JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS

Em toda nossa caminhada devemos ter sempre Cristo como nosso guia. Ele nos guarda a cada dia. "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois a ele eternamente. Amém." Sejam bem vindos ao nosso blog em o nome do Senhor Jesus !!! Disse Jesus: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Amo ao Senhor Jesus Cristo, porque Ele me amou primeiro e trouxe-me para a sua maravilhosa presença. Deus é tremendo !!!

domingo, 28 de janeiro de 2018

PERSEVERAR EM OBEDECER A DEUS PARA TOMAR POSSE DAS SUAS PROMESSAS

Após o dilúvio, por intermédio da família de Noé, Deus deu continuidade a história humana, e com a chamada de Abrão, que veio a se chamar Abraão, com as promessas que Deus fez a ele, que seria pai de uma grande nação, Deus cumpriu e continua cumprindo as suas promessas.
Jacó, neto de Abraão, passou a se chamar Israel, então o povo de Deus, os que descenderam de Israel, foram por muitos anos escravizados no Egito, onde primeiramente foi enviado por permissão de Deus, José, que chegou a ser governador do Egito.
Por medo dos filhos de Israel se rebelarem contra o Egito, faraó decidiu oprimir o povo de Deus, porém, Deus levantou um homem por nome Moisés para tirar o seu povo do Egito.  Com mão forte e com grandes prodígios Deus livrou os filhos de Israel da escravidão no Egito.  Moisés usado por Deus guiou o povo de Deus a terra prometida, uma terra que mana leite e mel, para Canaã.
A palavra de Deus nos revela que os filhos de Israel que saíram do Egito, foram rebeldes, desobedientes as ordens de Deus, e a maior parte deles não puderam entrar na terra prometida.
Durante anos pela sua peregrinação no deserto, o povo de Deus mesmo vendo os milagres que Deus realizara no meio deles, não perseveraram em servir e obedecer ao grande libertador, o grande e eterno Deus.
Somente Josué e Calebe com suas famílias, puderam entrar na terra prometida, os demais morreram no deserto por serem desobedientes a Deus.
Em pleno século XXI, o povo de Deus, agora firmada numa aliança eterna e perfeita, através de Jesus Cristo, o filho de Deus que o Pai enviou para salvar e libertar toda a humanidade, tem sido tentados a caírem no mesmo erro dos filhos de Israel no deserto e dos que entraram na terra prometida, mas não permaneceram fiéis.
Lembremos que estamos debaixo de uma nova aliança, que os prejuízos pela desobediência pode acarretar danos profundos para nossa vida.
O povo de Deus liderados por Moisés, Josué e outros homens de Deus, por muitas vezes fracassaram na sua missão, porém todas as vezes que se arrependiam e se voltavam a Deus foram libertos das suas aflições, hoje, não é diferente, todas as vezes que os crentes em Jesus, os que creem no sacrifício que Jesus fez por toda a humanidade, morrendo em uma cruz, sendo sepultado, mas ressuscitou ao terceiro dia, clamam ao Pai em o nome de Jesus, são libertos da situação em que se encontram.
Tomemos por exemplo o povo de Deus dos tempos relatados no período veterotestamentário, e procuremos obedecer a Deus conforme todas as coisas que Ele, através de seu Filho nos ensinou.
Nunca nos esqueçamos que da mesma maneira que os servos e servas de Deus não entraram na terra prometida por desobediência, e os que entraram mas não permaneceram fiíes foram castigados, nós também se não formos fiéis a Deus estaremos pondo em risco a nossa entrada na Canaã Celestial.
Que cada um de nós, nos arrependamos e sejamos fiéis a Deus, perseverando até o fim, para que possamos entrar no repouso eterno, que possamos morar para sempre com o Senhor, pois todos que permanecerem na presença de Deus, com temor, fidelidade a Ele, serão partiipantes das promessas de Deus, que são eternas.

Fonte:  Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia  -  Baseado na Palavra de Deus

sábado, 27 de janeiro de 2018

HONRAR A CHAMADA DE DEUS

Conta nos as sagradas escrituras que um jovem da tribo de Benjamim, foi a procura das ovelhas de seu pai.  Esse jovem por nome Saul, sem saber do plano de Deus para sua vida, propôs junto com o seu companheiro, consultar o homem de Deus para acharem as jumentas que se perderam.
Porém, nem imaginava que aquela situação era plano de Deus, pois já havia sido revelado ao profeta Samuel que Saul seria rei em Israel. Tudo o que Deus falou através do homem de Deus, ocorreu na sua vida.  Deus o ungiu para uma grande obra.
Saul foi escolhido por Deus para ser seu representante no meio do povo de Israel. Segundo as escrituras não havia homem mais belo do que ele na sua nação.
Mas para ser confirmado como rei, Saul deveria obedecer aos mandamentos de Deus, obediência que não houve por parte do escolhido de Deus.
Esse epsódio nos chama a atenção pelo fato de que muitas vezes somos chamados(as) para fazer a obra de Deus, mas por descuido, não realizamos o mandado de Deus, sendo rebeldes e insubmissos ao Senhor.
As escrituras nos revela que por causa da rebeldia, Saul foi rejeitado por Deus, pois não deu ouvido ao que Deus ordenara através de Samuel, o homem de Deus.
Devemos fazer menção desse exemplo que a palavra de Deus revela, para que não incorramos no mesmo erro desse rei, que mesmo sendo chamado e ungido para reinar sobre sua nação, não teve o coração reto diante de Deus.
Homens e mulheres diariamente são chamados por Deus para realizarem a sua obra aqui na terra, mas só é feliz e próspero aqueles(as) que realmente obedecem a Deus, cumprindo a sua vontade, não sendo rebeldes, mas sempre prontos para cumprir o plano de Deus nas suas vidas.
Saul perdeu a oportunidade de desfrutar das bençãos de Deus, e isso fica para nós como um alerta da parte do Senhor, que não devemos em hipótese alguma sair das diretrizes daquele que nos chamou para realizar a sua obra, para que não venhamos a ser rejeitados, e com isso em vez de sermos uma benção, nos tornar pedra de tropeço.
Deus, é quem nos chama e nos capacita para fazer a sua obra.  Sejamos a Ele, leiais, temendo a Ele todos os dias do nosso viver, sempre obedecendo o seu querer.
Deus nos chama para realizar através de nossa pessoa grandes obras.  Se formos fieis e cumprirmos as suas ordens, certamente seremos uma benção, como disse Deus a Abrão, "'sê tu uma benção".  Para isso ocorrer, somente obedecendo ao nosso Deus, e deixar que Ele nos use e opere maravilhas no meio do povo.

Fonte:  Texto redigido por Edilberto Pereira - Bacharel em Teologia - baseado na Bíblia Sagrada


domingo, 31 de dezembro de 2017

LUZ EM MEIO AS TREVAS


Deus criou todas as coisas, e criou o homem e a mulher segundo a sua imagem e semelhança, porém Adão e Eva desobedeceram ao Criador e comeram do fruto que Deus os probira de comer.
Desde então as trevas passaram a fazer parte de toda a criação. Todo tipo de corrupção passou a dominar o ser humano.
A corrupçao chegou a tal ponto que Deus através do dilúvio destruiu toda a criação, exceto Noé e sua família e os animais que com ele entraram na arca.
Mesmo a corrupção dominando na terra, havia um homem cujo nome era Noé, ao qual Deus viu graça nele (Gn 6.8), ele era varão justo e reto em suas gerações; e andava com Deus (Gn 6.9), e através dele e de sua família, Deus deu continuidade a sua obra.
Graças a bondade e misericórdia de Deus, que poupou um homem que andava na sua presença, juntamente com sua família, a vida continua.  Deus prometeu a Noé que nunca mais distruirá a terra com dilúvio (Gn 9.11), e que aconteceria que todas as vezes que Ele trouxesse nuvens sobre a terra aparecerá o arco que foi o concerto de Deus com o homem (Gn 9.12-14), e então Deus se lembraria do seu concerto com o homem (Gn 9.15,16).
Noé edificou um altar ao Senhor, e isso agradou a Deus, onde foi dito que Ele nunca mais amaldiçoaria a terra por causa do homem, e que enquanto a terra durar, semente e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite não cessarão (Gn 8.21,22).
Por causa do temor e da fidelidade de um homem, Deus permitiu que a vida tivesse continuidade e abençoou a Noé e a sua família, e essas bençãos também tem nos alcançado.
Hoje, em pleno século XXI, quando tem se multiplicado a iniquidade, existem pessoas que temem a Deus e procura seguir os seus mandamentos.
Assim como Noé foi fiel nas suas gerações mesmo em meio a corrupção, Deus nos convida a brilhar como astros no meio de uma geração corrompida e perversa (Fp 2.15).  Isso só nos é possível porque Deus enviou seu Filho para morrer pelos nossos pecados, e através da sua morte e da sua ressurreição, o homem e a mulher foi reconcliado com Deus.
O Filho de Deus (Jesus Cristo), voltou para o Pai, e o Espírito Santo foi enviado pelo Pai pela interceção do Filho para estar conosco todos os dias.  E é o Espírito Santo que nos ajuda a resplandecer como astros no mundo.
Noé foi um exemplo em sua geração, e nós podemos ser exemplo na nossa geração, e assim podemos agradar a Deus pela regeneração efetuada em nós pelo Espírito Santo.
Sejamos luz em meio as trevas, pois quem nos capacita a brilhar como astros no mundo é o Pai que por intermédio de seu Filho nos resgatou e o Espirito Santo continua essa obra nos aperfeiçoando e nos capacitando a viver uma vida plena em Deus.

Fonte:  Texto redigido por Edlberto Pereira - Bacharel em Teologia - baseado na Palavra de Deus

sábado, 30 de dezembro de 2017

VIVENDO COM A MENTE DE CRISTO

PEREGRINOS NESTA TERRA

Estamos neste mundo de passagem, o nosso destino é o céu.
Parepidemos, adjetivo que significa ‘peregrinar num lugar estranho, longe do próprio povo’ (formado de para, ‘de’, expressando uma condição contrária, e epidemeõ, “peregrinar; cognato de demos, ‘povo’), é usado acerca dos santos do Antigo Testamento (Hb 11.13, ‘peregrinos’, tanto com o termo xenos, ‘estrangeiro’); dos cristãos (1Pe 1.11, ‘estrangeiros [dispersos]’; 1Pe 2.11, ‘peregrinos’, junto com o termo paroikos, ‘estrangeiro, forasteiro, hóspede’); a palavra é usada metaforicamente acerca daqueles a quem o céu é a sua pátria, e que são peregrinos na terra'” (Dicionário Vine. 14.ed.Rio de Janeiro: CPAD, 2011, p. 869).
VIVENDO EM ESPERANÇA COM A MENTE DE CRISTO
Para manter a nossa esperança viva precisamos ter a mente de Cristo.
Como ovelhas para o matadouro (Rm 8.36)
As adversidades alistadas pelo apóstolo nos versículos 35,36 de Romanos 8, têm sido experimentadas pelo povo de Deus através dos tempos. Nenhum crente deve estranhar o fato de experimentar adversidades, perseguição, fome, pobreza ou perigo. Aflições e calamidades não significam, decerto, que Deus nos abandonou, nem que Ele deixou de nos amar. Pelo contrário, nosso sofrimento como crentes, abrir-nos-á o caminho pelo qual experimentaremos mais do amor e do consolo de Deus (2 Co 1.4,5). Paulo nos garante que venceremos em todas essas adversidades e que seremos mais que vencedores por meio de Cristo (Bíblia de Estudo Pentecostal. 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 1714).

CONCLUSÃO

Somos peregrinos em terra estranha. Sentimos saudades de uma terra que ainda não conhecemos, como canta o poeta: “Oh! que saudosa lembrança / tenho de ti, ó Sião” (Harpa Cristã, n° 2). Portanto, vivamos sabiamente com a mente de Cristo até o nosso Salvador voltar para nos buscar. Maranata!

Fonte:  Lições Bíblicas  -  4° Trimestre 2017  -  Adultos  -  Claiton Ivan Pommerening

GLORIFICADOS EM CRISTO


A GLORIOSA ESPERANÇA DA RESSURREIÇÃO DOS SANTOS

A nossa salvação traz-nos a um novo relacionamento que é muito melhor do que aquele que Adão e Eva desfrutavam antes da Queda. A descrição da Nova Jerusalém demonstra que Deus tem para nós um lugar melhor do que o Jardim do Éden, com todas as bênçãos do Éden intensificadas. Deus é tão bom! Ele sempre nos restaura a algo melhor do aquilo que perdemos. Desfrutamos da comunhão com Ele agora, mas o futuro reserva-nos a ‘comunhão intensificada com o Pai, o Filho e o Espírito Santo e com todos os santos’. A vida na Nova Jerusalém será emocionante. Nosso Deus infinito nunca ficará sem novas alegrias e bênçãos para oferecer aos redimidos. E posto que as portas da cidade sempre estarão abertas (Ap 21.25; cf. Is 60.11), quem sabe o que os novos céus e terra terão para explorarmos?” (HORTON, Stanley. Teologia Sistemática, 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 645).

A PLENA SALVAÇÃO NOS CÉUS

As Escrituras prometem que o céu será um Reino de perfeita bem-aventurança. Nos novos céus e na nova terra não haverá lugar para lágrimas, dor, tristeza e pranto. Lá o povo de Deus habitará com Ele por toda a eternidade, completamente livre de todos os efeitos do pecado e do mal. Deus é retratado secando pessoalmente as lágrimas dos remidos. No céu, a morte estará completamente aniquilada (1Co 15. 26). Ali não haverá doença, fome, problemas ou tragédias. Haverá apenas a alegria completa e bênçãos eternas” (LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica, 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 112).
CONCLUSÃO
A salvação em Cristo é um evento passado, presente e futuro. É uma obra completa, perfeita e universal. Por isso, o autor bíblico a denomina de “tão grande salvação” (Hb 2.3). Alguns aspectos dessa gloriosa doutrina são imensuráveis e inexplicáveis, por melhor que se tente explicar (1Co 13.12). São aspectos que transcendem a compreensão humana e que serão revelados em sua totalidade somente no Reino vindouro. Glória a Deus!
Fonte:  Lições Bíblicas  -  4° Trimestre 2017 -  Adultos  -  Claiton Ivan Pommerening

PERSEVERANDO NA FÉ

Perseverar
“[Do gr. hupomonê; do lat. perseverantia]. Constância, tenacidade. Capacitação que o crente recebe, através do Espírito Santo, para permanecer fiel até a vinda de Cristo Jesus. No grego, o termo serve para ilustrar a coragem demonstrada pelo soldado em plena batalha. Perseverança é a virtude varonil que só o filho de Deus pode ter” (ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. 13.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p. 298).
A apostasia pode Levar à perda da salvação.
Apostasia
[Gr. apostasia, um abandono ou deserção da fé]. Embora a palavra grega seja usada apenas duas vezes no Novo Testamento (At 21.21; 2 Ts 2,3), ela é encontrada na LXX várias vezes, como em Josué 22.22, para expressar a rebelião do povo de Deus, e em 2 Crónicas 29.19 em que vasos santificados no Templo foram lançados fora” (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p. 161).
Se permanecermos fiéis a Cristo estaremos seguros até o fim.
De acordo com as Escrituras, a per­severança refere-se à operação contínua do Espírito Santo, mediante a qual a obra de Deus começou em nosso coração e será levada a bom termo (Fp 1.6). Parece que ninguém, seja qual for a sua orientação teológica, é capaz de levantar objeções à semelhante declaração” (HORTON,Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, pp. 375,376).
CONCLUSÃO
O perigo da apostasia é uma rea­lidade, mas a certeza da vida eterna é uma dádiva tão gloriosa que suplanta esse perigo. Não há o porquê de procu­rar contradição quanto à relação entre a soberania de Deus e o livre-arbítrio do homem. Deus é poderoso para, em Cristo, nos guardar até o dia final a fim de que perseveremos nEle em meio às provações da vida (2 Tm 1.12).
Fonte:  Lições Bíblicas  -  4° Trimestre  -  Adultos  -  Claiton Ivan Pommerening

ADOTADOS POR DEUS

Adoção
Huiothesia, formado de huios, ‘filho’ e thesis, ‘posição’ cognato de tithemi, ‘pôr’, significa o lugar e condição de filho dados àquele a quem não lhe pertence por natureza. A palavra só é usada pelo apóstolo Paulo.
Em Romanos 8.15, é dito que os crentes receberam ‘o espírito de adoção’, quer dizer, o Espírito Santo que, dado como as primícias, os primeiros frutos de tudo o que será dos crentes, produz neles a realização da filiação e a atitude pertencente a filhos. Em Gálatas 4.5, é dito que eles receberam ‘adoção de filhos*, ou seja, a filiação dada em distinção de uma relação que é meramente consequentemente no nascimento; aqui dois contrastes são apresentados:
(1) entre a filiação do crente e a não originada filiação de Cristo;
(2) entre a Uberdade desfrutada pelo crente e a escravidão, quer da condição natural pagã, quer de Israel sob a lei” (Dicionário Vine: O significado exegética e expositivo das palavras do Antigo e Novo Testamento, 14.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, p. 374).
Mediante a adoção, hoje somos filhos de Deus.
A ‘adoção’ é um termo que envolve a dignidade da relação de crentes como filhos; não é um colocar na família por meio do nascimento espiritual, mas um colocar na posição de filhos. Em Romanos 8.23, a ‘adoção’ do crente é algo que ainda ocorre no futuro, visto que incluiu a redenção do corpo, quando a vida será transformada e aqueles que dormiram serão ressuscitados. Em Romanos 9-4, a ‘adoção’ é pertencente a Israel, conforme declaração em Êxodo 4.22; ‘Israel é meu Filho’ (Os 11.1). Israel foi colocado numa relação especial com Deus, uma relação coletiva, não desfrutada por outras nações (Dt 14.1; Jr 31.9, etc.)” (Dicionário Vine: O significado exegética e expositivo das palavras do Antigo e Novo Testamento. 14.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, p. 374).
Como filhos de Deus desfrutaremos de uma alegria plena na ocasião da gloriosa vinda de Jesus Cristo.
A ‘adoção’, um termo jurídico, é o ato da graça soberana mediante o qual Deus concede a todos os direitos, privilégios e obrigações da filiação àqueles que aceitam Jesus Cristo. Embora o termo não apareça no Antigo Testamento, a ideia se acha ali (Pv 17.2). A palavra grega huiothesia, aparece cinco vezes no Novo Testamento, somente nos escritos de Paulo e sempre no sentido religioso. Ressalve-se que, ao sermos feitos filhos de Deus, não nos tornamos divinos. A divindade pertence ao único Deus verdadeiro. A doutrina da adoção, no Novo Testamento, leva-nos, desde a eternidade passada e através do presente, até a eternidade futura (se for apropriada semelhante expressão). Paulo diz que Deus ‘nos elegeu nele [em Cristo] antes da fundação do mundo’ e ‘nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo’ (Ef 1.4,5). Diz também, a respeito de nossa experiência presente: ‘Porque não recebeste o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebeste o espirito de adoção de filhos [huiothesia], pelo qual clamamos [em nosso próprio idioma]: Aba [aramaico: Pai], Pai [gr. ha patêr]’ (Rm 8.15). Somos plenamente filhos, embora ainda não sejamos totalmente maduros. Mas, no futuro, ao deixarmos de lado a mortalidade, receberemos “a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo’ (Rm 8.23). A adoção é uma realidade presente, mas será plenamente realizada na ressurreição dentre os mortos. Deus nos concede privilégios de família mediante a obra salvífica do seu Filho incomparável, daquEle que não se envergonha de nos chamar irmãos” (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal 1 .ed, Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 374).
A Testificação do Espírito Santo
“Os filhos de Deus têm o Espírito para que opere neles a disposição de filhos; não têm o espírito de servidão sob o qual estava o povo do Antigo Testamento, pela obscuridade dessa dispensação. O Espírito de adoção não fora plenamente derramado. E refere-se ao Espírito de servidão, ao qual estavam sujeitos muitos santos em sua conversão. […] os santificados têm o Espírito de Deus, e este testemunha aos seus espíritos que lhes dá paz às suas almas.” Leia mais em Comentário Bíblico, de Matthew Henry, CPAD, p.935.
Fonte:  Lições Bíblicas  -  4° Trimestre  -  Adultos  -  Claiton Ivan  Pommerrening