JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS

Em toda nossa caminhada devemos ter sempre Cristo como nosso guia. Ele nos guarda a cada dia. "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois a ele eternamente. Amém." Sejam bem vindos ao nosso blog em o nome do Senhor Jesus !!! Disse Jesus: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Amo ao Senhor Jesus Cristo, porque Ele me amou primeiro e trouxe-me para a sua maravilhosa presença. Deus é tremendo !!!

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

O SACRIFÍCIO DE JESUS

O sacrifício que Jesus fez por nós, morrendo na cruz pelos nossos pecados, nos trouxe salvação, livramento, perdão, reconciliação, e a possiblidade de andarmos em novidade de vida diante do Pai Eterno.
Jesus levou sobre sí as nossas enfermidades, por Ele somos curados, através dEle abriu-nos a porta para uma vida repleta de paz, de comunhão com Deus.
Por Jesus temos paz com Deus, o seu sangue purifica-nos de todo pecado e nos dá ousadia de entrar no santuário do Altíssimo.
Por Jesus temos nossas orações ouvidas e respondidas pelo Pai, pois Jesus morreu mas ressuscitou e está assentado a direita de Deus Pai Todo Poderoso.
Em Jesus somos libertos de nossos pecados, o pecado não nos domina mais, desde que sejamos fiéis e obedientes a Deus.
Jesus é o alivio e descanso para nossa alma, Ele é a nossa proteção, a nossa Rocha inabalável.
Jesus é o nosso advogado, quando pecamos mas nos arrependemos, podemos confessar a Ele os nossos pecados e por Ele alcançar o perdão.
Jesus por amor a humanidade escolheu morrer na cruz, mesmo lhe sendo revelado tudo o que haveria de suportar.  Ele suportou todas as afrontas por amar a humanidade.
Estávamos longe de Deus, mar por intermédio de Jesus, chegamos perto de Deus, pois Ele se deu por nós e nos resgatou da maldição do pecado e da perdição eterna.
Jesus cumpriu a sua missão, morreu, ressuscitou, voltou para o Pai, porém nós não ficamos órfãos, pois o Pai por intermédio do Filho, enviou o Espírito Santo, para estar conosco todos os dias até a consumação dos séculos.
O Pai, O Filho, O Espírito Santo são um só, o Deus Eterno, o guarda de Israel, o grande Eu Sou, que falou com Moisés, e que desceu na Terra em forma humana, deu instrução aos seus discípulos e os enviou para proclamarem a sua mensagem.
Ainda hoje a mensagem do evangelho é proclamado, e Deus continua abençoando o seu povo, que é composto de todos que a Jesus aceitam como Salvador.  
Jesus cumpriu a sua missão, e o Espírito Santo continua agindo no meio dos que creem na obra expiatória de Jesus.
Lembremos sempre, que Deus nos aceita através da nossa aceitação e da nossa confiança no sacrifício que Jesus fez por nós.
Não há outro meio para sermos salvos,  somente por intermédio de Jesus, pois Ele é o caminho, a verdade, e a vida.
Somente por Jesus somos reconciliados com o Pai, e somente nele devemos depositar toda a nossa confiança.

Fonte:  Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia - Baseado na Palavra de Deus

sábado, 9 de dezembro de 2017

O SALVADOR DA HUMANIDADE

O Salvador da humanidade é o mais puro amor,
O Salvador da humanidade é a mais pura perfeição,
O Salvador da humanidade é o nosso ajudador,
O Salvador da humanidade é o nosso redentor,
O Salvador da humanidade é o nosso reconciliador,
O Salvador da humanidade é o nosso resgate,
O Salvador da humanidade é o nosso verdadeiro amigo,
O Salvador da humanidade é o nosso abrigo,
O Salvador da humanidade é a nossa rocha inabalável,
O Salvador da humanidade é o grande Deus Eterno,
O Salvador da humanidade é o nosso grande Rei,
O Salvador da humanidade é o nosso verdadeiro Guia,
O Salvador da humanidade é o que nos dá paz e alegria,
O Salvador da humanidade é a nossa porta aberta,
O Salvador da humanidade é o nosso verdadeiro Libertador,
O Salvador da humanidade é o Criador de todas as coisas,
O Salvador da humanidade é o nosso Intercessor,
O Salvador da humanidade é o nosso Abençoador,
O Salvador da humanidade é o nosso Advogado,
O Salvador da humanidade é o nosso justo Juíz,
O Salvador da humanidade é Real.
O Salvador da humanidade é Justo e Verdadeiro,
O Salvador da humanidade é o que nosso Auxiliador,
A Ele, tributamos honra, glória, e louvor, pois o seu amor é verdadeiro, pois se deu para a salvação de toda a humanidade.
Ao Pai, Filho, Espírito Santo, o nosso Deus Santo e Justo, devemos agradecer, pois a sua bondade e misericórdia nos acompanha todos os dias.
Ele é o nosso Salvador, o que nos resgatou da maldição do pecado, e nos trouxe a libertação.
Que cada ser humano reconheça que somente Ele é o Senhor.

Fonte:  Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia  -  Baseado na Palavra de Deus

A OBRA SALVÍFICA DE CRISTO

"O estudo da obra salvífica de Cristo deve começar pelo Antigo Testamento, onde descobrimos, nas ações e palavras divinas, a natureza redentora de Deus.  Descobrimos tipos e predições específicos daquEle que estava para vir e do que Ele estava para fazer.  Parte de nossas descobertas provém da terminologia empregada no Antigo Testamento para descrever a salvação, tanto a natural quanto a espiritual.
Qualquer um que tenha estudado o Antigo Testamento hebraico sabe quão rico é o seu vocabulário.  Os escritores sagrados empregam várias palavras que fazem referência ao conceito geral de 'livramento' ou 'salvação', seja no sentido natural, jurídico ou espiritual.  O enfoque recai em dois verbos:  natsal e yasha.  O primeiro ocorre 212 vezes, mas Deus revelou a Moisés ter descido para 'livrar' Israel das mãos dos egípcios (Êx 3.8).  Senaqueribe escreveu ao rei de Jerusalém:  'O Deus de Ezequias não livrará o seu povo das minhas mãos' (2 Cr 32.17).  Frequentemente, o salmista implorava o salvamento divino(Sl 22.21; 35.17; 69.14).  O emprego do verbo indica haver em vista uma 'salvação' física, pessoal ou nacional".  (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática:  Uma perspectiva pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro:  CPAD, 1996, pp. 335,336).

A Reconciliação com Deus Mediante o Sacrifício de Jesus Cristo

"Diferente de outros termos bíblicos e teológicos, 'reconciliação' aparece em nosso vocabulário comum.  É um termo tirado do âmbito social.  Todo relacionamento interrompido clama por reconciliação.  O Novo Testamento ensina com clareza que a obra salvífica de Cristo é um trabalho de reconciliação.  Pela sua morte, Ele removeu todas as barreiras entre Deus e nós.  O grupo de palavras empregado no Novo Testamento (gr. allassõ) ocorre raramente na Septuaginta e é incomum no Novo Testamento, até mesmo no sentido religioso.  O verbo básico significa 'mudar', fazer uma coisa cessar e outra tomar o seu lugar'.  O Novo Testamento emprega-o seis vezes, sem referência à doutrina da reconciliação (por exemplo, At 6.14).  Somente Paulo dá conotação religiosa a esse grupo de palavras.  O verbo katallassõ e o substantivo katallagê transmitem com exatidão a ideia de 'trocar' ou 'reconciliar', da maneira como se conciliam os livros contábeis.  No Novo Testamento, o assunto em pauta é primeiramente o relacionamento entre Deus e a humanidade.  A obra reconciliadora de Cristo restaura-nos ao favor de Deus porque "foi retirada a diferença entre os livros contábeis"  (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática:  Uma perspectiva pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro:  CPAD, 1996, p. 355).

A Redenção

"A palavra Redenção significa "Recurso capaz de salvar alguém de uma situação aflitiva".
Jesus comprou-nos por um bom preço.  Por causa da morte de Cristo, diante de qualquer exigência da Lei da justiça divina com respeito a todos os que creem em Jesus, Deus pode agora dizer: '...livra-os...já achei resgate' (Jó 33.24).  Jesus subiu ao Gólgota para aniquilar o pecado pelo sacrifício de sí mesmo (Hb 9.26)."
"No Novo Testamento, Jesus é tanto o 'Regatador' quanto o 'resgate'; os pecadores perdidos são os 'resgatados'.  Ele declara que veio 'para dar a sua vida em resgate [gr. lutron] de muitos' (Mt 20.28; Mc 10.45).  Era um 'livramento' [gr. apolurõsis] efetivado mediante a morte de Cristo, que libertou da ira retributiva de Deus e da penalidade merecida do pecado'.  Paulo liga nossa justificação e o perdão dos pecados à redenção que há em Cristo (Rm 3.24; Cl 1.14).  Diz que Cristo 'para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção' (1 Co 1.30).  Diz, também que Cristo 'se deu a sí mesmo com preço de redenção [gr. antilutron] por todos' (1 Tm 2.6).  O Novo Testamento demonstra claramente que Ele proporcionou a redenção mediante o seu sangue, pois era impossível que o sangue dos touros e dos bodes tirasse os pecados (Hb 10.4).  Cristo nos comprou de volta para Deus, e o preço foi o seu sangue (Ap 5.9)" (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática:  Uma perspectiva pentecostal, 1.ed. Rio de Janeiro:  CPAD, 1996, p. 357).

Fonte:  Lições Bíblicas  -  4° Trimestre de 2017  -  Adultos  -  Claiton Ivan Pommerening

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

O ÚNICO SENHOR E SALVADOR

Um só Salvador, um só Deus, um só Senhor.  O único que pode todas as coisas, que sabe todas as coisas, que vê todas as coisas.
O único que pode nos salvar.  O único Deus. O único Senhor.
Somente Jesus é o caminho para nossa salvação.
Jesus é o próprio Deus, que se fez homem.
Jesus é o Senhor dos senhores, o Rei do universo.
O único que por amor se deu pela humanidade, morrendo em uma cruz.
O único que é sob todas as coisas.
O único que não foi criado, pois existe de eternidade a eternidade.
O único que ama incondicionalmente, e que pode resolver todos os problemas.
O único que perdoa e lança no mar do esquecimento os nossos pecados.
O único que não olha as aparências e nem faz acepção de pessoas.
O único que não abandona os que nele confia.
O único que ama todos os habitantes da Terra.
O único que nunca falhou, e jamais falhará.
O único que venceu a morte, e ressuscitou.
O único capaz de vencer o pecado, a inustiça e a falta de amor.
O único que está a direita de Deus, intercedendo por nós, pois vivo está.
O único que se inclina para ouvir as orações do seu povo.
O único que ouve e responde as orações dos que por Ele clamam.
O único que quando se fez carne, nunca pecou, e jamais cometeu injustiça.
O único que sustenta e guarda o seu povo.
O único que nos defende diante de Deus.
O único que nasceu de modo sobrenatural.
O único que foi totalmente obediente.
O único digno de ser honrado, pois é Deus.
O único digno de ser adorado, pois é Deus.
O único que cumpriu todas as determinações do Pai, e foi vitorioso.
O único que é o autor da fé, e que por Ele podemos todas as coisas.
Ao Pai, Filho, Espírito Santo, o Deus trino, sejamos gratos, pois o Deus trino é o verdadeiro amor, o verdadeiro Senhor, e o verdadeiro Salvador.

Fonte:  Edilberto Pereira -  Bacharel em Teologia  -  Baseado na Bíblia Sagrada.

SALVAÇÃO - O AMOR E A MISERICÓRDIA DE DEUS

O amor de Deus

"Sem menosprezar a paciência, misericórdia e graça de Deus, a Bíblia associa mais frequentemente o desejo de Deus em nos salvar ao seu amor. No Antigo Testamento, o enfoque primário recai sobre o amor segundo a aliança, como se vê em Deuteronômio 7.
Com respeito à redenção segundo a aliança, diz o Senhor: 'Com amor [heb.'ahavah'] eterno te amei [heb.'ahev']; também com amável benignidade [heb. chesedh] te atrai' (Jr 31.3).  A despeito da apostasia e idolatria de Israel, Deus amava com amor eterno.
O Novo Testamento emprega agapaõ ou agapê para referir-se ao amor salvífico de Deus.  No grego pré-bíblico, essas palavras tinham pouca relevância.  No Novo Testamento, porém, são óbvios o seu poder e valor.  'Deus é agapê' (Jo 3.16).  Por isso, 'ele deu seu Filho unigênito' (Jo 3.16) para salvar a humanidade.  Deus tem demonstrado seu amor imerecido para conosco 'em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores' (Rm 5.8).  O Novo Testamento dá amplo testemunho do fato de que o amor de Deus impeliu-o a salvar a humanidade perdida.  Por isso, estes quatro atributos de Deus  -  a paciência, a misericórdia, a graça e o amor - demostram a sua bondade ao promover a nossa redenção".  (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática:  Uma perspectiva pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, pp. 345,346).

Misericórdia

"No Antigo Testamento, a palavra 'misericórdia', é a tradução da palavra grega eleos, ou 'piedade, compaixão, misericórdia' (veja seu uso em Lucas 10.37; Hebreus 4.16), e oiktirmos, isto é, 'companheirismo em meio ao sofrimento' (veja seu uso em Filipenses 2.1; Colossenses 3.12; Hebreus 10.28).
No Antigo Testamento, este termo representa duas raízes distintas:  rehem, que pode significar maciez), 'o ventre', referindo-se, portanto, à compaixão materna (1 Rs 3.26, 'entranhas'), e hesed, que significa força permanente (Sl 59.16; 62.12; 144.2) ou 'mútua obrigação ou solidariedade das partes relacionadas' - portanto, lealdade.  A primeira forma expressa a bondade de Deus, particularmente em relação àqueles que estão em dificuldades (Gn 43.14; Êx 34.6).  A segunda expressa a fidelidade do Senhor, ou os laços pelos quais 'pertencemos' ou 'fazemos parte' do grupo de seus filhos.  Seu permanente e imutável amor está subentendido, e se expressa através do termo berit, que significa 'aliança' ou 'testamento' (Êx 15.13; Dt 7.9; Sl 136.10-24)" (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 1290).

Aspectos da salvação

"É preciso compreender e comparar dois aspectos da salvação, que são:  o aspecto legal e o aspecto ético e moral.  No aspecto legal está a justificação, que trata da quitação da pena do pecado.  Significa que a exigência da Lei foi cumprida.  Porém, no aspecto moral, está a santificação que trata da vivência cotidiana após a justificação.  Como compreender então a relação entre a justificação e a santificação ?
Em primeiro lugar, a santificação trata do nosso estado, assim como a justificação trata da nossa posição em Cristo.  Observe isto:  Na justificação somos declarados justos.  Na santificação nos tornamos justos.  A justificação é a obra que Deus faz por nós como pecadores.  A santificação diz respeito ao que Deus faz em nós.  Pela justificação somos colocados numa correta e legal relação com Deus.  Na santificação aparecem os frutos dessa relação com Deus.  Pela justificação nos é outorgada a segurança.  Pela santificação nos é outorgada a confiança na segurança.
Em segundo lugar, a santificação envolve, também, o aspecto posicional.  Na justificação o crente é visto em posição legal por causa do cumprimento da Lei, na santificação o crente é visto em posição moral e espiritual.  Posicionalmente o crente é visto nesses dois aspectos abordados que são:  o legal e o moral.  Legalmente, ele se torna justo pela obra justificadora de Jesus Cristo.  Moralmente, ele se torna santo por obra do Espírito Santo" (CABRAL, Elienai.  Romanos:  O Evangelho da Justiça de Deus. 5.ed. Rio de Janeiro;  CPAD, 2005, pp.73,74).

Fonte:  Lições Bíblicas  -  4° Trimestre de 2017  -  Adultos  -  Claiton Ivan Pommerening

domingo, 3 de dezembro de 2017

A CONCEPÇÃO DO SALVADOR

Encarnação

"Quando na plenitude dos tempos (Gl 4.4), o anjo Gabriel comunicou a Maria que ela seria o instrumento da encarnação de Jesus, disse-lhe: 'Em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e por-lhe-ás o nome de Jesus' (Lc 1.31). [...] Jesus, o 'Deus bendito eternamente' (Rm 9.5), fez-se homem.  Esse mistério chama-se encarnação.  A Bíblia diz:  'grande é o mistério da piedade:  aquele que se manifestou em carne' (1Tim 3.16).  A doutrina da encarnação de Jesus excede tudo o que o entendimento humano possa compreender; porém, desse milagre depende a substância do Evangelho da salvação e a doutrina da redenção".

O Nascimento Virginal

Provavelmente, nenhuma doutrina cristã é submetida a tão extenso escrutínio quanto a do nascimento virginal, e isto por duas razões principais.  Primeiro, esta doutrina depende, para a sua própria existência, da realidade do sobrenatural.  Muitos estudiosos, nestes últimos dois séculos, têm desenvolvido um preconceito contra o sobrenatural; e esse preconceito tem influenciado seu modo de analisar o nascimento de Jesus.  A segunda razão para a crítica do nascimento virginal é que a história do desenvolvimento de sua doutrina nos leva para muito além dos simples dados que a Bíblia fornece.  A própria expressão 'nascimento virginal' reflete essa questão.  O nascimento virginal significa que Jesus foi concebido quando Maria era virgem, e que ela ainda era virgem quando Ele nasceu(e não que as partes de Maria tenham sido preservadas, de modo sobrenatural, no decurso de um nascimento humano).
Um dos aspectos mais discutidos do nascimento virginal é a orígem do próprio conceito.  Alguns estudiosos têm procurado explicá-la por meio de paralelos helenísticos.  Os enlaces que os deuses e deusas mantinham com seres humanos, na liturgia grega da antiguidade, são alegadamente os antecedentes da ideia bíblica.  Mas essa teoria certamente desconsidera a aplicação de Isaías 7, em Mateus 1.
Isaías 7, com sua promessa de um filho que nascerá, é o pano de fundo do conceito do nascimento virginal.  Muitas controvérsias têm girado ao redor do termo hebraico 'almah, conforme usado em Isaías 7.14.  A palavra é usualmente traduzida por 'virgem', embora algumas versões traduzam por 'jovem'.  No Antigo Testamento, sempre que o contexto oferece nítida indicação, a palavra  significa uma virgem com idade para casamento" (HORTON, Stanley M. 1.ed. Rio de Janeiro:  CPAD, 1996, p.322)

Fonte:  Lições Bíblicas - 4° Trimestre de 2017  -  Adultos  -  Claiton Ivan Pommerening

sábado, 2 de dezembro de 2017

O CORDEIRO DA PÁSCOA - O SANGUE DO CORDEIRO

"O Cordeiro da Páscoa no Êxodo 12 deveria ser morto e comido na noite da Páscoa, e o seu sangue deveria ser espargido nos umbrais das portas.  O Senhor Jesus Cristo associou a Santa Ceia à festa da Páscoa judaica (Mt 26.17-19).  Dessa forma, a Páscoa está tipificando que Cristo é a nossa Páscoa (1 Co 5.7).
O cordeiro a ser oferecido não deveria ter manchas ou defeitos (Êx 12.5) e nenhum osso deveria estar quebrado (Êx 12.45), o que nos mostra que nenhum osso de Cristo seria quebrado em sua morte da cruz.
O conceito do Cordeiro de Deus foi tão completamente desenvolvido em Isaías 53 que estava claro para os santos do Antigo Testamento que Ele não era outro senão o servo do Senhor.  Parece que Isaías 53 é o capítulo que contém mais referências cruzadas com o Novo Testamento em toda a Bíblia Sagrada.

O Cordeiro de Deus no Novo Testamento

No primeiro capítulo de seu Evangelho, João registra como João Batista aponta para Jesus como o 'Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo' (Jo 1.29,36).  Pedro, em sua primeira epístola, diz que Cristo foi o cordeiro conhecido antes da fundação do mundo (1 Pe 1.19,20).  Portanto, o conceito do Antigo Testamento do cordeiro sacrificial revela tipicamente e profeticamente o plano de Deus para oferecer Cristo como o sacrifício propiciatório pelos pecados do homem" (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p.454).

O Sangue

"O sangue também desempenhou um papel significativo nas práticas religiosas do Antigo Testamento.  Vale a pena observar que o sangue não representava nenhum elemento básico nos sacrifícios, nem tinha alguma função especial ou significado nos rituais de quaisquer outros povos do antigo Oriente Próximo ou do Mediterrâneo.  O sistema de sacrifícios da lei, baseado nos primitivos sacrifícios de animais do período patriarcal, exigia a morte da vítima em nome do pecador e consistia na aspersão do sangue ainda morno pelo sacerdote como prova de sua morte pela expiação dos pecados (Lv 17.11,12).  Nos sacrifícios, era exigida a morte da vítima para que sua vida fosse oferecida a Deus como substituto da vida do pecador arrependido.  Dessa maneira, o pecador era limpo e a culpa era removida (Hb 9.22).
Esse cenário forma a base para a presença do sangue de Cristo no Novo Testamento.  O derramamento do sangue de Jesus, na cruz, encerrou sua vida terrena, pois Ele, voluntariamente, ofereceu-se para morrer em nosso lugar, como o Cordeiro de Deus que foi assassinado para nos redimir (1 Pe 1.18-20); e a aspersão desse sangue trouxe o perdão todos os pecados os homens (Rm 3.25).  Seguindo o padrão do Dia da Expiação dos judeus (Lv 16), Cristo é o nosso sacrifício expiatório (Hb 9.11-14) e também nossa oferta pelo pecado (1 Pe 1.18,19).  Assim como Moisés selou o pacto entre Deus e a antiga nação de Israel, no Sinai, com a aspersão do sangue (Êx 24.8), também o novo pacto de Jeremias (31. 31-34) foi selado pelo sangue de Cristo (Hb 9.14).  Ao instituir a Ceia do Senhor, Jesus falou do cálice como 'o Novo Testamento [ou aliança]" no seu próprio sangue (1Co 11.25)  (Dicionário bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro:  CPAD, p. 1758).

Fonte :  Lições Bíblicas  -  4° Trimestre de 2017  -  Adultos  -  Claiton Ivan Pommerening