, e muitos cada vez mais distantes de Deus.
Vemos nos dias atuais, principalmente nas redes sociais, o quantos as pessoas tem procurado alguma coisa para passarem o tempo, se divertirem, para conhecerem pessoas virtualmente, ou até mesmo para praticarem atos indecorosos.
Vemos nas redes sociais alguns grupos ou algumas pessoas sendo seguidas e admiradas por milhões de pessoas.
Seguir pessoas através das redes sociais por simpatizar com suas ideias ou outros motivos, muitas das vezes se torna louvável, porém nada disso preenche o vazio que existe no coração do ser humano.
Deus nos convida a seguir o Seu Filho Amado, que veio ao mundo anunciar as boas novas, passar para a humanidade as ideias e a vontade do Criador.
JESUS nasceu, cresceu, viveu entre os homens, anunciou a Palavra de Deus, nos deixando ricos ensinamentos, ensinamentos que nos trazem vida, renovo e fortaleza.
Os ensinamentos de JESUS são fonte de vida para a humanidade, apta para transformar o mais vil pecador em uma nova criatura.
Seguir a JESUS vale mais que as riquezas dessa terra.  Seguir a JESUS é melhor que o melhor lugar dessa terra.  Seguir a JESUS é obedecer a voz do Criador, é dar crédito ao Pai Celeste que tanto nos ama.
Dar ouvido e obedecer a Palavra de Deus faz com que o homem e a mulher se tornem sábios e alcancem a vida eterna, pois a salvação está somente na pessoas de JESUS, a quem devemos ser seus seguidores, pois Ele nos conduz em pastos verdejantes e águas tranquilas, e mesmo que haja lutas e dificuldades Ele está sempre perto para nos ajudar.
O mais ilustre personagem das redes sociais não pode levar a humanidade a salvação, porém JESUS, o FILHO AMADO DE DEUS, morreu em uma cruz por nós, mas ressuscitou ao terceiro dia e está assentado a direita do Pai, intercedendo por nós.
Entregando a nossa vida a JESUS, e o seguindo de todo nosso coração, certamente estaremos fazendo a melhor escolha da nossa vida, pois O seguindo certamente iremos herdar o céu.

Fonte:  Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia - Baseado na Palavra de Deus

HÁ ESPERANÇA

Nesse século presente, onde muitas pessoas vivem correndo de um lado para o outro, buscando soluções para seus problemas, e muitas das vezes batendo em portas que não trazem uma real solução esperada para o que estão a procura.
Em meio há tantos problemas, dificuldades, frustrações, que parecem que jamais cessarão, ainda existe uma esperança para a humanidade.
O homem e a mulher jamais foram desamparados, pois desde o princípio Deus entrou com a provisão para dar escape para todas as pessoas,porém esse escape depende da decisão tomada por toda a humanidade.
Há esperança para todos(as) aqueles(as) que dão crédito a voz do Criador.  Todas as pessoas ainda podem alcançar a vitória através do meio pelo qual Deus preparou para que toda a humanidade tenham uma porta de escape.
O escape que Deus preparou para todas as pessoas continua convidando homens e mulheres para viverem uma vida repleta de bençãos, uma vida vitoriosa.  Isso não quer dizer que não existe mais espinhos nessa jornada, porém haverá consolo, fortaleza por meio do enviado de Deus, JESUS CRISTO, que morreu em nosso lugar, para nos salvar. 
Por intermédio de JESUS CRISTO, há esperança para todos(as) que invocam o seu nome.
Todo a humanidade é convidada a buscar ao Senhor, a andar pelo único caminho que conduz à salvação. 
JESUS disse:  EU SOU O CAMINHO, A VERDADE, E A VIDA.  Nesse caminho toda a humanidade encontra a paz, segurança, a verdade e principalmente a vida eterna.
Feliz é o varão e a varoa que entrega o seu caminho ao Senhor.  Aquele(a) que confia inteiramente no Senhor, pois somente confiando e entregando o seu caminho ao Senhor, a vontade de Deus prevalecerá na vida de cada um(a).
Em pleno século XXI, onde tudo parece que não há mais solução, a luz pode brilhar em cada coração, se com sinceridade voltarem-se para Deus e fizerem a sua vontade.
Ainda há esperança para o mais vil pecador, ainda a porta está aberta para todos os seres viventes para que se aproximam de Deus e recebam dEle a salvação, o perdão dos seus pecados, e vivam uma vida transformadas pelo poder de Deus.
Decida-se hoje mesmo e aceite a JESUS CRISTO como se Salvador e Senhor, e certamente sua vida será transformada, pois ainda há esperança para você.

Fonte:  Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia - Baseado na Palavra de Deus

sábado, 13 de outubro de 2018

ÉTICA CRISTÃ E REDES SOCIAIS

Ética Cristã e Redes Sociais
                                                                                                              Pr. Douglas Baptista
Devido ao avanço tecnológico, várias mudanças foram inseridas na sociedade. A rede mundial de computadores, conhecida como internet, conecta o mundo todo. Com o surgimento das redes sociais, tudo o que acontece é comentado e divulgado de modo instantâneo. Informações são transmitidas com rapidez surpreendente. Em contrapartida, vivemos um estágio em que as pessoas se relacionam mais virtualmente do que presencialmente.

O desenvolvimento das tecnologias digitais favoreceu o estabelecimento de novas formas de interação social e, a partir destas, novos paradigmas de relacionamentos. Nesse novo paradigma, as relações sociais tornaram-se virtuais, o contato e o diálogo foram se distanciando de seu conceito original e as relações sociais tornaram-se efêmeras. As publicações nas redes sociais apresentam distorções da felicidade, criam ilusões e padrões utópicos de vida perfeita. A falsa ideia de privacidade e anonimato permite extravasar sentimentos e paixões culminando em relações sociais descartáveis e desastrosas. Estatísticas indicam que mais de um terço da população mundial está conectada à web e interage por meio de redes sociais. Dados indicam que as redes sociais transformaram-se em um importante meio para a divulgação de informações e a propagação de ideologias e todo o tipo de ativismo.
Diante desses fatos, a igreja precisa instruir seus membros no uso das novas tecnologias e buscar métodos da evangelização por meio das redes sociais. O cristão precisa estar consciente de suas responsabilidades e deveres no mundo virtual. A igreja não pode viver alienada diante dessa realidade cada vez mais presente na vida dos fiéis. Neste capítulo, veremos a gênese da comunicação virtual, o conceito, o perigo e o mau uso das redes sociais, bem como o desafio da igreja hodierna em evangelizar por meio dessas novas tecnologias. Para tanto, dizem as Escrituras, “rejeitamos as coisas que, por vergonha, se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade” (2 Co 4.2).
I. O CONCEITO DE REDE SOCIAL
As redes sociais podem ser consideradas de modo genérico como sites de relacionamentos. Como fator positivo, possibilitam às pessoas se relacionarem virtualmente; todavia, também oferecem riscos aos seus usuários.

O termo é utilizado para indicar uma aplicação da rede mundial de computadores (web) cuja finalidade é relacionar as pessoas. Os que aderem a um site de relacionamentos podem conectar-se entre si, criar um perfil, adicionar amigos e conhecidos, enviar mensagens, fazer depoimentos, trocar informações, fotos e vídeos, além de estabelecer vínculos. A rede social moderna surgiu no início do século XXI e viabilizou aos usuários encontrar amigos do passado, reencontrar pessoas e ampliar o círculo social.

As redes sociais não são satisfatoriamente seguras. Os dados e informações pessoais podem ser invadidos por terceiros. Entre os principais riscos associados às redes sociais está a invasão de privacidade, danos à imagem e à reputação, vazamento de informações e contato com pessoas mal-intencionadas. Além disso, existem muitos perfis falsos (fakes), comunidades polêmicas, discriminatórias, conteúdos com imoralidade e preconceitos em geral. Como tudo na Internet e nas tecnologias da informação, as redes sociais apresentam danos para seus usuários.
II. O PERIGO DA RELAÇÃO DESCARTÁVEL E AS NOVAS TECNOLOGIAS
A velocidade da informação e a efemeridade nos relacionamentos virtuais têm provocado sérios danos nas relações sociais. Quando as novas tecnologias são utilizadas como fuga de problemas ou como substitutas das relações humanas, o chamado avanço tecnológico se torna um verdadeiro retrocesso.

1. A Distorção da Felicidade

Nas redes sociais em geral, as pessoas publicam uma vida perfeita e um mundo repleto de felicidade. As redes estimulam a prática do narcisismo, ou seja, o indivíduo que admira exageradamente a sua própria imagem e nutre uma paixão excessiva por si mesmo. Essas pessoas tendem a buscar uma felicidade fútil, em meio a fotos montadas e a sorrisos falsos. Os usuários editam a própria vida apresentando a si mesmos como vencedores e vendem a ilusão de que vivem em plena paz e harmonia. As Escrituras condenam os que se ufanam e vivem em hipocrisia (Is 5.20,21).

A verdadeira felicidade

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define felicidade como “completo bem-estar físico, mental e social”. O “Relatório Mundial sobre a Felicidade” publicado pela Universidade de Columbia, em 2012, apontou multiplicidade no conceito:
A felicidade inclui avaliações sobre a vida de maneira geral e aspectos positivos e negativos de emoções que afetam o dia a dia de cada um. Alguns fatores são externos como emprego, renda e saúde. Outros são pessoais, como gênero, educação, saúde mental e idade. Outros são inter-relacionados: com maior renda é possível ter melhor educação e sendo mais feliz, a saúde também melhora. (KAHN, Jan. 2013)
O problema desses conceitos é que eles estão condicionados a algo, a alguém ou a alguma coisa. Quando esses quesitos não são preenchidos, a felicidade acaba ou não acontece, e se instala a frustração e, em consequência, a tristeza e o sofrimento. A Bíblia Sagrada apresenta a felicidade como sendo a alegria que não depende de nenhuma circunstância (Lc 12.15). Ela é fruto do Espírito, caracterizado por um deleite e regozijo permanente na vida do cristão (Gl 5.22, Fp 4.4). A tentação de buscar a felicidade nos bens efêmeros é insensatez e resulta em desgosto (1 Tm 6.8,9). A verdadeira alegria só pode ser encontrada no temor e na obediência ao Criador: “Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos! Pois comerás do trabalho das tuas mãos, feliz serás, e te irá bem” (Sl 128.1,2).
2. O Isolamento e a Solidão
Na década de 1990, pesquisadores chamaram atenção para o mal social chamado de “paradoxo da internet”. Trata-se da contradição de alguém ter vários relacionamentos virtuais e, ao mesmo tempo, ausência real de contato humano. Estudos recentes demonstram que o aumento no uso da Internet coincide com o aumento da solidão, problema acentuado pelas redes sociais. O ser humano está sendo integrado à tecnologia e tratado como se fosse também uma máquina. Essa falta de equilíbrio tem desencadeado crises emocionais, ansiedade e isolamento (Jr 6.14).

Dependência virtual

Reconhecemos a importância, a contribuição e os benefícios proporcionados pela internet e as redes sociais. No entanto, não podemos fechar os olhos diante de seus efeitos colaterais, como, por exemplo, a dependência virtual. Estudos psicológicos detectaram oito sinais de uso patológico da rede: (i) incapacidade de controlar o uso da internet; (ii) necessidade de se conectar mais vezes; (iii) acessar a rede para fugir dos problemas ou para melhorar o estado de ânimo; (iv) pensar na internet quando se está off-line; (v) sentir agitação ou irritação ao tentar restringir o uso; (vi) descuidar do trabalho, dos estudos ou até mesmo dos relacionamentos pessoais por causa da rede; (vii) sofrer pela abstinência; (viii) mentir sobre a quantidade de horas que passa conectado e/ou permanecer muito mais tempo do que o previsto (SAYEG, 2000, p. 153). O usuário enquadrado em alguns dos itens acima pode estar usando a internet como fuga para problemas psicológicos. O não tratamento desses sintomas resulta em dependência e isolamento cada vez maior.

3. Relações Sociais Efêmeras
Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman (1925-2017), a sociedade vive um momento de frouxidão nas relações sociais. Bauman chama esse fenômeno social de “modernidade líquida”. Os tempos são “líquidos” porque tudo muda tão rapidamente. Nada é feito para durar, para ser “sólido”. Nas redes sociais, com apenas um clique é possível bloquear, deletar e excluir pessoas. E com outro clique pode aceitar, comentar e curtir outras pessoas. Essa situação representa um declínio das sólidas relações humanas, uma vez que, por meio das tecnologias, a amizade, o amor e o respeito entre as pessoas são facilmente descartáveis (Ec 1.2).

O efeito paradoxal

A maior parte das pessoas busca nas redes sociais aproximação com outras pessoas. Mas, em total paradoxo, os relacionamentos virtuais tendem a ter maior importância que os relacionamentos reais. É comum, por exemplo, pessoas caminharem “conectadas” absortas e cabisbaixas pelas ruas, alienadas do mundo real. Quase ninguém mais conversa sem o uso da internet. Nos restaurantes, famílias inteiras ou grupo de amigos, acessam a internet e não dialogam entre si, exceto por monólogos ou sobre o que estão vendo nas redes sociais. Esse fenômeno também é observado nas escolas, no âmbito do trabalho e até de maneira insana e irresponsável no trânsito urbano. Tal comportamento é um retrocesso, pois torna as relações humanas superficiais, transitórias e irrelevantes. Faz-se necessário e imprescindível corrigir essas distorções, especialmente em nossa vida privada, junto de nossa família e de nossos amigos. A sensatez é primordial, uma vez que todo excesso é extremamente danoso ao ser humano.

4. A Falsa Sensação de Privacidade

Diversos usuários das redes sociais iludem-se com a sensação de privacidade e ficam expostos a toda espécie de constrangimentos. Comentários pessoais, sentimentos de foro íntimo, fotos e vídeos comprometedores saem da área do privado e se tornam públicos. Essa sensação de privacidade também favorece a prática do pecado viral (algo que se espalha rápido como um vírus). Pode ser desde a reprodução e retransmissão de pornografia até a divulgação de notícias falsas e difamatórias (2 Tm 2.22; Pv 16.28).
A indecorosa prática do “nudes”

A possibilidade de manter a identidade real oculta é um dos fatores que impulsionam o uso equivocado da internet. Algumas pessoas sentem-se à vontade para extravasar seus impulsos sexuais ilícitos sem medo de repercussão. A fantasia do anonimato e a falta de inibição estimulam a prática da imoralidade. Uma conduta deplorável tem sido a postagem de “nudes” (imagens da pessoa nua).

Segundo pesquisas divulgadas por sites especializados, mais de 50% das mulheres com acesso a redes sociais já enviaram, ao menos, uma foto de nudes e mais de 42% dos homens já realizaram tal prática (TRIBUNA DO CEARÁ, out. 2016). A postagem da imagem de “nudes” acontece no âmbito privado, mas, em vários casos, quem recebe as imagens salva as fotos e as compartilha nas redes sociais, tornando-as de domínio público. Tal atitude pode ser responsabilizada criminalmente; no entanto, nenhuma condenação poderá reparar o dano moral causado. Os que tiveram suas fotos divulgadas passaram e passam por diversos infortúnios, tais como o bullying, automartírio, abalos psicológicos e alguns chegam inclusive ao extremo de cometer o suicídio. O ideal mesmo é não compartilhar nenhuma imagem íntima nem sua e nem de terceiros, primeiro por ser uma prática imoral (Gl 5.19) e segundo por ser uma conduta antiética.

III. A REDE SOCIAL A SERVIÇO DO REINO DE DEUS

A igreja de Cristo precisa ser consciente quanto ao potencial das redes sociais e deve usá-la na propagação do Reino de Deus. Mas para evangelizar nas mídias não basta postar mensagens de cunho cristão; é indispensável o bom testemunho do usuário na rede de computadores.

1. O Bom Testemunho nas Redes Sociais

Cristo ensinou que o cristão é a luz do mundo (Mt 5.14) e que essa luz deve resplandecer por meio das boas obras a fim de glorificar o nosso Pai que está nos céus (Mt 5.16). Desse modo, para o bom testemunho nas redes sociais, o cristão não deve postar comentários negativos ou fazer pré-julgamento das pessoas. Deve tomar todo cuidado e precaução com fotos e vídeos que publicar, sejam pessoais, sejam de terceiros. Avaliar o conteúdo, a coerência, o vocabulário e a ética cristã das mensagens antes de postar, comentar ou curtir. Paulo nos ensina a fazer de tudo para ganhar as pessoas para Cristo (1 Co 9.22).

Importância da boa reputação

O requisito de boa reputação é fator preponderante na evangelização, tanto a pessoal (corpo a corpo) quanto a virtual (internet). O bom caráter e a idoneidade daquele que evangeliza deve ser testemunhado pelos não crentes. Espera-se dos cristãos que desfrutem de um viver reto e íntegro, por meio da oração e santificação no Espírito Santo. Se isso não for observado, a evangelização será inócua, quem evangeliza será difamado e envergonhado, a igreja colocada em descrédito e o evangelho de Jesus vilipendiado:
Um viver incoerente, contraditório com os valores morais e éticos do evangelho, certamente inviabilizaria toda e qualquer possibilidade de ser reconhecido como um líder cristão, como um instrumento de bênção nas mãos de Deus. Um viver incompatível com o evangelho apenas revela o profundo abismo existente entre o homem e Deus. (EMAD, 2005, p. 241)
Somos servos de Deus e estamos sendo observados. Se quisermos testemunhar de Cristo e seu evangelho, precisamos vigiar nossa conduta. Portanto, é inadmissível que aqueles que usam as redes sociais para provocar constrangimentos, estimular o preconceito e a discriminação, enviar ou receber “nudes”, curtir e compartilhar imagens, vídeos e mensagens com conteúdo lascivo ou duvidoso possam ter autoridade moral ou espiritual para evangelizar alguém. Quanto à necessidade de evangelizar corretamente, Paulo nos alertou: “se o faço de boa mente, terei prêmio; mas, se de má vontade, apenas uma dispensação me é confiada” (1 Co 9.17)
2. O Uso Correto da Evangelização Digital
A Internet é uma grande aliada na divulgação do  evangelho, porém alguns cuidados são necessários para não tornar a mensagem inócua. As postagens não podem ser grandes e os vídeos não podem ser demorados. A mensagem precisa ser clara, concisa e objetiva. Antes de compartilhar as imagens, deve-se verificar a veracidade bíblica daquela mensagem e o seu teor teológico. Em lugar de postagens com frases de efeito ou de autoajuda, devem-se priorizar os versículos bíblicos. Ao reproduzir áudios e vídeos, deve-se verificar se não existe algo que possa causar escândalos ou intolerância religiosa. Também não se deve atacar a ninguém, apenas anunciar e confessar a Cristo (1 Co 1.23,24).

Evangelizar é comunicar

No decorrer da história da humanidade, Deus tem se revelado e se comunicado com o ser humano. O escritor aos Hebreus assevera que Deus falou antigamente aos pais, pelos profetas, e a nós falou-nos nestes últimos dias pelo seu Filho (Hb 1.1). Desse modo, o ápice da comunicação divina acontece na Encarnação do Verbo Divino: “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória” (Jo 1.14). Jesus Cristo é o encontro mais pleno alcançado entre Deus e o homem. Ao revelar sua mensagem aos escolhidos, Deus desejou que ela fosse compartilhada com todos: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado” (Mt 28.19, ARA). Portanto, evangelizar não é simplesmente anunciar uma doutrina, mas é comunicar-se com o outro, isto é, “entrar em diálogo, relacionar-se, viver em comunhão com Deus para poder testemunhar com autenticidade Àquele em quem se crê e entrar em comunhão com outras pessoas” (SILVA, 2015, p. 12). Sob essa perspectiva, as redes sociais tornam-se um campo fértil para a comunicação do evangelho.

Resultados promissores

Em 2011, a Global Media Outreach (Alcance Global pela Mídia) divulgou que mais da metade das pessoas que se decidem por Cristo na internet posteriormente compartilham sua fé com outros internautas. Desses convertidos on-line, 34% afirmam ler a Bíblia Sagrada diariamente. O estudo denominado de “Índice do Crescimento Cristão” ouviu mais de 100.000 pessoas ao redor do mundo. Segundo Walt Wilson, presidente da instituição, desde a sua fundação, em 2004, mais de 15 milhões de pessoas já se decidiram por Cristo. A eficácia da evangelização pode ser resumida em três processos bem simples: (i) levá-los ao Salvador — páginas web que ajudem a encontrar Jesus; (ii) alimentá-los na fé — websites de discipulado e guias para recém-conversos; e, (iii) conectá-los à Igreja — conduzir o convertido a frequentar uma igreja local. Para isso, explica Wilson, não basta ter uma página na internet, transmitir cultos e comunicar-se pelas web rádios. O resultado se obtém por meio do discipulado e a comunicação com o novo convertido; essas ações são tão imprescindíveis quanto o evangelismo (ARAGÃO, Dez. 2011).
Fonte:  Portal da Escola Dominical

ENTRE A PÁSCOA E O PENTECOSTES

Princípios de um Autêntico Avivamento
Pr. Claudionor de Andrade
Se você me perguntar qual o maior avivamento da história da Igreja Cristã, responder-lhe-ei que é o pentecostal. Não quero, com a minha resposta, desmerecer a reforma de Lutero, na Alemanha, ou a iniciativa de John Wesley, na Inglaterra.
Todavia, quando comparo ambos os movimentos ao pentecostal, vejo-me obrigado a reconhecer que este é maior e mais abrangente do que aqueles. Mas reconheço, igualmente, que sem o labor de Lutero e Wesley, nossos pais-fundadores, Daniel Berg e Gunnar Vingren, nada poderiam ter feito. No Reino de Deus, há uma santa e desejável interdependência. Todos dependemos de todos. Em meio a essas considerações, procuremos uma definição de avivamento.
O que é o avivamento
Quando nos propomos a definir o avivamento de acordo com a história e a tradição da Igreja Cristã, deparamo-nos, logo de início, com um incômodo problema de nomenclatura e semântica. Afinal, a palavra certa é “avivamento” ou “reavivamento”? Costumamos usá-las invariavelmente; temo-las por sinônimos. Todavia, há uma diferença substancial entre ambas.
Avivamento diz respeito a um organismo que, embora não esteja morto, ainda precisa experimentar a vida em sua plenitude. Foi o caso dos discípulos de Cristo. Antes do Pentecostes, não estavam mortos; tinham já o Espírito Santo a dirigir-lhes, inclusive, a escolha do sucessor de Judas Iscariotes. O próprio Jesus já havia assoprado, neles, a promessa do Consolador: “Recebei o Espírito Santo” (Jo 20.22).
Conquanto já vivessem eles como apóstolos e discípulos de Jesus, não haviam sido avivados, pelo Espírito Santo, como Igreja de Cristo. Isso só haveria de acontecer no Dia de Pentecostes, em Jerusalém, conforme o relato de Lucas, no capítulo dois de Atos.
O reavivamento, por seu turno, concerne à igreja que, em consequência de seus pecados e iniquidades, morreu organicamente e, agora, já começa a falecer como organização. Haja vista o ocorrido com a congregação de Sardes, a qual o Senhor Jesus endereça uma carta sobrecarregada de urgências: “Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. Sê vigilante e consolida o resto que estava para morrer, porque não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus” (Ap 3.1,2, ARA).
Essa igreja, sim, necessitava urgentemente de um reavivamento espiritual, porque sobrevivia apenas no âmbito material. O que a tornava visível era a sua burocracia, membresia e clero.
Na morte de uma igreja, desaparece o ministério e surge o clero; os membros do corpo de Cristo fazem-se logo membresia e clientela; o que era obrigação espiritual desponta, agora, como burocracia pesada e custosa; o que era esperança cristã transforma-se numa mera agenda social e política. Uma igreja, nessas condições, precisa, sim, de um urgente reavivamento.
Portanto, o avivamento coube à Igreja Cristã que, no dia de Pentecostes, passou a viver na força e no poder do Espírito Santo. Ela foi avivada e não reavivada, pois não estava morta; apenas não havia nascido. Quanto ao reavivamento, cabe a igrejas e congregações como a de Sardes que, apesar de já terem experimentado a vida em Cristo, deixaram-se morrer espiritual e ministerialmente. Tais rebanhos carecem de um reavivamento poderoso, para que voltem à vida. Caso contrário, morrerão; logo estarão a cheirar mal.
Embora haja diferenças entre os termos “avivamento” e “reavivamento” podemos, teologicamente, usar um pelo outro, a fim de descrever o movimento do Espírito Santo numa igreja local, objetivando levá-la a experimentar novamente a vida que somente Jesus Cristo pode nos dar.
Portanto, o avivamento ou reavivamento, é a operação sobrenatural do Espírito Santo, na Igreja de Cristo, cujo principal objetivo é reconduzi-la à sua condição primordial de corpo espiritual do Filho de Deus. Essa ação do Espírito Santo só é possível por intermédio destes fatores: retorno à Palavra de Deus, à oração, à santidade, à comunhão e ao serviço cristão.
(Texto extraído da obra “Adoração, Santidade e Serviço:  Os Princípios de Deus para a sua Igreja em Levítico. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2018”. )
Fonte:  Portal da Escola Dominical

AS ORAÇÕES DOS SANTOS NO ALTAR DE OURO

A Teologia da Oração
Pr. Claudionor de Andrade
Existe, sim, uma teologia da oração. Ela permeia toda a Bíblia; vai do Gênesis ao Apocalipse. Encontra-se na boca dos profetas, nos lábios dos apóstolos e na alma do próprio Cristo. Neste tópico, apesar da exiguidade do espaço de que dispomos, faremos um pequeno esboço dessa teologia, que, embora desconhecida, é preciosa; imprescindível.
A oração, a voz da alma
A palavra “oração”, proveniente do vocábulo latino orationem, comporta ricos enunciados à nossa vida espiritual.
Num primeiro momento, pode ser compreendida como a súplica que o peregrino, assediado por ânsias e almejos, endereça ao Pai Celeste. Nesse sentido, a oração é rogo, pedido e prece. Num segundo momento, a oração pode ser vista como a petição que esse mesmo peregrino, agora já não preocupado consigo, faz em favor do companheiro que desmaia na jornada à Jerusalém Celestial; intercessão amorosa.
Recorramos ao idioma do Antigo Testamento, para vermos como a palavra “oração” foi usada pelo cantor-mor de Israel. No quarto salmo do saltério hebreu, Davi roga ao Senhor num momento de grande e inesperada angústia: “Responde-me quando clamo, ó Deus da minha justiça; na angústia, me tens aliviado; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração” (Sl 4.1, ARA).
O termo utilizado pelo autor sagrado, em sua prece, é o que melhor descreve a atitude do homem que, exilado no mundo, busca a face de Deus. O vocábulo hebraico tĕphillah significa oração, súplica, intercessão e hino. Este último significado encerra muita beleza. Até este momento, humildemente confesso, eu ainda não tinha olhado a oração como um hino que, na angústia, entoamos a Deus. Bem cantou o poeta sacro: “Os mais belos hinos e poesias foram escritos em tribulação, e do céu, as mais lindas melodias, se ouviram na escuridão”.
Sim, querido leitor, a oração é poesia e hino.
Já imaginou se nos fosse possível registrar todas as orações que chegam ao Pai Celeste num só dia? Quantas obras-primas, partidas do mais fundo da alma, não teríamos. Aqui, uma prece em português; cântico mais alto que o de Camões. Ali, uma oração em italiano; poesia mais sublime que a de Dante. Mais além, uma petição em língua alemã; verso mais belo que o de Goethe. Na Rússia, uma intercessão que supera a maravilhosa prosa de Tolstói. Já na China, apesar de todos os empecilhos do regime comunista, ouviríamos confissões que superam a sinceridade de Confúcio e a força de Lao-Tsé.
Entremos a examinar, agora, a língua na qual foi escrito o Novo Testamento. No capítulo cinco de Apocalipse, assistimos à instalação da corte celestial, reunida solenemente para a abertura do livro que, seguro na destra de Deus, encontrava-se sob o poder de sete selos. Quando Jesus, ali identificado como o Leão de Judá, tomou o livro das mãos do Todo-Poderoso, algo ocorreu entre os moradores do Céu, conforme a narrativa de João, o Teólogo: 
Veio, pois, e tomou o livro da mão direita daquele que estava sentado no trono; e, quando tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos. (Ap 5.7,8, ARA)
Analisemos a palavra grega, usada nessa passagem, para o substantivo “oração”.  Nesse caso, como em outros do Novo Testamento, o autor sagrado utiliza o termo proseuchē; em sua essência, em nada difere do tĕphillah hebreu. Além de seu primordial significado, lembra o próprio lugar da oração. Em português, possuímos também um vocábulo para designar o local consagrado aos rogos e petições: o oratório. Entre nós, evangélicos, o termo é quase desconhecido. Mas, na igreja católica, é bastante comum; descreve as capelinhas e nichos destinados às rezas e veneração de imagens.
No deslinde do vocábulo proseuchē, deveríamos ver, além da preocupação linguística, o chamamento ao lugar das preces e das intercessões, conforme exorta-nos o Senhor Jesus: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt 6.8, ARA).
Que em cada domicílio evangélico, haja uma capela de oração; nosso quarto. Nesse aposento tão reservado e querido, no qual descansamos e reavemos as forças, depositemo-nos diariamente aos cuidados divinos. Antes de dormirmos e depois de acordamos, conversemos com o Pai; confessemos-lhe as faltas e as transgressões; narremos-lhe o nosso cotidiano; abramos-lhe a alma. Daí, sairemos renovados para mais uma jornada, não de lutas e entreveros, mas de vitórias e triunfos. (Texto extraído da obra “Adoração, Santidade e Serviço: Os Princípios de Deus para a sua Igreja em Levítico. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2018”. ) 
Fonte:  Portal da Escola Dominical